Do Jejum Intermitente


Quem me segue no Facebook já sabe que desde 1 de janeiro de 2019 que ando a praticar Jejum Intermitente.

Atenção que não tenho qualquer pretensão com este texto. Não sou especialista. Pouco sei sobre o assunto. Este meu texto é apenas um testemunho da minha experiência, não é para ser tido em consideração sem se falar com um médico. 

A verdade é que eu sou preguiçosa no que às dietas diz respeito. Não consigo, mesmo, fazer dieta do género "corta todos os hidratos de carbono, não comas pão, come sempre saladas ou legumes". Essas dietas, comigo, duram uma ou duas semanas e depois passa-me o entusiasmo.

Em dezembro, durante a ida a Lisboa, estive com um colega do desporto e com uma colega desportista e ambos teceram bastantes elogios ao jejum intermitente.

Resumidamente, o jejum apresenta-se como um método para purificação do organismo e auxílio ao emagrecimento que visa intercalar períodos de jejum com períodos de alimentação, fazendo com que o corpo utilize as nossas reservas de gordura. Pesquisem muito. Claro que há prós e contras e só devemos começar o jejum depois de fazermos análises.

Está muito associada à dieta Paleo, porque na época paleolítica os homens não comiam a toda a hora, como acontece actualmente... Tinham de caçar para comer, por isso efectivamente imagino que passassem bastantes horas em jejum. No entanto, uma coisa não obriga à outra e eu não tenho qualquer interesse em seguir paleo.

O mais habitual é fazer jejum 16 horas e comer durante uma janela temporal de 8 horas - e nesse período, alegadamente podemos comer de tudo, desde que com alguma moderação, como é óbvio.

Há quem opte antes por fazer períodos de jejum de 24 horas umas duas vezes por semana. 

Eu optei por fazer jejum de 16 horas todos os dias... E a verdade é que nestas três semanas tem corrido bastante bem, Pensei que ia ter dores de cabeça, mas não. Pensei que ia passar muita fome, mas não. Faço jejum entre as 21h00 e as 13h00, na maioria dos dias. Claro que ao final da manhã começo a sentir fome, mas nada que uma caneca de chá não ajude a ultrapassar.

Ah, durante o jejum, só podemos beber chá, café ou água. Tudo sem açúcar ou adoçante, óbvio.

Sinto-me muito bem, muito motivada... E 2,5 quilos já se foram. Se noto perda de peso? Não. Mas noto que é um estilo de vida que se adequa muito a mim e que vai tendo os seus resultados - de forma lenta e gradual, porque eu não estou a ser radical.

Troquei os iogurtes normais por iogurtes Skyr de proteína. Troquei pão branco por pão de 12 sementes e cereais da Oroweat. Corto um bocado nas doses de massa, arroz e batata. Evito manteiga. Tento reduzir os doces e chocolates - mas não, não os cortei por completo. Como bastantes mais legumes cozidos. Tento, acima de tudo, portar-me bem durante a semana, para aproveitar melhor o fim-de-semana e as paparocas familiares.

Estou muito, muito contente. Ansiosa pelos resultados dos próximos meses!

Comentários

  1. Se estás a cortar na tua alimentação claramente que não deverá ser o jejum a fazer a diferença, mas sim o facto de comeres menos, seja de que forma for.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo! So a mudança de hábitos alimentares que enumerou e o facto de ter bastante massa gorda para perder ja justificam o que perdeu até agora

      Eliminar
    2. "When examining the 12 clinical trials that compared the fasting group with the continuous calorie restriction group, there was no significant difference in weight loss amounts or body composition changes."

      https://www.hsph.harvard.edu/nutritionsource/healthy-weight/diet-reviews/intermittent-fasting/

      Eliminar
    3. O jejum não emagrece por si só - é uma de muitas formas possíveis de criar um défice calórico, implicando perda de peso. Pode ter bons resultados para quem gosta de fazer poucas refeições, porque elimina algumas, implicando em muitos casos um balanço energético negativo. Mas, tudo o resto controlado, não "purifica" organismos, nem faz nada de especial.

