Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Março, 2009
Vi isto num blogue que acompanho, há já umas semanas. Estava em inglês. Vou traduzir as 9 ideias, e dar a minha perspectiva da coisa. Tenho de admitir que algumas coisinhas são verdade ! NOVE EXPRESSÕES QUE AS MULHERES USAM Todos nós sabemos que as ladies são peritas na arte de bem discutir. Há expressões que utilizam com grande frequência. Leiam e, no caso das mulheres, revejam-se. :P 1 - Tudo bem. Este é o argumento que as mulheres usam quando não têm mais argumentos. Basicamente, tu, homem, precisas de te calar neste momento. No minuto a seguir, ela parte para o ataque. 2 - Cinco minutos. Se ela se está a vestir e diz que demora "só cinco minutinhos", isto significa pelo menos meia-hora. Cinco minutos só significam realmente "cinco minutos" se ela te concedeu os ditos cinco minutos para terminares de ver o jogo de futebol. Passado cinco minutos, não há mais tolerância. Nem mais um minuto. 3 - Nada. Esta é ó momento de calma antes da tempestade. Quando um
"I'm easy, are you?" Nada de novo. Os jovens de hoje em dia são muito mais levianos no que toca ao sexo. Antes as meninas eram tímidas, ingénuas... Hoje não é bem assim. Sentem-se tão à vontade com a sua sexualidade quanto os homens. Até aqui, nada de errado. O problema está quando se entra na leviandade. Saiu hoje no Público uma notícia sobre sexting. Sexo + mensagens de telemóvel = sexting. Acho que a maioria de nós sabe o que são, pelo que não vou perder tempo com explicações. O pior, é quando as mensagens/fotografias vão parar a sítios errados. As mensagens enviadas para namorados e amigos coloridos vão muitas vezes parar a telemóveis indesejados. Sim, que há muita pessoa mázinha por este mundo fora. Há por aí muito rapazinho imaturo que se diverte a expôr a amiga/namorada ao rol de amigos. Já se sabe, a mulher é que é vista como a galdéria. Galdéria é um eufemismo. É o mínimo. Podemos estar a trocar mensagens de conteúdo sexual mesmo nas barbas de pais, amig
Regra geral, o francês dá-me uns certos nervos. Reconheço que é uma língua bonita, mas a sonoridade incomoda-me. O espanhol tem o mesmo efeito em mim. Irritava-me... Até ficar deliciada com esta musiquinha da senhora Sarkozy. Gosto da voz dela, gosto da simplicidade da música. E adoro a letra. :)
Desafiada pela Sofia Flor , vou dar a conhecer os meus sete segredos de beleza. Vai ser um bocado foleiro, que eu não tenho assim nada de especial. Além disso, se eu tivesse segredos de beleza. era suposto ser realmente uma beleza (just kidding). Mas há coisas das quais não abdico. - Banho matinal. Nunca saio de casa sem o meu banho. Faz-me sentir fresca; - Cremes da The Body Shop. São óptimos, macios e cheiram divinalmente; - Exfoliante pelo corpo todo aí duas vezes por mês. Devia ser mais, para eliminar a pele morta. Mas duas vezes não está mal; - Cuido muito bem do meu cabelo. É, talvez, a coisa que mais gosto em mim. Herbal Essences e as suas fragâncias; - Antes de me deitar, limpo sempre o rosto e pescoço com água de rosas. E de manhã também o faço; - Endurecedor de unhas. Ok, eu roo as unhas. Mas o endurecedor faz as unhas mais fortes e, consequentemente, mais bonitas; - Gosto de arranjar as unhas dos pés. :D Geralmente estão pintadas, nem que seja de verniz transpa
As câmaras de gás nazis foram um "pormenor" Jean-Marie Le Pen decidiu voltar às suas declarações polémicas. Para quem não se recorda, Le Pen é um líder nacionalista francês e candidato ao Parlamento Europeu. E o senhor achou por bem dizer que "as câmaras de gás foram um pormenor da história da II Guerra Mundial". Peanuts. Entretanto, a oposição já acusou Le Pen de ser um "velho fascista" e um "negacionista do Holocausto". Tenho de concordar. A Liga Internacional contra o Racismo e o Antisemitismo pondera até apresentar queixa contra ele. O senhor já tem 80 anos. Toda a gente sabe que com a idade podemos perder capacidades mentais. Mas, por favor. Estamos a falar da vida (e infelizmente da morte) de milhões de pessoas. Não pode dizer coisas destas só porque lhe apetece. Se pesquisarmos um bocadinho sobre as câmaras de gás, descobrimos coisas bem macabras. Nos campos de concentração era realizado um trabalho cuidadoso para que as vítimas p
