segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Saiu-me a sorte grande...


Quando vais ao pediatra, que te pergunta como se porta o pequeno... Ora bem: dorme noites completas desde os dois meses (com pequenas excepções). Come super bem. Porta-se bem. Pouco chora. É um bebé calmo.

Saiu-me a sorte grande, é o que é. Também acho que tenho feito por conquistar a minha sorte, é um facto... Mas reconheço a minha sorte. "Queixo-me" de barriga cheia por me sentir cansada, mas todos os dias agradeço muito ao filhote por ser o menino santo que é. 

27 comentários:

  1. É isso: é uma mistura das duas coisas. A personalidade deles e o "trabalho" dos pais. :)

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    1. Concordo em pleno. Ajuda certamente eu ser muito relaxada!

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  2. É verdade, é um santo, aproveita! E qd começar a andar, estás preparada???

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  3. "que te pergunta como se pergunta o pequeno" ???

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  4. É a primeira vez que o escrevo, mas acho mesmo que não é uma questão de sorte (atenção q eu não tenho filhos). Acho que tem muito a ver com as energias que se passa a cada segundo, mesmo durante todo o tempo que o bebé ainda vive dentro da barriga, tudo conta. Mães mais calmas (com menos ansiedades, mulheres mais bem resolvidas, sem enormes stresses e histerismos) tendem a ter os bebés mais serenos também... Não estou a falar de ser boa mãe ou má mãe, acho só uma questão de personalidades e postura na vida :) muitos parabéns! É delicioso de assistir :)

    http://trendylisbon.com/

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    1. É. Acho que tem imensa influência!

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    2. Eu sou a mesma pessoa, a minha vida tem muito mais stress hoje e tenho muito menos disponibilidade...

      O meu primeiro filho era high need, chorava imenso, não dormia 3 horas seguidas nos primeiros 4 meses de vida dele, tudo o sobre-estimulava. As cólicas eram terriveis, extremamente preso.

      As circunstancias do meu segundo filho sao iguais (duas gravidezes de alto risco com internamento hospitalar), tempo de gestação identico. Tenho menos tempo, tenho mais stress. Com o primeiro pude dar-me ao luxo de estar 12 meses com ele em casa e com este apenas pude estar até os 6 meses e tive que arranjar tempo para terminar alguns projectos que não consegui terminar durante a gravidez.

      Ora o meu segundo filho é calmo, é um bebe fácil, risonho que dorme relativamente bem desde que nasceu. Não sei o que são cólicas, nada.
      Portanto o meu caso é o oposto ao dessas teorias (que desculpe mas não acredito nem 1 minuto nelas). Acho que servem apenas para uma coisa: culpabilizar as mães que tem filhos mais exigentes. Como se não bastasse tudo o que uma mãe passa e todas as pressões ainda querem que sejam responsabilizadas pela sorte... claro que depois temos de reagir às necessidades dos bebés.

      Eu tive 2 filhos que não poderiam ter sido mais diferentes e se alguma coisa mudou na minha "energia" foi para pior...

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    3. Adoro estas pessoas. A sério que sim. Gostava de voltar a ser inocente assim. Claro que os bebés são influenciados pelo ambiente que os rodeiam, mas é a sorte (genética, personalidade, etc) que determina como é que eles vão ser. Resta aos pais e educadores/cuidadores fazer o que acham ser mais correcto em termos de educação. É por essa razão que irmãos, fruto da mesma educação, são tantas vezes tão diferentes em termos de personalidade. No caso de gémeos então é mais gritante.
      Eu, ao contrário da Trendy, já sou mãe de dois meninos e digo-lhe: é uma questão de sorte, sim.

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    4. Trendy Lisbon não! Não tem influência!! Falo por experiência própria! E.. desculpa mas uma coisa é a teoria outra coisa é mesmo a prática!

