quarta-feira, 3 de maio de 2017

Verão - missão à vista!


Aproveitando o facto de hoje estar um calor descomunal, acho que é altura de começar a pensar num fato-de-banho ou num tankini. O bebé nasce em Junho, vou ter ainda três meses de Verão depois do parto e Deus-mi-livri-e-guardji de me enfiar num biquíni este Verão. 

Tankini promissor...

Foto de Dama de Copas.

Fosse em menos prendada de peito e queria este:

Foto de Dama de Copas.

Da Dama de Copas, como sempre. A Panache é uma aposta segura.

Se alguém souber de marcas fortes no que toca a design e robustez de roupa de praia para peitos grandes, pois que esteja à vontade para divulgar. Refiro-me a copas E, F, GF, H, J... poupem-me aos "uso copa C, visto grande!". :D

E se alguém souber onde se vende Freya em Braga, no Porto, ou numa terra perto de Viana do Castelo, avise com urgência. 

142 comentários:

  1. De peito realmente grande para peito realmente grande:

    Asos.com - a marca deles não é nada má e também vendem freya e panache por vezes a preços muito bons. (Entregas e devoluções gratis)

    Ebay.co.uk - freya, panache e mtas outras copas grandes a preços optimos. (Funciona bem se ja souberes o teu tamanho)

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    1. Já comprei no Ebay um modelo que já conhecia em cor diferente... mas sem experimentar, é arriscado. Vou pesquisar, obrigada!!

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  2. Eu compro Panache no Porto mas não é na Dama de Copas. Freya no Porto e Braga não te sei dizer.
    Não estou grávida e este ano sinto pouca vontade de fatos-de-banho e biquíni então é para esquecer. Sinto-me flácida buahh, não sei... Talvez veja na Dama de Copas, mas não estou muito entusiasmada, sinceramente.

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    1. Compra Panache no Porto onde? Supostamente eles têm exclusivo nacional. Obrigada.

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    2. Ana, como assim têm venda exclusiva? Compro numa pequena loja de lingerie em Gaia.
      A não ser que tenham deixado de comercializar as peças da marca, já não vou à loja há algum tempo, mas acho que não.

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    3. Estive lá há uns dias, comprei dois soutiens e aquilo que me foi reforçado (e já me tinham dito ha uns 5 anos, quando comecei a comprar lá) foi que a Panache dá exclusividade de venda da marca em Portugal à Dama de Copas. Nada de invulgar se o cliente for mesmo muito bom, já me aconteceu com um fornecedor meu!

      Se houvesse noutra loja, gostava de saber... adoro a Dama de Copas mas confesso que os preços me demovem um pouco. :)

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    4. Sim, eu conheço a Dama de Copas (e já agora também conheço a tua loja amororsa. Ainda não há muito fiz uma encomenda, em Dezembro creio). :) Em relação à loja de Lingerie em Gaia, que referi no comentário anterior, como mencionei, não vou lá há algum tempo mas a loja nem fica muito longe da minha casa. Logo que tenha algum tempo, passo por lá e vejo se ainda vendem Panache. Se quiseres, depois digo-te qualquer coisa. Bjo

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  3. https://www.surfdome.pt/Freya_Clothing_and_Freya_Lingerie~335

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  4. Mas C e grande sim, mais do que isso para mim ja nao e mais grande, e gigante, lol. Infelizmente nao sei de nenhum lugar com coisa boa no quesito praia para seios muito grandes.

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    1. Desculpe, mas o facto de "para si" ser, não significa que efectivamente o seja. :) D é gigante? Ena... está bem!

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    2. As tabelas de medidas/copas variam muito de lojas de shopping para a Dama de Copas ou lojas idênticas.
      Quando numa Women Secret ou Intimissimi o C é condiferado Grande.
      Na Dama de Copas o D nem é tão grande aasim, aliás eles tem uma oferta alargada, com todos os tamanhos e mais alguns, todas as soluções e acessórios.

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    3. Anónima, os números de costas e copas não mudam de loja para loja - são supostamente universais. :) Diga-me é assim... as lojas de shopping só têm até copa D, na loucura a E... A Dama de Copas tem uma gama muito mais alargada. :)

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    4. Não sou a Anónima de cima, sou a Anónima que respondeu à tua irmã acerca da marca Panache.
      Sim, são SUPOSTAMENTE universais. A Dama de Copas e outras lojas idênticas tem uma gama imensamente diversificada, aliás, foi precisamente isso que referi no comentário anterior.

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    5. Sim, S*, exatamente, para mim, ao meu ver, copa C e grande e Copa D tambem, de copa E para frente entao... Considero sim seios gigantes, lol, muito grandes.

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    6. Anónima das 19h33, entendo perfeitamente, mas indico apenas que a maioria das mulheres portuguesas não usa copa A, B ou C. Aliás, infelizmente, a maioria das mulheres - está provado - usa o número errado, porque não sabe bem o que vestir e acha que "se serve, está bem". Não acredito que o nosso país seja um país de copas A, B e C. Pela minha análise "rápida", diria que a maioria é mesmo um D... Os outros números não têm de ser gigantes. Depende muito do corpo de cada uma. :) Claro que são grandes, mas daí a gigantes... ahah

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    7. Há de tudo. Em relação à maioria das mulheres usar soutiens com número errado, aí sim concordo. E já que falamos na Dama de Copas, se lá formos depressa percebemos que usamos o número errado durante vários anos. Os soutiens hão-de parecer enormes, mas faz sentido, o peito fica protegido com copas ideais. Sou a anon 18.48

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    8. De copa E para frente geralmente sao seios muito grandes, e isso nao tem mal nenhum, acho inclusive que preferiria ter peito demais que peito de menos se tivesse que escolher, seria muito traumatizada se apenas tivesse dois biquinhos como seios. Tanto sao tamanhos de peitos muito avantajados que nao achamos esses numeros facilmente em lojas do dia-a-dia, geralmente la vamos a lojas especializadas ou coisa que o valha, com uma gama muito maior de tamanhos. Tenho uma amiga com copa maior que E, e sinceramente, ela tem peito para 4 mulheres, hahaha. Mas sao muito lindos, a rapariga tirou o formato perfeito de seios na genetica.

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    9. Na loteria da genetica.*

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    10. Anónimo das 20h31, sem dúvida... todas as mulheres deviam ter uma consulta de lingerie, uma vez na vida!!

      Anónima das 21h01, talvez por eu ter o peito bastante grande, não consigo achar que uma copa E seja necessariamente uma copa "muito grande". Basta o peito ser mais "largo", ou seja, ter de se apanhar mais perto da axila, para encher mais copas... o que não faz do peito enorme ou gigante. Mas isso, cada uma com a sua ideia. :D Eu tenho peito bastante grande, esse é um facto!!

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    11. Sim, sim, claro. Ha quem ache, ha quem nao.

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    12. Claro que sim, e há quem tenha dinheiro (ou parcerias ou lá o que é) e há quem não!

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    13. Eu sou copa A portanto para mim o D é gigante

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    14. Uso 36D, posso dizer que as minhas mamas são pequenas, mais pequenas do que a maior parte das mamas que vejo por essas ruas fora. Antes também julgava que copa D era enorme.

      Não é preciso muito para ver se vestimos o tamanho certo, basta uma fita métrica e uma tabela de tamanhos. Medimos debaixo do peito e descobrimos o tamanho do tórax, que corresponde ao número. Depois medimos sobre as mamas e descobrimos a copa, que corresponde à letra. E, no fim, descobrimos que uma letra sozinha não define se as mamas são grandes ou não.

      Por exemplo, uma mulher que veste um 42B tem exactamente o mesmo tamanho de mamas de uma que veste um 38E ou outra que vista um 34GG.

      http://damadecopas.pt/blog/wp-content/uploads/2009/09/TabelaCostasCopas.jpg

      Se analisarmos bem a tabela, percebemos que nem sempre um D é grande, nem sempre um A é pequeno.

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    15. Anónima das 19h50, é isso mesmo que eu queria dizer. Conheço mulheres com o peito absolutamente "normal", mediano, que depois me dizem que usam copa E/EE. Para algumas pessoas, pareceria um número gigante... mas não tem de o ser. O peito pode não ser propriamente grande, mas se "começar" mais perto da axila, enche mais copa.

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    16. Eu por acaso uso uma copa maior que E e admito sem problemas que sim, tenho peitos enormes. É o que me saiu.

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  5. Não sei se ajuda a dica mas já comprei panache no site figleaves bem mais barato que na dama de copas. Naturalmente que tive que repetir alguns modelos apenas mudei a cor. Foi só uma questão de ir vendo preços...

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  6. O bebe nasce em Junho... e conta fazer praia depois? É que o bebe não vai poder ir a praia, se a Sónia estiver a amamentar não se vai poder ausentar por mais que 3h (pelo menos no primeiro mês). Não estou a ver como vai a praia... mas desejo-lhe boa sorte lol :)

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    1. Eish, que dramatização... :) Não acho nada que tenha de ser assim! Opiniões.

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    2. É mais ou menos assim mas depois do bebé nascer a Sónia vai-se adaptar às necessidades do bebé e aos horários e ritmos do mesmo....Há coisas que só se aprende e assimila quando passamos por elas e depois há pais que seguem as recomendações médicas e outros não, gostam de fazer como sempre viram fazer...

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    3. Bebes na praia com calor é uma tortura. Tortura para as crianças. O meu filho tinha 4 meses na altura do verão, ia com ele ao final da tarde para a piscina, e com o calor que estava, ele berrava que dava do! Só se calava quando entrava no edificio que estava fresco. Escusado será dizer que fui branca e vim branca, zero praia basicamente. Ia apenas na hora da sesta. Não podemos pensar neles como se fossemos nos, eles não regulam a temperatura corporal por exemplo. Da dó ver mães com recem nascidos nas praias....e quem diz praia diz shoppings

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    4. Por acaso - mas só por acaso - eu nem disse com o que não concordava. Posso deixar o bebé com a avó e ir uma hora à praia, não posso? Posso ir para a praia logo às 8 da manhã, pôr o bebé debaixo do guarda-sol, sem calor, claro... não posso?

      Não vamos fazer generalizações e achar que as coisas são pretas ou brancas. :)

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    5. Uma das minhas primas tinha bastante leite, tirava com a bomba e congelava, assim quando precisava ausentava-se mais horas e quem ficasse com a miúda dava-lhe o biberão com leite materno, por isso sim, é possível.

