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Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2019

Odiozinho de estimação

Não é uma mala do ursinho. É contrafacção e é crime. 65 comentários depois, todos a querer saber preços e comprar, lá tive de deixar a minha queixa. Detesto estas porcarias. Não têm dinheiro para o original, não comprem, não faltam por aí produtos bonitos e baratos... Mas não alimentem estas imitações criminosas.

Por outro lado...

É sempre bom quando uma colega de trabalho te chama a atenção "ai S*, essas calças já te estão tão largas"...  Cheguei a casa e percebi que efectivamente já me estão pouco "elegantes", tendo em conta que são modelo Chino e supostamente têm um corte mais a direito. Para meu azar (que também é sorte, porque é bom sinal), eu sou daquelas taradas que quando gosta de uma peça de roupa, compra várias iguais... Portanto, tenho quatro calças iguais às ditas calças largas... só muda a cor. Está-se mesmo a ver que vou ter de me meter em despesas para comprar calças mais ajustadas.

Ups!

Sabes que a semana de Jejum Intermitente não vai ser muito promissora quando te deitas no Domingo a pensar "bem que podia comprar um pacote de Cheetos rafeiros do Minipreço, que são tão bons...". .. E acordas na segunda-feira ainda com o mesmo desejo. Nossa Senhora da Dieta das Noivas que me acuda!

Saudosismo blogosférico

Hoje estava a fazer uma viagem ao passado, aos primórdios deste blogue, e bateu uma saudade incrível de quando era completamente anónima e escrevia de forma inteiramente livre. Não havia ninguém que soubesse quem eu era. Nem família, nem amigos, muito menos colegas de trabalho. Senti muita vergonha alheia (ups, era mesmo de mim!)  por alguns dos textos, mas ri-me muito mais com o meu despretensiosismo e pela forma animada como encarava este blogue. Bons velhos tempos em que os blogues eram apenas blogues e não esta tentativa exagerada de agradar a gregos e troianos.  Cada vez escrevo menos, cada vez leio menos... E cada vez tenho mais saudades dos blogues de há uma década. Aí sim, a coisa era boa.

Odiozinho (profundo) de estimação

Juro que odeio com todas as forças os humanos imbecis que deixam os cães andar na rua, soltos, ao longo do dia. Não falo de animais que correm livremente num jardim ao lado de casa e dos donos, mas sim dos cães que são deixados ao 'abandono' no meio da rua. Para meu azar, na minha zona é o pão nosso de cada dia. Cães e mais cães a passearem sozinhos, sem dono à vista. Em plena cidade, numa zona de muitos carros. Todos os meses sou confrontada com um novo cão 'passeadeiro' e fico de coração apertado. Ligo a internet, vou às páginas das associações cá da cidade e ao Encontra-me. Nada, claro. Agora mesmo era um cão nitidamente bebé, meio ano, se tanto. Óbvio que não se deixava apanhar. Castanho, lindo de morrer, patinhas brancas, ponta da cauda branca. Correu, atravessou a estrada, obrigou carros a parar. Lá ficou ele, entregue à sua sorte. Não é difícil adivinhar o triste destino de muitos destes animais. 

Conclusões

Em jeito de conclusão do post anterior, nisto da educação, como na amamentação e tudo o que envolva crianças e bebés... Meus amigos, esqueçam os pretos. Esqueçam os brancos. Existe toda uma paleta de cores. Cada vez estou mais certa de que que não existem certos e errados. Cada um faz o melhor que pode.

Da Educação nas novas gerações

Aqui há dois dias comentava, no trabalho, como ficava surpreendida com a protecção extra (vá, considero algo excessiva...) em relação às nossas crianças. Uma colega com dois filhotes mais velhos sorriu e disse-me "tu também vais ser assim". Acredito. Do fundo do coração, acredito que serei assim, uma mãe-galinha-em-potência, mas por agora continuo a surpreender-me com o 'superprotecionismo' às novas gerações. Isto porque todos os dias vejo uma senhora a levar um menino de 7 ou 8 anos desde a porta do local de trabalho até à entrada da escola primária... Sendo que a distância são uns 200 metros. Mas todos os dias ela leva aquele menino até à entrada. Ora bem... Com aquela idade, eu vinha de autocarro sozinha com a minha irmã, todos os dias, para a escola - apanhávamos o autocarro junto à porta da nossa casa, na companhia da nossa tia, mas depois vínhamos sozinhas e saíamos na paragem em frente à escola.  Hoje em dia parece que fazemos das crianças mais "

Facto

Nunca celebrei o Dia dos Namorados. Minto... Celebrei uma vez, com um ex-namorado, que por acaso me ofereceu um par de galhos como presente. Nunca fui fã do dia, apesar de achar que todos os motivos são bons motivos para celebrar. No entanto, o facto não é esse. O facto é que o meu conceito de romantismo passa sempre por comida. Ontem, dava comigo a pensar... "Ora bem, no Domingo, às 17h30, o homem quer ver a bola... Até seria boa ideia ir comprar umas pizzas e ficarmos romanticamente na tranquilidade do lar em família". Também aprecio a ideia de irmos comer um croissant misto ao pequeno-almoço. Ou beber um chocolate-quente à noite. Depois não quero estar gorda. 

