terça-feira, 17 de outubro de 2017

Instaweek



Muita fome, senhores. Muita fome.

Introdução ao parque!

Aquela cumplicidade entre primos...

As 1001 faces do Amor.

Pai babado na introdução às sopas.

Bebé alegre deixa toda a gente feliz.

Esta tarde. Mãe em modo caniche de pêlo encaracolado por causa da (abençoada) chuva.

Boa semana! Com muita chuva, que é o que nos faz falta.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Humildade


Não sou de politiquices. Votei em tudo o que me foi permitido votar desde que fiz 18 anos, mas não ligo a partidos. Ligo a pessoas e a propostas.

Mas tenho de dizer que já estou farta, mas mesmo farta, desde "sacudir a água do capote" da Ministra da Administração Interna. E do Primeiro-Ministro. E de todos aqueles que foram tendo responsabilidades ao longo destes anos, mas que agora aproveitam para culpar apenas e somente o actual Governo.

Têm todos culpa.

Um líder que veja 100 pessoas a morrer por causa de incêndios florestais tem de se demitir. Tem de haver responsabilização. Falta de ordenamento florestal, falta de bombeiros, falta de meios aéreos, falta de fiscalização na limpeza de matas e terrenos. Tudo isto é responsabilidade do Governo. É o Governo quem não faz auditorias e não investiga para saber a quem interessam os incêndios. É o Governo quem não investe mais na captura e prisão dos incendiários (que são logo libertados...). É o Governo quem não fiscaliza o estado dos pinhais e matas. É o Governo quem tem 5.000 bombeiros a trabalhar numa altura do ano em que se calhar o dobro não era fartura. Sim, é culpa do Governo. Deste e dos outros anteriores. Mas quem está no poder é este. É este quem tem de assumir a culpa por não ter feito nada pela floresta nestes anos no poder.

Os mortos não mentem. 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Animais nos cafés e restaurantes


Acredito piamente que hoje Portugal deu mais um passinho na direcção certa. "A Assembleia da República aprovou projetos do PAN, do BE e do PEV que possibilitam a permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração, para além dos cães de assistência já autorizados por lei" (in JN online).

O mais importante nesta equação? O bom senso dos donos dos animais. 

Em breve, o proprietário de um estabelecimento vai poder decidir se quer ou não animais no seu estabelecimento. Não será obrigado a aceitá-los, vai poder optar. Um pouco como os cigarros: ou permite, ou não permite, ou cria uma zona separada para cada uma das opções. Ninguém é obrigado a nada.

Muitos dos comentários que li na internet geram em mim uma urticária imensa. Primeiro, porque parece que alguém está a ser obrigado a algo - não está. O proprietário do café/restaurante vai poder escolher. Segundo, porque o cliente muito menos é obrigado a frequentar o estabelecimento. Se quer ir a um espaço amigo dos animais (eu, eu!!), que vá. Se não quer, que escolha outro lugar. Simples assim.

Terceiro, e mais importante: de repente, pelos comentários que leio online, os cães tornaram-se uns porcos do pior. Vão fazer chichi e cocó em tudo o que é lado. A sério? Só quem não tem cães é que escreve semelhante. Se acontecer um acidente destes, pois claro que o dono tem de limpar. É sua obrigação.

Como em tudo na vida, tem de imperar o bom senso. Eu adorarei poder ir a um café com o meu cão Pirata. Quantas vezes vamos dar um volta na cidade e dizemos "é melhor não levar o cão porque pode começar a chover". Queremos levá-lo. Gostamos de levá-lo... Mas não o podemos fazer porque, se chover, não o podemos abrigar. Tenho a certeza de que se portará muito bem num qualquer café, naqueles 15 ou 20 minutos na nossa companhia. No entanto, sou a primeira a dizer que jamais levaria o meu cão a um restaurante. A comida é o ponto fraco dele. Fica histérico. Fica choramingas, pede, dá com a pata, fica todo agitado. Jamais o levaria - lá está, impera o meu bom senso.

Tudo isto para dizer que se as pessoas forem educadas e conhecerem os seus animais, nada de mal se passará. Se forem irresponsáveis, a culpa é delas e o proprietário do estabelecimento deverá ter autoridade para "expulsar" um cliente se o animal se mostrar badalhoquinho, violento ou demasiado barulhento.

Quando estive em Itália, no ano passado, fiquei encantada. Fui a Parma, a trabalho, e fiquei "chocada", no bom sentido, por ver cães em lojas, cafés, restaurantes, supermercados... nunca vi um cão mal comportado ou a ladrar e fazer show. Talvez porque lá, pelos vistos, como existe muita abertura à presença dos cães, a maioria dos donos opta por pô-los em escolas de formação para a socialização e obediência. Nem sei se não é obrigatório. Fiquei maravilhada, só vi pessoas felizes e animais educados. Espero poder ver o mesmo em Portugal, em breve.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Sai à mãe!