Rapaz de 11 anos arrisca ser condenado a prisão perpétua Americanices, claro está. Naquele país acontecem as mais incríveis coisas. Um rapaz de 11 anos, acusado de homicídio, corre o risco de ser julgado como adulto num tribunal norte-americano. Caso seja julgado como adulto, o rapazinho arrisca-se a uma pena de prisão perpétua. Na Pensilvânia, um juiz decidiu que este rapaz, Jordan Brown, não deve ser julgado como menor. E "porquê?", perguntam vocês. O miúdo matou a namorado do pai. A senhora estava grávida de 9 meses e a "criança" andava enciumada. Vai daí, enquanto a senhora dormia, o rapaz deu-lhe um tiro na cabeça. A mulher, não sobreviveu. O seu bebé também não pôde ser salvo, pois o homicídio não foi descoberto de imediato. A senhora vivia com duas filhas, de 7 e 4 anos, na casa do namorado Chris Brown e do filho. Ao que parece, Jordan escondeu a espingarda com um cobertor e disparou contra a mulher. Depois saiu de casa e foi para apanhar o autocarro e
No estágio tenho contacto com realidades das quais nunca me lembrava. A crise, o desemprego, a pobreza estão na ordem do dia. Não há um único dia em que não tenhamos de nos debruçar sobre estes problemas. Hoje, mais uma vez, deu-se importância à pobreza extrema, aos sem-abrigo. Gente que deambula pelas ruas, sem destino, apenas a ver passar a vida. Revolta-me extremamente que haja gente com família a viver nas ruas. Acho completamente desumano. Segundo o JN de hoje, "cada vez há mais pessoas que recebem ajuda alimentar de várias instituições nas ruas da cidade". A crise tem gerado um aumento considerável de pessoas a viver nas ruas. As instituições de solidariedade multiplicam-se, os voluntários são muitos, mas mesmo assim não são suficientes para ajudar todos aqueles que necessitam de apoio. Para além dos sem-abrigo amarrados pelas teias da droga ou do álcool, as ruas deste nosso país recebem pessoas que nunca imaginaram sequer ver-se numa situação destas. Ex-empresários
Desafiada pela Corset do blogue: No Mundo dos espartilhos de Seda . Se eu fosse um mês seria: Junho. Nem muito quente, nem muito frio. Está ali no meio termo. E o meio termo é que é agradável. Se eu fosse um dia da semana seria: Domingo. Não se faz nada. Gosto disso. Se eu fosse um numero seria: 7. Gosto. Se eu fosse um planeta seria: Desconhecido. Numa outra galáxia. Se eu fosse uma cidade seria: Veneza. Eternamente romântica. Se eu fosse um movél seria uma: Uma mesa redonda. Para permitir o encontro de pessoas, o cruzar de olhos. Se eu fosse um liquido seria: Ice Tea. Se eu fosse um pecado seria: Algures entre a preguiça e a luxúria. Se eu fosse um pedra seria: Mármore. Forte. Se eu fosse um metal seria: Aço. Se eu fosse uma árvore seria uma: Laranjeira. Se eu fosse uma fruta seria: Uva. Se eu fosse uma flor seria uma: Girassol. Daqueles enormes. Lindos. Se eu fosse um clima seria: Amena. Se eu fosse um instrumento musical seria uma: Não percebo nada de instrume
Morreu aquela estrela de TV que tinha cancro. Sim, aquela que andava a mostrar o seu sofrimento a todas as revistas (atenção, não estou a criticar). Jade Goody era o nome dela. Apareceu há uns anos, no Big Brother. Sempre gostou da fama, usava e abusava da sua imagem. Entretanto acalmou, teve filhos, mas a sua popularidade continuou em alta. O namorado estava preso. O pai das crianças, desse nunca mais se ouviu falar. Há uns tempinhos, num outro reality-show, descobriu que tinha cancro. Foi-lhe dito em directo, perante milhões de pessoas. Fez vários tratamentos, até que os médicos lhe disseram que não tinha hipóteses. A mulher não baixou os braços e resolveu "aproveitar" o seu sofrimento para deixar bastante dinheiro aos filhos. Começou a dar entrevistas atrás de entrevistas, a aparecer em inúmeros programas de TV, assinou até um exclusivo para que acompanhassem as suas últimas horas. A minha primeira reacção? Nojento, doentio. Mas depois comecei a tentar pensar como el
Gosto imenso da música. Adoro a letra. É daquelas músicas que nos fazem acreditar que é possível. O vídeo, olhem, foi o que se encontrou. :P Agora vou recolher-me aos meus aposentos. Constipações de Primavera são lixadas.