      Levar a criança para a praia já não concordo tanto e não o faria, mas são decisões pessoais. Com o tempo vais perceber o que é possível fazer ou não. Por exemplo, a ideia de estar às 8 da manhã na praia não parece má em teoria, mas é tanta tralha e tanto trabalho, que é praticamente impossível alguém acordar fresca às 7 da manhã para estar na praia as 8, a prioridade nos primeiros três meses vai ser sempre descansarmos. Mas se calhar, por exemplo, passear na praia às 19h de um dia menos quente já é capaz ser mais fácil :-)

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    6. Ana, sim, concordo em absoluto. Uma mãe pode perfeitamente estar afastada da criança algumas horas... :) Quanto à praia, também prefiro o fim do dia... ahah

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    7. Não querendo bater no ceguinho mas com um recém-nascido eles vão amamentar 7 a 8 vezes por dia, se amamentares em livre demanda podem até ser mais vezes. Um bebé não tem fome por decreto: podes deixar com alguém que tenha o teu leite durante umas horas para que lhe seja dado (até pode ser bom para ti espairecer um pouco) mas também é essencial compreender que um recém-nascido precisa de contacto e de tempo com os pais. Levar para uma praia nos primeiros meses também não me parece o ideal...pelo menos por aqui a recomendação foi e continua a ser evitar sair de casa com o recém-nascido no primeiro mês de vida, principalmente para shoppings. O sol é para ser evitado pelas crianças entre as 10h e as 17h... (eu por exemplo cumpro isso à risca porque tive um primo com cancro de pele, que teve muito por culpa da falta dos cuidados da mãe).

      Cada um sabe de si, claro, mas para mim não faz sentido deixar recém-nascidos com outras pessoas constantemente, por exemplo. Por outro lado, o cansaço de quem acorda e toma conta de um bebé pequeno que não tem ritmos de sono faz com que qualquer pessoa que tenha lidado com um perceba que é bastante utópico pensar que se vai estar fresca e fofa para ir às 7h/8h da manhã para a praia.

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    8. Anónimo das 21h33, embora concorde com algumas ideias suas, vai-me desculpar... mas quem é que falou em deixar recém-nascidos constantemente com outras pessoas? :) Ou quem é que disse que ia com o bebé para a praia no primeiro mês de vida? Eu não fui. :) Aliás, este Verão vamos ter a sorte de ficar os dois com o bebé, em casa, durante dois meses... por isso, naturalmente, vai estar sempre connosco. Mas quero fazer como a minha mana sempre fez e estar à vontade para deixar o filhote com os avós, os tios, os tios avós... com toda a gente em quem confio a 100%. Acho que só é benéfico para os familiares, para o bebé... e claro, para os pais, que também precisa de um jantarzinho romântico de vez em quando. :)

      De resto, eu não sou adepta da livre demanda. Vou dar de mamar quando o bebé pedir, claro, mas vou tentar instituir horários. O meu médico é dos que defende que o bebé se adapta ás nossas rotinas e não o oposto - e eu concordo. :)

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    9. Eu também achava isso, até que o meu filho nasceu, teimoso como só ele e afinal tive que fazer uma rotina adaptada a ele. Isso é como mandar bitaites sobre a educação dos miúdos antes de ter filhos. Idealizar é giro mas as vezes não é a realidade :)

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    10. Desculpas S* mas não fazes a minima ideia do que estás a falar, e um bebé nunca se adapta à rotina familiar a familia é que tem que se adaptar à rotina do bebé. Quando não tiveres tempo para dormir sequer depois vais ver ou então poderás ter a sorte de ter um filho que durma logo 6 a 7 horas durante a noite, mas não te preocupes que eu quando estava grávida também pensava como tú que o bebé nascia e a rotina da familia continuava a mesma mas só com mais o bebé....mas que burrinha e inocente que eu era...mas o meu filho rapidamente me mostrou o contrário...

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    11. Anónima das 10h07, acho que não leu bem: é o que o meu médico aconselha, tentar ajustar as rotinas do bebé às nossas. Se quiser achar que o meu médico é burrinho e inocente, pois que ache. :) Claro que sei que o mundo não é cor-de-rosa, mas disse que farei esse esforço!

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    12. Eu não quis insinuar que ias deixar o teu filho constantemente, disse que na minha opinião não faz sentido fazê-lo (nós somos o mundo deles, eles não têm noção que quando nos afastamos regressamos depois: para eles é como se nós deixássemos de existir mal deixam de nos ver e isso fá-los sentir ansiosos). Eu sou a favor de deixar com familiares responsáveis e em quem confiámos mas não nos primeiros meses, exceptuando situações ocasionais e necessárias (e pode ser necessário para uma mãe ter 1hora de vez em quando só para si e para se mimar ou 1 hora para o casal ter tempo para si).
      Apenas dei a minha opinião precisamente porque vejo pais que basicamente têm filhos para os entregar aos outros e nada fazem para estabelecer o vínculo ou ligação com o recém-nascido. Não estou a afirmar que é o teu caso.

      O médico em questão é pediatra? Acho esquisito a opinião e noção desse médico sobre o que é um recém-nascido e a sua capacidade de regulação do apetite e sono. Um recém-nascido não pode ficar mais de 4/5 horas sem comer, correndo o risco de entrar em hipoglicémia ou desidratação. Se nascer com percentil 50 ou inferior o mais certo é orientarem para dares de mamar no máximo de 3h em 3h durante a noite e de 2h em 2h durante o dia e só depois do 1º mês (caso ele não perca demasiado peso ou não desenvolva como seria suposto) é que te dão carta verde para o deixares dormir durante a noite e mesmo assim habitualmente recomenda-se não deixar passar 5h entre amamentações durante a noite, mantendo-se as 3h em 3h durante o dia.
      Além disso, tirar leite e dar ao bebé é uma opção interessante mas para quem quer ter leite e não dar LA é uma péssima ideia andar a tirar com a bomba para os outros darem no biberão: facilmente um bebé começa a recusar o peito da mãe pois mamar do biberão é muito mais fácil que da mama em si e um bebé que não amamente da mama é também uma situação onde a produção de leite não é tão estimulada, aumentando a necessidade de LA rapidamente.
      (sendo que a amamentação só se estabelece a sério mais ou menos 3 semanas após o nascimento e quem não dá em livre demanda nesses primeiros tempos raramente consegue estabelecer a amamentação a longo prazo - os horários vão sendo adaptados depois). E honestamente não percebo como é que alguém que vai amamentar ou pretende pode ser contra a livre demanda pois no inicio significa que eles têm fome e/ou que precisam desse contacto... privar os filhos do contacto pele-a-pele que pedem é a meu ver algo muito mau e impedir a sua alimentação ainda pior.

      Em relação ao horário e o bebé ter de se adaptar é de rir. Desculpa mas um profissional de saúde que dissesse isso de um bebé recém-nascido era um profissional que nunca seguiria um filho meu. Um bebé não tem capacidade de auto-regulação, de forma nenhuma. Eu concordo que os bebés devem ser adaptados mais ou menos às nossas rotinas (desde que as mesmas tenham em consideração o seu bem-estar) mas pensar que a maioria dos bebés nos primeiros 3/4 meses de vida vão viver de acordo com as nossas rotinas e ritmos é não fazer a mínima ideia do que é um recém-nascido...e isto dito por um médico a meu ver é muito grave. Depois há aquelas mulheres que entram em paranóia porque a criança tem 3 meses e não dorme a noite toda ou precisa de colo ou tem cólicas... é mesmo pena que existam profissionais de saúde que não saibam explicar as coisas às pessoas que vão ser mães, sem as alarmar ou preocupar excessivamente mas explicando-lhes que ter um bebé implica uma mudança na vida, habitualmente muito radical, nos primeiros meses de vida. Se calhar haviam menos mães a pensar que são péssimas ou que estão a fazer algo errado porque os filhos delas não são tipo nenucos com botões de on-off que dormem a noite toda e que só se alimentam quando os papás também estão a preparar as suas refeições.

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    13. Estas ideias pré definidas antes do bebé estar cá fora são muito giras mas podem ser um tiro no pé. Eu também dizia que o bebé teria horários para comer, mas depois ele nasceu, e infelizmente fez-me a vontade, e eu desejei que não tivesse feito. Ele dormia à vontade 3/4 horas, e eu, que tinha muito leite e 1 hora após ele mamar já estava cheia de dores e a escorrer leite por todo o lado, até matava para que ele mamasse de forma mais frequente. À custa disso tive 2 mastites em 3 semanas que me atiraram para acama com 40º de febre. Já para não falar que não podia sair de casa, porque o leite era tanto que eu ficava toda molhada, não havia discos que me valessem...

      Uma amiga minha também fazia esses planos todos que a S faz ( e ainda aproveitava para criticar as mães que não fizeram o mesmo que ela queria fazer), o miúdo nasceu em junho e ela fazia planos de passar uns 2 meses de férias na praia e rio. O miúdo era daqueles que chorava imenso, e ela acabou por ficar em casa os primeiro 3 meses do bebé, a tentar descansar nos espacinhos de paz que conseguia.

      Portanto, o meu conselho é, esperar para ver. Pode correr tudo muito bem, mas pode também pode correr menos bem. E para evitar frustrações maiores, o melhor é viver um dia de cada vez.

      AnaC

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    14. Por acaso, também não estou a ver como é que se adapta um recém-nascido às rotinas familiares. Um bebé já com vários meses, entendo (horas das refeições, hora de dormir, etc...É até essencial que assim seja), mas com um recém-nascido qual é a ideia? Se ele chorar de fome de forma aleatória, não se dá leite até terem passado 3h da última refeição para que ele perceba que deve comer de 3h em 3h? Não se deixa dormir de dia para que perceba que tem de dormir de noite? Acorda-se da sesta porque àquela hora sempre foi a hora de ir ao supermercado/almoço de família/praia? Como disse, em bebé de alguns meses, entendo a ideia do médico e o sentido de se fazer esse esforço, mas como é que isso se faz num recém-nascido?

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    15. Não me admira que se veja tantas mães amarguradas e revoltadas com a sua vida, e invejosas da vida dos outros.
      Desde quando é que por se ter um filho não se pode ir a praia depois nem que seja 1 hora? Desde quando é que uns país têm de adaptar tudo e mais alguma coisa ao bebê que nasce??
      Por se ser mãe não tem de se deixar de ser mulher antes!! Não tem de se deixar de fazer o que se gosta!!
      E mais caros comentadores, vejo vos a escrever isto na S* mas noutras bloggers que vivem a vossa pala não vos vi criticar quem foi para a praia 2 semanas depois duna cesariana. Ou quem viaja por semanas e deixa os filhos.
      Deixem de ser invejosas e comecem também vocês a fazer o que vos apetece (dentro das possibilidades de cada uma) e a serem menos amargas. É que se olha para vocês e se percebe que são pessoas muito tristes.

