quarta-feira, 16 de julho de 2014

Natalidade: Comissão propõe menos IRS e trabalho "part-time" pago a 100%

Este texto não é sobre as medidas que o Governo está a pensar para aumentar a natalidade. Este texto não é sobre IRS, impostos e empregos a tempo parcial. Este texto é sobre uma necessidade: o país precisa de crianças.

E os pais das crianças, claro, precisam de incentivos. Precisam de incentivos monetários, de incentivos sociais. Precisam de saber que serem pais não será visto como um "fardo" ou um erro. Precisam de perder o medo. Medo de poderem ser despedidos se tiverem filhos, porque os filhos roubam tempo e já se sabe que é muito chato para os patrões pagarem licenças de maternidade e paternidade.

Este texto é um grito de revolta perante um país cada vez mais envelhecido.

Incentivemos a natalidade. Baixe-se o IRS para as famílias com mais filhos. Reduza-se o IMI. Faça-se qualquer coisa.

Precisamos de crianças. Precisamos de pais e mães sem medo. Precisamos de pais e mães que percebam que ter um filho é uma bênção, uma alegria, uma contribuição para a sociedade - e nunca uma despesa para o Estado e para as empresas, por mais que nos façam acreditar que sim.


38 comentários:

  1. S*, aqui no pais basco os apoios são bem interessantes!
    Recebes entre 400€-900€, consoante o teu ordenado, quando o teu 1º filho nasce.
    Para o 2º recebes cerca de 1100€ quando nasce e 400€ quando fizer 1 ano.
    E para o 3º recebes 1100€ anuais até aos 4 anos e 400€ anuais até aos 7.
    Isto tá cheio de criançada! Pode ser que Portugal siga o exemplo.

    Beijinhos,
    viagemdoceviagem.blogspot.com | Facebook

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  2. Tens toda a razão... A natalidade tem k ser uma benção e não um contrato ou algo que se faça porque o governo incentiva...

    Bjxxx

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  3. ...precisamos de confiança e de pais que acreditem que o podem ser e acima de tudo que saibam sê-lo!

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  4. E este tópico tem "pano para mangas"... é tão triste sermos colocadas de lado só porque temos filhos ou podemos vir a ter nos próximos anos, para além de que recebemos metade do que recebem os homens com os mesmos ou menos estudos/experiência...mais triste ainda é quanto o teu patrão é uma patroa e é ainda mais discriminativa em relação às mulheres em idade fértil.....

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  5. S*, subscrevo tudo. Mas creio que o maior problema ainda são os patrões e suas mentalidades. As pessoas têm medo de ter filhos, têm medo que quando voltarem o seu emprego já não esteja lá.
    É necessário mudarem-se mentalidades neste país, e claro, isso só se faz com uma reforma estrutural das medidas.

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  6. A verdade é que um casal para ter filhos hoje em dia precisa de estabilidade de emprego, por exemplo, e muito poucos têm essa estabilidade. A maior parte das ajudas de incentivo à natalidade focam-se no primeiro ou primeiros anos de vida, e um filho "custa caro" pelo menos até à entrada na faculdade.
    Mas qualquer ajuda é sempre bem vinda. No entanto basta pensar nos infantários públicos; são insuficientes e os privados são caros.
    Um grandessíssimo problema.
    xx

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  7. Não são medidas da treta como essas que ajudarão a aumentar a natalidade. Sustentar uma criança durante 18 anos implica muito mais do que isso.

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  8. Eu acho isso tudo muito bonito, a serio que sim, só não sei como é que depois queremos um país competitivo. A mim parece-me que ter filhos é uma questão de mentalidade, acima de tudo. Nós queremos dar tudo as criancinhas e depois, claro, não conseguimos ter mais que um filho. Digo eu.

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    1. Dar tudo? Há pais que só conseguem dar o essencial(íssimo) e ainda assim têm apenas um filho. E eu (não é nenhuma lei, mas mera opinião) acho mesmo que os pais devem dar tudo (todas ferramentas de vida) o que lhes seja possível a cada filho. Se para darem todas as coisas essenciais (alimentação, roupas/calçado, brinquedos, conforto, educação/formação, mimo, atenção) só poderem ter um filho, não acho mal. Antes assim do que serem pais sem tempo para apagar todos os fogos, por terem um mini rancho.