Depois de um dia de trabalho, cansada e cheia de calor (meteorologistas mentirosos!), caminhei até casa. Ansiosa por um banho refrescante, uma bebida fresca, até já conseguia ouvir a minha caminha a chamar por mim. Chego perto de casa, tiro as chaves da bolsa, e meto-as na porta. Dou uma volta, dou duas voltas e nada. Volto a repetir. Uma volta, duas voltas. Nada. Dou outra volta, repito e NADA, a m**** da porta resolveu que não queria abrir. As duas horas seguintes foram passadas no meio da rua. Se calhar os meteorologistas eram capaz de ter razão... Ficou fresquinho. Duas horas à espera que o senhor carpinteiro cá viesse, desse umas marretadas na porta e ela, como que por milagre, fez-lhe a vontade e abriu. Eu sou muito calminha. Mas hoje, não me chateiem.
Hoje celebra-se o Dia do Pai. E eu quero celebrar o facto de ter a melhor mãe do mundo. PS: Blogadinha , obrigada pelos selos. Já estão na montra de exposição.
Coisas giras que se aprendem no estágio… Se há coisa que me fascina no trabalho de jornalista é a possibilidade de entrar em contacto com diferentes realidades. Faz de nós pessoas mais cultas, mais interessantes. Ficamos a saber um pouco de tudo. Para mim, tem sido uma aprendizagem enorme. Hoje, o meu dia de trabalho foi dedicado a conferências sobre a sexualidade. Estava na Faculdade de Farmácia, entre pessoas que percebem muito da coisa. E eu ali, sem perceber a ponta de um corno do assunto. Apesar de não ser um tema propriamente fácil de entender, adorei. Assisti a duas conferências. A primeira sobre infertilidade e a segunda sobre disfunção eréctil. A segunda foi mais interessante, na minha opinião. O médico que deu a conferência era jovial, divertido, relaxado. Esclarecedor, sem ser demasiado exaustivo na abordagem. Os motivos podem ser tantos… físico, hormonal, psicológico. É complicado diagnosticar. Fiquei a saber, por exemplo, que as discussões no seio de um casal são o f
Perante a profissão que escolhi, sou obrigada a ler os jornais nacionais todos. DN, JN, Público, Correio da Manhã, Jornal de Negócios, desportivos. Tudo me passa pelas mãozinhas logo às oito da matina. Vá... O 24 horas eles não compram. Não sei porquê, mas dizem que não vale a pena. :P Apesar do Público ser o jornal politicamente correcto e de ficar em (e bonito) dizer que se lê o dito cujo... eu acho-o um bocadinho chatinho. Assumo que é um bom jornal, gosto de ler, mas não tenho pachorra para o ler de fio a pavio. O meu favorito sempre foi o Jornal de Notícias. O meu tio compra-o todos os dias, desde que eu sou pequenita. Cresci a ler o JN e habituei-me ao estilo (que nem sempre é o mais correcto). O Correio da Manhã, já se sabe, é o jornal de maior tiragem, é o que mais vende. Mas há lá qualquer coisa que não me agrada. É capaz de ser isto: "Matosinhos: Drama abate-se sobre família de jogador do Atlético de Madrid Simão perde sobrinho " Título bonito. Expressivo
