domingo, 29 de maio de 2016

Boas energias

Dias importantes pela frente.

Só quero boas energias, pensamentos positivos, palavras boas e gente simpática. O resto, vá de retro, satanás.

Também podem mandar para cá os chocolates e as comidas boas. A essas ainda não aprendi a dizer 'não'!

Bom Domingo!



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Ahahah



Esta é uma daquelas notícias que me faz soltar uma verdadeira gargalhada.

Em São Francisco, lá nos Estados Unidos, um adolescente resolveu pregar uma partida e deixou uns óculos no chão, no San Francisco Museum of Modern Art. Não faltaram pessoas a fotografar os óculos, a admirar aquela obra de arte.

Enfim...

Gostamos tanto de mostrar que percebemos de arte, que somos entendidos na matéria, que conseguimos distinguir arte de uma outra coisa qualquer... e depois fazemos estas figuras.

Quase tão bom como aquelas pessoas que viram, numa galeria, quadros "gatafunhados" por crianças. Não sabendo que tinham sido crianças, inventavam ali umas teorias todas intelectuais... Oh sim, o autor devia estar envolvido num grande turbilhão de emoções. Nota-se perfeitamente os distúrbios emocionais do pintor... Ou então não. Tinham sido mesmo crianças... e os entrevistados estavam mesmo só a fazer uma figura um pouco pateta.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Feriados


Dias que nos enchem o coração. A casa de família, boa comida, descanso, os animais a fazerem asneiras (Rosinha a fazer 1001 buracos na relva...). Energias redobradas. 


terça-feira, 24 de maio de 2016

Vergonha alheia

Hoje cruzei-me com este artigo que apresenta fotografias assustadoras de mulheres com leggings, no Facebook. 

Palavra de honra que não entendo como, depois de tantos anos de comentários e avisos, ainda existam mulher que insistem em utilizar as leggings como substitutas das calças.

As leggings podem ser muito confortáveis, mas - até eu sei - só devem ser usadas com túnicas ou blusas compridas. Mesmo que uma mulher seja extremamente jeitosa, as leggings marcam tudo, cuecas, pequenos pneuzinhos, tudinho. 

Se insistem em usá-las como calças, ao menos evitem os modelos claros, que são um terror, marcam tudo o que é celulite e gordurinha. E os padrões só nos fazem mais gorduchas. 

Nunca comprei leggings, acho que são peças pouco elegantes. São gostos. Admito que é implicância minha. Em mim, que sou redonda, ficariam pavorosas. No entanto, tenho duas calças pretas elásticas, mais finas, que o mais-que-tudo acha que são leggings (coitado, não percebe a diferença). Mesmo essas calças elásticas só consigo usar com blusas e túnicas.

Há mulheres a quem ficam bem, depende de como conjugam.

Agora há casos em que, Deus mi livri... a triste figura que é andar em formato "camel toe", como esta primeira menina... que coisa mais vulgarucha...




domingo, 22 de maio de 2016

Instaweek

Bacalhau da mãe.

Tom de pêssego.

Antes de dormir.

Corações.

Esplanada nocturna.

Bella, há dois anos cá por casa.

Ponte da Barca neste Domingo.


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Vaidades de Verão

DEEPLY LILA

DEEPLY PATCH PANTS


DEEPLY NILO


DEEPLY FRINGES

DEEPLY DREAM CATCHER


DEEPLY CALIFORNIA

Podia tudo vir para aqui a casa. Tudo disponível na Sport Zone.

Sim, está bom de ver que sou uma pessoa colorida e que adora franjas. ;)

quinta-feira, 19 de maio de 2016

(quem disse que as melhores coisas do mundo não custam dinheiro, acertou)

Com o bom tempo, é um bálsamo para a alma, depois de um dia de trabalho, poder dar uma caminhada à noite, com pessoas que amas daqui até à lua. Caminhar, conversar, rir, sentar a beber um café, fazer umas festas nos cães, ouvir as gargalhadas (histéricas!) do sobrinho.

Ouro. Isto vale ouro.

Na verdade...


Podemos ser todas mulheres. Senhoras, só algumas. ;)



quarta-feira, 18 de maio de 2016

Coisas que me enervam

Gente que fala de si na terceira pessoa, como se estivesse a falar do vizinho do lado... Coitados, se calhar querem parecer importantes, mas parecem só patetas. Então quando vejo isto em páginas profissionais (modelos, actores, estilistas...) é de bradar aos céus.

