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Manias

Estão a ver aquelas pessoas com óptima memória e que têm (quase) sempre a certeza daquilo que fizeram e/ou não fizeram?

Prazer. Sou eu. 

Não é mania, é feitio. Considero mesmo que o meu ligeiro Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC para os amigos) tem muitas vantagens. Sou metódica. Concentrada. Organizada. Dificilmente deixo algo por fazer porque amo preparar listas e ir colocando "vistos" nas tarefas já concluídas.

Não preciso de abrir a despensa para saber o que está na primeira, segunda ou terceira prateleira. Sei até dizer se está à esquerda ou à direita, atrás ou à frente do quê - pelo menos as coisas principais.

Não acontece com tudo, mas com quase tudo - especialmente na logística da minha casa e na organização do meu trabalho. Até sou boa com datas, principalmente das situações e das pessoas a quem dou valor.

Então imaginem o meu sorrisinho interior quando teimam comigo sobre alguma coisa e eu sei que tenho razão porque, vá, eu sei a ordem das minhas coisas, sei onde as arrumo, sei como as organizo. É um sorrisinho meio condescendente e meio orgulhoso. Uso-o pra caraças.

Comentários

  1. Desculpa S* não é por mal mas em Portugal é "Perturbação" - POC.

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    1. Hum, isso é recente? É que nunca tinha ouvido dessa forma. Aliás, há cerca de ano e meio reuni com uma profissional da área mental e falámos em TOC... Todas as minhas pesquisas, há uns anos, diziam TOC... Mas bom, seja como for, é o que tenho.

      Obrigada pelo alerta.

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    2. Anónimo das 23:07 seria interessante não falar sem saber e muito menos atribuir a definição de POC - Perturbação obsessivo compulsivo ao que a S* escreveu.

      Nos tempos que correm a mania é rotular as pessoas ao mínimo sinal ou sintoma (seja de depressão, Toc, poc, etc.).

      Fazer diagnósticos automáticos e caseiros é só exagero, nonsense.

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    3. https://www.sppsm.org/informemente/guia-essencial-para-jornalistas/perturbacao-obsessiva-compulsiva/

      Perturbação ou transtorno obsessivo-compulsivo.

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    4. Infelizmente encaixo na definição, seja TOC ou POC... Mas tenho conseguido controlar.

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    5. Olá S*, nesse caso ok.

      Só disse o que disse porque pelo que referes no post ninguém pode dizer que é TOC/POC e há quem tenha o hábito de criar patologias/síndromes só porque damos umas pistas.

      No caso, se tu própria dizes e sabes que tens, aí já é outra questão.
      Se puderes tenta criar hábitos de relaxamento, nem que comeces com 5/10min. por dia, só para ti.

      Boa semana

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    6. Eu sei o que tenho porque já tenho os sinais desde bem nova... talvez logo aos 6 ou 7 anos já tinha manias, repetia coisas... E a idade apurou uns sinais e eliminou outros. Mas vivo bem com isso. :)

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    7. Eu não atribuí nada à S*. Foi a própria que levantou a questão da TOC (ou POC) e mesmo que tenha algumas características que se insiram no mesmo não seria online que se faria um diagnóstico e muito menos assim sem saber absolutamente mais nada sobre a S*.

      [Aliás S* todos nós podemos ter determinadas características que se insiram em diferentes perturbações sem termos o diagnóstico por inúmeros motivos...]

      Relativamente ao Peturbação vs Transtorno levei com essa correção inúmeras vezes de professores na Universidade. E não é recente.
      Aliás havia quem considerasse qualquer trabalho como copiado quando estava "transtorno" em vez de "perturbação". Levavam desanda porque era copy-paste de sites brasileiros (mesmo que não fossem).

      O DSM traduzido para português diz "Perturbação", a tradução para o Brasil é "Transtorno".

      Talvez seja trauma meu e seja eu que precise de ir a um profissional de saúde mental para lidar com isto... ;)

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    8. Anónimo, sim está correcto.

      POC - português europeu.
      TOC - português brasileiro.

      Mas, a definição é a mesma.
      Transtorno ou perturbação = obsessões/compulsões.

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    9. Ter perturbação obsessiva compulsiva tem muito pouco a ver com tudo o que disseste. Sinceramente acho este tipo de posts e a necessidade de se intitular que se tem uma doença mental de muito mau gosto. Certamente que se tivesses uma perturbação obsessiva compulsiva não achavas que era positivo. Enfim. Deixas os rótulos para os profissionais.

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    10. Eu nunca disse que a definição era diferente...

      É apenas um preciosismo, panca, trauma... Sei lá. O blog é escrito em PT-PT por uma pessoa que vive em Portugal e que escreve maioritariamente para portugueses... A mim faz mais sentido utilizar a terminologia portuguesa.

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    11. Anónimo das 23:54, você pode achar o que lhe apetecer... Quem conhece a minha realidade sou eu. E como referi algures nos comentários, estive recentemente com um profissional da área.

      E claro que tem o seu lado negativo, mas não me tem afectado excessivamente no dia a dia. Se você acha de muito mau gosto assumir que sofro desta perturbação, eu acho de muito mau gosto meter a foice em seara alheia e ainda acusar alguém de estar a "inventar" doenças. As doenças não afectam todas as pessoas da mesma forma e, felizmente para mim, vivo bem com ela.

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    12. S*, atenção que os comentários não são todos do mesmo anónimo.
      O anon. das 09:06 não é o mesmo das 23:45, por exemplo.

      Para alguém ser diagnosticado com POC tem de apresentar sinais bem mais intensos do que os que aqui referes no post, mas por outro lado só tu sabes a tua realidade, evidentemente.
      Se está diagnosticado como tal, por um médico da área, então, tu saberás melhor que ninguém.
      Mas ter POC é algo um pouco mais severo do que apresentar ligeiros sintomas de ansiedade, por exemplo.
      O POC pode afectar muito , negativamente, a vida de quem sofre com.

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    13. Anónima, os meus sintomas não são apenas o que referi no texto. Os do texto são os que se adequam ao caso... Não faz sentir partilhar coisas mais íntimas. :)

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    14. Sou profissional da área de psicologia e sinceramente acho que não deves ter sido devidamente avaliada. Para se ser diagnosticado com POC tens de cumprir uma série de parâmetros, sendo o crucial desses parâmetros que a obsessão/compulsão acarrete sérias consequências no teu dia-a-dia levando-te a um estado contínuo de mal-estar. Ser organisado e gostar de ter as coisas no lugar traduz-se muito pouco em ter POC, é preciso considerar que estas doenças mentais são exibidas como um contínuo na sociedade, sendo que o extremo reflecte a doença mental e as formas leves sem penalização apenas um estado mais normal de organização com diferentes graus. Só porque serás mais preocupada com o que te rodeia, não implica que isso se traduza numa doença mental. É preciso ter cuidado com estes rótulos e sinceramente lamento que o profissional da área te tenha diagnosticado sem te ter explicado algo tão básico como isto. É muito raro alguém considerar que ter POC é positivo/ tem vantagens, especialmente quando centrado no padrão das obsessões.

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    15. Cara anónima profissional da área, eu apenas dei um exemplo, não disse que a minha situação se resumia a organização. Não vou expor o que não quero expor. Criticar diagnósticos sem conhecer a realidade completa (apenas baseada NUM post que não disse, em momento algum, que são apenas esses os sintomas) é que não me parece sensato.

      Sim, tem vantagens. E muitas desvantagens, a começar pela carga mental. Mas consigo, de alguma forma, ir gerindo, com técnicas que me foram recomendadas. Estou bem. Fases melhores, fases piores, mas bem.

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    16. Vantagens em ter POC? Deves ser a primeira pessoa que ouço dizer isso!

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    17. S* , se nessa altura também estavas a viver bem com as tuas características e elas não te traziam sofrimento, impacto na tua vida e qualidade de vida de forma permanente e constante, entre outras coisas então teria que concordar com a pessoa que se assumiu como psicóloga ( apesar que online podemos dizer que somos tudo)...

      Se na época havia um impacto profundo na tua vida e o vosso trabalho em conjunto te fez conseguir ultrapassar as questões então a história pode ser outra, no entanto, para alguém com diagnóstico de POC habitualmente isso implica um acompanhamento prolongado - habitualmente de anos para conseguirem ultrapassar todas as questões.

      No entanto, além de teres todo o direito à tua privacidade nestas questões, também acho que é impossível dizer se o profissional ( seja psiquiatra ou psicólogo) fez uma boa avaliação ou não apenas por aquilo que aqui foi dito, independentemente de certas coisas nos soarem estranhas...

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    18. Não pretendo desvalorizar a sua percepção mas penso que, caso tenha de facto perturbação obsessiva compulsiva, não deveria contribuir para a glamorização das doenças mentais. Caso alguma vez esteja em contacto com pessoas com casos mais severos de POC, ser-lhe-á possível verificar os pontos aqui discutidos. Para que compreenda a dimensão, não incomum que a POC seja de tal forma severa que impossibilite o funcionamento normal do individuo no seu quotidiano, levando-o a perder o seu emprego, por exemplo. Pelo que falar dos pontos positivos de uma doença mental tao destrutiva pode causar mal-estar em quem tem sintomatologia mais severa do que a sua.

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  2. Também sou igual! Ainda pensei que com a gravidez/filha pudesse perder essa capacidade (porque falavam de a memória piorar, de termos mais coisas na cabeça e algumas falharem), mas não aconteceu. Nunca me esqueci de nada (em saídas, viagens, etc), nunca perco nada e sei sempre todos os compromissos, tarefas, coisas a fazer, tanto da vida pessoal como profissional. É bom ter essa capacidade, mas também é cansativo, envolve muita carga mental eheh. Às vezes gostava de ser mais desprendida como o meu marido :D

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    1. Já eu senti IMENSO a perda de memória com a gravidez. Antes não tinha de colocar lembretes no telemóvel, agora faço-o. Mas só para as coisas menos usuais, como consultas. De resto, a bela lista na agenda garante!

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  3. Não sinto que tenha algum desses sintomas.. e mantenho a casa/trabalho organizado, mas também não me preocupa se há pó aqui ou ali.. gosto de repartir os dias por momentos de relaxamento completo.. o silêncio 20m por dia faz tão bem. Arrumações de estação não faço, porque normalmente à medida que as roupas/calçado que compro dão de um ano para o outro. Felizmente um dos requisitos para adquirir casa foi ter um closet e o que não gosto ou não serve é na hora que lhe dou destino... não espero por estações. Neste momento devemos é preocupar-nos com a saúde que adianta comprar roupa para confinamentos? Ou para sair à rua? Nesse sentido sou o oposto, as coisas fazem-se ao seu ritmo e sem planos- um dos ensinamentos da pandemia. Não entro em compras loucas, nem faço planos a longo prazo no trabalho ( metade presencial/ metade teletrabalho). Limpar a casa? Faço eu os detalhes.. a empregada 2x por semana faz o essencial. Nem é bom para tua saúde ter esses transtornos.. principalmente agora que já não tens marido. Saúde e cuida-te... relaxa.. o tempo resolve. Bj

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    1. Eu estou a falar de organização, não de limpeza. São coisas diferentes. Por acaso, com o primeiro confinamento, habituei-me a limpar a casa de uma forma que nunca tinha feito em dez anos... Todos os dias o Roomba aspira, limpo o pó duas vezes por semana, mudo mais as mantas e lençóis... Foi um gosto adquirido. Mas a minha obsessão não tem a ver com essa limpeza, mas sim com organização e com a ordem pela qual faço as coisas.

      Algumas pessoas realmente ficam obcecadas com a limpeza, mas felizmente não é o meu caso. As minhas "manias" são outras.

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    2. Antigamente, quando passei a morar sozinha, também tinha essa panca da organização, limpeza e decoração.
      Tinha de ter sempre tudo impecável caso contrário nem conseguia relaxar.

      Fui percebendo que a questão da casa estava a consumir muito do meu tempo e da minha energia.
      Aos poucos fui aprendendo a relativizar.
      É certo que ainda hoje preciso de uma certa organização, mas meti na cabeça que não há problema se as coisas não estiverem sempre impecáveis, afinal, se estiver sempre tudo devidamente imaculado e no sítio da impressão que nem vive ninguém na casa.

      Uma casa com vida é uma casa onde há dias em que as coisas não estão no devido lugar, onde as coisas não vão estar sempre perfeitas e tudo ok.

      Há tarefas que faço com regularidade (aspirar p.e) mas há outras em que aprendi definitivamente a não exigir tanto de mim e está tudo bem.
      Sou uma só pessoa e não uma máquina-robô das limpezas.

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    3. serio q as pessoas nao percebem a diferença entre TOC/POC e obsessão com limpeza?! não é uma escolha, não é uma opção, é realmente uma doença que pode ser mais ou menos critica, pode condicionar mais ou menos a nossa vida.
      Por ex, há pessoas que se tiverem diversas velas numa prateleira, que elas têm de estar perfeitamente ordenadas da maior para a mais pequena, com a distancia entre elas sendo igual (ate medem com regua) e a distancia para a ponta da prateleira tambem igual. Isto é uma "mania" de TOC/POC e nada tem a ver com pessoas que simplesmente gostam de ter a casa limpa e organizada.
      Eu tenho alguma obsessão com a limpeza e organização, mas segundo os peritos que consultei não é TOC/POC, é algo dentro do que se pode considerar "normal". Uma psicologa fez a seguinte situação: pousou o seu telemovel, caderno e caneta em cima da mesa propositadamente desalinhados e no fim da consulta disse-me "voce obviamente nao tem TOC/POC pois se tivesse teria tido a compulsão de alinhar as minhas coisas, ia ficar nervosa e obcecada com isto"

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    4. "Nem é bom para tua saúde ter esses transtornos.. principalmente agora que já não tens marido."

      gostava de perceber o que é que ter marido tem a ver com isto. devemos limpar mais ou menos consoante temos marido ou não??

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    5. Anónimo das 12h19, faça como eu, ignore esse comentário... Não faz qualquer sentido...

      Anónimo das 12h17, tenho pena que tenham achado que isto tem algo a ver com necessidades de limpar a casa. Isto tem a ver, como referiu, com rituais, com obsessões. Eu não organizo as velas com régua e esquadro, mas fico ansiosa se algo está fora do sítio. Faço as coisas sempre pela mesma ordem, arrumo tudo sempre a mesma fora, as pantufas não podem estar 2 cm afastadas... É outro nível de organização. Limpar a casa tem zero a ver com o meu TOC/POC...

      Mas o exemplo que deu da psicóloga também não faz sentido para mim. Eu não fico ansiosa e nervosa com a desorganização alheia - limito-me a arrumar as coisas da cozinha da minha mãe e a tapar os 'buracos' de produtos da loja da minha irmã. Não mexo na desorganização alheia. Não tolero é que tirem as MINHAS coisas do sítio e da ordem que defini. Se mexerem nas minhas coisas, noto logo. Se me derem um chuto nas pantufas, não deixo de olhar até conseguir ir pô-las lado a lado, direitas. Por isso... Para mim, uma coisa não tem nada a ver com outra. Para mim, claro.

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    6. Essa do “principalmente agora que já não tens marido” era escusado...
      Nem sei o que quis dizer com isso porque não faz absoluto sentido o que disse.

      Já agora deixem de bater na tecla do ex-marido, bolas, já cansa.
      É algo inédito alguém ser divorciado?

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  4. Já tentaste fazer meditação para o TOC?
    Pode parecer absurdo para quem não está habituado, mas podes sempre experimentar e vais vendo como te vais sentindo.
    Se escreves no YouTube ‘meditação para TOC’ encontras vários vídeos que poderão ser úteis.
    Pões o vídeo a rolar com os fones e vais ouvindo, sentada ou deitada numa posição confortável para ti.
    Há vários vídeos/meditações guiadas onde só precisas de ouvir e deixar fluir.
    Quando deres por ti estiveste ali um tempinho relax, só para ti.
    Mal não faz, pelo contrário.

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    1. Fala-se de medicação com pacientes que experienciam uma POC moderada a severa que não pode ser controlada com terapia cognitivo-comportamental. Por favor, coibam-se de dar opiniões sobre tratamento se não possuem conhecimento na área.

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    2. Estava-se a falar de meditação, não mediCação....

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    3. Por favor leia o que foi escrito ou consulte um oftalmologista.

      Falou-se de MEDITAÇÃO 🧘🏼‍♀️ e não de MEDICAÇÃO 💊 .

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    4. Se desconhece os inúmeros benefícios da meditação tente não falar do que não pratica.
      A meditação pode ajudar muitíssimo aqueles que tem Toc ou Poc.
      Não cura tudo mas é um potente calmante/relaxante natural com comprovados resultados satisfatórios em diversas situações em múltiplos casos.

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  5. Mais uma para a "equipa".
    Em fases complicadas, acaba por ser uma "ajuda", quase uma motivação!

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  6. Que pessoa inculta e mal formada.

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  7. S*. fiquei um pouco triste por ver que eliminaste o meu comentário. O mesmo não tinha nada de mal, não percebi porque foi eliminado. Foi por chamar pretensiosas a algumas pessoas que por aqui andam? É a verdade!

    Maria

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    Respostas
    1. Maria, você é que escreveu "podes eliminar este comentário"... concordei em absoluto consigo, mas como fez esse pedido... :) Mas já publiquei...

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    2. Houve algum mal entendido: eu disse que podias eliminar o meu último comentário no post sobre a Meghan Markle, em que te pedi desculpa pelos meus comentários ácidos que costumam dar polémica. No comentário que fiz sobre os frequentadores cá da loja acho que não escrevi isso, mas sinceramente já não tenho a certeza. Posso estar a ficar choné, que a idade não perdoa... De qualquer modo, esquece! tiveste a gentileza de te explicar e agradeço-te por isso. Tudo de bom!

      Maria

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  8. Ó S*, desculpa!! pensei que tinha postado o tal comentário aqui, mas só agora reparei que foi no post "Auto-censura" e tu não eliminaste nada, o comentário está lá escarrapachado. É o que eu digo: a idade é f****a!! Tudo de bom para ti e para o teu menino!!

    Maria

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  9. Como é que alguém que dorme com animais é portador de Poc?
    O sofrimento que acarreta um simples pelo é de tolher qualquer ser humano.

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