Inspira, expira e não pira!



Como agora o mundo está todo virado para os workshops de felicidade, momentos zen e afins...

Fico à espera que alguém crie um workshop sobre "Como ensinar os pais a lidar com as fúrias nocturnas que surgem em consequência do cansaço provocado pelo mau sono dos filhos".

Adorava ser uma mãe daquelas que nunca perdem a paciência. Adorava. 

Comentários

  1. Eu sou mãe há quase 13 anos. E, desde que me lembro, que perco muitas vezes a paciência. Sobretudo desde que tenho duas.

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  2. Não existem pais perfeitos. Desde que saibas quando é o momento certo para te afastares e pedires ajuda , nada temas.

    Há situações que tiram a paciência a um santo. Estes dias sai mesmo do quarto para poder dar um murro na almofada do sofá. Respirei fundo e lá fui eu novamente... Foi a primeira vez que pensei mesmo em bater-lhe mas percebi que eu é que estava descontrolada. São 19 meses sem dormir uma única noite mais de 2horas seguidas.

    Durante a noite passa-me tantas vezes pela cabeça que se o deixasse chorar 2 ou 3 noites ele aprendia a não chamar. Mas como sei o mal que faz ao funcionamento cerebral e emocional para toda a vida acabo por não o fazer.

    Mas não estás sozinha no desespero.

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    1. O meu filho tem dormido razoavelmente bem, felizmente. Não quero imaginar com tamanha falta de descanso ! Força!

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    2. anonimo, uma duvida sincera da minha parte que eu honestamente nao tendo filhos nao consigo compreender.

      Por ex: lavar a loiça é uma tarefa chata que eu e o meu marido partilhamos, um dia faço eu, outro dia faz ele. Não me faria sentido eu estar a lavar a loiça e ele estar também com as maos dentro do lava louças a olhar para mim (é so um exemplo parvo a ver se eu me consigo explicar). Portanto, porque é que os pais ficam os dois a olhar para o bebe a chorar? Porque é que nao fazem turnos e uma noite dorme um e outra noite dorme outro? Não compreendo como está há 19 meses sem dormir uma noite, para mim seria expectavel que dormisse uma noite completa dia sim dia não, intercalada com o pai.

      E sim, eu sei que há maes solteiras, aí nada a fazer, mas muitas vezes ouço estas queixas de maes casadas, com o marido ao lado que inclusive comentam que ficaram os dois acordados porque o bebe chorava.... nao compreendo....

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    3. "se o deixasse chorar 2 ou 3 noites ele aprendia a não chamar. Mas como sei o mal que faz ao funcionamento cerebral e emocional para toda a vida acabo por não o fazer. "

      nao percebi. qual o problema do bebé chorar? não existe inclusivamente uma teoria que defende para o bebe ficar a dormir no seu quarto que é qualquer coisa do genero coloca-se la, depois ele chora, vai-se so ao fim de 5 min, sai, se ele voltar a chorar so volta ao fim de 10 min e vai aumentado o tempo até o bebe perceber que há alguem que vem sempre mas que pode demorar e nao vale a pena chorar que não é por isso que vem mais rapido?

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    4. Então porquê o post? Não percebi.

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    5. O problema do bebé chorar e ser deixado a chorar é que ele não se vai calar porque aprendeu que não vale a pena chamar a mãe que ela não vem porque são horas de dormir. Ao ser deixado a chorar, sem a vinda dos pais ao quarto, o bebé entra em stress, aumenta os níveis de cortisol e na maioria das vezes calam-se por exaustão ou porque o cérebro "desliga" como auto-protecção devido ao stress e o bebé adormece. Tudo isto terá consequências no futuro.

      Depois, uma coisa diferente é esse método. Não o conheço a fundo para falar sobre ele, o pouco que li não me convenceu muito e não pensei em aplicá-lo mas conheço quem o tenha aplicado e diz que funciona. Até porque acho que depende muito da idade dos bebés e do nível de compreensão que eles têm. Para um bebé pequeno, 5 minutos a chorar nunca levarão ao ensinamento de que não vale a pena chorar que não é por isso que os pais vêm mais rápido, serão apenas 5 longos minutos, uma eternidade, em que se sentirá abandonado.