      (Dito por uma filha única que adorava ter tido, pelo menos, um irmãozinho mas que a mãe natureza não permitiu :P )

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  9. Mai nada! Mas não é com as medidas que criaram que isto vai mudar! Aliás, quem ficar à espera de medidas, dá-se mal :/

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  10. Eu concordo com o que dizes, mas ontem quando ouvi a notícia no telejornal foi outro pensamento que me ocorreu. Pensei naqueles "pais" que só pensam nos incentivos, nos subsídios e em tudo o que podem "ganhar" ao trazer mais um filho ao mundo e fiquei apreensiva :/ Percebo bem quando se fala em aumentar a natalidade, mas conheço famílias assim...de 4 ou 5 filhos fruto deste pensamento errado dos pais e que vivem mal. Muito mal :( tenho pena dessas crianças e receio pelo seu futuro.
    Como evitar estes problemas? É muito complicado,mas acho que também é necessário pensar neste ponto :(

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  11. Medidas urgentes nesse sentido são necessárias. Espero sinceramente que isto seja o início de uma feliz mudança.

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  12. O mundo já está povoado até demais. Já basta a enorme quantidade de crianças abandonadas.

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    1. E esse facto significa o quê, neste contexto, na sua opinião?

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    2. acho que insinua apenas que mais vale adoptar crianças dos locais onde há grande número de crianças abandonadas, como países asiáticos.

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    3. Obrigada.

      Se é isso, acho que não tem nada que ver com este assunto, concretamente.

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    4. Não entendo essa forma de pensar...

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  13. Concordo plenamente! Hoje em dia o que mais ouço dizer "ter um filho? Numa altura destas? Tas é doida!". As pessoas têm medo de não ter dinheiro para criar um filho...e isso é triste!

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  14. Na teoria é lindo e bonito. Na prática serão mais medias como o estatuto trabalhador-estudante, licença sem vencimento e licença de parto, ou seja, medidas para serem usadas por funcionários publicos que são os únicos que não podem ser despedidos.
    Perguntem a algumas pessoas que tentaram ter estatuto trabalhador-estudante numa qualquer empresa privada e vão ver se os contratos foram renovados, se eles foram bem-tratados, se não passaram a sofrer represálias e pressão psicológica.
    Acho que a baixa de IVA, descontos, menos impostos é boa, a outra é uma medida que não vai ser justa nem promoverá a equidade. Muito pelo contrário. Depois ainda há muito mais que o país pode fazer para ajudar.

    Por exemplo: Na Suiça a escola é gratuita, efectivamente - os pais não pagam livros, nem cadernos, nem lápis, nem nada. Aqui? Pagamos uma fortuna. Lá tem-se universidade gratuita. Cá? Pois... todos nós sabemos. Faça-se pela verdadeira equidade, pela verdadeira gratuitidade dos estudos. Só aí ajudaria.

    Façam-se leis que punam severamente quem recrimina mulheres, quem não as contrate ou quem as despede só porque são mães, ou pior, nem as contratem porque o são.

    Sinceramente, as medidas a "curto-prazo" não ajudam em nada. São "muita parra, pouca uva" - por exemplo, eu recebo 20€ de subsídio do meu filho. Por mês tenho, só na escola (publica) uma despesa de 60€ - entre as senhas e o Atl. Fora quando ele está muito doente e não pode esperar 2 semanas para uma consulta e vai ao pediatra (40€), fora o futebol (30€), fora um livro ou uma peça de roupa, uns sapatos (10€-50€).
    Agora acrescentem a isto uma doença grave (qualquer um dos nossos filhos pode ter), acrescentem a isto um imprevisto qualquer, acrescentem a isto qualquer coisa e vão ver que essas medidas não valem nada. Porque se me tiram menos 50€ ou 100€ num ano em descontos porque tenho mais um filho isso nem sequer equivale a um mês de possíveis despesas. Ajudem-se os pais a sê-lo ao promoverem o sistema público, ao melhorá-lo, ao torná-lo realmente gratuito (como na maioria dos restantes países da UE), façam com que os pais não tenham medo de não terem como pagar os livros do secundário (vão uns 200€/300€ só em livros), façam com que as pessoas sintam estabilidade.

    Para quem não sabe, está comprovado que há um decréscimo enorme de natalidade sempre que existem grandes crises e instabilidade. Portanto, querem mais crianças? Ajudem o país a sair da crise, promovam estabilidade, punem quem rouba o Estado e façam-nos pagar com juros o que roubaram, façam um exemplo das punições para que se acabe com a corrupção e com o medo. Isto, está comprovado, que leva ao aumento da natalidade. É que ninguém, no seu perfeito juizo, vai fazer filhos porque o Estado lhes dá uns 100€ euritos por ano ou porque passa a ter uma benesse de meio ano, ou porque a autarquia oferece 500€ por estar grávida (como já vi por aí). Façam-se medidas sérias em vez de tapar os olhos com a peneira e enganar o povo outra vez. "Com pão e bolo se enganam os tolos" - tão verdade.

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  15. Os patrões não pagam licenças de maternidade é a segurança social que o faz.