      É uma dieta que leva indiretamente a um menor aporte calórico, como a paleo, as dietas baixas em gordura e/ou de elevada ingestão proteica, etc. Até ver, não tem vantagens que não eventualmente adequar-se às preferências de algumas pessoas, potenciando uma boa adesão. Parece ser o caso da S*, o que é ótimo! Espero que atinjas os resultados que pretendes ter de forma equilibrada, e aproveitando, como dizes, "as paparocas familiares". Beijinhos

      Eliminar
  2. É verdade que cada um deve encontrar a dieta a que melhor se adapta (eu ainda não encontrei a minha, infelizmente! :P). Eu, pelo que escreves, seria incapaz de fazer o jejum intermitente porque sou o tipo de pessoa que acorda cheeeeeeeeia de fome. E a minha filha também que não deixa que passe um minuto que seja entre abrir os olhos e pedir o pequeno-almoço. :P

    ResponderEliminar
  3. Ando com muita vontade de o fazer, mas ainda não consegui...

    ResponderEliminar
  4. Achei super curioso porque estou a tentar precisamente o mesmo :D Sendo que como durante as 12h e as 20h, mas é algo que estou a tentar ajustar porque me custa começar a comer tão tarde… Com o tempo chego lá ;)

    ResponderEliminar
  5. Uma colega de trabalho fez isso durante algum tempo e perdeu imenso volume e peso. Já foi há mais de 1 ano e tem conseguido manter o que conseguiu. Força nisso! :)

    ResponderEliminar
  6. Os Paleo (sigo o grupo no fb mas não pratico a alimentação) ficam muito ofendidos quando dizem por lá que, para emagrecer, é preciso consmuir menos calorias do que as que são gastas. No entanto, esta é a realidade, seja com o Paleo, com uma dieta rigorosa ou com uma alimentação normal. Com jejum intermitente, fazes menos refeições e tens menos horas, o que faz com que as calorias ingeridas sejam menos. Quem segue paleo, ao ter uma alimentação mais cuidada e não comendo determinados alimentos, consome menos calorias, daí conseguir emagrecer. Agora a base é sempre a mesma.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Aquilo não é bem um grupo de pessoas abertas ao diálogo que querem ser saudáveis e ajudar os outros a sê-lo, mas sim uma seita de tolos. Os estudos que não suportam as vantagens da paleo são conspirações, mas os livros dos tipos que ganham milhões a apoiar a paleo são (a única) evidência científica isenta. Naturalmente, os estudos que suportam a "teoria paleo" sem controlo de ingestão calórica ou proteica são válidos, apesar das claras falhas de metodologia. E depois surgem pessoas que não perdem peso a comer 2500kcal de bacon, abacate e bifes por dia e a culpa é da banana que comeram ao pequeno-almoço porque "tem muito açúcar". Venham mil comentários a crucificar a senhora que comeu a banana quando quer perder peso, porque alguém já tinha mencionado que as duas coisas eram mutualmente exclusivas num post em 2005. Depois sentem-se muito orgulhosos por fazerem parte de um grupo e terem "aberto os olhos para a verdade"e "descoberto os interesses da indústria" (dos cereais, com carne ninguém ganha dinheiro), adquirindo um conhecimento ainda mais dogmático e infundado do que o daqueles que criticam.

      As leis da termodinâmica aplicam-se a qualquer dieta. Se alguém exclui o grupo alimentar que providencia a maior fatia do aporte energético típico, e que por acaso até inclui a maioria dos elementos energeticamente densos e de baixo valor nutricional que as pessoas consomem em quantidades excessivas (fast food, bolachas, bolos), e, adicionalmente, aumenta o consumo do macronutriente de maior efeito térmico e que mais sacia, bem como de vegetais hipocalóricos igualmente saciantes, para além de reduzir o número de refeições diárias... Sim, vai perder peso. Mas não é magia, chama-se "défice calórico". Criado indiretamente, mas está lá. A restrição a comida "paleo" funciona na maior parte das vezes quando o objetivo é perder peso - não por ser condição necessária, mas por ser condição suficiente....

      Eliminar
    2. Completamente. Aquilo é uma perfeita seita encantados com a “pólvora”.
      Para emagrecer, podemos e devemos, dar ao nosso organismo bons nutrientes, um pouco de tudo. Há formas de perder peso mais conscientes.