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    16. Ana C, tem noção de que este é APENAS um post sobre fatos de banho? A malta é que começou com as conversas do costume sobre como vão ser os primeiros meses de vida do meu filho - que ainda nem nasceu. Como muito bem disse, esperar para ver. :)

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    17. Tété, eu não disse que o meu médico disse que o recém nascido se tem de adaptar às nossas rotinas. Disse que o bebé (não falei em recém nascido) se deve adaptar às rotinas da família. Por isso, essas tuas dúvidas não me parece que tenham muita razão de ser...

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    18. Anónimo das 10h35, vai-me desculpar, não leve a mal... mas este é apenas um post sobre biquínis, fatos de banho e tankinis... acha mesmo necessário estar a duvidar de um profissional de saúde e estar a explicar-me tudo aquilo que eu estou a aprender nas aulas de preparação para o parto sobre amamentação e afins?

      Temos claramente visões de vida diferentes. Para mim, mesmo nos primeiros meses, não tem qualquer mal deixar o meu filho com a minha mãe, tia, irmã... Não vejo mesmo mal absolutamente nenhum, acho até saudável e bonito - para todos.

      Estar já a preocupar-me com o percentil do bebé parece-me descabido, na verdade. :/ Vamos supor que o bebé é saudável e de bom peso, não vou embarcar em suposições negativistas.

      E eu não sou contra a livre demanda, apenas não a praticarei. Para mim, a não ser no primeiro 1/2 meses, não faz sentido ter a mama sempre disponível. Sei de mães que deitam o bebé na cama, durante a noite, e ele mama quando quer. Para mim, isso não é concebível. Não quero. Quero muito dar de mamar, mas com horas, a não ser que tenha outra indicação do médico.

      Relaxe, de verdade... Isto é só um post sobre fatos de banho!

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    19. M., acho tudo isto um exagero, de verdade...

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    20. S* isto não é exagero é a realidade de mães com filhos recém-nascidos, mas a tua arrogancia de sabe tudo e quero fazer aasim é maior por isso não te esqueças de nos ensinar a todas nós como é que impões horários de alimentação em bebés (Excepto quando começam a comer sopa ao almoço e que tanto pode ser as 11 da manhã se eele estiver acordado como as 2 ou 3 da tarde quando ele acordar)etc...

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    21. É de facto um post sobre fatos de banho, mas também alimentaste a conversa, podias não ter encaminhado para tal, ou não dizias nada, ou não publicavas os comentários maldizentes.
      Acho que pecas muitas vezes por dar respostas vagas e difusas, que fingem estar a responder às pessoas para te defenderes do que disseste primeiro, mas depois alguém contrapõe e tu dizes "ai eu não disse isso"... N sei se fazes de propósito ou se n te sabes exprimir bem. Já no post dos produtos de bebé que dava todo o ar que os tinhas comprado para o bebé, depois tiveste a desculpa que não era para recém-nascido e que nunca tinhas dito isso em lado nenhum. Mas pronto, o blog é teu e publicas o que quiseres, já sabes é que há vozes discordantes em tudo, até nas mais pequenas coisas.

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    22. S*, a tua resposta é que não faz muito sentido. Estamos a falar de um post de fatos de banho, de um bebé que nasce em Junho e de aproveitar o Verão. Vais portanto dizer-me que não estamos a falar de um recém-nascido ou bebé bem pequenino? Se o Verão é de Junho a Setembro, o Rafael terá menos de 3 meses durante o Verão. Daí a minha questão: como é que se adapta um bebé de menos de 3 meses às rotinas familiares? Não é uma crítica, é uma pergunta, apenas isso. Porque eu tive uma bebé come-e-dorme, que com 1 mês dormia 7h seguidas e com 2 meses chegava a dormir 14h, mas ainda assim sei que nesses primeiros meses quem estabelecia muitas rotinas era ela (aliás, não havia grandes rotinas...Ela ainda estava a adaptar-se ao mundo. Pensei que era assim com todos os bebés).
      Atenção que eu não estou a criticar ires para a praia, deixares o Rafael com os avós, nada disso. Como eu não amamentei, tudo isso era possível, como vês. Apenas questionei (e não critiquei) a parte das rotinas porque, para mim, é um pouco estranha.

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    23. M.

      Há mães amarguradas e revoltadas com a vida por uma série de razões. E uma delas é que durante a vida só ouvem coisas como "o meu bebé dorme a noite toda", "ai, eu continuei a fazer a minha vida de antes", "não dá trabalho nenhum". Basta frequentar alguns fóruns na internet para perceber a quantidade de mães que acham que estão a fazer coisas erradas e procuram soluções para coisas tão simples como "o meu bebé de 15 dias não dorme a noite toda" (sim, já li isto). Algumas chegam a ponderar dar calmantes ao bebé porque "todas" as outras mães dormem a noite sossegadas, vão à manicure todos os dias, saem com as amigas...Por isso são elas (e os bebés delas) que têm um problema qualquer.
      Eu não acho que não se possa ter 1h por dia para ir à praia, mas não acho que seja assim tão certo que isso aconteça sempre. Porque acho que depende dos bebés e das pais. Eu não amamentei por isso tinha mais liberdade pois podia sair sem estar preocupada se ele teria fome, por exemplo. Mas uma mãe com um bebé que ainda não tenha os horários de amamentação definidos, como faz? Ou aquelas bebés que choram durante horas e que fazem com que a mãe aproveite cada segundo para dormir (em vez de fazer outras coisas como tomar banho ou comer, quanto mais ir à praia)? Porque é que o facto de haver mães que podem tirar 1h por dia invalida o facto de haver mães que não conseguem? Não será um exagero para os dois lados?

      Quanto à parte da adaptação, sou sincera, ainda esta semana pensei nisto e a S* ainda não tinha sequer escrito este post: não entendo como é que há pais que dizem que quando o bebé nascer, ele é que se adapta e que vão continuar com a vida de antes. Não é uma crítica, é mesmo não ser capaz de entender, por muito que faça o esforço. É que eu antes decidia ir ao cinema e ir, decidia comer uma tosta ao jantar e comia, decidia dormir até ao meio-dia e dormia...E depois a minha filha nasceu. E eu continuo a ser uma mulher com vontade de ir ao cinema de repente, de não cozinhar o jantar e de dormir até ao meio-dia, mas agora tenho-a a ela e isso não é compatível. A minha vida mudou sim quando ela nasceu e eu não consigo perceber como é que não poderia ser assim.

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    24. Com comentários como os que aqui vejo, se não fosse mãe de 1 e não tivesse outro a caminho, achava que a maternidade afinal era um bicho papão, castrador e horrendo, capaz de tornar a mais feliz das vidas numa coisa miserável!
      Há vida para alem da mama, da fralda e dessas teorias todas e desenganem-se se acham que quem vive a maternidade com descontração e serenidade são piores mães do que vocês.
      Há quem viva única e exclusivamente para um filho e há quem prefira manter uma vida saudável e equilibrada entre a maternidade e a pessoa que já era antes de ser mãe.
      S*, eu sempre deixei o meu filho com a família sempre que necessário e acredita que isso sempre fez todos muito felizes. Ele foi para a praia, piscina, viajou de carro, avião e a pé. Sempre deixei as pessoas próximas pegarem nele, andou na rua, tem dias que fez/faz os meus horários e tem dias que eu faço os dele. Foi vacinado, usou fraldas descartáveis, come carne, peixe e só não come chocolates porque não gosta. Jamais viveu numa redoma, não significando isso que viva uma vida descuidada, irresponsável nem com menos amor. Como resultado tenho uma criança normal, feliz, saudável, equilibrada que vive no meio de uma família também ela feliz e a qual não abdicou da sua vida para o ter, mas que o juntou à felicidade que já existia aumentando-a.
      Cada miúdo é um miúdo, cada mãe é uma mãe e já chega de doutrinas facebookianas. Faz o que, como mãe, achares melhor. Muitas daquelas que aqui apregoam todas estas teorias e cuidados, leis e regras da maternidade, são as mesmas que em vez de levarem uma criança ao médico pespegam fotos das maleitas no facebook e fazem o diagonostico com base em bitaites online!
      Desculpa o testamento, mas cada vez mais tenho menos paciência para quem se acha um expert e uma sumidade da pediatria, da ciência e da educação, distribuindo por aí lições que não lhes foram encomendadas!
      Aproveita bem que ser mãe é muito mais fácil e feliz do que aquilo que aqui vejo relatado :)

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    25. Eu sei que o tema dos comentários extrapolou o tema do post, eu limitei-me a comentar na sequência. Mas é a tal coisa, os primeiros meses de um bebé podem ser muito bonitos, mas também podem ter muitos contratempos. Não estava a criticar de forma alguma, muito menos a agoirar, estava a tentar explicar o porquê de acreditar que não se deve idealizar muito. Para evitar frustrações, o melhor é viver com calma, um dia de cada vez, e fazendo o nosso melhor. Acho muito bem que compre um fato de banho bonito, mas se calhar eu esperaria para ver se teria um bebe calmo, uma amamentação fácil, e um pós-parto tranquilo e descansado, porque se não tiver nada disto, ainda se vai juntar à equação, a frustração de não fazer praia e ter gasto dinheiro para nada...

      De qualquer forma, eu acho sempre que estas discussões podem ser benéficas e saudáveis, desde que com respeito, ler diferentes opiniões e experiencias pode ser benéfico.

      AnaC

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    26. Tété, acho que há aqui algo que não está a gerar entendimento. Ninguém vai para a praia todos os dias - pelo menos, eu não vou. Se te disser que vou para a praia uma vez por semana, posso estar a pecar por exagero. Não sou a maior fã de praia, detesto torrar ao sol. No entanto, este ano, acho que o devo fazer, até porque quero ver se ajuda a minha pele da barriga. Mas sou capaz de ir à praia uma vez por semana, duas na loucura. Nunca indiquei uma hora por dia. :)

      Se há mães que se preocupam em demasia com as "referências" que ouvem das outras mães, eu não sou uma delas. Tenho tido uma gravidez santa, não stresso com nada, ando bem, fresca e airosa. Isso certamente ajuda, claro. Mas sei que há mulheres que efectivamente são muito nervosas e preocupadas. Respeito totalmente, eu não sou assim. A um mês e picos do parto, nem sequer penso nisso, quanto mais andar ansiosa... É do meu feitio.

      Estás só a "pecar", digo eu, porque ninguém aqui disse que se vai manter a vida tal e qual como era. Isso é impensável. Claro que tal coisa nunca poderia acontecer. Nem é essa a preocupação... eu apenas acho que vai ser perfeitamente possível ir à praia um vez por semana, se calhar. E se não calhar, pois não vou - sem dramas. Não quero que alguém ache que tem de fazer igual, que tem de conseguir... era o que faltava. A minha irmã, por exemplo, sempre deu de mamar "na boa", mas há mulheres que usam 1001 cremes para os mamilos, que sangram, que sofrem horrores. Por que motivo vou eu achar que vou ser um dos casos maus? Pode-me acontecer, claro... mas prefiro acreditar que vou ter a "sorte" de dar de mamar sem problemas. Se não conseguir, resolve-se.