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    5. Não posso concordar com as anónimas. Aqui há uns mesinhos vi uma reportagem sobre a forma como a gravidez e o stress da mãe influencia os bebés e o crescimento das crianças. Era um estudo que demorou uns 20 anos e ser feito... investigava o facto de, creio que no Alaska, há uns 20 anos ter existido uma terra pequena que ficou sem electricidade durante uns meses. Estudaram as mulheres grávidas naquela localidade. Analisaram o stress causado por essa circunstância - final de gestação, falta de luz, de água quente, de condições, preocupação com eventuais problemas na assistência ao parto. Compararam com mulheres grávidas da mesma zona, mas que tinha luz (provavelmente de terras ao lado) e que não passaram por essa dificuldade. Estudaram as mães e os bebés e concluíram que os bebés, agora adolescentes, das mães que tinham vivido o stress tinham tido muitas mais dificuldades de aprendizagem. Eram crianças com mais problemas de saúde. Alguns até com problemas de socialização. Não fui eu que inventei a teoria. Existem estudos sobre isso.

      Claro que uma mãe e a vida da mãe não faz um filho... mas acredito plenamente que ajude. Aliás, qualquer mulher que tenha sido mãe sabe que os médicos passam a vida a dizer "calma, sem stress". :)

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    6. Erro meu... não foi no Alasca, foi no Canadá, no Quebec. :)

      http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2014-10-01/angustia-sofrida-por-mulheres-gravidas-provoca-mudancas-geneticas-nos-filhos.html

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    7. S* tenha o segundo (ou terceiro, quarto,...) filho e depois conversamos, tá? Quer uma aposta em que vai mudar de opinião? Pode ser que tenha sorte outra vez...ou então, não :)
      Beijinhos e tudo a correr pelo melhor.

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    8. 1 estudo de uma só pequena localidade não é passível de ser generalizado.

      E eu não duvido que possa ser um factor de risco mas não é 1+1=2. Há 1001 coisas pelo meio e factores genéticos e pura sorte tb contribuem e muito.
      Basta teres um bebé com sistema digestivo menos maduro e muitas cólicas para ser um bebé muito mais agitado e complicado. A culpa não é do stress.
      O mesmo bebé só pelo facto de beber leite materno (fácil digestão) ou leite de lata pode passar da criança mais fácil há mais difícil...

      Não é taxativo como foi dado a entender.

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    9. Parece-me natural que seja uma mistura dos dois: personalidade do bebé e meio ambiente fornecido pelos pais. A primeira parte da equação acaba logo com a ideia que isto serve para culpar as mães que têm bebés mais difíceis.
      Depois também me parece natural que o meio ambiente afecte os bebés da mesma forma que afecta um adulto. A própria S* relatou aqui um episódio em que nos primeiros dias do Rafael bastava ele fazer um barulho, para ela lhe dar de mamar, etc. Na noite que em dormiu noutro quarto, o bebé dormiu mais horas seguintes. Afinal de contas, não tinha ali a mãe ansiosa a mexer-lhe a cada barulhinho que ele fazia. :)
      Uma mãe mais descontraída é capaz de provocar menos stress a um bebé que uma mãe mais ansiosa. :) (mas isto a mim parece-me natural. Eu, adulta, prefiro estar ao lado de alguém calmo do que ansioso porque isso também me afecta).

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    10. Ouvi Mozart for babies, ouvi musicas calmas, andei relaxadíssima, calma e feliz e tb tive um bebé high need! Comigo essa teoria não funcionou!! Teorias, farta de teorias! Tentei tudo!! Banhos, massagens, etc! Só começou dormir uma noite inteira a partir dos 4 anos!! Ainda hoje passados anos, assume que não gosta de dormir e hiper enérgico, hiper falador, etc!... Sou a anónima de 10 de janeiro de 2018 às 16:27

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    11. A minha experiência até é oposta à teoria...
      Segundo bebé muito mais fácil apesar de estar numa fase de muito maior stress.