Ele há coisas... Os ciganos nunca foram bem acolhidos pela sociedade portuguesa. Para a maioria das pessoas, a comunidade cigana está muito ligada às feiras. São sempre vistos como ladrões e criminosos. O preconceito que envolve esta etnia é muito forte, e por mais honestos que sejam há sempre quem insista em discriminá-los. Admito ter um certo preconceito em relação aos ciganos. Fui criada numa sociedade preconceituosa, por isso é normal que alguns dos "pré-conceitos" me sejam passados. Tento evitá-los ao máximo. Posso tê-los, mas estou consciente de que são injustos. Menos mal. Mas isto, meus amigos, isto é ridículo . Crianças ciganas com aulas em contentor separadas das outras, lê-se no site da TSF . Numa escola básica em Barqueiros,a direcção da escola achou que os meninos ciganos não tinham o mesmo direito que os meninos ditos "normais". Posto isto, decidiu colocar 17 alunos ciganos a ter aulas num contentor no recreio do estabelecimento de ensino. Pelos vis
Eu gosto de guardar as coisa que me marcam. Gosto de guardar as pequenas coisas, as pequenas lembranças, as coisas supostamente insignificantes. Tive um diário, daqueles em papel, com cadeado e tudo, até aos 18 anos. Escrevia lá todos os dias, nem que fosse um simples "hoje o dia correu-me bem". Gostava de escrever as minhas vivências, por mais parvas e insignificantes que fossem, para não correr o risco de as esquecer. Só deixei de lá escrever quando aquilo deixou de ser um diário e passou a ser uma obsessão. Deitei-o fora. Tenho óptima memória quando essas memórias envolvem sentimentos. Lembro-me de tudo, de todos os pormenores. Cartas, bilhetes de cinema, bilhetes de comboio, papéis de embrulho, talões de compras importantes, fotografias. Guardo tudo. Tenho uma caixa onde guardo as coisas importantes na minha vida. Não gosto de deitar as coisas fora. Tenho medo de sentir falta delas mais tarde.
A donzela do blog The Stars Are Shining passou-me um desafio engraçado. O desafio consiste em escrever 3 coisas boas e 3 coisas más sobre um vizinho/uma vizinha. Tenho pano para mangas meus caros. :P Na minha casinha, no andar de cima, vivia uma família bem grandita. A senhora brasileira, o marido português e para aí 7 putos. Uma família simpática mas um tanto ou quanto irritante. Coisas boas: - Simpáticos. Sorriam sempre que passavam por mim; - O pai de família era atencioso, segurava a porta quando passava por ele; - Apesar de tudo, nunca causaram problemas. Coisas más: - 7 putos em casa... como é óbvio era um barulho impressionante. De manhã cedo já se ouviam os berlindes a rolar pelo chão; - Além dos filhos, tinham também um cão. O bicho vivia fechado na varanda, fizesse chuva ou fizesse sol; - A mulher insistia em lavar a varanda e atirar a água para o meu terraço. Consequências? O xixi do cão vinha parar à minha varanda. Nice. Mudaram-se há cerca de uma semana. Oh sham
Nunca gramei o Verão. Nunca fui adepta de praia. O sol a mais incomoda-me. O calor a mais faz-me sentir desconfortável. Mas este ano estou mesmo entusiasmada com este calorzinho que já se faz sentir. Que bem me sabe passear pela rua, sem nada para fazer. Adoro sentar-me num qualquer café, a beber o meu Ice Tea (invariavelmente de manga), a preparar as notícias para o dia seguinte. Gosto de sair a trabalho, e sentir o sol a bater-me no rosto. Até trabalho com mais gosto, com mais entusiasmo. Depois de horas enfiada na redacção e em estúdios de gravações, sabe mesmo bem sair à rua. Tenho saudades das melancias (devoro uma em dois dias), dos morangos, das cerejas e das ameixas brancas. Das uvas, dos limonadas, e dos abacaxis. Ando a apreciar as roupas leves, os cabelos soltos. Os sorrisos mais fáceis, as pessoas mais disponíveis. Acho que pela primeira vez desde há muitos anos, ando ansiosa pelo Verão.