A S* não gosta. A S* acha que é parvo. 

terça-feira, 17 de maio de 2016

E se fosse consigo? Violência no namoro

Quando vi que o tema era este, não quis mesmo perder o programa. Infelizmente, a realidade é assustadora. Há uns meses li um estudo que indicava que uma parte considerável dos adolescentes tem uma noção absolutamente distorcida do que é a violência. Acham apenas que violência é uma agressão física.Ontem a Conceição Lino referiu - creio eu - o mesmo estudo. Absurdamente, mais de 30% dos jovens acham que é aceitável mexer e controlar o telemóvel do parceiro/da parceira. Acham aceitável que se impeça o companheiro de sair com amigos. Acham aceitável dizer ao outro que não pode vestir determinada peça de roupa. Fico chocada com estas percentagens, são relevadoras de uma falta de amor próprio e de falta de respeito pelo outro.

As entrevistas foram feitas a jovens mulheres. Todas elas achavam que era amor, deixaram-se enrolar na teia do agressor. Tenho pena que não tenham entrevistado nenhum rapaz vítima de agressão pela namorada - é impressionante o mal que algumas raparigas tratam os namorados. Mesmo em plena via pública, vê-se cada espectáculo...

O que mais me chocou foi a forma indiferente como tantas pessoas reagiram às agressões encenadas pelos actores que colaboraram neste trabalho. Como é possível ouvirem alguém a insultar a namorada/o namorado, a ameaçar de porrada, e nada fazerem? Esta gente não terá filhos, primos, amigos?

A verdade é que somos um mundo cada vez mais umbiguista. Não nos importamos com os outros. Não agimos, não defendemos os outros. Ainda temos a velha mania de que "entre marido e mulher não se mete a colher".

Ai mete, mete. É crime público. Qualquer pessoa pode e deve intervir. 

Graças a Deus nunca fui vítima de semelhante, mas já aceitei coisas que não devia aceitar. Já perdoei o que não devia perdoar. Achava que era uma bênção ter aquela pessoa ao meu lado e nem percebia que merecia tão melhor e tão mais do que aquilo. Aprendi a valorizar-me. 

Hoje em dia, para infortúnio do meu companheiro, virei o oposto. Tenho perfeita noção dessa minha falha de personalidade. Hoje em dia sou muito menos tolerante, menos compreensiva. Percebi, com amargas experiências, que a tolerância em excesso só me fazia mal e só me deixava infeliz (e ainda me deu um par de galhos...). No meio estará certamente a virtude.

Não permitam menos do que aquilo que merecem. Não adianta de nada, ninguém é insubstituível. Não aceitem menos do que Amor.


(para a semana vão encenar agressões a idosos... até tremo só de pensar...)

domingo, 15 de maio de 2016

Insta last days

Esplanadar à noite.

Princesa minha, está a fazer um ano que desapareceu a maldita. ;)

Antes do regresso da chuva.

Maravilhas da loja da mana.

Bella, bellíssima.

Gulodices. Tudo coisas que não engordam!

Panquecas da mãe.

Sua excelência, Dom Pirata, esteve doentinho dois dias. Comeu o que não devia.

Já não vou para nova, é a realidade da vida.


sábado, 14 de maio de 2016

Das barrigas de aluguer

O tema foi decidido ontem, mas só hoje tive tempo para me dedicar a ler mais e a poder escrever sobre o assunto. Deixo-vos primeiro com este primeiro excerto, do Jornal de Notícias:

«Tânia Pires, de 27 anos, ao doar os seus óvulos, catapultou a amiga para o topo de uma lista de espera de três anos, que se iam juntar aos cinco dolorosos anos que viveu desde que começou a tentar engravidar.

"Só quem passa por uma situação destas é que sabe o sofrimento que é querer ser mãe e não conseguir", recorda Susana Reis, com as mesmas lágrimas que derreteram o coração da colega.

Na Delphi de Castelo Branco, onde ambas trabalham, Susana, agora com 35 anos, há muito não disfarçava o seu sofrimento. Cedo descobriu que a sua infertilidade derivava da falta de capacidade em ovular e procurou ajuda. De Castelo Branco foi reencaminhada para Coimbra, onde fez tratamento ao longo de dois anos, até descobrir que a única alternativa era recorrer ao Banco Público de Gametas, na Maternidade Júlio Dinis, no Porto. Enviou uma carta, foi notificada para uma consulta e aí recebeu "um banho de água fria". A lista de espera era de três anos, a não ser que encontrasse alguém que estivesse disponível para doar. Nesse caso, e embora a transferência não seja direta, foi-lhe dito que seria catapultada para o topo da lista de espera.»