      A mim o que me chateia, na verdade, é todo o negativismo. Parece que uma pessoa não pode pensar positivo... temos de achar que vamos ter noites tortuosas, dar de mamar a chorar com dores e que vamos ter um filho sem rotinas? Não me parece que adiante de nada. Pode acontecer, claro. É até bem provável que aconteça... mas, se ainda não aconteceu, dramatizar para quê?

      Quanto às rotinas, não concordo contigo. Eu não falei em criar rotinas para irmos ao cinema... mas o meu médico (que é o mesmo da minha mana e sobrinho) defende que os bebés devem comer sempre antes dos pais, por exemplo, para que os pais depois possam estar sossegados. Isto, para mim, é criar uma rotina. Uma rotina positiva, que só pode trazer vantagens.

      "A minha vida mudou sim quando ela nasceu e eu não consigo perceber como é que não poderia ser assim." Estamos plenamente de acordo.

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    27. Tété, quanto às rotinas e à praia, eu não acho errada a ideia de levar um bebé de 2 ou 3 meses para a praia. Se não tiver indicação médica contra, pretendo fazê-lo. Por isso, a questão da amamentação, para mim, nesse caso não se coloca. Com guarda sol e tapa vento, o bebé está tão bem na praia como na varanda de casa. Apanha ar fresco, a mãe pode estender-se ao sol... e quando ele acordar, a mãe vai dar de mamar e estamos todos felizes. Eu não vejo qualquer problema em levar o bebé para a praia. :)

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    28. Anónimo das 14h10, todos os produtos que comprei são para o bebé, óbvio. Nunca disse é que óleo Johnson era para recém nascido - algumas pessoas é que resolveram achar que sim. Aliás, se tiver lido todos os posts que eu fiz sobre o assunto, vai ver que algures eu disse que, para os primeiros meses, queria a gama Oleoban - porque é a que a maternidade de cá usa e só tenho boas referências. Já tenho gel e creme de corpo para os primeiros tempos... depois, sim, pretendo usar outras marcas, mais "comerciais", provavelmente. Se o bebé não tiver problemas de pele, não deverá ter problemas com essas marcas. E, se tiver, não uso os produtos. Simples assim. Não é preciso fazer dramas com isso. :)

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    29. Anónimo das 14h09, arrogância? Chama-se apenas "pensar diferente de si". O respeito é uma coisa muito linda e, acredite, é de borla.

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    30. Palmas às mães que educam os filhos como seres unicos no universo, que condicionam a sua vida por eles, que adaptam as suas rotinas às deles, que não são capazes de os deixar com os avos (que por acaso foi quem criou/educou os pais) ou com alguem em quem confiem. Estão a criar pequenos ditadores, a dar passos largos a caminho do divorcio, e de se isolarem no mundo.
      Por aqui temos um bebe de 3 meses (que passou a segunda quinzena de vida nos cuidados intensivos) feliz, bem disposto, sorridente, desenvolvido, estimulado e completamente adaptado à nossa rotina. Vai connosco jantar fora, a eventos, às compras, à praia, à missa, etc. Sai de dia e de noite, adora os pais mas fica muito bem com as avos e com as tias quando os pais querem namorar ou fazer coisas mais chatas e demoradas. Mama em livre demanda, sendo que ha sempre leite congelado para quando a mae não está. Dorme na cama dele, na nossa, no carrinho, no sofá, em casa, no shopping ou no restaurante. É feliz, imensamente feliz e isso só é possível porque quem está à sua volta também o é, e somos porque não nos anulamos e conseguimos manter a vida que tinhamos antes do bebe.

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    31. Anónimo das 15h26, respeitando quem não o faz, parece-me algo descabido não confiar os nossos filhos às pessoas que nos criaram - geralmente, os avós do bebé. :) Eu confio totalmente.

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    32. Se nem os médicos têm todos a mesma opinião...quanto mais as pessoas! Tem atenção que o médico não é pediatra, não deixa de ser médico obviamente, mas não é a mesma coisa, sobretudo a nível de conhecimento comportamental. Não sou médica, mas sou utente, e já tive várias situações em que a minha médica de família (que adoro e é óptima enquanto profissional de medicina GERAL) me mandou fazer determinados exames ou tratamentos e quando me encaminhou para a especialidade a nível hospitalar voltei à estaca zero e houve coisas decididas pela médica que não devia ter feito e outras que devia ter feito e não fiz. O médico pode achar uma coisa é até vir a ter razão, mas também pode não ter. Sendo tão novo, se calhar nem filhos tem... E estas não são questões de medicina, são questões de experiência da vida.

      Acho que muitas vezes as pessoas só te tentam alertar para certos pormenores, mas levas sempre a mal.
      Eu também não gosto de negativismo, mas não gosto de ver a vida demasiado cor de rosa no seguinte sentido: acredito que à partida não há motivo para as coisas correrem mal, mas gosto de estar informada sobre tudo o que pode acontecer, gosto de saber com o que posso contar para estar preparada para tal, mas não conto que vá correr mal só porque há essa hipótese! Como se costuma dizer, não estou a contar com o ovo no cu da galinha!

      Acho que és um pouco fechada a opiniões contrárias às tuas, só dás valor às que são condizentes com as tuas - os outros são sempre maldosos. E se há pessoas que aqui o são, realmente, também vejo muitos comentários que só por estarem em desacordo mesmo que não sejam desagradáveis, levas isso muito a mal.

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    33. Anita, pretendo fazer exactamente como fez. :) Ser feliz, viver relaxadamente, aproveitar o filhote e fazer com que o filhote APROVEITE o mundo e todos aqueles que o rodeiam e amam!

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    34. S*, por mim podes ir 1h à praia todos os dias, ou ao cinema, a fazer as unhas, ou namorar, não sei, o que quiseres. Não posso mandar bitaites sobre isso porque não sei como vocês funcionam, qual o suporte familiar e que tipo de bebé é o Rafael. Daí não me teres ouvido dizer (ou escrito): "Pfff, ir para a praia?? Pfff, estás doida. Não tens mesmo noção do que é ter um bebé", porque eu própria acho que depende de muita coisa. O levar o bebé para a praia acho que depende mais uma vez do médico e do bebé, nada mais. Mas há mães que não se sentiriam confortáveis, há bebés mais sensíveis, foi isso que eu quis dizer. O facto de uma mãe ter tempo e sentir-se confortável não invalida que outra mãe prefira ficar em casa com o bebé (sem ser logo apelida de "só vive para o filho, é uma amargurada, infeliz que vai ter uma depressão porque não tira tempo para ela e se esqueceu de ser mulher. Ah, e é invejosa").
      Mas esta minha comparação entre mães era só por causa do comentário da M. Não era nada contigo. :)

      Eu contigo não estou mesmo a falar da questão da praia, de sair ou não sair. Até posso ter a minha opinião mas não acho de todo que seja necessário dá-la. Questionei apenas a parte das rotinas. :)

      E concordo contigo que hoje se peca por negativismo (tudo na maternidade é mau) da mesma forma que se peca por tudo cor-de-rosa (dores, sangue, tudo é lindo, tudo se esconde e não se conta). Enfim, mais uma vez, acho que se peca pelos dois lados.;)

      Mas por exemplo eu não acho que a ideia de ter "um filho sem rotinas" seja algo negativo, quando falamos de um recém-nascido. Parece-me algo natural (tipo dizer que após o parto se perde sangue...Não é agradável, não é giro, mas não é negativo. É natural, acontece). Os bebés quando nascem não sabem o que são rotinas e são ainda muito pequeninos para aprendem. Diz-se que o primeiro trimestre cá fora é o quarto trimestre de gravidez. Eles querem colo, comida, dormir...Não há grande espaço para regras, penso eu. :)

      E agora atenção: eu não tenho nada contra o teu médico, não o conheço, não faço ideia de quem seja, o que defende, se é bom ou mau. E até acho interessante por exemplo essa rotina que ele te disse. Eu fiz isso quando começámos as sopas (não dava para ser tudo ao mesmo tempo em termos práticos) mas depois, logo que possível, passámos a comer todos ao mesmo tempo para que ela aprenda a saber estar à mesa, a comer, por imitação. Ou seja, até posso fazer as coisas de forma diferente, mas não deixa de ser interessante comparar rotinas, falar delas.
      E eu defendo as rotinas, gosto de rotinas, acho que as rotinas ajudam. Só não acho que (ou não vejo como) se apliquem a um bebé tão pequenino ou como é que eles se adaptam aos pais. Mas mais uma vez, isto sou e a minha experiência. :)

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    35. Anonimo das 10:35 tanta ignorância em forma de certeza... para o 'problema' do tirar leite dar de biberon e o bebe rejeitar a mama por ser mais facil o biberon, ha umas tetinas da medela que imitam o mamilo e só deitam leite se o bebe sugar como suga na mama. Chamam-se Calma e estão à venda em farmacias e lojas de puericultura. Mais informação e menos certezas absolutas, sim?!

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    36. Tété, sim, não tenho paciência para as "delícias" da maternidade, tal como não tenho para os "terrores" da maternidade. Tem certamente o seu lado bom e o seu lado mau. O parto a mim não me incomoda (até ver...) porque sei que é uma coisa que vou ter de suportar para ter o meu filho cá fora. Já suportei outras coisas, certamente conseguirei suportar o parto. Como diria a minha mãe, "incha, desincha e passa". Tem de ser.

      As rotinas, para mim, fazem todo o sentido. Mas fazem sentido por agora... depois podem deixar de fazer. Posso perceber que são inviáveis. Na teoria, gostava de criar rotinas - banho sempre à mesma hora, dormir à mesma hora (na medida do possível...), comer de X em X horas. Gostava de tentar. Acredito que as rotinas ajudem até o bebé a "organizar-se". Pegando no exemplo do meu cão Pirata (poupem-me aos "estás a comparar a criança ao cão?"): ele já sabe que antes de ir dormir vai à rua fazer necessidades; já sabe que quando se diz "vai para a naninha", é para ir para o quarto dele; e até já percebeu que a dona se anda a levantar 4/5 vezes por noite para ir ao WC mas que ele só está autorizado a sair do seu quartinho de manhã. É um cão, não pensa, mas percebeu isto em 4 noites. ahah Vou tentar incutir rotinas ao meu filho porque acredito que ele até se sentirá mais tranquilo se começar a perceber "o que vem a seguir". Se não der, paciência. Tentarei!!