A música tem o seu quê de triste, mas é absolutamente maravilhosa. Leiam com atenção. Procurem no Youtube. Ouçam. Sintam. :) Chuva - Mariza Composição: Jorge Fernando As coisas vulgares que há na vida Não deixam saudades Só as lembranças que doem Ou fazem sorrir Há gente que fica na história da história da gente e outras de quem nem o nome lembramos ouvir São emoções que dão vida à saudade que trago Aquelas que tive contigo e acabei por perder Há dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer A chuva molhava-me o rosto Gelado e cansado As ruas que a cidade tinha Já eu percorrera Ai... meu choro de moça perdida gritava à cidade que o fogo do amor sob chuva há instantes morrera A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade E eis que ela bate no vidro Trazendo a saudade
As maravilhas da Internet Há umas semanas foi-me recomendado que visse uma reportagem na RTP1 sobre o Twitter . Não liguei muito à coisa, mas como vi que os jornalistas andavam malucos com aquilo, resolvi inscrever-me. Se entrei no site cinco vezes, foi muito. Não percebia nada daquilo. Sabia mandar mensagens, mas não sabia como ler as respostas. Ao que dizem, é a ferramenta ideal para os jornalistas. Curto, conciso e em tempo real. Basicamente envias uma mensagem que tenha até 140 caracteres. Podes digitá-la directamente no site do Twitter ou então podes "twitar" via telemóvel. Envias uma sms do teu telemóvel e ela é publicada na tua conta do Twitter na internet. Parece confuso, mas é até bastante simples. Qualquer pessoa pode fazê-lo. É giro para conhecer pessoas diferentes. E o que é que isto tem a ver com o trabalho do jornalista? Tudo. Foi-me pedido que fizesse uma reportagem sobre a Bimby. E o que é a Bimby ? Segundo o site da Bimby em Portugal, é uma "ajudan
O gigolo das ricaças Parece que um tal de Helg Sgarbi andava com falta de dinheiro. Vai daí, arranjou um esquema para conseguir algum carcanhol. O suiço decidiu que o modo mais fácil de ganhar uns milhões era engatar umas milionárias, descobrir os segredos delas e depois chantageá-las. As mulheres envolvidas neste esquema conseguiram manter o anonimato, já que Sgarbi confessou. A acusação não teve então de recorrer aos seus testemunhos em tribunal. Ora bem, isto é positivo. Foram poupadas a essa humilhação pública. No entanto, houve uma mulher que se expôs, e desencadeou a investigação policial que resultou na prisão de Sgarbi: a mulher mais rica da Alemanha, a herdeira de uma parte da BMW, Susanne Klatten. Pelos vistos a senhora era casada e mãe de três filhos, mas andou enrolada com o dito gigolo. Olhando para a foto, (não) conseguimos perceber o que viu nele. Devia ter qualidades secretas... O senhor contava sempre a mesma historiazinha da treta: que tinha estado recentemente
Num blogue que costumo acompanhar, foi colocada esta música. Johnny Nash, "I can see clearly now". Obrigada. Esta semana estou a tentar adoptar um outro espírito. Há dias em que me custa muito, dias em que me custa sequer mexer o corpo. Dias em que o meu coração está tão pesado que até me impede de respirar. Dias em que revejo todas as fotografias, uma a uma. Em que recordo o que foi bom, com carinho. Mas não posso obrigar ninguém a gostar de mim. :) E eu mereço o melhor que a vida tem para me oferecer, como se farta de dizer a minha mãezinha. "I can see clearly now, the rain is gone I can see all obstacles in my way Gone are the dark clouds that had me blind It's gonna be a bright (bright), bright (bright), sun shiny day! "
Na redacção... O editor chefe vira-se para o chefe de redacção e pergunta: "Não achas que Sanxeri anda um bocado mal disposta? Ela costumava ser mais alegre." E o que é que uma pessoa responde a isto? Nada. Está sol, está calor, hoje é um bom dia. :)