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    12. Não queria acusar ninguém nem esperava vir espreitar os comentários e ter estas respostas :) Não comentei pelo que me "parece ser" nem a tentar ser mais esperta, este é simplesmente um tema que me interessa e sobre o qual me cultivo e comentei aquilo que tenho lido e visto muito na televisão sobre o tema... Além do que vou vendo das mães e bebés que conheço (pessoalmente e agora virtualmente também). É óbvio que não se pode generalizar e que ainda não sei do que falo! Bem sei que da mesma mãe (seja ela mais positiva ou negativa) nascem diferentes tipos de bebés, simplesmente porque cada um tem a sua personalidade! Mas, no geral, o que comentei é simplesmente o que acho mesmo e tenho direito a opinião :) o tema é abstrato e os próprios médicos divergem de opiniões neste assunto... Quem somos nós para andar aqui à batatada? Beijinhos para todas e excelente fim de semana :)

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  5. Que sorte!!! :D abençoado menino!
    Eu tenho duas meninas. A mais velha sempre dormiu muito bem, mas come mal e tem um mau feitio terrível! A mais nova come super bem e é docinha e calminha, mas dá-me noites infernais. Pior: a mais nova acorda, mama, adormece, daí a minutos acorda,... e andamos nisto. Entretanto chega a hora de acordar a mais velha e pronto, vamos as três para a cozinha tratar do pequeno almoço. Seja segunda, terça, sábado,... é igual todos os dias porque a mais velha ao fim de semana acorda religiosamente às 7:30! :o Nunca andei tão cansada na vida!! Nem imagino a logística com três e mais filhos quando com dois já é o equivalente a ser diariamente atropelada por um comboio.
    Felicidades, S*, aproveita! :) bom ano!!

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    1. Tendo a concordar com a anónima que diz"tenha o segundo, terceiro ou quarto filho e depois falamos"... Eu não precisei do terceiro ou quarto, logo ao segundo as ideias e teorias foram por água abaixo. Depois de um primeiro filho pacífico que pouco chorava e que dormiu a noite inteira logo ao partir do primeiro mês, tive um segndo que foi completamente o oposto e, na realidade a minha segunda gravidez foi muito mais tranquila e relaxante que a primeira. Como alguém refere, um sistema digestivo mais imaturo, intestino mais preso, cólicas, uma receita para um bebé inquieto, resmungão e choroso. Creio que e a conjugação de vários fatores e estas teorias na verdade servem apenas em parte para culpabilizar as mães com bebés mais difícéis. Eu era daquelas mães que olhava de lado quando via um bebé/criança a fazer birras em supermercados e afins. Pensava que era uma questão de educação, de postura, simplesmente porque o meu filho mais velho nunca fez tal coisa. Tenho agora um artista que se atira ao chão e bate os pés por tudo e por nada e garanto que a educação é exatamente a mesma que dei ao irmão. Personalidades, feitio, sei lá... há que aprender a gerir, levar as coisas na calma.
      Conceição

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    2. Concordo muito consigo, Conceição. A minha mãe teve 4 filhos. Não podíamos ser mais diferentes uns dos outros :) e eu por acaso até fui a mais chatinha (às vezes penso que o universo vai-me fazer pagar, talvez com a minha mais velha, o que eu fiz passar à minha mãe... Ups!).

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  6. Ainda bem! É aproveitar!
    Também tive assim sorte... no primeiro ano! :)

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  7. O meu filho também é assim! Dormiu mal quando era pequeno mas depois passou-lhe. Mas penso que não seja uma questão de sorte. Acho que tem tudo a ver com a nossa maneira de sermos pais e do tempo que lhes consacramos e o que lhes trasmitimos!


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  8. 0 meu era chorão porque eu chorava todos os dias! Eu, como mãe solteira, tinha que ouvir bronca dos meus pais diariamente porque "me perdi" ou dei o "mau passo", "perdida", "desonrada" e por aí vai...

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  9. Também não tive razões de queixa. A minha filha nunca nos deu uma noite má, uma daquelas noites de choro. Fomos muitas noites com ela ao hospital. Tinha muitas otites e o nascimento dos dentes foi terrível. Mas era uma criança que podia estar com 40º de febre, que continuava a levantar-de de madrugada e sentava-se em cima da mesa-de-cabeceira a cantar. xD
    Que continue assim e com saúde. :)

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  10. O que vale é que entretanto cresces.

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  11. É verdade, também me queixo de barriga cheia mas é tão cansativo, tenho tantas horas de sono acumuladas, nem que dormisse uma semana de seguida conseguia repor... Isto tudo por eles, o nosso amor maior, a nossa vida :-D

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