Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2020

Faísca!

Eu tinha quatro gatas e um cão.
Infelizmente, em Agosto do ano passado, de um dia para o outro (literalmente) a minha gata Princesa entrou em choque, nem se mexia, só se escondia. Reparamos de manhã, levamos ao veterinário às 15h00, mas pelas 19h00 já tinha falecido. 
Fiquei completamente chocada. Era a minha gata mais jovem, estava connosco há cinco anos. Fizemos análises e descobrimos que era Felv+, o vírus da leucemia felina.
Infelizmente, soubemos demasiado tarde. Sendo um vírus que se transmite pela saliva, pela urina e fezes, era inevitável que as outras três gatas estivessem também infectadas. Foi erro meu, que a encontrei dentro de uma gaiola de pássaros, numa loja de animais, e a trouxe para casa sem fazer análises. Infelizmente, passei o vírus às outras, sem querer e sem saber.
A minha Blackie começou a ficar mais apática no início desde ano e tive de a adormecer, quando também já nem reagia... Foi muito emocionante e doloroso, porque foi uma gata arisca nos oito anos em qu…

Insta last weeks

A minha cidade está florida e maravilhosa.
Companheiro de caminhadas nocturnas. Passamos horas no passeio!
Pousa-copos feitos pela senhora minha mãe.
Aquele mimo de final de tarde...
À noite, vamos até à beira-mar para queimar os últimos cartuchos de energia.
O cansaço do meu senhor cão.
Novas leituras. Chris Carter é viciante.
Uma amizade que começou mesmo antes de nascerem. Hoje em dia, é mais uma relação de amor-ódio que diverte os pais.
O guardião de bebés? Não. O guardião de mantas.
Três foi a conta que Deus fez. Os três labradores pretos da casa dos tios.
Ontem comecei este. "A Princesa Determinada", sobre Catarina de Aragão, de Philippa Gregory.
Boa semana!

Mudança.

Nunca fui um ser solitário. Ao contrário de muito boa gente, não digo que gosto de estar sozinha. Gosto de rir, de conversar, de partilhar. Gosto de estar em família e de conviver com as amigas.
Mas ultimamente ando a aprender a desfrutar da minha companhia. Passo horas a ler. Desligo as luzes do quarto e fico a ouvir música. Faço caminhadas com regularidade (levo o cão comigo e ele é sempre uma excelente companhia, embora não fale). Até desfruto de idas ao supermercado, porque me permitem fazer algo relaxante (eu gosto!) e sem pressões.
Foi preciso chegar aos 31 anos  para se dar esta mudança. Definitivamente, somos criaturas de hábitos. Ultimamente, o meu hábito olhar por mim.

E bom fim-de-semana!

Ontem não tive um dia nada fácil. E quando não tenho dias fáceis, acabo por esquecer a vida saudável e vingar-me no prazer que é comer. Portanto, agora estou na água com limão. Acho que vou ter de ficar na água com limão durante uma semana inteira.

(o meu momento)

Há dez dias que saio todas as noites para caminhar com o meu cão.
Caminhamos uma hora, faz bem a ambos, chegamos cansados e certamente dormimos melhor. Quer dizer, ele sempre dormiu como um anjo papudo, mas eu não. Tenho, há mais de uma década, imensas dificuldades para dormir - demoro mais de meia-hora todas as noites para adormecer, acordo meia dúzia de vezes, levanto-me para chichi "só porque sim".
As noites têm estado fantásticas e, na verdade, aquela hora de caminhada tem sido um momento absolutamente libertador. Vou a ouvir música, a pensar na vida, a sonhar acordada, a recordar e a reviver.
Por mais que o dia tenha sido cansativo ou pesado (de alguma forma), a caminhada ajuda-me a relaxar. Tem sido o meu momento. Tinha saudades de ter momentos só meus.

5.815

5.815 posts desde o início deste blogue, há onze anos e meio. Uau. Realmente escrevo para caraças.
Muitas vezes penso em suspender o blogue, deixá-lo a marinar ou fingir que estou demasiado ocupada para escrever. Mas a minha vida é a escrita. Passo os dias a escrever. 
Este blogue existe 11 anos. Eu tenho 31 anos. 1/3 da minha vida inclui este meu "diário" e boa parte da minha história está aqui registada. 
Não conseguiria desapegar-me dele, nem que quisesse. Pelo menos não para já.

Eternos bebés indefesos

Tenho 31 anos. Para a semana tenho uma consulta no Hospital de São João, no Porto, que deverá servir para o agendamento de uma pequena cirurgia. 
A minha mãe insiste que tem de ir comigo. Eu bem explico que ela nem vai poder entrar, por causa da pandemia, e ela ainda resmunga um "não entro o quê? Eu sou tua mãe!", como se eu fosse uma criança de cinco anos que vai ficar abandonada na consulta. 🙄
Agora que a convenci de que efectivamente não vai poder entrar, diz que tem de ir comigo porque eu ia ficar logo atarantada a conduzir na cidade grande. 🙄
Isto nunca vai mudar, pois não?
(e ainda bem que não muda 💖)

Uepaaaa!

Agora que eu finalmente ganhei força de vontade para me inscrever em danças latinas / danças africanas / danças de salão (ainda tenho de perceber o que realmente gosto), vem a pandemia e corta-me as pernas.
As escolas ou estão fechadas ou não estou a aceitar novos alunos. Só lá para Setembro, na melhor das hipóteses.
Mas tenham calma. Ainda me vão ver a dançar! Prometo que vai ser espectáculo digno de registo. Ao menos deverá dar para rir. Mas, como diria o nosso Ronaldo, #safoda.

Dramas do século XXI

Depois de quase um mês de péssima assistência, hoje finalmente recolheram a minha Bimby para ir à garantia (começaram-lhe a aparecer umas estrias junto à pega e a borracha da lâmina já não veda totalmente,  pelo que prefiro arranjar já).
E agora? Como volto a cozinhar sem Bimby? Tenho-a há praticamente três anos e uso praticamente todos os dias - para todos os tipos de arroz, para refogados, para picar legumes, para sopas, para molhos, para deixar a carne a cozinhar enquanto faço outras coisas, para bolos ou biscoitos, panquecas ou pecados calóricos variados.
Já nem sei fazer um estrugido sem a maquineta... Não sei nem quero, que é a coisa que mais me aborrece!

Ainda por cima, com "os COVIDes", diz que estão a demorar entre 1 a 2 meses a fazer reparações. Ai mãe!