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    1. Mas precisam de arranjar quem as substitua. Também não têm que pagar as horas que os empregados têm que faltar no estatuto-trabalhador estudante e quem o pede, no privado, é despedido ou pressionado até ter que o fazer por não aguentar mais. Conheço tantos casos, aliás num dos casos o rapaz em questão retirou o estatuto porque o patrão obrigou. É mais do mesmo: se queres ter filhos ou os tens pequenos eles já nem te vão empregar porque o facto de engravidares tornasse num inconveniente. Tu não estás lá mas precisam que alguém esteja, alguém que faça o trabalho.

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  16. Que façam como os países nórdicos, dêem condições para que se possam ter 2-3 filhos, como por exemplo a escola ser COMPLETAMENTE gratuita, nem um cêntavo para os livros. Aí é um ordenado cada vez que começa o ano lectivo

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  17. Dou o meu exemplo: tive de me despedir porque o meu filho tem problemas de saúde, que obrigam a que eu necessite de 1 dia por semana fixo, fora os outros não programados. Dias que não eram pagos (claro), era trabalhadora a recibos verdes a ganhar €500 e mesmo assim fui mal tratada pela entidade patronal por ter de faltar.
    Despedi-me e antes de me vir embora fiz questão de lhes explicar o porquê: porque o meu filho é mais importante do que um trabalho de escravatura. Ter outro filho? Como?

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  18. S*, eu sou professora e só te digo, de ano para ano veem-se as turmas a diminuir. Estou com muito medo de daqui a dois ou três anos não ter emprego e com 52 anos p´ra onde é que eu vou? Tenho 26 anos de serviço e 24 de quadro, mas se não houver alunos, vou p´rá rua na mesma.

    Maria

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    1. O problema Maria também são as turmas de 30 alunos que não é bom para ninguém- nem os professores nem os alunos.
      O numero ideal de alunos/turma são 15 alunos, em Portugal a maioria tem quase 30.

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  19. Tenho seguido com atenção os comentários deste post e sinceramente a opinião e cada um é a opinião de cada um. Concordo com algumas coisas discordo de outras mas respeito os pontos de vista.
    Apetece-me no entanto acicatar algumas mentes e vai daí afirmo que dois miseráveis de sexo distinto se quando em comunhão, que é aquilo que unicamente lhes pertence, desejam ter um filho, são livres de o fazer e ter e com isso demonstram o amor por eles e pelo ser que vier a ser gerado, podem dizer-me "mais um miserável" sim e depois? Não devemos ser egoístas ao ponto de apenas querer ter um filho quando temos tudo para lhe dar ou quando estado social nos dá benesses para os ter. Até penso que se o estado nos desse mais e mais teríamos casais a funcionar como fábricas de fazer filhos porque afinal parir daria dinheiro...se na nossa mente percorresse a ideia que para ter um filho teríamos de ter a fortuna do Bil Gates, minha nossa este mundo ficaria só para alguns em pouco tempo. Os nativos Afro Brasileiros têm filhos e na sua mente não está o dinheiro, esta a ideia que se for uma filha vai ter que ser o centro da casa e a cuidadora dos filhos que irá ter no futuro e ser for varão vai ter que se lançar à luta da vida pela vida numa luta muitas vezes desigual mas quando voltar à sua cabana vai fazer os filhos que darão continuidade à espécie...sem subsídios e sem benefícios fiscais!
    Mundo moderno o nosso e imensamente egoísta e cruel!!!
    Beijinho de fim de semana para ti S* e cuidado que há uma idade que se chama a idade fértil;)))

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    1. Por acaso, discordo na totalidade.
      Um pai que tenha um filho quando tem condições miseráveis não é amor - é egoismo. Ter um filho sem ter dinheiro para lhe dar de comer é egoismo, ter filhos sem lhe poder comprar roupa é egoismo. Ter um filho quando não se tem tempo para ele é egoismo. Quem tem filhos sem ter dinheiro ou vontade de investir na sua formação, educação e cultura é egoismo.

      "fro Brasileiros têm filhos e na sua mente não está o dinheiro, esta a ideia que se for uma filha vai ter que ser o centro da casa e a cuidadora dos filhos que irá ter no futuro e ser for varão vai ter que se lançar à luta da vida pela vida numa luta muitas vezes desigual mas quando voltar à sua cabana vai fazer os filhos que darão continuidade à espécie...sem subsídios e sem benefícios fiscais!"

      Isto é tão retrógrada que quase nem merece comentários mas vou dar na mesma: em Portugal já se pensou assim, depois começou a ter-se filhos às carradas porque iam trabalhar nos campos, nas fábricas e davam riqueza aos pais - ou seja, os filhos eram os escravos que os pais queriam ter.
      Sinceramente, egoista e cruel era enviar crianças com 4, 5, 6 anos para esses locais trabalhar de sol-a-sol sem qualquer tipo de condições.