      Eliminar
    3. Só venho aplaudir o Anónimo das 16:36, é exactamente isso! E quem queira EMAGRECER COM SAÚDE, não pode embarcar em dietas como a da Roquette em que NÃO PODE, em determinada fase, comer cenoura e beterraba... Mas PODE comer salsichas de cocktail e vaca que ri light! Isto, em termos nutricionais, não só é uma anedota como também É NOCIVO!

      Cada caloria NÃO É uma caloria! Leiam os rótulos e pesquisem cada NUTRIENTE/ADITIVO!

      Eliminar
    4. Eu acho piada aos comentários. Estão lá mas todos os outros é que são a seita... Epa não se aguenta tanta hipocrisia.

      E, sim, estou lá. Sigo algumas coisas que me fazem sentido e outras não sigo.
      Para mim o grupo ajudou a alertar para os açúcares escondidos em muitos produtos. Por exemplo já tive nutricionistas a recomendar bolacha Maria ou iogurtes líquidos magros. Porque é que que eu havia de introduzir uma coisa ou outra na minha alimentação qd têm açúcar adicionado e por outro lado há outros produtos não processados muito mais saudáveis?
      Nunca me fez sentido. E um nutricionista chegou a passar uma dieta com essas tretas mas extremamente restritiva noutros aspectos. Era eu adolescente, a recuperar de bulimia e anorexia mas com um excesso de 2/3 kgs. E o dito passou uma dieta e passo a citar "vais sentir fome mas num mês perdes 5 kgs ".

      A epitome da responsabilidade e de um bom trabalho, certo??

      Neste momento para mim a questão não é o peso mas sim ser mais saudável. E para mim evitar os produtos processados, porcarias adicionadas e comer mais à base de comida saudável faz sentido.
      Não me faz sentido tirar o gluten completamente porque não me sinto a reagir ao mesmo mas a lactose tirei (até porque o meu filho é APLV e assim é mais fácil para ele ).

      O grupo em si é uma óptima fonte de receitas na minha opinião.

      Eliminar
    5. Fui eu que fiz o comentário inicial. Tal como referi, estou lá mas não sigo, por isso não percebo onde está a hipocrisia.

      De qualquer forma, vá para lá dizer que não retirou o gluten, que vai ter respostas simpáticas.

      Eliminar
    6. Eu sou a segunda anónima (16:46); seguia o grupo pelas sugestões de refeições, mas eventualmente deixei de o fazer: os linchamentos públicos e a intolerância passavam dos limites, com a complacência ou mesmo o encorajamento dos administradores. Nunca participei em discussões - como a anónima, achava simplesmente que era uma óptima fonte de receitas (embora cada vez menos, porque o desejo de lucrar com a moda das receitas paleo começou a superar o de partilhar ideias - não sei se essa tendência continua). Portanto não vejo de que forma possa ter feito aquilo que critico. Talvez não devesse ter usado a expressão "seita de tolos". Contudo, honestamente, era aquilo a que sentia que estava a assistir quando lia sequências de comentários cheios de certezas e de desprezo pelos recém-membros.

      De realçar que eu não tenho nada contra a alimentção paleo; pode ser saudável e, dependendo das preferências pessoais de cada um, prazerosa. Quando diz que a forma como esse nutricionista trabalhava era irresponsável, tem toda a razão - há certamente maus profissionais em todas as áreas, sendo isso particularmente grave quando trabalham em saúde. É de facto preocupante que não tenham extremo cuidado quando lidam com pacientes que sofrem ou sofreram de distúrbios alimentares.

      Precisamente por isso, é reprovável aconselhar estranhos cujo historial médico se desconhece - sobretudo quando não se tem qualquer formação que não ter lido um livro sobre como o trigo é a raiz de todos os males. É também irresponsável apregoar uma solução única e absoluta para todos os problemas de saúde, quando ela é possivelmente ineficaz e desnecessariamente restritiva. Isto pode ser em particular danoso para pessoas como a anónima, que, tendo lidado com distúrbios do comportamento alimentar, não beneficiam de todo da demonização de alimentos de que gostam e que podem perfeitamente ter o seu lugar num estilo de vida saudável.