É de rir. Bebé a espernear e a bater com os pés de tão entusiasmado que está com o creme de abóbora e cenoura. Até ver, demonstra grande gosto pelas sopas... sai à mãe. Ao menos nisto, sai à mãe.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Odiozinho de estimação


Gente que acha por bem entrar em comércio/serviços à hora de fecho, esquecendo-se que os funcionários ou os responsáveis da casa também têm vida. Atenção que por "hora de fecho" refiro-me mesmo à hora de fecho ou um ou dois minutos antes. Especialmente se acabarem por não comprar nada - ou seja, não tinham uma ideia pré-definida para a compra/aquisição de serviços.

Os funcionários ou os donos da loja também têm vida para além da loja. Têm compromissos familiares. Filhos para irem buscar à escolinha. Têm jantares marcados. Têm transportes para apanhar. Têm obrigações pós-laborais. 

É algo que me faz muita confusão, porque parece que muitas pessoas não calçam os sapatos dos outros. São apenas 10 minutinhos para o cliente, mas para o funcionário da loja pode ser o suficiente para, por exemplo, perder o autocarro. São só umas pecinhas de roupa que o cliente experimenta, mas para o funcionário pode ser motivo para mais uns dez minutos extra de trabalho a arrumar tudo. Pode ser a diferença entre bater a porta e sair ou ter de voltar a abrir a caixa, ligar o multibanco (ou não!) e refazer as contas do dia. 

O meu limite máximo é entrar cinco minutos antes da hora de fecho e apenas se sei o que quero e sou rápida a escolher. Se precisar de vestir, experimentar ou ver mais coisas, prefiro voltar outra hora. Talvez porque já trabalhei em duas lojas e sei o que a casa gasta... 


terça-feira, 3 de outubro de 2017

Fome de (mãe) leoa


Fome na gravidez? Peaners. Eram peaners. 

Fome de (mãe) leoa é aquilo que eu sinto agora. Vontade de comer. Desejos loucos por doces. 

O santinho das balanças que me acuda!

domingo, 1 de outubro de 2017

Insta last days

O Duffy Duck mais giro de sempre.

Experiências na Bimby: cheesecake!

Espécie de brownies.

Outro fim-de-semana, outra experiência: torta de laranja!

Ida aos sundaes com o pequeno.

Ainda agora nasceu e já gosta de metal. 

Aquelas cumplicidades...

Botins novos, da Pisamonas

Fofuras do meu bebé. 

Visitas à casa na aldeia.

Brincadeiras este Sábado de manhã.

Brigada do pêlo.

Bom Domingo e... bons votos!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Da Infertilidade


Durante muito tempo não quis escrever sobre este tema. Sentia até um certo receio. Um certo pudor. Sentia que, ao falar do assunto, estava a atrair coisas más - e eu não precisava de coisas negativas em cima de uma coisa negativa. Acreditem que me sinto nervosa ao escrever estas linhas - mas queria muito fazê-lo.

Durante praticamente dois anos e meio tivemos de enfrentar a infertilidade. Entre o dia em que começamos (a sério) a tentar ter um filho e o dia em que obtivemos o nosso pequeno milagre, passaram-se exactamente dois anos, três meses e seis dias. 

Passamos por muitos exames. Por muita poupança. Muita privação de "vida". Por três tratamentos de reprodução medicamente assistida. À terceira foi mesmo de vez. 

Poder-se-ia pensar que ao começar a tentar engravidar com 25 anos seria mais fácil. Não o foi. Por isso agradeço a todos os santinhos o facto de ter querido engravidar com esta idade: se fosse mais tarde, quem sabe se alguma vez teria conseguido? Fui mãe aos 28 anos. 

Durante a gravidez também não conseguia escrever sobre o assunto. Considero-me uma pessoa relaxada, mas qualquer mãe tem sempre um pequeno medo de que algo não corra bem... No nosso caso, agravado pelo facto de a própria concepção não ter sido fácil. Tive uma gravidez abençoada, calma, tranquila, que correu sempre bem.

Nasceu o nosso Rafael, que faz amanhã 4 meses e que é um bebé realmente sereno, saudável, forte e que é a alegria cá de casa. 

Nunca falei sobre este assunto, mas mesmo assim já fui contactada por algumas leitoras que enfrentam a infertilidade. Coincidências. A nossa história teve um final feliz e serve este texto para desejar a todas as leitoras e leitores a mesma sorte. 

É uma luta. Muitas lágrimas. Muito descontrolo hormonal. Alguns quilos extra com os tratamentos (sim, no meu caso foram uns bons quilos extra!). Muita zanga entre o casal. Muitos stresses. Muitos momentos menos bons. Muitos momentos em que ouvimos ou pensamos "se calhar, mais vale desistir". Mas é preciso acreditar. Acreditar sempre. Ter fé. 