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    37. S* é isto mesmo o que a Teté disse e não estamos a criticar estamos apenas a falar daquilo pelo qual vivemos, e também há outra coisa, há muitas mães da blogosfera e comentadoras que fazem tudo e não mudam rotinas porque tem empregadas para fazer tudo em casa e tomar contas das crianças e elas continuarem a fazer as suas vidas normais, e outras que "depositam" literalmante os filhos em casa dos avós(experiencia próxima familiar)em que os pais não passam tempo nenhum com os filhos, nem criam uma relação de afectividade com eles e depois somos TODAS uns excelentes pais, os melhores do mundo mesmo que não passemos de uma valente porcaria como pais.

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    38. Ah e se tiveres oportunidade e dinheiro procura um bom pediatra e conversa com ele e vais ver que é muito diferente ser "médico de familia" ou "pediatra". E é sim recomendado pelos pediatras que o bebé no primeiro mês não saia de casa nem ande ao colo de outras pessoas que não seja a mãe ou o pai, e vitar ao máximo as visitas e muito menos deixar dar beijos pois os bebés nascem sem defesas nenhumas e podem apanhar doenças muito graves transmitidas por adultos inconscientes. E outras crianças tocar em bebés...só nos pés...

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    39. O meu filho nasceu em Março e em Junho fomos à praia algumas vezes. Que me lembre, nunca chorou... Mas graças a Deus o meu filho até ao 1 ano de idade era um santinho. :)

      Compramos uma daquelas tendinhas na decathlon e dormia à sombrinha descansado, quando quis mamar mamou (eu encostava-me na tendinha e estavamos os dois confortáveis), brincava com umas bolinhas... e pronto, apanhamos o nosso sol os dois. Não estivemos horas na praia, provavelmente apenas 1h ou 2h, mas como vou sempre à praia com a família toda (incluindo a autora do Blog que é minha irmã) correu tudo às mil maravilhas.

      As simples as that.

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    40. Mas porque é que o que é bom é deixar os bebés com os avós, deixá-los dormir na cama dela, na nossa, no carrinho, no sofá, no shopping, no restaurante, levá-lo à praia, à piscina, dar-lhe a comer de tudo, etc, etc?
      Porque é que o bebé não pode ter como regra dormir só na cama dele e não comer algumas coisas? Porque é que os pais não podem resguardar os bebés no primeiro mês? Porque é que os pais não podem ser felizes por fazerem planos sempre com o bebé, não o deixando com os avós (que não é por terem criado os filhos, que conseguem ser bons cuidadores dos netos, mas isto é outra conversa)? Porque é que os pais não podem adaptar-se aos horários dos bebés nos primeiros meses sem tentarem contrariar isso todos os dias (muitas semanas dormi eu das 7h às 15h, que era o horário que ela fazia até eu docemente e com calmo conseguir alterar)? Porque é que o correcto é que o bebé faça a nossa vida, indo connosco para todo o lado? Porque é que ficar com os filhos é fazer deles ditadores (coitados daqueles pais sem família ou amigos por perto)?
      Porque é que não mantendo a vida que tínhamos antes (eu não consigo, por falta de tempo e dinheiro), não podemos ser felizes e ter bebés felizes? Porque é que isso é sinónimo de os pais se anularem?

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    41. Anónimo das 16h06, eu acho irrealista pensar que se consegue ter uma vida igual antes e depois de ter um bebé... mas acho perfeitamente realista (e ideal) continuar a fazer coisas "só nossas", como ir arranjar as unhas uma vez por mês... coisas assim. :) Nem 8 nem 80.

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    42. Anónimo das 16h11, por aqui não se defende essa ideia de que ninguém pode tocar no bebé a não ser pai e mãe... desde que se fale de um círculo próximo de pessoas, sinceramente, a mim é coisa que não me afecta minimamente. Não pretendo evitar que as outras pessoas toquem no meu filho.

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    43. E essas tuas ideias de rotinas parecem-me muito boas, a sério. Também o fiz e ainda faço. Nunca pensei é que desse para fazer com um bebé tão pequenino. Aliás, o meu conselho a uma amiga grávida foi esse mesmo: nos primeiros tempos não há rotinas, comes quando consegues, dormes quando ele dorme, dás banho quando der, não te sintas pressionada a ensiná-lo logo. Deixa-o perceber onde está, descobre-te enquanto mãe. Depois vêm as rotinas. Mas sim, eu também dava banho sempre ao final do dia, por exemplo. Não era é com a intenção de lhe ensinar nada. :) Depois sim, comecei a ter essa intenção. :) Bom, mas boa sorte e aproveita. :)

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    44. Tété, entendo a tua ideia, mas parece-me claro que um bebé tem mesmo de se adaptar à vida dos pais porque... a vida é assim. Não estamos a falar de recém nascidos, atenção. Mas os pais têm trabalhos, têm obrigações... e as rotinas da criança têm de ser criadas em torno da disponibilidade dos pais. Se uma mãe tem de ir trabalhar logo aos 3 meses do bebé, por exemplo, pois que remédio tem o bebé de se "adaptar" aos horários da mãe. No meu caso, em princípio ficarei 5 meses em casa... mas isso é o meu caso. Nem todas as mães o podem fazer. Acho que é uma questão de tentar habituar o bebé, desde cedo, para um "esquema de vida" que o casal tem. O meu horário laboral, por exemplo, é geralmente das 10 às 19 horas... há quem trabalhe das 8 às 17, quem trabalhe de noite... e cada casal tem de gerir conforme a sua disponibilidade e a vida que faz. Parece-me natural tentar enquadrar o bebé no esquema de vida do casal o mais cedo possível... claro que não é fácil, mas não custa tentar. :)

      Quanto ao resto, eu penso que é óptimo quando a criança está habituada a ficar com outras pessoas. Ajuda na socialização. Digo eu. :)

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    45. Anónimo quanto ao biberão Calma sabe que não é certo que não recuse o peito depois do uso, não sabe? É que ainda assim é mais fácil por lá.

      Seja como for a Teté acabou por expressar precisamente a minha opinião.
      E eu não concordo que haja negativismo excessivo em relação ao pós-parto (em relação ao parto até acho). A maioria das pessoas sem filhos pensa que é tudo um mar de rosas, instintivo e super fácil e quando não é entram numa espiral negativa, com dramas e sem perceberem que é perfeitamente normal ter dúvidas e nem tudo correr às 1000 maravilhas no pós-parto.

      Em relação à resposta da S* sobre o médico...estamos a falar de um bebé que terá nessa fase entre 1 a 3 meses, logo estamos a falar das rotinas num bebé dessa idade.
      Certamente que para o ano que vem quando ele tiver +12m já ninguém achará estranho que o bebé tenha rotinas. E dar de comer sempre antes dos pais? Sim, pode-se TENTAR fazer isso mas o recém-nascido não tem fome por decreto nem botão on-off para quando nos dá jeito.

      De resto, não percebo muito bem que é que a S* não concorda comigo uma vez que depois veio dizer que não vai ser constantemente e que nem se está a referir a recém-nascidos. Ora pois obviamente que os bebés vão entrando em ritmos e nas nossas rotinas, assim como é normal que se vá deixando ficar cada vez mais tempo com os cuidadores, precisamente para haver uma adaptação antes de ir para o trabalho.

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    46. S*, e eu concordo com tudo isso, claro. Seria parvo não perceber e concordar.
      A mim o que me choca é que na tentativa de defender um dos lados, se ataque o outro como se este estivesse errado. Por exemplo, a maioria dos médicos defende que o melhor para uma criança é ficar em casa (ou ambiente familiar) até aos 3 anos, pois até aí a socialização não é assim tão importante, entre outros argumentos. E é com base nisto que é isso que eu farei. O que não me dá de todo o direito de por exemplo te acusar de, ao pores o Rafael na creche aos 5 meses, seres uma mãe desapegada e que não vais criar vínculo com o teu filho. Quão idiota eu seria se dissesse uma coisa destas? Muitíssimo. Para ti e para todas as mães (incluído a minha) que têm ou querem pôr os filhos na creche. É a vida, tem de ser. E isso não faz de mim melhor mãe ou a mãe que está a fazer a coisa certa. Nem de ti uma desapegada e fazer a coisa errada.

      Já viste que uma pessoa que anda com o bebé para todo o lado pode dizer que uma mãe que fica em casa com ele e que se adapta às rotina dele está a criar um narcisista mas que esta mesma mãe pode acusar a primeira de nem conseguir ir a lado nenhum sem o filho e estar dependente dele? Ou seja, os dois extremos têm defeitos. Porque não tentar um equilíbrio?
      Imagina uma mãe que tem 1 bebé que dorme mal, que mama mal, está cansada, não vai a lado nenhum porque está sem energia, não tem avós com quem o deixar e que lê aqui que vai criar um pequeno narcisista. É correcto? Caramba...Se querem andar com as crianças para todo o lado, andem. Se querem ficar em casa, fiquem. Se querem deixar com alguém, deixem. Se não querem, não deixem. Porque é que quem faz o oposto do que fazem é assim tão má mãe a criar maus filhos? Não entendo, a sério que não entendo. Se houvesse umas regras assim tão claras, a educação era mais fácil do que é.

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    47. Desculpa Tété, mas quando é que eu ataquei quem quer que seja? No meu blogue limito-me a defender o meu ponto de vista. E, lá está, não se devem retirar conclusões de algo que não foi dito... eu vou voltar ao trabalho ao fim de 5 meses, mas o meu filho só entrará para uma creche ao ano de idade. Não antes, porque eu não quero. :)

      Eu não falei em narcisista nenhum, não falei em apego ou desapego, pelo que não enfio a carapuça nessa eventual lição de moral... Desculpa, mas essa lição não é para mim. :)

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    48. Não a carapuça não era para ti. Nem referiste estas palavras (o exemplo da creche era isso mesmo, um exemplo, nada que tivesse sido referido antes mas pelos vistos não serviu o seu propósito) nem atacaste. Mas vendo o teu comentário via facebook pareces concordar com alguns comentários que acham que não levar à praia é um exagero, etc, e era a estes que me referia.
      No entanto, não interessa. Não compreendo como é que dizer-se que um bebé quando nasce e nos primeiros não tem rotinas e que são difíceis de instalar num recém-nascido é dizer algo exagerado ou negativista. Ou dizer que nos primeiros tempos nem todos os bebés mamam de x em x horas (mamam quando precisam, o que é basicamente em livre demanda.), ou dizer que as idas à praia não são recomendadas por todos os médicos (assim como sair no 1° mês). Para mim é simplesmente trocar experiências (o que é engraçado porque eu tive uma gravidez santa e uma filha que é um anjo, não posso mesmo ser negativista) e é tão natural como dizer-se que os bebés fazem cocó e que às vezes bolsam. Da mesma forma que dizer que se perde sangue a seguir ao parto não é dizer seja o que for de negativo sobre o parto. Pelo menos, eu vejo as coisas assim. Se calhar, há quem sinta que a maternidade e gravidez são agora relatadas sempre negativistas exactamente porque quem ouve é que lhe dá essa carga negativa. Nunca tinha pensado nisto. :)

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    49. Sou tua fã, Tété!!