Hoje fui almoçar à Faculdade de Direito, onde estuda a minha irmã. Fica mesmo ao lado da minha e, tendo em conta que o meu curso é tão deprimente que nem bar tem, Direito acaba por ser uma boa opção. Estava eu na fila e aproximam-se duas raparigas... Rapariga 1 - Olá. Olha, tu não tens uma irmã que estuda na minha turma? Eu - Tenho. Rapariga 2 - Pois, nós estavamos aqui a comentar que vocês eram realmente muito parecidas , só que tu és mais novinha. Eu - ... Rapariga 1 - E estudas o quê? Eu - Jornalismo, aqui ao lado. Rapariga 1 - Ah, olha que giro. Estão ao lado uma da outra. E tu em que ano estás? Eu - No terceiro. Somos gémeas. Raparigas - Ah! Pois, pareces mais novinha que ela. Deve ser por conversas como esta que a minha família me vê como a "mais pequena". :P Estou doente. Uma enxaqueca horrível, alternada com crises de vómitos. Era o que eu mais precisava. Aproveito para agradecer a quem me tem apoiado, mesmo que pela internet. :)
Recentemente Viana do Castelo (que orgulho!) tornou-se a primeira cidade do país declaradamente anti-touradas. Tinhamos "apenas" uma tourada no ano, e mesmo essa era alvo de protestos. A maioria socialista na Câmara Municipal de Viana, decidiu não permitir a realização de qualquer "espectáculo" tauromáquico no espaço público ou privado do município, sempre que este dependa de qualquer autorização da autarquia. Como se lê no Público , segundo o Presidente da Câmara Defensor Moura, a medida faz todo o sentido por ir de encontro ao perfil de cidade saudável. "Para além do respeito pelos direitos humanos, preservação do património natural e promoção dos valores ambientais, o executivo socialista considera que o espírito, de cidade moderna e progressista, deve estender-se ao respeito pelos direitos dos animais", cita o jornal. “A defesa dos direitos dos animais não é compatível com a realização de espectáculos de tortura, que provocam sofrimento injustificado”,
"Um peixe e um pássaro podem se amar. Mas onde viveriam?" Há amores assim, impossíveis. Mas eu acredito em milagres. E não, não estou a falar de mim. Não posso estar sempre a bater na mesma tecla. O meu amor, já deu o que tinha a dar.
Como disse no último post, a minha família é bastante protectora. No entanto, apesar de me proteger, a famelga sempre me deu liberdade para viver a vida na sua plenitude. Deixam-me sair à vontade, nunca me prenderam ou proibiram de fazer o que quer que fosse. Como se sabe, o fruto proibido é o mais apetecido. Talvez por sempre ter usufruído dessa liberdade, nunca me senti tentada a fazer coisas "mais incorrectas". Nunca experimentei fumar, nunca experimentei drogas e também não sou menina que aprecie álcool. Nunca me senti inclinada para certas coisas, porque sempre me foi dada liberdade para as experimentar. Sempre me senti diferente dos meus colegas por causa disso. Em contrapartida, há crianças que são criadas em redomas de vidro, como se fossem frágeis e se partissem a qualquer momento. Nunca puderam sair, nem aproveitar a sua juventude. O problema deste cuidado excessivo é que, à primeira oportunidade de libertação, agarram-se a esta com unhas e dentes. É por isso qu
"A mais pequena" A minha família é a melhor, não me canso de dizê-lo. Carinhosa, muito atenta, preocupada. Sempre protectora. Somos três irmãos. O rapaz mais velho e eu a minha minha irmã gémea. Naturalmente o primogénito é o "menino" da família. Tratam-no como se tivesse 5 anos, apesar de ir a caminho dos 25. Comigo e com a minha irmã foi diferente. Sempre fomos mais independentes, mais alegres, mais espevitadas. Mas há um ponto em que eu sou tratada de forma diferente... Sempre me viram como "a mais pequena". Não sei porquê, mas de vez em quando a minha família trata-me como se eu tivesse algum atraso mental. :P Lá porque tenho menos uns centímetros que a minha irmã, isso não implica que eu seja "a mais pequena" (apesar de efectivamente o ser). Às vezes falam como se eu fosse meia choné ou coisa do género. "Sanxeri, tu não abras a porta a estranhos". Com vinte anos, acham mesmo necessário dizer-me isso? "Sanxeri, tu tem cu