"Focar na meta", como me disse uma enfermeira no curso de preparação para o parto. Quando se chega à meta, garanto: é a melhor sensação do mundo.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Vaidades


Vestido em ganga com bordado
39,99 €

Mala de mão
39,99 €

Vestido em chiffon
13,99 €

Vestido sweat com capuz
19,99 €

Parka almofadada
69,99 €

Podiam vir morar cá em casa. Estas peças todas, da H&M, nova colecção. 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Da Pisamonas, com amor!


O meu pequeno ainda tem menos de 4 meses, é um facto... Mas o tempo voa e, lá para o Natal, deverá começar a sentar-se e a brincar mais no chão. Pouco depois deverá começar a gatinhar. 

Isto significa que, no Inverno, já deverá andar mais tempo no chão. Ora, se no Verão andou quase sempre com os pés nus ou apenas com meias calçadas, no Inverno vai começar a usar calçado. Sola mole, claro, para estar confortável... mas calçado, para não apanhar frio. 

Mesmo antes de ser mãe, já conhecia a Pisamonas. O logótipo do macaco é inesquecível e uma mamã de primeira viagem fica logo atenta às boas referências que vai conhecendo por aí. O Rafael já tem calçado à sua espera...


Botinhas estilo esquimó, em bege. Por serem feitas em pele (exterior e forro), com materiais de qualidade e com fecho de velcro, prometem manter o Rafinha sempre quentinho.

Botas Safari, tom verde, com atacadores. Fabricadas em Espanha, com exterior de camurça e forradas em pele no interior, mais clássicas, mas actuais.

Estas botinhas de camurça com remate felpudo a imitar pele de ovelha vieram cá para casa em tom azul. Práticas, giras, confortáveis - como um bebé deve andar.

E oh S*, quais as vantagens da Pisamonas?

Começando pelo óbvio e, penso eu, mais importante, a boa relação entre a qualidade e o preço. Este Domingo choveu em Viana, calcei os meus botins (sim, têm tamanho de mulher em alguns modelos!) e adorei. Muito confortáveis, versáteis e ficam bem com tudo.

Os envios, as trocas e as devoluções são grátis e rápidos. Já pude comprovar, pois recebi em menos de dois dias a minha encomenda. Depois quis trocar os sapatinhos do Rafael de 17 para tamanho 18 e continuou a ser super rápido.

O site é muito simples, intuitivo, tudo se processa de forma rápida. Não podia ser mais fácil. :)

Apesar de não querer que o tempo voe, estou um bocadinho ansiosa - admito! - para o ver desenvolver-se, começar a gatinhar, a comer sólidos e a dar os primeiros passos.

Tudo a seu tempo... Mas a ser e ser, que o faça com estilo. ;)


* Post escrito em parceria com a Pisamonas


Nova Coleção Outono Inverno Pisamonas

Nova colecção para conhecer em https://www.pisamonas.pt/


domingo, 24 de setembro de 2017

Outono


Resultado de imagem para zara casaco verde com bordado costas
Venha de lá esse Outono à séria, para eu estrear a minha única compra nos saldos... Uma parka da Zara, tom verde, e com este bordado florido nas costas.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Facto


Acho que vou ficar com o rabo quadrado de passar tanto tempo no sofá, com o Rafinha ao colo, a pôr as minhas séries em dia. É um santinho... Ponho-o no peito, ele mama e fica na paz do senhor enquanto eu vejo um ou dois episódios de séries, por dia. Desde que sinta calor humano, este bebé está sempre bem!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Sorte grande


Agora que o mais-que-tudo voltou em força ao trabalho é que eu percebo a 'trabalheira' que é cuidar de um bebé a tempo inteiro. 

Posso não ter muita sorte na vida (é um facto, não tenho!!), mas tenho a sorte de ter o melhor companheiro de todos. É, indiscutivelmente, um pai exemplar. Sempre atento, sempre presente, sempre participativo, brincalhão, meigo. Enfim, brinco com ele e digo que ele é melhor pai do que eu sou melhor mãe. Aqui não existe espaço para comparações, mas, se houvesse, ele ganhava-me aos pontos. Uma infinita paciência e dedicação. O melhor. 

domingo, 17 de setembro de 2017

Do amor peludo


Acredito piamente que os animais nos ajudam a crescer enquanto seres humanos mais altruístas, bondosos e empáticos.

Obviamente que aos três meses e meio o meu Rafael ainda não convive com a família peluda. Gosto de lhe mostrar os manos patudos, mas não tem um convívio aproximado com estes. Há dois dias pousei-o na nossa cama enquanto me vestia. Ficou ao lado da Princesa e da Bella e foi amoroso perceber como elas entendem perfeitamente que aquele bebé é uma criatura frágil. As minhas gatas e o meu cão não se chegam muito ao bebé, mas lá o vão cheirando quando ele está no nosso colo e o Pirata arrisca até algumas lambidelas, muito de vez em quando.