      Aliás, um excelente exemplo é o que a anónima deu: alimentos contendo glúten (desde que não se seja intolerante). No entanto, se mencionar que consome glúten no grupo, dir-lhe-ão que está a fazer tudo errado - isto se não insultarem a sua inteligência ou desdenharem coletivamente de si. Profissionais de saúde no grupo chegaram a disputar factos tomados como dados adquiridos por lá, e ninguém teve interesse em debater ideias - sendo preferível partilhar links para o livro "Cérebro de Farinha" e banir quem questionar os seus fundamentos.

      É extremamente imprudente renegar toda a evidência científica disponível, atribuindo visões contrárias a "interesses da indústria" - e assim banalizando a investigação, o conhecimento e o trabalho de profissionais que estudaram durante dezenas de anos aquilo que eles pensam ter aprendido em 5 minutos lendo o site monetizado de um qualquer guru low carb.

      A título de exemplo, houve alguém que, tendo um historial de colesterol elevado e de problemas cardíacos na família, se iniciou sem acompanhamento médico na dieta paleo, com o encorajamento dos membros do Paleo Descomplicado. Estes insistiram inclusivamente que não havia ligação entre a ingestão de gordura - em particular, de gordura saturada - e o colesterol. Afirmaram ainda que limitar a ingestão de hidratos de carbono e de "alimentos processados" iria por si só reduzir os níveis de colesterol no sangue. Quando, após semanas a comer uma dieta com elevado teor de gordura (ovos, bacon, carnes gordas, óleo de coco, lacticínios gordos, manteiga), a pessoa em questão fez análises, os resultados mostravam níveis perigosamente elevados de colesterol LDL, e o seu médico familiar expressou preocupação. Quando referiu isto no grupo, foi-lhe dito que o colesterol podia ter aumentado, mas que não havia ligação entre o colesterol e o risco cardiovascular - e ainda que o seu médico não percebia nada, visto que os seus estudos teriam certamente sido corrompidos pelo lobby farmacêutico.

      Pessoalmente, eu não acho que a existência de profissionais inconsequentes justifique a proliferação de não-profissionais inconsequentes.

      Eliminar
    7. Mas eu não concordo com os extremismos da mesma forma que não concordo com as dietas "chapa 5" de todos os nutricionistas pelos quais passei.

      Se a ideia é procurar um profissional convém que eles percebam mais de nutrição do que eu... Estes dias tive que "ensinar " a um nutricionista que o meu filho APLV não podia comer fiambre porque o mesmo tinha vestígios proteína do LV 🙄🙄 já para não falar que o fiambre não é propriamente uma escolha saudável e não percebo como é que uma pessoa que tem licenciatura na área da nutrição tenta fazer um plano à base disso e de substitutos dos produtos lácteos originais. Um mundo de nutrição à disposição, conhecimento de outras culturas que vivem tão bem sem produtos lácteos e parece que não consigo encontrar 1 único nutricionista que não inicie o processo com exatamente o mesmo plano alimentar que recebo há uns 20 anos... Para isso é preciso estudar?

      Vale-me a gastroenterologista pediátrica para as minhas dúvidas mais prementes que não consigo tirar entre as 1001 fontes e artigos científicos que leio sobre as questões.
      Estou honestamente desiludida com a área da nutrição e neste momento duvido imenso de todas as informações prestadas pelos nutricionistas, principalmente qd me apercebo que nem sobre as recomendações da introdução alimentar se actualizam!

      Acho que nesse ponto o paleo até é melhor. Pelo menos dá liberdade para as pessoas ajustarem o conceito a si, às necessidades e até a horários. Enquanto com os nutricionistas que me aparecem à frente é tudo "chapa 5" parece que vai tudo à net imprimir o mesmo molde e depois é fingir que se está interessado em fazer um plano para a pessoa em questão... E meter pão com Fiambre e outras tretas num plano alimentar para uma criança com APLV.
      Nem nós comemos Fiambre ou qualquer outro tipo de produto do género para lhe facilitar a vida a ele cá em casa...

      Acho que nesse ponto os profissionais podem aprender um bom bocado com a flexibilidade do paleo. Sentes fome comes, não sentes nao comas. Não promovem produtos altamente processados, promovem uma alimentação " limpa" com menos ingredientes possíveis. E como cada um ajusta a si não é chapa 5.