In JN

Acho que esta é uma daquelas questões emocionais. Não há certos ou errados, há apenas corações que batem para um lado e outros que batem para o outro. Eu concordo com as barrigas de aluguer, por princípio e convicção. Acho que devemos ter muito cuidado antes de dizer "eu nunca", porque só quem quer ter filhos e não os consegue ter é que vai perceber este drama. As outras pessoas podem imaginar, mas não o sentem.

Eu consigo entender que pagar a alguém para que essa pessoa tenha o nosso filho é errado - mas aceito-o, verdadeiramente, porque me parece mais importante a realização de um sonho de um casal. Há muita coisa que é errada e que existe, por causa de dinheiro - o tabaco, por exemplo, que só faz mal. Neste caso, acredito que o facto de poder ser um negócio para algumas "barrigas de aluguer" é anulado pela possibilidade de trazer um bebé ao mundo. Aceito que não concordem, mas eu penso assim. 

No entanto, nestes casos, em que é altruísmo, amizade, uma doação apenas... caramba, nem há nada a discutir. Se este tipo de doação e de dádiva não é comovente, não sei o que seja.

Leiam, por favor, este texto da nossa .

quinta-feira, 12 de maio de 2016

E se fosse consigo? Homofobia

Mais uma vez, lá assisti eu ao programa da Sic. Não vi por completo, admito, porque estava ao computador, a trabalhar, mas assisti a uma parte considerável, até porque o mais-que-tudo estava no sofá a ver e fazia questão de me interromper com frequência para eu ouvir "a velhota de oitenta e tal anos" e outros testemunhos.

De forma consciente, a homossexualidade é um preconceito de que não sofro. Aliás, sou uma acérrima defensora do casamento gay e da adopção por casais homossexuais. No primeiro caso, porque amor é amor, deve ser respeitado, acarinhado e celebrado - seja através de um casamento ou de um outro qualquer gesto. Já sobre a adopção por casais homossexuais, também só consigo dizer "sim, sim e sim". Uma criança precisa de amor. O amor não tem sexualidade, não é diferente se vier de um homem ou de uma mulher. Desde que a criança seja estimada e acarinhada, pode ter uma mãe, um pai, pai e mãe, pai e pai, mãe e mãe.

Ah e tal, mas a pedofilia está muito associada à homossexualidade... Onde é que leram isso? Gente porca há em todo o lado. Não tem a ver com a sexualidade da pessoa, mas sim da perversidade do ser humano. Não é por dar uma maçã podre que vamos achar que a árvore está a morrer.

Ah e tal, mas uma criança precisa de um pai e de uma mãe para o seu equilíbrio. Acredito que sim, que todos precisam de referências femininas e masculinas - mas é para isso que a família e os amigos também servem. Caso contrário, quando existe a morte de um dos progenitores, como se fazia? Ou quando os pais não se dão e a criança só vive com um dos lados? Uma criança pode ter duas mães, nenhum pai, mas pode ter um tio fabuloso ou um avô que faça toda a diferença. Acredito piamente nesta minha opinião. O meu pai sempre trabalhou fora, mas eu sempre tive um tio muito presente, pelo que sempre tive a tal referência masculina.

O preconceito existe. Infelizmente, existe. Temos de lutar contra ele. Ninguém tem nada a ver com a sexualidade dos outros. As pessoas são pessoas, independentemente de amarem homens ou mulheres, e merecem ser felizes. Não podemos querer obrigar os outros a ser felizes de acordo com os nossos conceitos. É profundamente egoísta. 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Ai, ai...

Não sou uma pessoa que goste de marcas. Ou melhor, gostar, gosto, mas a minha carteira não é apreciadora. Quero eu dizer que não gosto daquele "exibir" dos símbolos. Então as imitações, coitadas, são uma coisa abominável - eu teria vergonha em andar com contrafacção, não só pelo crime que é, mas pelo facto de sentir que é algo pateta andar com uma imitação de uma marca que não se pode comprar.

Dizia eu que não aprecio marcas... Mas sou louca pela Tous. A joalharia (a mais discreta) é um mimo. E as malas, ai as malas... Não gosto das que usam e abusam do padrão do urso, gosto das mais discretas. Destas:

Bombonera Mossaic de Piel
Bolsa Franzida Briton em Pele
Mala Rosenda em Pele

No outro dia os meus olhos apaixonaram-se por esta, que vi numa loja cá da cidade... 

Patch Pieces
Patch Pieces

Um dia, um dia...


Animal lovers (este post é só para os que gostam de bichos, ok?)