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    50. Os pediatras recomendam que nao se frequente shoppings, zonas com muita gente, com ares condicionados, zonas de muita exposição solar (a areia reflete o sol e o calor), e desaconselham totalmente beijos e toques com a mão na cara do bebe que não sejam dos pais (nos primeiros meses, e isto reforçado também pela enfermeira do hospital) devido ao sistema imune mais sensível do bebe. Quem não se lembra de uma bebe de 1 mês que quase morreu devido a um beijo de um familiar com herpes que a infectou? Procure um bom pediatra que lhe dê bons conselhos. Se tenho um problema cardíaco vou a um especialista, não a um clínico geral! Quanto ao resto tudo depende do bebe. Que tenha saúde e seja muito amado, isso é que interessa.

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    51. Tété, como bem disseste, "não são recomendadas por todos os médicos". Nenhum dos profissionais de saúde com que convivo (entre médico, enfermeira, curso de preparação) me falou, até hoje, dessa "não recomendação" de não frequência de praia ou sítios mais movimentados. Acredito piamente que exista quem acredite que não devem frequentar shoppings e afins... mas, para mim, até um profissional me dizer o contrário, é algo que não me parece obrigatório, digamos assim. Mas isso sou eu que, como já indiquei 1089843 vezes, vejo as coisas de forma relaxada. Para mim, deixar o bebé apanhar ar e conviver é uma coisa natural e que pretendo estimular. :) E sim, acho um exagero receber comentários em que praticamente queimam na fogueira os pais que levam os bebés para centros comerciais ou que permitem beijos ao bebé. São opiniões, eu acho um exagero. Não critico quem o faça... mas nem pensar que vou aceitar que me venham criticar por querer fazer diferente. :D Beijocas

      Anónimo das 00h10, vai correr tudo bem, certamente.

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    52. Acho engraçado tu nunca assumires as tuas tomadas de posição. Responsabilizas sempre os outros por fazeres assim ou assado.
      Desculpas-te sempre com os outros, ou porque foi o médico, a enfermeira, o teu namorado..., que te disseram, aconselharam, quiseram... Até parece não teres ideias próprias!
      E se alguém não está de acordo contigo, é o cabo dos trabalhos para encaixares opiniões diferentes das tuas. Tomas isso como um ataque.
      Muito frequentemente tomas o dito por não dito... enfim, é todo um festival e depois ainda há comentadores que se admiram porque vêm para aqui implicar contigo quando não o fazem noutros blogs. Eu acho que é fácil de perceber porquê!! A responsável por ser assim, és tu e só tu.
      Depois do parto, vais rapidamente perceber que todas as tuas certezas depressa vão desaparecer, para darem lugar a muitas incertezas e inseguranças.

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    53. Mas eu acredito em ti. Se dizes que o teu médico e enfermeira não o recomendaram, eu acredito, não tenho como duvidar. Aliás, eu estou firmemente a não dar a minha opinião sobre o assunto, se vires bem. Não fazes ideia se eu concordo com bebés na praia nos primeiros meses ou não, porque eu não sou a médica do Rafael, tu não pediste a minha opinião e eu estou caladinha quanto a isso.

      Mas tal como tu concordaste comigo, a ida à praia não é recomendada por todos os médicos, ou seja, há uns que não recomendam, outros não dizem nada, outros até recomendam. E o facto de o teu nada dizer não invalida o facto de outros não recomendarem, nem fazem desses médicos (e das mães que seguem esses conselhos) pessoas exageradas e negativistas (e não estou a falar de mim que obviamente não recebi qualquer indicação sobre praia pois a pequena nasceu em Outubro e Paris ainda é longe do mar...).
      Quanto ao teor dos comentários, bom, sim, há maneiras e maneiras de falar. Acho que da mesma forma que não gostaste dos comentários que "praticamente queimam na fogueira os pais que levam os bebés para centros comerciais ou que permitem beijos ao bebé" (epah, mas esta eu entendo que já vi pessoas com herpes prontas a beijar a Mini-Tété), eu também achei um exagero os comentários que praticamente queimam na fogueira quem prefere resguardar o bebé, quem prefere ceder nos primeiros tempos à falta de rotinas dos bebés, etc. :)
      Também não associo o querer que o bebé apanhe ar e conviva com o ser uma mãe descontraída. Uma mãe pode fazer isso e ser um stress em 1001 coisas. Ou uma mãe pode preferir resguardar o seu bebé e ser uma mãe descontraída na mesma. :)

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    54. Duas adendas super importantes:
      1- Um beijinho para a minha fã (não podia deixar escapar esta. A minha primeira fã! :D )
      2- O padrão do primeiro fato de banho é lindo. Se houver esse em verão bikini com cueca alta, voto nesse para ti.

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    55. Anónimo das 01h12, isso é uma falta de verdade sua. Eu apenas falo no médico, enfermeira e afins porque são as pessoas que me seguem - mas a opinião é minha. No entanto, claro, a minha opinião pode ter por base conselhos alheios. Não é sempre assim?

      Tété, a fã é um show. :D Beijinhos

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  7. Sinceramente? Se não tens o hábito de usar fato de banho, ou tankini, porquê comprar?

    Usar um bikini normal, meia dúzia de t-shirt de alças ou cavas soltas e se tiveres muita vergonha de tirar essa, entrar com ela vestida pela água adentro. Eu levava duas, pendurava a molhada no chapéu e vestia outra, se queria voltar ao banho voltava a vestir a molhada.

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    1. R, de tshirt na água, não... mas vou ponderar. ;)

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  8. A sério que existe uma marca de lingerie chamada Freya? É o nome da minha gata :P

    Por acaso não te consigo ajudar, até porque sou muito pouco afortunada nesse aspecto (copa B por aqui). Mas a ASOS é uma loja online muito boa e sempre tive boas experiências por lá :)

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  9. Estes fatos de banho/tanquini são lindos...não só para a fase pós maternidade mas para sempre que te apeteça usar...

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  10. que venha o bom empo e de biquini, tanquini ou o que seja, há queir a banhos refrescar pois o calor, promete dar com força

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  11. Gostei muito dessas duas opções e acho que existem peças adaptadas cada vez mais giras! Beijinhos*

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  12. Pensava que não usavas bikini...

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  13. Tanto comentário ridículo e de pessoas tão amarguradas. Não sou mãe, mas tenciono ser. Não tenho ideias pré-concebidas sobre alguns assuntos, mas tenho uma certeza: cada pessoa deve adaptar as rotinas, hábitos, opiniões, às suas necessidades. Lá porque algumas mães não pretendem ter vida própria após ter um filho, não quer dizer que todas tenham que agir de igual forma. (E não digam que não conseguem, 5 minutos para ir comprar pão já faz toda a diferença). Tal como também acho que não é correto dizerem que "porque ainda não tens filhos, não podes dar opinião." Nesse caso ninguém pode, porque ninguém tem "aquele filho". As pessoas são todas diferentes e educam as crianças de forma diferente. E ainda bem que há pessoas que não são obcecadas com estes temas, tal como a Sónia não o é.
    Quanto aos profissionais de saúde, é de muito mau tom aquilo que referem aqui. Todos os pediatras/obstetras/médicos de família terão as suas próprias convicções, e o seu papel é indicar aos pais o mais correto, mas adaptando a cada situação específica. E sim, um bebe tem que se adaptar à rotina da família, claro que com algumas adaptações da família também. E como pessoas tão fundamentalistas que comentam aqui, ninguém pensa no impacto que poderá ter na criança uma mãe com depressão pós-parto, que vive apenas para a criança e "deixa de existir?!" Sejamos realistas, cada um sabe de si, e conselhos e opiniões positivas acredito que sejam sempre bem-vindas, agora não me parece que estando a Sónia a ser acompanhado por diversos profissionais, irá fazer algo prejudicial para a sua saúde/bem-estar. Não se preocupem tanto com a vida dos outros, mas pensem em coisas que possam fazer para tornar a vossa vida mais feliz.
    Sónia, gosto muito da forma como encara esta fase da sua vida, leve tudo com tranquilidade como até agora, certamente terá um bebe muito feliz! Muitas felicidades para os 3 (e para os patudos, está claro).

    Maria

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    1. Maria, eu sinceramente acho profundamente feio estarem a descredibilizar o meu médico, que não conhecem de lado nenhum. Assim como a minha enfermeira, que até trabalhou 12 ou 13 anos em neonatologia e tem carradas de experiência com bebés.

      É muito isso, Maria... Eu sou uma pessoa relaxada. Não vivo no mundo da lua nem tenho ideia de que vai ser tudo maravilhoso... Mas pretendo levar o meu bebé para a praia quando tiver aí uns 2 meses, sei lá. Se o médico me deixar levar antes, até posso levar antes, pois vai estar no ovinho, vestidinho, debaixo do guarda sol... não vai propriamente para a areia ou para a água. Uma das minhas boas amigas (mãe de dois filhos) saiu da maternidade e foi directa para uma esplanada... e já li aqui alguém a dizer que os bebés não devem sair de casa no primeiro mês. Honestamente, cada pai deverá fazer como se sentir melhor. Eu pretendo sair, passear muito, apanhar muito ar. Uma brisa agradável e sol (sem ser quente) não me parece que sejam minimamente prejudiciais. Eu pretendo fazer assim... quem não quiser, pois que não faça. :)

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    2. Eu acho que se cai sobretudo no exagero de só pensar nos limites. Uma mãe que não adapta o bebé às suas próprias rotinas, é uma mãe que se esqueceu dela própria, que "só vive para o filho", que se esqueceu que é mulher, etc. Uma mãe que tira 1h por dia para si não está a criar vínculo com o bebé, é uma inconsciente, etc...

      É por isso que há mulheres com depressão pós-parto porque lhes disseram que quando os bebés nascem dá para continuar a fazer a vida de antes e depois afinal não dá, da mesma forma que há mulheres que o bebé até permite que a mãe areje as ideias mas a mãe está convencida que mãe que é mãe tem de estar sempre com ele.
      Para mim este é sobretudo o maior problema, cai-se no exagero mas para os dois lados.

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    3. O meu saiu do hospital ao fim de 3 dias (ainda não sei o que lá estive a fazer tanto tempo) e parámos directos no café da terrinha para eu beber um cházinho de limão (enjoei do café durante a gravidez até aos 5/6 meses do garoto).

      No dia a seguir fomos registar, finanças, banco, sempre com o miúdo atrás.

      Todos os dias da licença ia 2x só dia ao café com o miúdo no carrinho.

      Há praia só fomos duas vezes que a mim não me apetecia ir.

      Mamou em exclusivo, raramente esteve doente, até ao ano nunca foi ao hospital e apenas a uma consulta de urgência no centro de saúde...

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    4. Tété, é um facto. Infelizmente há exageros para os dois lados. Fico incomodada com bebés entre multidões, por exemplo. Acho assim algo despropositado... mas, na verdade, que sei eu? Pode ser que aquele bebé até nem se irrite de andar no meio da confusão. Mas, de um modo geral, parece-me algo "inconsciente" levar carrinhos de bebé para o São João do Porto ou para a Romaria d'Agonia, naqueles momentos mais caóticos... mas o bebé até pode estar bem, pode ser preconceito meu.

      No entanto, fico ainda mais incomodada com esta ideia de que os bebés praticamente não podem sair de casa. A não ser que tenha um filhote realmente problemático, pretendo levá-lo para todo o lado... ao supermercado, ao banco, à praia, ao shopping... onde os pais forem, basicamente.

      A única coisa que realmente me deixa perturbada são os pais que não estão preparados para "abdicar" em prol dos filhos. Cá em casa somos um casal sossegado. Hoje temos um café com amigos, amanhã temos um jantar no Porto... talvez, quando o Rafael nascer, tenhamos de optar por uma das duas coisas. Estamos absolutamente dispostos a isso - aliás, eu até acho que o meu rapaz vai ser um daqueles pais que deixa de fazer tudo para nunca perder o filhote de vista. :) Nada contra. Tenho sim "algo" contra os pais que querem continuar a viver "wild & free" com filhos pequenos.

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    5. R, eu acredito que ar puro só faça bem. :) Contactar com diferentes realidades também ajuda a criar defesas. Digo eu!

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    6. Eu fui das que passei o primeiro mês em casa com ela. ;) Não me senti confortável de outra maneira. Bom, fui a um aniversário mas quando me mostrei reticente a ir porque era num restaurante (não apenas por ela mas também porque coitadas das pessoas se ela começasse a chorar e eu ainda não sabia muito bem como acalmá-la), a aniversariante mudou de planos e fez a festa em casa. Assim, o ambiente era mais controlado. O facto de aqui nem ser preciso o bebé sair de casa para fazer o teste de pézinho (vem uma enfermeira a casa), ajuda a que o bebé fique mais resguardado. Mas eu tive uma filha em tempo frio, não sei como seria se tivesse nascido no Verão.

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    7. Tété, cá em Viana também vêm fazer o teste do pezinho a casa. :) Veremos como corre quando nascer.

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    8. Eu também passei o primeiro mês em casa, só saia para ir ao hospital e fazer o cartão do cidadão do bebé (aliás passei quase toda a licença de maternidade em casa porque o meu filho nasceu no inverno no norte do pais e nesse ano foi chuva todos os dias e muito frio associado), permiti visitas a toda a gente em casa mas nunca deixei pegar ao colo e muito menos incomodar o bebé se este estivesse a dormir ( uma das principais recomendações da pediatra foi não deixar tocar ou pegar ao colo no primeiro mês e sair de casa só para o extremamente necessário porque o bebé não tem defesas nenhumas), e concordo com tudo o que a Teté escreveu...não podia ter dito melhor...

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    9. É isso mesmo S* é mesmo como dizes, é preciso abdicar em prol dos filhos e pais que conseguem fazer tudo como antes e que acham que os filhos estão bem é em casa dos avós são mesmo esses que querem continuar a viver "wild and free"...

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    10. Eu acho mal é as pessoas não se mentalizarem que depois de terem um bebé a vida muda. E é precisamente por muita gente ter essa ideia que depois entram em depressões pós-parto. Como os bebés não trazem livros de instruções nem são a pilhas não dá para os meter de lado quando nos atrapalham.

      Ninguém aqui defendeu que as mães devem deixar de ter as suas atividades ou gostos, o que se está a tentar explicar é que um recém-nascido não faz o que nós queremos.
      E a meu ver, um médico que diga o contrário percebe tanto de desenvolvimento infantil como eu de plantar batatas.

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    11. E mais uma vez, concordo em absoluto com a Tété. Tentar explicar às pessoas que a fase inicial da vida dos bebés não é só paz e amor, flores e borboletas é ajudá-las, pintar o mundo de cor-de-rosa e dizer-lhes que não custa nada é o mesmo que passar um atestado de incompetência a todas as que passam dificuldades.
      E lamento dizer que nenhuma nasce ensinada para o papel de mãe, portanto convém estarem dispostas não só a assumir que não sabemos tudo como também a pedir ajuda se for necessário e quando for necessário.

      Já chamar amarguradas a quem tenta explicar que nem tudo é um mar de rosas parece-me claramente a ideia de quem não é mãe e não faz ideia do que é cuidar de um bebé recém-nascido a tempo inteiro.

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    12. (é que cuidar do recém-nascido da familia 1 ou 2h por dia é diferente de ter a responsabilidade sobre o mesmo e ser a mãe/pai dele).

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    13. Eu no primeiro mês as vezes nem conseguia almoçar direito ou tomar banho. Depois de dar de mamar era o arrotar, mudar a fralda, adormecer, deitar, quando reparava já era hora de dar de mamar de novo (3h/3h inicialmente). Passava o dia e eu continuava de pijama e olhos esbugalhados. Sair para almoçar/jantar fora? Só de pensar no trabalho todo que ia ter mudava logo de ideias....noites sem dormir tiram muita vontade.

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    14. Anónimo das 00h17, e se calhar comigo será igual... ou talvez não. Veremos!

      Anónimo das 17h37, visto que eu tenho mãe, tia, e até tenho uma irmã que foi mãe há dois anos... bom, acho assim um bocadinho chatinho que me estejam sempre a dizer "ui, quando fores mãe é que vais saber". Felizmente, tenho muita gente a aconselhar-me. :)

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    15. Anónimo das 17:37, parece-me que não entende claramente o significado de amargurada. E lá está, só por não ter um filho não posso ter opinião sobre o assunto? Lá estamos nós a cair nos ideais de que só as mães é que sabem e só quem tem filhos sabe. E sim, conheço muitas mães amarguradas porque os seus filhos não são como outros que elas conhecem e que lhes permitem viver a vida após o seu nascimento co tranquilidade e descontração.

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    16. Anónimo das 18:18

      Não querendo picar ou embirrar, até porque assumo que posso estar a interpretar mal a frase "conheço muitas mães amarguradas porque os seus filhos não são como outros que elas conhecem e que lhes permitem viver a vida após o seu nascimento com tranquilidade e descontração". Então mas se os filhos permitem que as mães vivam com tranquilidade e descontracção, porque é que são mães amarguradas? Ou estou a ler mal a frase e o sentido é outro?

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    17. Teté o que a anónima deveria querer escrever seria: as mãse amarguradas não têm filhos que lhes permitam fazer tudo o que querem como as que têm filhos fáceis(ou são outras pessoas que tratam deles mas isso é outra história...) e lhes permitem fazer uma vida com tranquilidade e descontração (seja lá o que isso for)...

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    18. Ah, então estava mesmo a ser um erro de interpretação meu, realmente não fazia muito sentido. Se bem que pessoalmente, não consigo ligar uma coisa a outra: não acho que o tipo de filho esteja directamente relacionado com a amargura de certas pessoas (porque assim, não haveria pessoas amarguradas sem filhos).
      Nem acho que filhos fáceis permitem ter uma vida tranquila e descontraída e o contrário não. A minha é fácil, muito mesmo, mas dá-me se calhar mais trabalho (que sou mãe dela a tempo inteiro) que uma criança complicada dê aos pais se ficar na creche e com os avós quase todos os dias.

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    19. Eu pessoalmente acho que a anónima não percebe (ou não quer perceber) que um bebé é como tiver de ser. Mas se uma mãe tiver à espera que seja tudo maravilhoso e depois não for quem acha que ficará amargurada?

      E para esclarecer, eu faço tudinho na minha vida. Tirei um mestrado após ser mãe (com uma das melhores médias), tenho o meu trabalho, hobbies e adoro o meu filho mas ele foi uma criança dificil nos primeiros 4 meses de vida. Sofria imenso de cólicas, não dormia 3 horas seguidas, chorava praticamente noite e dia até ter começado a usar biogaia e aí passou a ser uma criança muito calma.
      Se eu tivesse à espera que um recém-nascido dormisse a noite toda, se eu esperasse que ele comesse por decreto, dormisse por decreto e por aí fora garanto-lhe que provavelmente teria dado em maluca. Eu percebi que era algo que o perturbava, procuramos médicos que o ajudassem, tive o apoio do meu marido e pais que tomavam conta dele para eu poder dormir ou simplesmente sair sozinha durante 1 hora para descontrair. E eu consegui estar sempre lá para o meu filho assim como as pessoas mais próximas dele, sem ter entrado numa depressão pós-parto ou tivesse passado a considerar a minha vida uma miséria. Se eu ou quem me rodeava então pensassem que um bebé tem de fazer as coisas como nós queremos, que tem de ser um perfeito come-e-dorme e dormir 8h/noite seguidas assim que nasce, não estariamos todos muito mais fragilizados e provavelmente teria muito mais tendência para ser amargurada? É que eu não tenho amargura nenhuma em relação ao meu filho: ele chorava porque estava mal, era a sua forma de comunicar e nós aceitávamos aquilo como sendo natural e expectável.


      E é claro que pode ter a sua opinião quanto a ser mãe ou a um recém-nascido mas até ter um seu, que seja a sua responsabilidade, nunca saberá o que é passar pelas coisas. Eu também tinha muitas certezas antes de ser mãe.

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  14. Sugestão: comprar bikini, mas com a chamada cueca de gola alta. Elegante! (adjetivo de que tanto gostas)

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    1. Sim, a minha mana está sempre a falar-me desses modelos. São uma forte opção, até porque tenho visto poucos fatos de banho que me agradem. :)

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    2. Além de permitirem (caso a praia esteja vazia ou com menos gente e te sintas confortável) baixar a cueca e bronzear a barriga, se te apetecer.

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    3. Tété, vamos lá ver como fica este corpitcho depois do parto. ahahah

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    4. E os fatos de banho, apesar de haver modelos giríssimos, que há, na minha opinião acabam por ser pouco práticos, nomeadamente nas idas à casa de banho. E eu por exemplo, sou obrigada a pôr protector solar mesmo por baixo da roupa, o que com um bikini se consegue facilmente e com um fato de banho so em casa, depois na praia não dá para re-aplicar.

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    5. Eu não te falo do meu para não falarmos de coisas negativas. ;)

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    6. Tété, pffff... mais vale nem pensar!

      Anónima, também é verdade... tocou num bom ponto... e para dar de mamar também é capaz de ser mais chato.

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    7. Pronto, eu faço negaças (meter inveja) da minha barriga pós parto: ao fim dum mês estava mais pequena que antes de ficar grávida.

      Aliás, na consulta da revisão às 4 semanas a minha obstetra ficou muito chocada porque o meu corpo já tinha ido todo ao sítio (útero e afins), segundo ela seria da sofreguidão com que o filho mamava (parecia um leitãozinho esfomeado, mamava 45 minutos como se estivesse a morrer de fome, de 2 em 2 horas).

      Depois havia as conversas giras com as velhas da terra:
      Ah... Ficaste com barriga do parto.
      Não, não fiquei
      Mas tens barriga.
      Pois tenho, e já tinha antes de ficar grávida.

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    8. R, ahahah, bela resposta!!

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  15. São mais comentário da Teté do que da própria S*.
    Caramba rapariga, comenta uma ou duas vezes e depois sossega. É que parece mesmo que queres a força toda que sigam e que leiam os teus ideais. E se os primeiros comentários fazem sentido, depois de tanto comentares começa até o teu discurso a ser incoerente.
    Vamos lá deixar a S* comprar a porra do fato de banho, do tankini, do biquini ou da parra em paz e sossego!

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    1. Rita, a Tété e eu já somos "habitués" na discussão blogosférica. :D eheh

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    2. Acha mesmo que o problema aqui foram os comentários da Teté? Não foi ela que começou a discussão. Pelo que vou acompanhando, ela pode muitas vezes ter opiniões contrárias à S, mas sabe exprimir com pés e cabeça, e educação! Eu cá me assumo como a fã número 2 da teté!
      Eu prefiro ler comentários, mesmo que discordantes, com bons argumentos e bem fundamentados do que aqueles que muitas aparecem aqui deste género:
      - eheh, pois é!
      - oh, não penses muito nisso!
      - oh, deixa lá!
      - que giro! Passa no meu blog!
      - oh, isso é chato!
      - gosto!
      E por aí fora, que só vêm picar o ponto. É como ler no Facebook, é só pessoal a dizer ámen e concordante.

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    3. Ahah Tem razão. Mas no Facebook isso apenas acontece porque 95% dos comentários discordantes optam por ser mal educados e anónimos. Discutir saudavelmente parece ser difícil...

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    4. Acho que a tete é chata que as pessoas devem ter noção quando ja estão a ser aborrecidas e que quando leio os 500 comentários dela me apetece dizer como aquela menina que disse ao toy "podes calar te só um bocadinho?".
      Se desse só a sua opinião em vez de ficar a bater no ceguinho também estava do lado dela. Sendo assim só acho muito chata.
      E atenção, não sou fã porque acho isso Toninho, mas também vou ao blog dela ler.
      Só acho que esta sua discussão saudável já é para lá de irritante.

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    5. Rita, respeitando a sua opinião, peço para que não fale de outras pessoas no meu blogue. Não é coisa que me agrade. Tudo de bom!

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    6. Aqui mais uma fã da Teté, embora nem conheça o se blog!

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    7. Rita, tem todo o direito a achar-me chata. Não me conhece a não ser pela escrita e por estes comentários por isso é normal que tenha formado essa opinião. Nem a vou tentar dissuadir do contrário. Eu até acredito que a própria S* me ache chata pois 90% das vezes que comento é quando discordo com ela. Sorte a dela e de quem me acha chata que nem sempre comento. Assim só me aturam de vez em quando. :D Não tenho feitio para, nos blogs, andar a dizer "Que lindo!" (ou "Que feio!", já agora), por isso quando comento é porque quero dar a minha opinião sobre o assunto ou perguntar coisas, o que geralmente leva a estes debates. Foi este o caso e acho que a "discussão" (prefiro dizer "troca de argumentos") se torna facilmente extensa porque nem sempre eu e a S* estamos na mesma onda. Não sendo nenhuma de nós indelicada ou insultuosa, acho estas conversas interessantes.
      Mas tem todo o direito de não gostar, ora essa (mas vá, não comentei mais que a S*, isso seria estranho). :) São maneiras de ser, não agradamos a todos. :)

      Ahah, e um beijinhos às fãs (mesmo que não conheçam o blogue porque não perdem grande coisa, acreditem :D ).

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    8. Tété, no dia em que eu achar uma discussão chata, acredita que deixo de responder. Não gosto de eternizar discussões. Neste caso, são somente trocas de ideias. ;) :)

      Beijinhos às tuas fãs e às minhas haters que não desamparam a loja. ahah

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  16. Cada um deve fazer o que acha bem sem ser objecto de crítica. Ninguém falou em ir para a praia o dia todo, a S falou em ir um bocado à praia. Se calhar depois não vai, ou se calhar vai mas as pessoas adoram criticar.
    Eu tenho três filhos a caminho do quarto e cada um foi diferente. Todos foram à praia porque todos nasceram no inverno, e este também vai nascer, mas uns iam ao shoppong, outros não porque eram chorões, uns dormiam a noite toda, outros estavam sempre acordados, eu sei lá.
    Em relação ao meu bebé surpresa vai ser como ele quiser. nao há fórmulas correctas, cada mãe e cada bebé devem encontrar o seu equilíbrio.

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    1. É muito isso que defendo. A não ser que exista negligência grosseira, cada pai e mãe deve fazer o que sente ser melhor.

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  17. Gostava só de te dar uma 'dica' que funcionou comigo e que fui partilhando com as minhas amigas, que entretanto vão dizendo que as ajudou muito também:

    Eu não amamentei, mas dei biberão em livre demanda. Quando o meu filho queria comer comia, independentemente da hora ou do local. Mas nos primeiros tempos esforcei-me IMENSO para o conhecer o melhor possível e saber o que é que ele REALMENTE precisava naquele momento. As minhas amigas que amamentam em livre demanda queixam-se que por vezes sentem que 'estão sempre de mama de fora', e eu acho que isso às vezes acontece porque a nossa primeira reacção ao ver o bebé desconfortável ou a chorar é assumir que tem fome.

    Uns tempos depois do meu filho nascer eu já conseguia perceber mais ou menos se ele estava a chorar porque tinha fome, sono, dores ou rabujice (basicamente as únicas quatro razões que levam o meu filho a chorar) e conseguia distingui-las. E se houve fases em que ele tinha fome de duas em duas horas e em que tinha que lhe dar cinco biberões durante a noite, também houve fases em que precisava de dormir quatro ou cinco sestas durante o dia em vez das três habituais.

    E acho que essa é uma dica importante que (pelo menos comigo) nunca ouvi partilhar e que acho que acaba por fazer as pessoas desistirem da amamentação em livre demanda por acharem cansativo. É claro que os bebés não são todos iguais, e mesmo cada bebé passa por fases. O meu filho come lindamente, mas também tem dias em que come pior (felizmente, muito raros). O meu filho dorme lindamente, mas também tem dias em que temos que nos levantar 14 vezes porque o miúdo quer fiesta. A ideia de que o bebé tem de adaptar a nós assume que o bebé é um ser constante, quando nem sequer o adulto o é. Eu não como de três em três horas! Há dias em que como de duas em duas, outros em que como de três em três, outros em que como de seis em seis. Tenho uma rotina que é organizadora para mim, claro, mas não é sempre rígida. Porque é que a do meu filho deveria ser? :)

    Em relação à praia, o Matias ainda não foi. O Pedro teve um cancro de pele e somos meio fanáticos com isso. Mas com uma semana foi à Feira Medieval de Vila Franca de Xira e soube-nos que nem ginjas :D E sempre se fartou de laurear a pevide sem problemas. Mas também sempre foi um bebé fácil, que nunca nos deu chatices, não chora, a única chatice que tem é ser irrequieto e adorar fazer asneirada. Há bebés que não toleram tão bem a estimulação, que têm mais dificuldades a estar na rua, que precisam de estar mais protegidos... Enfim, cada bebé é um bebé.

    Connosco resultou muito bem andar sempre com o miúdo na mochila. Está perto de nós, conseguimos ver quando se passa alguma coisa que o desagrade, ele sente-se seguro e protegido e podemos fazer-lhe festinhas :D Ainda hoje o miúdo tem um ano e anda sempre na mochila para todo o lado, não pego no carrinho há uns seis meses :D

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    1. Joana, adoro as mochilas, de verdade, mas não para mim, por causa do peito... para o pai, talvez, se ele gostar. :D mas já ouvi dizer que para os meninos não é tão aconselhado, por causa do "sobreaquecimento" dos tintins... sei lá eu. :D Existem teorias para tudo e mais alguma coisa!!

      Entendo perfeitamente a tua falta de empatia com a praia, tendo em conta o histórico do Pedro (lamento!!). E adoro ver a felicidade do teu Matias, nota-se mesmo que é um bebé estimulado e feliz.

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    2. Bem, eu não tenho o peito propriamente pequeno e nunca me pareceu um problema... Talvez experimentando :) Mas sim, o pai pode usar :D Aliás, digo-te que há poucas coisas tão sensuais como veres o pai do teu filho com o miúdo na mochila a passear :D :D :D :D

      O sobreaquecimento dos testículos só é um problema por causa da produção de espermatozóides. Como a produção só se inicia na puberdade, a não ser que planeies andar com o miúdo na mochila até aos 10 anos não há problema :D

      Independentemente da nossa pancada com a praia, pessoalmente acho o parque um sítio muito mais agradável e todos os fins-de-semana levamos o miúdo, estendemos uma manta no chão e ficamos por ali. Muito melhor que a praia honestamente :D

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    3. Joana, ora vês? Mitos!! :D Fiquei esclarecida sobre as mochilas.

      Também prefiro parques, sinceramente... vamos ver como corre!!

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    4. Só uma achega, aquilo a que é preciso cuidado é com o formato da mochila. Aconselho a ler a quem quiser saber mais sobre isso :)
      http://www.apertadinhos.com/2016/05/27/marsupios-nao-ergonomicos/

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  18. Gente dramaaaaaatica. A pessoa até fica com vontade de laquear as trompas. Carai.

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    1. Mel, ahah. Fazes-me sempre sorrir. :D

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    2. Era bom que fosse drama era mas felizmente ou infelizmente é verdade....eu se viesse comentar antes de ter um filho pensava exactamente como a S mas agora depois de ter um filho só digo...ouve a Tete e a Joana que alem de mãe é médica...

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