      Se calhar o que me picou foi meterem todos no mesmo saco. Provavelmente a maior parte das pessoas que lá estão não seguem aquilo cegamente....

      Eliminar
    8. Bem, concordo plenamente consigo. Talvez me tenha expressado mal inicialmente.

      Eliminar
  7. Essas pequenas diferenças já são muito boas!
    Uma dica: aprender a ler rótulos e vais ver que, dentro do que comes, vais começar a fazer escolhas muito melhores :)

    ResponderEliminar
  8. https://www.scimed.pt/geral/as-calorias-sao-importantes-para-emagrecer/?fbclid=IwAR3EUIpRl8xktfcyDcZ33lPyh4TeRew94NLsxhoZEG3xOwwlRUJAOvJQFqU

    ResponderEliminar
  9. já li imenso sobre isso :)
    Eu normalmente não como entre as 21h e as 9h30. Ás 9h30 como depois de vir do ginásio. O jejum intermitente se feito com cuidado só faz bem.

    ResponderEliminar
  10. Olá!
    Não conhecíamos este tipo de dieta.
    Esperamos que consigas o resultado desejado.
    Beijinhos
    Lucília e Isabel

    ResponderEliminar
  11. Então, sem saber, faço essa dieta, já que não como entre as 22h e as 7:30 durante a semana e as 9:00 no fim-se-semana. De facto, acordo sempre com muita fome e não era capaz de estar mais tempo sem comer , ainda para mais a trabalhar (haveria de estar sp a pensar em comida).
    SL

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isso não é considerado jejum intermitente

      Eliminar
    2. ahahah

      jejum intermitente é estar 16h sem comida como a S* refere. No seu caso está 9h e meia que é o que eu faço e toda a gente faz: chama-se jantar, estar um bocadinho a ver TV ou a fazer outras coisas e ir dormir, portanto so se come na manha seguinte. Alias, eu ate acabo de jantar por volta das 21h e no dia seguinte tomo o pequeno almoço às 8h portanto até sao 11h sem comer, super normal.

      Eliminar
  12. Se pouco sabes sobre o assunto (conforme mencionado no teu texto) pois então convém que pesquises antes de tentar aventuras à toa.
    O jejum intermitente e a dieta paleo dividem vários grupos com diversas opiniões.
    Faço esse jejum sem querer duas vezes por semana, mas devido aos horários de trabalho e não por me obrigar a tal.
    Não vais emagrecer com o jejum intermitente, mas sim com a alteração de hábitos alimentares e se tiveres muitos quilos para perder, no início da mudança de hábitos será quando vais emagrecer mais, pois o corpo “sabe” que houve mudanças alimentares.
    E não são as dietas que resultam a longo prazo mas sim a Reeducação alimentar.

    ResponderEliminar
  13. Corajosa, eu acho que não ia mesmo conseguir fazer qualquer tipo de jejum! Beijinhos*

    ResponderEliminar
  14. Lê. Vais gostar
    https://vivercomsentido.blogs.sapo.pt/jejum-intermitente-9323

    Blog escrito por dois profissionais de saúde que sabem do que falam
    Eles desmistificam a alimentação (mitos de que comer fruta à noite faz mal, de que comer hidratos como pão/massa/arroz engorda, etc)
    Sigo o que eles dizem e desde então os quilos que perco não voltaram!

    "Se gostas e funciona contigo? Forca! Não há problema! Mas não é melhor que uma dieta de défice calórico!"

    ResponderEliminar
  15. Eu não conseguia, mas força nisso. E vai nos atualizando!! <3

    ResponderEliminar
  16. Começar a ter consultas com um nutricionista não é opção?

    ResponderEliminar
  17. As mudanças da alimentação é que estão a provocar perda de peso, não necessariamente o jejum. Se comeres o mesmo que comes durante as 8 horas em 10h,, por exemplo, é igual, desde que não comas mais do que comerias em 8h.

    ResponderEliminar
  18. 0 desjejum é a refeição mais importante do dia, lembre-se!
    Faço aquela dieta do shake de proteína e muita atividade física!

    ResponderEliminar
  19. Jejum é sempre perigoso, é brincar com o índice glicémico.
    Diabetes, não, obrigada.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares