quarta-feira, 22 de junho de 2016

Raisparta o Euro #2


Ainda estamos em choque com este jogo. Lá nos safamos... mas não sei se fiquei convencida...

terça-feira, 21 de junho de 2016

Raisparta o Euro

Eu já nem me queixo de o facto de a nossa selecção estar a ficar aquém das expectativas (certamente que os jogadores não gostam desse facto)... queixo-me sim é de ter de gramar com jogos todos os dias na televisão da sala cá de casa. A hora de jantar é sempre cá uma animação...

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Instaweek

Estava a precisar de uma semana assim: com sol, momentos com amigos, passeios quase diários.

Sangria com colegas. Diz que era almoço de trabalho. 

Oh, o meu Pirata. Nunca é demasiado mostrar o amor que tenho por este meu cão. 

Pão com chouriço quentinho. No dia seguinte, pão com chouriço e queijo... ai, senhores!

Fresquinha e cheia de cor.

Pequeno sobrinho a fazer asneiras.

Viana medieval.

Discreta, eu? Pois sim. Dourado purpurina. 

https://www.instagram.com/asminhaspequenascoisas/

domingo, 19 de junho de 2016

Vaidades


Compras uma peça de roupa nova. Nem 24 horas depois, já está a ser estreada. 

Vantagens do comércio tradicional...


Há uns anos que tento sempre comprar no comércio tradicional. Nem sempre é possível, há alturas em que me apaixono por algo das cadeias nacionais e internacionais (ou pelo preço), mas é um esforço que tenho vindo a fazer.

Cá na cidade, tem vantagens variadas:

- Tratam-te pelo nome. Gosto dessa proximidade. Conheço a Célia, gosto dela, simpatizo com ela, e ela conhece-me. Ontem lá lhe fiz uma visita e só reforcei essa vantagem;

- Conhecem os teus gostos. Gostei de uma blusa, mas ela foi buscar a mesma blusa em rosa, que é sempre uma das cores que mais uso. Aposta acertada, foi a que trouxe;

- A maioria das vezes, não te aldrabam. Não te dizem que estás bem, quando estás uma bela porcaria;

- Se queres um número que não têm, tratam logo de fazer o pedido. Não se limitam a um "não temos";

- Mesmo nas redes sociais, "taggam-te" para que vejas as novidades.

Cada dia mais fã. :)

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Ao jornal "i"

Hoje o Nuno Markl publicou esta fotografia de um trabalho do jornal "i". Qualquer pessoa minimamente atenta reparou que este jornal, há umas semanas, publicou uma série de artigos a "defender" as touradas ou, pelo menos, a tentar mostrar o lado "bonito" das mesmas. Tentaram dourar a pílula, vá. Agora saem-se com esta.

Comentou o Markl: "Ainda me lembro do tempo em que era um prazer comprar o i, ler o i. Hoje em dia, entre os dossiers sobre tourada que só ouvem o lado dos aficionados, as análises insultuosas a pessoas que têm animais de estimação e o alarme monstruoso criado por páginas como estas duas de hoje, permitam-me que não use o outrora inteligente, moderno e decente jornal nem para forrar uma caixa de areia de gato.
A propósito, para quando o dossier "gatos: como acabar com essa praga"?"


Acrescento eu:

Falta saber... quantos cães foram atacados por pessoas; quantos cães foram abandonados por pessoas; quantos cães vivem acorrentados por pessoas; quantos cães são negligenciados por pessoas; quantos cães são assassinados por pessoas; quantos cães são presos a carros e arrastados pelas estradas, por pessoas; quantos cães são diariamente pontapeados por pessoas.

Falta também saber quantos touros são espetados para aplausos de pessoas; quantos coelhos e ratos são torturados para que se testem maquilhagens e champôs de pessoas; quantos chinchilas, quantas raposas, quantos coelhos são esfolados para que se façam roupas de pessoas; quantos crocodilos são mortos para que se façam sapatos e carteiras de pessoas...