Ele há coisas... É por isso que eu não sou muito católica. Ou melhor, eu sou católica, não sou é estúpida. Menina de nove anos está grávida de gémeos do padrasto de 23 anos Mais um caso de abuso sexual infantil. No Brasil, uma menina de apenas nove anos está grávida de gémeos do padrasto de 23 anos. Que raio de prazer tem um homem de 23 anos com uma menininha de 9 anos? É preciso ser muito porco. A criança foi abusada sexualmente pelo padrasto durante três anos, desde que tinha seis anos. O padrasto confessou que também abusava da enteada mais velha, de 14 anos, que tem (ainda por cima!) uma deficiência física. Porco, porco, porco. Mil vezes porco. A mãe das menores, tem 39 anos, e disse que ficou surpresa e revoltada. Pelos vistos é tendência geral gostar de gente mais nova. Metem-se com miúdos parvos, dá nisto. A mãe das meninas é aposentada e cuida das filhas. Aposentada aos 39 anos? Gargalhada. Cuida das filhas? Gargalhada ainda maior, se isto fosse caso para rir. Se há coisa
Não é o fim do mundo, mas abalou o meu mundo. Preciso de um abraço. De um carinho. De uma palavra, de um apoio. E sim, o texto é só isto. Banal, simplório, sem qualquer tipo de piada. Não tenho nem cabeça, nem coração, para mais. Pode ser que mais tarde a inspiração volte.
O que não nos mata, torna-nos mais fortes Há uma expressão que encaixa na perfeição no nosso dia-a-dia. O que não nos mata, fortalece-nos. O bom e o mau, o óptimo e o horrível, tudo contribui para aumentar as nossas resistências às vicissitudes da vida. Cair obriga-nos a levantar. A verdadeira força provém daí: das quedas. Há quedas que nos deixam mais em baixo que outras, que nos fazem pensar que nunca vamos ser capazes de nos levantar. Quedas que nos fazem sentir miseráveis, como se fossemos os maiores infelizes por este mundo fora. É sempre bom relembrar: não somos. O que hoje parece uma tortura, acaba por passar. Pode demorar dias, semanas, meses, anos, mas acaba por passar. E existem dias melhores e dias piores. E vamos chorar muito mais, barafustar muito mais, sofrer muito mais. Mas eventualmente há-de passar. Havemos de ter dias em que parece que não aguentamos sofrer tanto, em que dói tanto que até custa respirar. Mas depois virão dias melhores, mais serenos. E com esta
Desafio milionário O blog Os Meus Saltos Altos desafiou-me. E como eu estou a precisar de pensar em coisas boas, aceitei. "Sem dúvida que acertar em 5 números e 2 estrelas , não é tarefa fácil. Esta semana há Jackpot especial de 100 MILHÕES... Se ganhasses, que farias?" Regras: Enumerar 5 coisas que faria se me saísse o prémio e escolher outros 3 bloguers a quem passar este desafio. O que faria? 1 - Distribuía dinheiro pela famelga. Para eles o melhor, sempre. 2- Dava uma boa parte para solidariedade. Não preciso de 100 milhões para ser feliz, mas ficava com alguns para mim, pois não sou parva nem a Madre Teresa. 3 - Abria um canil/gatil. 4 - Construía uma casa ao meu gosto e arranjava um jeitoso para viver comigo, que isto de viver sozinha não tem piada nenhuma. E com 100 milhões, não havia de ter falta de candidatos. :D 5 - Viajava muito. Londres, Paris, Milão, Madrid, Veneza, Nova Iorque... Desafio os blogues Falamos depois sff Digo eu com os nervos Mente So
1º dia de estágio Foi giro e eu gostei bem mais do que alguma vez pensei que fosse gostar. Apesar de ter passado 11 horas a trabalhar, deu-me gozo. Reunião às 8:30 da matina. Viu-se o que estava marcado em agenda, quais as notícias do dia e distribuíram-se as peças. Calhou-me uma reportagem sobre a utilização dos telemóveis. Como tinha de arranjar uma perspectiva diferente, decidi comparar a utilização do telemóvel por parte de idosos e crianças. Não é uma perspectiva tão original assim, mas foi o que de melhor se arranjou. Deveria ter falado com uma psicóloga, mas não encontrei nenhuma disponível. Fiz o melhor que sabia, com o que tinha. De manhã saí à rua e andei a entrevistar a terceira idade. Foram todos simpáticos comigos o que ajudou a quebrar o gelo. O meu maior problema é não ter à-vontade suficiente para falar com as pessoas. :) De tarde fui a uma escola primária falar com crianças. Óbvio que não me permitiram gravar, mas recolhi depoimentos de alguns deles e falei com um