Eu não sou de falar "à bebé". Nem com bebés. No entanto, transformo-me quando vejo um gato ou um cão.

Ahhh, sim... os pêlos enfiam-se em todo o lado... O mais-que-tudo fica sempre chocado quando pega nos boxers de licra. E a roupa preta é muito apelativa para os pêlos brancos do meu cão...

E esta é a minha. Respeitem-na. :)

Que remédio...

E estamos em plena época de ninhadas... :(

domingo, 8 de maio de 2016

Só obstáculos!


Ontem, o sacana do Big Tasty resolveu pôr-se na minha frente!

sábado, 7 de maio de 2016

Leiam! Elísio Summavielle como uma vergonha nacional

A minha alma fica chocada. Enojada por saber que andamos todos a pagar os impostos desta gente que claramente não tem coração e cabeça para perceber que o mundo já não quer as touradas.

Elísio Summavielle é atual presidente do Centro Cultural de Belém (foram tirar um senhor supostamente competente para meter um representante do "lobby" das touradas no mesmo lugar) e ex-secretário de Estado da Cultura.

Hoje o senhor deu uma entrevista ao jornal "I". Que nojo. Deixo as melhores pérolas (claramente para porcos...):

A tauromaquia faz parte do nosso património cultural. É uma manifestação patrimonial com tudo o que isso implica e, portanto, em cultura, as mudanças são sempre muito lentas. Levam muitos anos e, às vezes, séculos a mudar. Ninguém pode prever qual será o destino da tauromaquia daqui a 100 ou 200 anos. Pode até já não existir, mas neste momento existe e é uma festa popular. Essencialmente popular e mais característica do sul de Portugal, do Ribatejo e Alentejo. Há meio milhão de pessoas que anualmente assistem às corridas de toiros. Isto é um facto. O património cultural não se pode abolir por decreto.

Disseste bem. Do sul do país. O norte do país está-se a borrifar para essa alegada tradição. Vivo numa cidade orgulhosamente anti-touradas. E não foi preciso nenhum decreto - bastou o coração dos políticos.

O senhor justifica assim o facto de haver cada vez menos gente a gostar de touradas... pelos vistos, somos carneirada!

Eu acho que há uma globalização que é positiva, que é importante, que é o triunfo da comunicação e da interação entre as pessoas, mas também há uma globalização negativa que é a do pensamento único. O pensamento único é aquilo que é mais fácil entrar no ouvido das pessoas, que é pouco estruturado e pode fazer com que as pessoas sejam enganadas por preconceitos. Aquilo que eu conheço é o amor das pessoas que estão ligadas aos toiros – e à criação do toiro de lide – pelos animais.

O argumento de que os toiros sofrem não o convence?

Eu acho que os seres humanos sofrem e, em muitas partes do mundo, sofrem desumanamente. A questão da dor, do sofrimento é muitas vezes mal colocada. É preciso conhecer bem a constituição de um animal com a bravura de um toiro bravo, que tem 500 ou 600 quilos, e saber que efeitos pode produzir uma picada de um ferro como estímulo, porque no fundo está ali a travar-se um combate, mas isso leva-nos a outra conversa. Mas eu gostava de recordar que, há um ou dois anos, toda a gente ficou a saber o nome de um cão que matou uma criança, toda a gente sabe o nome do cão, que é “Mandela”, e ninguém sabe o nome da criança que morreu. Isso, para mim, é sintomático deste espécie de globalização negativa.

E assim se foge a uma pergunta. Idiota. 

É perverso?

Eu penso que sim. E vivemos num mundo em que as pessoas se sentem muito sós e procuram nos animais de companhia essas compensações, e acabam por transformar esses animais em pessoas. Essa transferência é complicada de analisar e diz muito sobre essa sociopatia que existe neste momento.

Sociopatia? Sociopatia é gostar de ver um animal a ser torturado e fazer dessa porcaria uma festa.

De que gosta mais numa corrida de toiros?

Tenho preferência pela lide à espanhola. Talvez por ter tido uma formação com muita influência da literatura. Os poemas do García Lorca… Toda essa gente que escreveu sobre o homem e o toiro, aquele combate entre a vida e a morte. É muito belo.

Ai que belo. Um animal a esvair-se em sangue, cheio de dores, a morrer, é uma beleza. 

Deprimi!


Já não basta ter de trabalhar o fim-de-semana inteiro... Oficialmente deprimida.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Olá!




Devido à minha manifesta falta de tempo / manifesta falta de inspiração, deixo-vos com uma das minhas favoritas do momento.

Boa noite.