Ansiosa pela fase em que bebé e animais vão começar a interagir. Tenho a certeza de que vão ser os melhores amigos e que, juntos, serão ainda mais felizes.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Insta last days

Passeios a dois!

Começa a vontade de agarrar tudo o que mexe...

Preparando o Outono/Inverno cá de casa com calçado novo.

Escolher o menu da semana com a ajuda do Rafael e da Dona Bimby.

Scones quentinhos... Que maravilha!

É muito estilo num bebé só.


Bom resto de semana!

domingo, 10 de setembro de 2017

Nada!


Hoje cruzei-me com um artigo sobre "o que as novas mães fazem todo o dia". Acho que uma das gracinhas mais recorrentes é ouvirmos dizer que "não fazes nada o dia todo".

Efectivamente não trabalho (mas todos os dias espreito o trabalho).

Efectivamente não se faz assim nada de especial... Mas faz-se o mais especial do mundo, que é cuidar de um bebé. Estou há quase cinco meses em casa (vim para casa mês e meio antes do Rafael nascer) e nunca me senti tão cansada. Juro que vou dizer a piada do "regressar ao trabalho é espectacular, finalmente vou poder descansar". 

Uma pessoa faz tanta coisa, mesmo parecendo que não faz nada, que eu nunca tive a cabeça tão cansada. Se me perguntarem o que fiz ontem, nem sei. Às vezes até me esqueço do que almocei e jantei no dia anterior. Preciso de colocar lembretes no telemóvel para não me esquecer das tarefas mais básicas, como pagar a renda de casa ao primeiro dia de cada mês.

Fico irritada quando, à noite, olho para a máquina de lavar roupa e percebo que me esqueci de pendurar a roupa que pus a lavar de manhã. Enerva-me olhar para o chão da sala e pensar que temos de aspirar a casa, mas olho para o mais-que-tudo, vejo-o cansado, e penso "deixa lá, aguenta mais um dia" - e assim se passam dois ou três dias. Uma noite destas passei três horas sem dormir, por causa das insónias, e dei por mim contente por poder ler blogues na paz do senhor.

Temos a imensa sorte de ter um bebé que dorme toda a noite desde que fez os dois meses de vida... Mas, como em tudo na vida, as coisas boas também têm lados mais negativos: ele não dorme de dia. Se dormir, ao longo de um dia (ali entre as 9 e as 22 horas), um total de uma ou duas horas, já nos damos por contentes. É capaz de fazer pequenas sestas de quinze ou vinte minutos, mas nunca mais do que isso. Isto significa que temos de ter os olhos nele durante horas e horas seguidas. A entretê-lo, a dar-lhe colo, a passear com ele. O pai é particularmente fabuloso nestas tarefas.

É verdade que é um bebé calmo, mas também é verdade que é cada vez um bebé mais exigente e que se aborrece de passar tempo no berço, na espreguiçadeira e no carrinho. Quer companhia, quer brincar, quer afecto e quer sentir que estamos perto dele. Tudo isto é maravilhoso, mas tudo isto é também cansativo.

Ser Mãe é, efectivamente, o trabalho mais exigente de todos.

* O tal artigo... Aqui.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

(grande sorriso)


Please... a Bimby foi a melhor aquisição de sempre...

O senhor meu companheiro ontem fez arroz de frango com ervilhas e hoje fez bacalhau à assis, que basicamente é bacalhau à brás com cenoura.

Ele antes nem um ovo estrelava direito. Agora acha graça a seguir os passos e prepara as refeições com gosto. 

Sensações


Ter um bebé histérico aos gritos e que acalma de forma quase instantânea quando me deito no sofá, encostada a ele, a cantar-lhe baixinho a música dos "três gatinhos que perderam os chapelinhos"... é das coisas mais ternurentas de sempre.


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Instaweek

6.590 quilos de bebé.

61,5 centímetros aos três meses... e já começa a agarrar as coisas!

Pano fofinho da Panos & Companhia.

No sofá estou sempre rodeada de amor.

Presentes blogosféricos.

Experiências calóricas na Bimby.

Panquecas para uma manhã de Domingo.

Ontem fomos ao restaurante pela segunda vez. Portou-se uma maravilha.  Não tenho um bebé, tenho um santinho.



Boa semana!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

E tudo muda...


Antes eu sentia-me orgulhosa quando me diziam que estava bonita, que gostavam de algo que tinha vestido ou que tinha feito um bom trabalho...

Agora sinto-me toda orgulhosa quando a enfermeira diz "Só lhe dá mama? Excelente. Aumentou quase um quilo num mês. É muito bom!".