Há temas que me incomodam. E depois desses, existem ainda os temas que me deixam nervosa, que me fazem sentir um arrepio frio pelas costas. A mutilação genital feminina é um desses temas. Um estudo da Amnistia Internacional apresentado em Fevereiro revela que somente 13% dos médicos e enfermeiros têm conhecimento da prática da mutilação genital feminina (MGF) em Portugal. Este estudo revela que há “um número significativo de casos de MGF no nosso país”. Para piorar o cenário, o estudo revela a existência de falta de preparação dos médicos e enfermeiros portugueses no que diz respeito a esta prática. Talvez por ser um assunto pouco falado no nosso país, a verdade é que os profissionais de saúde não estão preparados para o enfrentar. Pelos vistos, somente 13% dos profissionais de saúde possui formação específica para actuar nestes casos. Um número demasiado baixo, convenhamos. Esta é uma prática retrógada e profundamente desumana, pelo que considero inconcebível que coisas destas a
A felicidade dos outros Nunca fui menina para me meter na vida dos outros. Já tenho a minha vida que, mal ou bem, me dá muito trabalho. Por isso nunca perdi o meu tempo a "zelar" pela vida alheia. Isto vem a propósito da discussão sobre o referendo que permitirá, ou não, o casamento homossexual. Já aqui disse, e repito, que não tenho preconceitos desse tipo. São absurdos e retrógados. São pessoas normais, apenas têm tendências sexuais diferentes. Tendências, não opções. Não me parece que alguém opte ser homossexual (apesar de nada ter de errado). Uma pessoa não vira homossexual de uma hora para a outra. A homossexualidade nasce com a pessoa, por isso não pode ser evitada. Se algum homossexual ler este texto, agradeço que confirme ou desminta esta minha ideia. Posso eventualmente estar errada. As pessoas não se fazem, pelo que me parece errado criticar os outros. Tudo isto me leva à questão do casamento homossexual. A felicidade dos outros nunca me incomodou. Não sei por
A partir de amanhã estarei a estagiar aqui: É o site do meu curso. :) http://jpn.icicom.up.pt/ Entre Julho e Agosto, se tudo correr bem, estarei aqui: Estou em pulgas para o raio do estágio. Sei que vou errar muito, que vou fazer muita porcaria e bater com a cabeça na parede "N" vezes. Mas espero aprender muito. Já sei que será difícil algum dia conseguir trabalhar como jornalista, visto que o mercado está lotado, mas enquanto há vida, há esperança.
Civismo Quando o sol começa a espreitar, gosto de pegar na minha bicicleta e dar uma voltinha pela cidade. Gosto da liberdade que transmite, da rapidez. Permite-me apreciar a paisagem enquanto faço exercício. Adoro. Sabe-me mesmo bem, num dia de sol, pôr uma mochila às costas e andar de bicicleta por aí. Depois sento-me numa qualquer esplanada, a beber um Ice Tea. Banal, eu sei. Mas sabe-me mesmo bem. No meio desta maravilha toda, claro que tem de existir um "mas". Infelizmente, Portugal não é um país que respeite muito as bicicletas. As ciclovias escasseiam e estão, regra geral, mal sinalizadas. Na minha cidade só temos ciclovia no centro, junto ao rio. Geralmente é esse o percurso que adopto, por ser o mais seguro. No Porto, a zona da Foz tem uma grande ciclovia mas infelizmente é complicado levar a bicicleta para lá. Tenho a certeza de que se existissem melhores condições, mais ciclovias e parques de estacionamento para bicicletas, muitas mais pessoas utilizariam es