Ah, os animais são uns marotos. Diz que mordem pessoas. Se forem violentos (não acredito que os animais nasçam violentos), que sejam devidamente assinalados, tratados ou, se tiver mesmo mesmo de ser, adormecidos. Mas deixemos de os tratar como coisas. Coisas somos nós, que passamos a vida a maltratá-los.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Retribuir


Quando, num dia mau, uma pessoa conhecida te surpreende com uma oferta regional.

Acredito que o que damos aos outros, nos é devolvido. É bom receber amizade. 

terça-feira, 14 de junho de 2016

Instaweek

Tons de Verão. Prática e grande, ideal para o trabalho.

Os cansados. Ou os larápios de sofá.

Experiências. Até que ficou bom! Arroz de tomate com miolo de camarão e mexilhões.

A saga continua, ocuparam a cama...

Três anos de muito amor. O aniversariante teve direito a uma bola Waboba.

No Sábado, fomos até à praia. Se há coisa que ele adora, é explorar a natureza.

Calças floridas e fresquinhas para os dias quentes.

Sandálias novas, todo-o-terreno.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

E se fosse consigo? Violência doméstica


Na semana passada o programa da Sic era sobre a violência doméstica. Resumidamente, colocaram actores a simular uma discussão agressiva. O homem insultava-a, humilhava, puxava-a, empurrava-a, dizia-lhe que ela não podia sair de casa porque tinha de fazer o que ele mandava.

Fiquei chocada com o facto de este ter sido dos programas em que menos pessoas agiram. O verdadeiro "entre marido e mulher não se mete a colher". As pessoas que intervieram, eram pessoas que tinham uma mãe (na maioria dos casos) que tinha sofrido violência por parte do marido. Penso que foi esse o factor que gerou a empatia pela situação criada para as filmagens.

A maioria ignorava. Olhava, ouvia, mas continuava caminho. Uma situação absolutamente caricata (mas sem ter graça) foi a de um senhor mais velho: durante muito tempo, a equipa de televisão filmou a reacção dele. O casal discutia numa esplanada, ele ouvia, mostrava-se enojado e até emocionado. Depois a Conceição Lino foi ter com ele e ele disse que não ouviu nada. "Mas não ouviu?", perguntou ela, insistindo. "Não. Nada. Não ouvi. Percebi que estava a discutir, mas não sei de nada". 

E é sempre assim. Sabemos, ouvimos, mas fingimos que somos cegos, surdos e mudos. Não nos metemos. Inventamos todo o tipo de desculpas. "Pode ter sido só uma vez. Posso não ter ouvido bem. Ela/ele pode ter feito alguma coisa para merecer. O agressor podia estar mesmo incomodado com algo. Podia acabar por sobrar para mim". E é assim, com esta passividade, que os agressores vão levando a vida. 

Outra situação curiosa foi o facto de as pessoas só agirem "em grupo". Estavam todos calmos, sem agir... mas bastava um agir, para virem logo mais dois ou três gritar e resmungar. Isolados, nada faziam. Em grupo, já faziam e aconteciam. Bom, mais vale assim do que não fazerem nada... no entanto, não deixa de ser curioso que tivesse de haver um primeiro corajoso a espoletar a coragem dos outros. 

sábado, 11 de junho de 2016

Ai

Mais-que-tudo faz anos amanhã.

Hoje à noite temos amigos cá em casa. Amanhã temos a família dele e a minha - nossa, portanto.

Estou oficialmente em modo dona-de-casa: limpar, arrumar, ir ao supermercado, cozinhar... 

Que canseira.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Dia de Portugal



Com todos os defeitos - o nosso país não tem defeitos, quem os tem são as pessoas, principalmente os políticos -, acredito piamente que vivemos num país do caraças. Um país lindo, com paisagens encantadoras, praias de sonho, com imenso potencial. Temos um povo caloroso, amigo, solidário e hospitaleiro. Somos guerreiros, conquistadores, embora andemos muito passivos no que toca aos políticos. Temos história, monumentos e lembranças do nosso passado por todo o lado. Já fomos donos de meio mundo, mas isso não nos subiu à cabeça (mas fugiu-nos das mãos). Temos um cantinho à beira-mar plantado cheio de sol, de verde, de areia e de belezas naturais. 

O hino arrepia-me sempre. Não poderia ser mais orgulhosa do país onde nasci, apesar de tudo. Sou Portugal. 

