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O Primeiro!


Com alguma frequência leio mães e pais a queixarem-se nas redes sociais do excesso de "trabalhos" solicitados pelas creches e jardins-de-infância. Eu não sinto mesmo nada disso. Na creche do meu rapaz, pelo que explicaram, vão pedir meia dúzia de trabalhos ao longo do ano lectivo... Não consigo mesmo achar demasiado... pelo contrário, até. Gostava de ter uma tarefa todos os meses.

O Rafael só tem 18 meses, não percebe nada disto, mas acredito que esta seja uma forma bonita de estimular as actividades entre pais e filhos e ajudar os pais a sentirem-se envolvidos no dia-a-dia da creche.

Por aqui, hoje concluímos o nosso primeiro trabalho e não podíamos estar mais orgulhosos. A avó materna fez a botinha em feltro e tratou da estrela com a identificação... Os pais passaram uma hora a colar bolinhas pompom com cola quente. 

Se não for a botinha mais gira da creche, certamente andará lá perto!

Comentários

  1. Para ser sincera dá muito mais trabalho estudar com eles quando chegam ao secundário que fazer estes trabalhos de creche. Eu adorava.

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  2. Eu acho que há creches e jardins-de-infância que abusam, sim. Olha o exemplo da Cocó cuja escola do mais novo pede um trabalho para todas as sextas (se bem percebi). Nem todos os pais têm disponibilidade semanal para andar a inventar e fazer coisas. E depois, admito, acho que em certas idades isto me faz pouco sentido. Quer dizer, percebo a ideia de estimular actividades entre pais e filhos até porque há famílias em que os pais pouco brincam com os filhos e isto ajuda a criar a oportunidade de fazerem coisas juntos, mas quando são demasiado novos para participarem, em que é que isto estimula? A bota juntou toda a família e acho que foi uma actividade engraçada mas o Rafael participou em quê? :) Atenção, não sou contra o iniciativa, pelo contrário, fiz coisas do género na escola primária mas lá está, a idade era outra e permitia criar uma verdadeira equipa pais-filhos para a concretização do projecto.
    Mas também percebo a ideia de fazer os pais sentirem-se mais envolvidos na creche/jardim-de-infância. Eu gosto também e acho importante para nós. :)

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  3. Oooh que fofinha :) este ano ajudei a fazer um anjinho para a creche da afilhada.

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  4. Bem fofinha! Está muito bonita!

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  5. Isso é muito giro no infantário, mas depois chegam ao 1° ciclo e a saga continua. Nos anos 80/90 que foi quando eu andei na primária, os trabalhos manuais eram feitos por nós, devenvolviamos a nossa capacidade de expressão plástica, e éramos avaliados. Nos dias que correm, há verdadeiras competições entre pais, os miúdos raramente fazem alguma coisa, e depois o irritante é a frequência com que o pedem. Para mim não colhe o argumento "passar tempo com os filhos" porque passo mais tempo com eles indo ao cinema, ao parque, teatro, exposições, fazer uma pizza caseira, ver filmes em casa, etc. A partir do momento em que nos obrigam a fazer uma inutilidade que vai parar ao lixo quando voltar para casa, deixa de ser tempo em família e passa a ser tempo de arrelios em família. Odeio estes trabalhos manuais.

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  6. Por acaso não aprecio nada fazer trabalhos da creche (e já fiz vários de artes manuais e até já aprendi a fazer animais em balões para ir fazer à creche no dia da mãe :D ) mas vou sempre fazendo o melhor que sei. Acho que é por ser uma obrigação que não gosto muito.
    Por outro lado, eu própria invento montes de atividades para fazer com elas: pinturas, fantoches, prendinhas personalizadas e sei lá o que mais. Por isso, quando aparece uma por obrigação não me apetece tanto... :P

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  7. Olá,

    A botinha ficou muito bonita! Parabéns!

    Eu penso que as creches, de uma forma geral, procuram estimular o convívio entre pais e filhos, numa altura em que os empregos são exigentes e há pouco tempo para passar tempo de qualidade em família.

    Beijinhos
    Margarida
    https://minhacasadopatio.blogspot.com/

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  8. A botinha ficou gira, de facto. E percebo a ideia de estimular a interacção familiar, mas acho que há creches que pedem demasiado. Os miúdos ainda pequenos não querem saber disso para nada, nem ligam. Felizmente, na do meu filho pediam pouco!

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