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    6. O meu marido trabalha durante a noite.

      Em relação a deixar chorar tem a ver com o abandono aprendido. Não vou a correr cheia de ansiedade mas deixar chorar (como as teorias da Sommerfelt que não são mais do que o método Estivil com uma maquilhagem bonita) traz consequências a nível do funcionamento cerebral para toda a vida. Há estudos através da neuro-imagiologia que demonstram muito bem as diferenças. E, sim, faz-lhes muito mal.

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    7. Eu agora deixo o Rafinha chorar quando está a fazer birras - isto é, a gritar porque lhe tiro algo que ele teimosamente não queria deixar... quando ralho com ele por fazer asneiras... Quando são birras, falo a bem, mas se insiste em chorar, admito que às vezes deixo chorar.

      Deixar chorar de noite? Nunca. Nunca o deixei a chorar com motivos.

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    8. Mas aí são coisas diferentes, S*. Uma birra é diferente de se sentir abandonado ou sozinho. Antigamente, um bebé que se visse sem os pais tinha de chorar para os alertar que ficara sozinho e que por isso corria risco de vida. É uns instinto. Nada tem a ver com birras por não saber lidar com a frustração. :) Se o Rafael se perder no supermercado e chorar com medo porque não te vê não terás com certeza a mesma atitude do que quando faz uma birra. :D Nas birras da Mini-Tété também tento o diálogo, às vezes não está capaz de conversar então tento acalmar com um abraço ou festinhas, mas outras vezes deixo-a chorar até se acalmar e perceber que não conseguiu o que queria mas que eu estou ali se ela quiser falar ou um abraço. Mesmo nós adultos às vezes temos situações de frustração ou raiva que não queremos que ninguém nos toque ou fale. Uns minutos depois já aceitamos melhor falar com alguém. :D

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    9. Claro que sim. É isso que tento fazer. Quando ele está a ser mauzinho (AKA, a bater no cão... a atirar algo ao chão... a bater com a porta) ralho e se em consequência da advertência ele começar a chorar... bom, que chore.

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    10. continuo sem perceber porque têm de ficar os dois acordados. sim, uma mae respondeu qeu o marido trabalha de noite, mas a maioria nao é assim, pelo menos dois casais q conheço

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    11. Depende do nível sonoro do bebé. :D A minha filha quando chorava em pequena, não havia lugar em casa onde eu não a ouvisse mesmo que o meu marido estivesse com ela. Por isso eu não dormia com o barulho na mesma. :P
      E depois porque quando um bebé chora, muitas vezes é desesperante tentar acalmá-lo, às vezes o cansaço leva-nos a faltas de paciência, e ter o outro adulto da casa a apoiar, a dar ideias, sobretudo nos primeiros tempos de recém-nascido de um primeiro filho, é importante. No meu caso, o meu marido trabalhava com horários muito exigentes e eu estava em casa com ela por isso eu ficava encarregue dela na maior parte das noites. Ainda assim houve noites em que ele foi trabalhar com poucas horas de sono ou mesmo directas porque a noite tinha sido complicada, a bebé tinha chorado muito e eu tinha precisado de apoio para gerir a situação. Tratar de um bebé não é o mesmo que uma tarefa doméstica como lavar a louça. :)
      A ideia dos turnos é boa mas depende da dinâmica do casal. Ainda assim concordo consigo, a mãe tem de descansar também. Eu alternava com o marido ao domingo, único dia em que ele não trabalha, e assim pelo menos garantia uma boa noite de sono de vez em quando.

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    12. Por aqui foi muito "sofremos em conjunto" Tal como a Teté explicou, quando um bebé chora dificilmente existe uma parte da casa onde não se ouça. E eu durmo com tampões nos ouvidos. Mas, sabendo que a criança está mal, mesmo que ela não chorasse, eu até imaginava o choro!!

      Enquanto amamentei, primeiros meses, era chato porque ele soluçava imensoooo tempo depois de mamar. Estávamos uma hora para o adormecer de cada vez que mamava. O futuro marido fazia sempre companhia, até para eu não adormecer com a criança ao colo. Poucas vezes ele ficou a dormir e igual número de vezes lhe entreguei o menino. Claro que os turnos fazem sentido, mas na prática nem sempre funciona.

      Hoje em dia, o marido é que se levanta quase sempre de noite para pôr a chupeta. Eu sinto-me estourada e ele resiste melhor a menos horas de sono. Não é nada combinado, mas ele acorda primeiro e vai. No entanto, quando o menino está chatinho de noite, quer a mãe e aí tenho de ser eu a ficar meia hora ou uma hora com ele. Não dividimos nada, mas a verdade é que acaba por resultar bem. Pai para pequenos turnos todas as noites, mãe para acção intensiva. :D

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  3. S* realmente agora são só workshops zen, da felicidade e afins...
    Fruto do avançar dos tempos na inovação ou então porque anda meio mundo esgotado com tamanha inovação e estímulos em todos os sentidos.

    De qualquer modo, também já começa a ser irritante, os queixumes decretos país por causa dos seus rebentos. Haja paciência, se não é do sono deles e da criança, são stresses de outra ordem mas... há sempre uma queixa!
    Quem opta por ter filhos já sabe, à partida, que os bebés ou crianças dependem dos adultos, logo esses episódios são frequentes.
    Parece que alguns pais ficam muito admirados... e depois acham-se no direito que estar sempre com o mesmo tema na ponta da língua, a queixa decorrente do ser Mãe/pai!
    Algo sim mas tanto...
    querem dormir mais ou não querem birras, choros e fraldas? É fácil, são opções. Ou não?

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    1. Concordo, Anónimo das 3:30. Quiseram tanto "desromantizar" a maternidade que cairam no extremo oposto... Ok, nem tudo é cor-de-rosa (o que é que na vida o é?!) mas há bloggers que tratam os filhos como impecilhos, servem para pôr lacinhos no cabelo e pouco mais.
      "Ai preciso de tempo para mim, ai que bom que as férias escolares já acabaram e eu já me posso livrar das criancinhas..." A sério, tiveram filhos para quê?! Tudo parece ser um grande sacrifício!
      Acho triste, a vida passa a correr e a infância dura tão pouco...

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    2. Se há pessoas que acredito que não tenham perfil para ser pais, acho essa comentários um exagero.

      Acho perfeitamente normal pais sentirem-se esgotados. Isso nada tem a ver com o amor que sentem pelos filhos.

      Eu, por exemplo, estou ansiosa que o Rafael comece a falar e a expressar-se melhor, para que as birras diminuam. É muito saturante. Dias como os de hoje, em que apenas conseguimos ir vinte minutos ao parque, sugam as energias... Por causa do mau tempo fechados em casa e ele a destruir tudo. Já disse ao meu homem 'estava tão bem a trabalhar'. Se o sentia? Claro que não. Mas é muito mais cansativo estar um dia inteiro em casa com um bebé de 21 meses cheio de energia.

      Quem não se coloca nos sapatos de pais cansados, deveria fazer um esforço para sentir mais empatia.

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    3. E quem disse que deste lado está alguém sem filhos?
      Pois é...
      Também não disse que não sentes amor pelo teu Rafael, ora essa, nunca diria tamanha barbaridade.
      O que chateia são mesmo as queixas frequentes de certos pais. Quem opta por ser pai e mãe, tal como foi dito, deveria estar preparado para o melhor das crianças mas também para o lado “cansativo” das noites mal dormidas, da impaciência, etc.
      Nunca me queixei de tal pois quando decidi enveredar pela maternidade estava perfeitamente ciente das “consequências”.
      Alguns pais passam a vida a repetir o mesmo depois de terem filhos.
      A sério? Queriam que os putos já viessem silenciosos, ensinados e educados?!
      Não compreendo...

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    4. Os queixumes surgem em parte pelo facto de muitas vezes se passar a imagem de que tudo é perfeito e que há mães perfeitas. A Sónia considera que existem mães que nunca perdem a cabeça (o que, na realidade, duvido), por isso vai-se sentir "mal" ao não conseguir ser também e queixa-se por isso.

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    5. Eu queixo-me! :D Não passo a vida a queixar-me, consigo perfeitamente ver o lado bom dos filhos e tinha claro alguma noção do lado “pior”. Mas queixo-me. Porque por exemplo antes de ter filhos não tinha noção do que é realmente passar por privação de sono (embora soubesse que ia dormir menos, não sabia o que é sentir-me tão exausta). E sempre assumi que as birras são um dos meus calcanhares de Aquiles, antes mesmo de ter filhos, por isso queixo-me disso. :D Mas também vejo as coisas boas e conto-as.
      E sim, de facto existem pais que parece que só se queixam e que parecem estar sempre desertos que as crianças estejam na escola, com os avós, a dormir ou a incomodar o menos possível. Não penso que me insira neste grupo, nem mesmo a S*.
      E depois claro que todos os nós temos a sua própria experiência: ter o filho na escola/avós/amas não é o mesmo que estar com ele todo o dia (e/ou todos os dias) e se numa situação reagimos de uma forma, noutra reagiríamos de outra.

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    6. A falta de sono de qualidade, “enfurece” qualquer pessoa, mas lá está, quem optou por ter filhos deveria saber à partida que a vida mudaria em certos aspectos, sobretudo enquanto eles são pequeninos.
      Uma queixa ou outra esporádica, faz parte, compreendo perfeitamente.
      Outra são queixas recorrentes seja em blogs ou na vida real. Acredite que conheço muitas mães assim, na verdade, começo a achar que têm orgulho em estar com a mesma ladainha eternamente.
      O mundo passa a girar sempre à volta do mesmo...
      Haja noção!
      Antes de nós já houve mais mães, hoje em dia é tudo “demasiado”.
      E não, não tenho ajudas dos avós por perto, pois não vivemos na mesma cidade (embora estamos juntos sempre que possível), não tenho família perto nem amas.
      Criei uma dinâmica com o Pai, onde ambos colaboramos e “dividimos turnos” assim ambos descansámos.
      Como em tudo o resto, sem dramas, sem me anular enquanto mulher e ele enquanto homem.
      Agora, em relação às crianças, foi opção nossa logo somos responsáveis.
      Toda a gente sabe que os bebés alteram rotinas portanto... menos, muito menos!
      Há mães que não se aguentam com tanto queixume, lamento, é mesmo isto que penso.

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    7. Ele ainda nao fala? Com 21 meses e' esperado que ele ja produza algumas frases incompletas.

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    8. Traduzindo a senhora das 8:18

      "Eu é que sei ser mãe. Eu é que estou sempre à frente dos outros todos, já nasci a saber e a prever tudo o que pode e vai acontecer na minha vida. Eu é que me sei organizar perfeitamente a todos os segundos de todos os dias. Eu é que sei ser mãe perfeita e esposa espectacular e mulher que não se anula."

      Menos, muito menos. Há sempre mártires e queixinhas nesta vida que gostam de se lamentar. Mas também há pessoas normais, com experiências diferentes de vida, com infâncias diferentes, com necessidades diferentes para serem felizes, com crianças diferentes umas das outras e que fazem o melhor que sabem. E se essas pessoas normais sentem a necessidade de confiar em si ou em alguém para desabafar e aligeirar um pouco as "consequências" com que estão a tentar lidar, se calhar como boa alma que é pode tentar dar conselhos/dicas ou simplesmente ouvir, para ajudar nalguma coisa, em vez de só julgar e tentar superiorizar-se a todas as outras mães. É que esse discurso não ajuda ninguém, só o ego talvez.

      Mira

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    9. Anónimo das 11h27, entre o que se espera e o que é realista... Ele expressa-se, diz várias palavras, mas não diz frases. Junta duas palavras!

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    10. Ai eu queixo-me e muito. E sem problemas. Queixo, reclamo, barafusto... e ganho forças para me reerguer. Não me vitimizo, mas lavo a alma.

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    11. Por acaso tenho ideia que aos 2 anos o “suposto” será juntar 2 palavras, dizer o nome de algumas coisas mas ter ainda na sua maioria uma linguagem incompreensível para os adultos. Claro que depois há crianças que desenvolvem a parte da fala mais cedo (e outras coisas mais tarde geralmente) e chegam aos 2 anos já a fazer frases mais completas, sem que isso também seja um problema.

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    12. O meu filho tem 21 meses, não dois anos. E diz "não quer", "dá cá" ou "anda cá". Fora isso, são palavras soltas. :D

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    13. Para a Mira, sou a anon das 8:18h, se não sabe ler o que foi escrito, aprenda.
      Não tenho paciência para pessoas que colocam palavras no discurso de outrem.

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    14. Não tem paciência para nada, claramente.

      Incomoda-a que os outros desabafem sobre os filhos, diz que a sua maneira de ver a maternindade é que é correcta. Cito:
      "Antes de nós já houve mais mães, hoje em dia é tudo “demasiado”.
      E não, não tenho ajudas (...) ambos colaboramos e “dividimos turnos” assim ambos descansámos. Como em tudo o resto, sem dramas, sem me anular enquanto mulher ... foi opção nossa logo somos responsáveis. Toda a gente sabe que os bebés alteram rotinas portanto... menos, muito menos!"

      Não coloquei palavras em discurso algum, troquei por palavras exageradas para ver se conseguia ver de fora que não ajuda ninguém sempre SÓ a apontar o dedo e a julgar, logo não há mais nenhum objectivo dum discurso como este a não ser enaltecer-se. Isto toda a gente faz, às vezes, sem querer. Eu não quis ser agressiva, não lhe disse para aprender ou coisa semelhante. Só dei outra perspectiva. Se tanta gente a chateia, se calhar é porque ainda não percebeu como ajudar a que as queixas parem.

      Mira

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    15. "querem dormir mais ou não querem birras, choros e fraldas? É fácil, são opções. Ou não?"

      concordo plenamente mas acho que sou a unica.

      casei-me, nao tenho filhos por opção. as colegas passam a vida a falar mal dos filhos e a rogar-me pragas do genero "ai um dia vais ver, vais ver o que é nao dormir e nao vais conseguir fazer essa vidinha de passear, viajar, cinema e jantar fora". E eu so penso mas alguem me pode obrigar a ter filhos? se nao quero passar por isso e manter a minha vida de lazer com o meu marido é uma decisao minha. mas pelos vistos as pessoas acham que nao, que é "minha obrigação" e que "um dia mudas de ideias e depois vais ver". juro que nao percebo as "ameaças" e ao mesmo tempo tratarem a maternidade como uma obrigação. Fico mesmo perplexa.

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    16. A minha resposta era para o anónimo das 11:27, não era para ti. :) Tentei explicar que se esse for o marco esperado para os 2 anos o Rafael não está mal. :) E é preciso ter atenção que há marcos que têm ainda depois um período de vários meses para serem alcançados sem que isso signifique problemas. :)
      Tendo uma filha que andou a fugir aos marcos todos (já fazia frases de várias palavras com 1 ano e meio mas só começou a andar com quase 2 anos) não tenho grande razão para andar a avaliar ou criticar o desenvolvimento das outras crianças. :D

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  4. E achas mesmo que há mães que nunca perdem a cabeça? Eu duvido muito :)

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  5. Será que existe alguém que nunca perde a paciência??


    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  6. essas mães não existem! às vezes podem querer aparentar.... mas a verdade é que a falta de descanso, de sono dá cabo da nossa mioleira e mexe com tudo e é difícil, talvez o mais difícil da maternidade.
    bjs querida!

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  7. Adorei o post, fiquei muito aliviada, porque pensei que era só eu com pouca paciência para o meu rebento!

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  8. Não conheço mães assim, será que existem?

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  9. Depende das mães e dos filhos e depende também do que se entende por perder a paciência e de como se reage a essa situação. Ficar desgastada, aborrecida, cansada, com vontade de desaparecer por uns momentos, confesso que me sinto assim algumas vezes. Agora o perder a paciência de dar uns berros, ou dar palmadas, ou outra situação idêntica, não me acontece (até agora não aconteceu). Tenho dois filhos, um de 14 e um de 3.

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  10. Oh S* mas onde é que há dessas mães? :P é uma utopia!

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    1. Há pois. Nos blogs cor de rosa. ahahah entre folhos e lacinhos. Na vida real é tudo tão diferente! ♥ :)

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