      Eu não quero ter a fortuna do Bil Gates (para a senhora é tudo 8 ou 80, não é?!), mas não vou ter 3 filhos (como era o meu maior desejo) porque não tenho condições de lhes dar tudo o que precisam. O que precisam!! Não falo de luxos. Falo de comida, roupa, bem-estar fisico e psicológico. Porque se o meu filho hoje tem 1 hobbie, tem roupa e comida e espero poder pagar-lhe os livros para estudar até onde ele quiser e ajudá-lo a cumprir os seus objectivos, incentivando-o a lutar pelos mesmos. Não vou ter 10 filhos para os meter a mendigar nas ruas, nem vou ter 3 filhos para passarem dificuldades e, talvez até fome. Isso é que seria egoismo. Atroz e cruel.

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    2. Ó Mariavaicomasoutras, já saímos das cavernas há um bom tempo!

      Maria

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    3. Cada um na sua, mas de facto às vezes nem acredito que pessoas que saibam usar um computador e o que são blogs, digam coisas deste género...

      Então a última frase, dirigida à S* é mesmo parvo: ninguém é obrigado a ter filhos, ou a S* devia tê-los para ter quem cuide dela quando for idosa? Nada egoísta, portanto... E mesmo que queira tê-los, se ainda não os quer agora seja porque não tem ainda a estabilidade financeira e/ou emocional, porque quer namorar à vontade, quer ter liberdade para sair/viajar/passear, ou seja lá o que for, tê-los neste momento seria amplamente egoísta.

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    4. Uma pessoa tem de ser racional. Pensar só com o coração pode não dar certo.

      Evidentemente que se tem de ter as condições mínimas para criar uma criança. No entanto, também acho meio utópico ficar à espera do momento ideal, do emprego perfeito. Hoje em dia, essas coisas não existem.

      E eu estou em idade fértil. Não irei esperar muito mais tempo antes de tentar. :)

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    5. Claro que já saímos das cavernas faz muito tempo Maria, eu saí da caverna da minha mãe vai mais de meio século...não , não sou retrógrado e sou muito mais para a frentex do que imagina embora não pareça...mas eu disse que ia escrever para provocar mentes...
      ...Boa! S* é com essa convicção que devemos agir e falar! "Memento Mori et Carpe Diem"

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  20. Só acredito em incentivos para a natalidade vendo!Beijinhos

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  21. As tuas sugestoes lancaram um debate interessante. A meu ver também passa por incentivos fiscais mas há outros aspectos a desenvolver que fomentem a natalidade. Muito passa por nao ter medo de perder o emprego (e sustentar a cria como?) quando terminada a licenca; Estímulo a ambos os pais para ficarem de licenca prolongada. (Na Alemanha, com reducao salarial, dá para estender até 14 meses e esses sao divisíveis pelo pai e pela mae, por ex.) Depois... depois há que considerar a tendencia actual de ter o 1o filho 6-8 anos mais tarde do que há poucas décadas e, parecendo que nao, condiciona a disponibilidade da mulher para ter mais. E se tiver de retomar a carreira entretanto ou gerir desemprego na família, pior um pouco.

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  22. Tendo em conta que o meu trabalho depende de crianças...elas são cada vez menos e os pais cada vez arriscam menos no que toca a ter filhos.
    Precisamos de muitas crianças!!!

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  23. É verdade que o país precisa de crianças... Também é verdade que quero muito ser mãe mas, sinceramente, essa vontade que tenho foi uma das razões que me levou a emigrar. Ter filhos em portugal parece-me nada mais que uma grande dor de cabeça. Com um horário carregadíssimo, há mais de um ano sem fins-de-semana, há mais de dois sem férias, sempre com medo por causa da instabilidade do trabalho, sempre a arranjar maneiras de esticar o dinheiro para chegar ao fim do mês com tudo pago e sem passar fome... não dá. Já eram sacrifícios a mais. Não estou a pensar engravidar nos próximos tempos mas, pelo menos, agora sei que se acontecesse podia realmente olhar para isso como uma bênção e não como um desastre.

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  24. Este país precisa de crianças? Pra que governo?

    É que o querido governo no meu distrito vai fechar 9escolas primárias, há crianças que podem não ter vaga na escola primária ou então vão colocar crianças no início da sua vida escolar em turmas de 30, outras a apanharem o autocarro as 7h porque que a escola primária fica entre 25 e 50km de casa?

    Já contribui com a minha.

    O país não precisa de crianças.
    O país precisa é de novos governantes.

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  25. E os casais, idosos, famílias monoparentais e pessoas isoladas, que mesmo sozinhas, tem imensa dificuldade em sobreviver?
    Como AINDA pensar em filhos?

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