Dia de Portugal... e, já agora, Dia do Pirata, o meu cão nasceu também a 10 de Junho. ;)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Birkenstock






Podem ser todas. :) No Verão só uso deste género (mas made in Portugal, não desta marca). Os modelos de enfiar o dedo são os meus favoritos: dão com tudo, versáteis e muito confortáveis.

Da Birkenstock Portugal.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Admito...

De vez em quando dá-me uma crise de raiva, infernizo o meu rapaz, pelo facto de ter a casa sempre cheia de pêlo, com bolas de pêlo escondidas a cada canto, apesar de varrer a casa diariamente e de passar a esfregona de dois em dois dias... e apetece-me mudar para um apartamento com o dobro do tamanho - apesar de o meu ser um T2 jeitoso, com sala e cozinha de dimensões grandes.

Depois penso que fazer mudanças dá uma trabalheira desgraçada. Recordo-me que compramos mobília nova de quarto há um ano e que desmontar e montar pode estragar uma mobília boa. Depois penso que a gata Bella é absolutamente impossível de agarrar... E até me dá vontade de rir!

Da primeira (e única vez) que levou uma injecção, o veterinário teve de vir cá a casa: atirou-lhe uma toalha para cima, ela entrou em pânico, borrou-se toda (e o Pirata comeu em menos de dois segundos, levando o veterinário a um momento de gargalhadas... sim, eu escrevi isto, choquem-se!).

É isto. Não posso mudar de casa porque não conseguia enfiar uma das minhas gatas na caixinha. E, já agora, porque adoro o sítio onde vivo.

Mas, de vez em quando, tenho uma ligeira crise de nervos.

sábado, 4 de junho de 2016

Instaweek

Maravilha: sumo de laranja natural com muito gelo.

A preguiça ataca todos!

Vestidinhos de Verão para aproveitar os raios de sol.

A minha Viana.

Quinta-feira fomos até à casa de família... onde os gatos são uma dezena...

E os cães bebem de um balde. 

A minha malinha Bulaggi, perfeita para passeios.

Sexta-feira fomos até ao Porto. Caminhei tanto que hoje me doem as ancas. :D

O resumo da caminhada...

Se estás feliz, que importa o resto? Nada. :)


quinta-feira, 2 de junho de 2016

A "taróloga" da SIC


Taróloga da SIC aconselha vítima de violência doméstica a dar amor

Se é verdade que as pessoas, nos dias que correm, se exaltam facilmente e atiram logo sete pedras aos outros, também é verdade que existem erros que não merecem perdão. Neste caso, por melhor profissional que seja a senhora, é inadmissível continuar a dar-lhe palco. Tem claramente de ser afastada da televisão, para ponderar bem o que fez, o que disse, o tipo de mensagem que passou para milhares de telespectadores.

A violência doméstica é crime. É crime público. Não pode, nunca, em momento algum, ser justificada, perdoada, desculpada com isto e aquilo. Não há nada que justifique os maus tratos físicos e mentais. Quem está mal, muda-se. Se a outra pessoa nos enerva, nos irrita ao ponto de partirmos para a violência, temos de saber usar os neurónios que Deus nos deu para perceber que, muito provavelmente, precisamos de apoio psicológico. Temos de saber assumir as nossas falhas, nunca culpar a vítima.

Dizer a alguém que é vítima de violência doméstica há décadas "não discuta, não procure conflitos", é de uma estupidez sem limites. "Você escolheu este homem e independente de tudo, por enquanto, é com ele que vai ficar", aconselhou a taróloga da SIC, dizendo ainda à pobre senhora que "Quando damos amor, recebemos amor, mesmo que seja em menos quantidade. Quando damos violência, recebemos violência. Se recebe violência, corte este ciclo e não dê violência por muito difícil que isso seja".

Claro que as reacções não tardaram. Neste caso, desde que as críticas sejam educadas, são mais do que justificadas. Este tipo de discurso (não foi uma frase que saiu sem querer...) é abominável e não pode ser desculpado.

Temo o pior...


Chega aquela tramada altura do ano em que tens, inevitavelmente, de abrir a gaveta da cómoda e experimentar o biquíni do ano anterior.