Do Desperdício Alimentar

No Domingo estive a ler um artigo de opinião do André Almeida Paiva no P3 do Público sobre a atitude dos nossos estudantes em relação à comida. Não, infelizmente não estamos a falar de crianças. O artigo versava sobre o desperdício alimentar nas cantinas das universidades, institutos e politécnicos deste país. De forma muito pouco surpreendente para mim, o autor queixava-se das bandejas de pratos ainda cheios que são depositadas no postigo dos refeitórios. Pratos cheios de comida, que são desperdiçados. Pratos nos quais os estudantes quase nem tocam. Infelizmente, já era assim no meu tempo de estudante universitária, há 12 anos atrás. Não sei onde é que estes jovens adultos foram educados. Na minha casa, a educação mandava comer o que me punham no prato - mesmo que a comida fosse (muito) pouco do meu agrado. Não posso comer todos os dias bolonhesa e bacalhau com natas. Há dias em que me servem fígado, me apresentam frango feito no forno, pescada cozida ou peito de frango,

Facto!

O pai pode ser o mais fixe, o mais divertido, o mais animado e até o mais carinhoso... ... Mas mal aparecem as doenças, a mamã torna-se única e insubstituível. Ai de quem tente tirar a criança dos braços (muito doridos!) da sua mãe... Ele vira demónio! Meu pequeno e loiro raio de sol. 💖💖💖

Já a sonhar com a Primavera...

Ainda a Primavera está longe e eu já escolhi as minhas Ipanema e Grendha para as estações quentes. Chega ali Março e Abril e eu compro sempre dois novos modelos. As Ipanema são eternas, duram anos e anos... Valem cada cêntimo e ainda por cima têm excelente preço. As pretas com flores e as amarelas com bolinhas da Ipanema... Ai ai ai. As últimas, beges com pedras, são mais elegantes. São Grendha e não considero tãooo eternas porque a pintura da sola começa a desvanecer, mas duram uns dois ou três anos, na boa. Meu Deus, dá-me alguma folguinha financeira... Escusas de me brindar com imprevistos todos os meses.

Viver bem na nossa pele

Nos últimos meses dou por mim a perceber o que é realmente sentir-me bem na minha pele. Foi preciso chegar aos 30 anos, conhecer o amor da minha vida, ter um filho e investir na minha carreira para, finalmente, me sentir bem na minha pele, com o que sou, com os meus defeitos físicos todos. Há uns dias estava a "recuar no tempo" com o futuro marido e a ver as minhas fotografias de 2008, 2009 e 2010. Tinha 20 anos e, modéstia à parte, era uma rapariga toda jeitosa. Nunca fui magra, mas tinha um corpo bonito.  Hoje em dia é triste perceber que, mesmo sendo elegante, passei a adolescência e o início da vida adulta a achar-me gorda, mal jeitosa, a queixar-me das mamas grandes, das pernas roliças, dos ombros redondos. Passei os meus "melhores" anos em termos físicos a achar-me deselegante e desinteressante. Passei uma adolescência com complexos, quando devia estar satisfeita. Passei os meus vinte e poucos anos a queixar-me, quando estava bastante bem. A

Da Cozinha

Costumo dizer, com bastante frequência, que detesto cozinhar. Facto 1: Não sei cozinhar. Sei fazer meia dúzia de bons pratos, que repito até à exaustão. Facto 2: O facto de ter um companheiro super esquisito com a comida também não ajuda. Não gosta de porco, não gosta de frango estufado, não aprecia molhos, não gosta particularmente de peixe, não come legumes. Mas, na verdade, eu não detesto cozinhar. Eu detesto é não ter tempo para me dedicar verdadeiramente à culinária. É sempre tudo feito a correr, à pressa, entre as restantes tarefas domésticas e o cansaço do dia-a-dia. Na verdade, eu adoro estar na cozinha e experimentar. Adoro seguir receitas, testar ingredientes, inovar nas misturas... Mas, por falta de tempo, por causa do bebé e por causa do "esquisitinho" do futuro marido, acabo sempre a fazer as mesmas coisas, à pressa. E disso eu não gosto mesmo nada. É um tédio, um massacre repetitivo. Tenho a minha Bimby há ano e meio e uso-a praticamente tod

Ser Eu é diferente de Ser Mãe

Já aqui referi algumas vezes que não sou a típica mãe galinha. Não o digo com orgulho, mas também já não o digo com vergonha (custou perceber que não temos de ser todas iguais enquanto mães...). Gosto dos meus momentos. Entendo perfeitamente que existem mães que colocam o papel de Mãe à frente de tudo... Mas eu gosto de colocar o meu Eu à frente, porque acredito que só se me sentir bem enquanto pessoa, enquanto mulher, enquanto profissional e enquanto amiga é que me vou sentir bem enquanto mãe. Não consigo, mesmo, abdicar do meu Eu. Nem quero.  Gosto e preciso de ter a minha meia-hora de "sossego", depois do trabalho, antes de ir buscar o menino à creche. Geralmente aproveito para passar por casa, levar o cão à rua, pôr roupa a lavar, estender roupa, adiantar o jantar. Mas há dias em que opto apenas por tomar um café com a minha mãe, irmã ou tia... Ou vou ver umas montras.  Meus amigos e minhas amigas, aquela meia-hora "livre", mesmo que seja ocup