Não sei o que será pior: não me servir... ou servir e ficar ridículo.


Ahahahahah!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Internem-me!

Estou sem trabalhar há 7 dias, a gozar folgas, e cheiinha de saudades das minhas rotinas laborais.

O que vale é que está sol e ando farta de passear... Mas toda a gente está a trabalhar nesta altura, o que torna os dias livres menos interessantes.

Amanhã arrisco-me a dar um pulinho até à praia, se estiver calor como esteve hoje!

terça-feira, 31 de maio de 2016

Nós

Raras são as pessoas que conseguem ter vidas tranquilas, sem tarefas a aparecerem por todo o lado, como cogumelos. Nem me posso queixar muito, mas também não sei o que é estar quieta, pelo menos ali até às 21 horas...

Temos a sorte de viver numa cidade que nos permite almoçar sempre juntos, mas é sempre uma azáfama: levar o cão à rua, fazer o almoço, lavar louça, lavar a roupa, estender ou recolher roupa. 

Ao cair da noite, nos dias mais quentes, nada me reconforta mais do que uma caminhada a dois (bom, o Pirata também vai... tecnicamente somos três). Falamos, discutimos, partilhamos e sonhamos. Esperemos que nunca nos cansemos destes momentos a dois. 

Sobre aquela polémica do José Cid...


Tenho de admitir o meu odiozionho de estimação pelo José Cid e pelo Jorge Palma. São figuras que me causam antipatia. O primeiro, pelas parvoíces que vai dizendo de tempos em tempos. O segundo, pela absoluta falta de respeito e profissionalismo que é subir a palcos a cair para o lado. Lamento, sei que o vício é uma doença, mas optar por actuar nestas condições é uma decisão. Sinto a mesma antipatia pela Kate Moss, que é venerada pelo mundo em geral e "odiada" por mim em particular. 

Dizia eu...


Não espero muito do José Cid, que já tem vindo a dizer pérolas deste género ao longo dos anos. No entanto, espantam-me sempre as reacções da população: por um lado, temos os que atacam ferozmente, com insultos espantosos e completamente exagerados. É o verdadeiro "olho por olho, dente por dente", mas elevado ao cubo. Por outro lado, temos os que dizem "oh, foi só uma piada, não se pode ligar". Sim, claramente era uma tentativa de piada. Claramente, disse-o só para se armar em engraçado, sem maldade ou vontade de ofender... mas não teve piada e ofendeu.

Como comentei por aí, qualquer ofensa gratuita é digna de crítica. Não tem qualquer graça gozar com cidadãos portugueses, como nós. Assim como não gosto que digam que as minhotas têm bigode, que os transmontanos são desdentados, que os alentejanos são calões... não gosto. Somos portugueses, merecemos respeito e, acima de tudo, devemos respeito uns aos outros. O que é nosso, mexe mais connosco. Eu não achei qualquer graça - nem consigo ver como alguém pode achar graça - a dizer-se que é preciso pôr uma muralha entre os transmontanos e o resto do país. Quem diz isso deve esquecer-se de onde nasceu Portugal. Não foi no Algarve - com todo o respeito -, nem foi em Lisboa. Portugal começou a norte, por mais parolos e provincianos que nos achem. A vila mais antiga do país é Ponte de Lima. Viana do Castelo já existe há mais de 750 anos. O norte merece respeito e já é altura de pararem com as piadas dos parolos e dos provincianos do norte. Se isso me ofende? Não. Mas é patético e um claro desrespeito. De mim, nada diz. De quem profere os insultos, diz muito.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Ah... mulheres!


Chegas da caminhada nocturna. Ficas enraivecida com a pessoa que de invadiu a caixa do correio com publicidade e mais publicidade... é que me encheu a "portinhola" de panfletos e catálogos... aquilo não saía, nem para a frente nem para trás... Intermarché, Staples, Casa, Miranda, Bricomarché... lixo, lixo, lixo... depois vês o mini-catálogo da Seaside... e pensas que umas sandálias novas iam fazer maravilhas ao teu humor!

Roupa, sapatos e malas... mais nunca são de mais!