segunda-feira, 16 de abril de 2012

Trabalho Vs Amor

Nunca vou entender as pessoas que colocam o trabalho, a carreira, à frente do amor, do companheiro, da família.

Este fim-de-semana vi um episódio da série “Anatomia de Grey” que discutia esse assunto. Se tivesses de escolher entre uma carreira bem-sucedida e um amor, escolhias o quê?

Na série, a maioria dos médicos dizia que escolhia a cirurgia, porque era eterna, enquanto um amor pode não o ser.

Depois a Izzie, a minha favorita, disse qualquer coisa do género: “Quando sais daqui (do hospital), não é a cirurgia que está em casa à tua espera. Não é com ela que dormes, não é ela que te abraça”.

Trabalho é trabalho. Pode – e deve! – ser uma paixão. No entanto, não devemos esquecer que por mais alegrias que o trabalho nos dê, não é capaz de nos encher o coração.

65 comentários:

  1. Fogo, nunca irei põr o trabalho à frente do amor, família, amigos, tudo mesmo! A Izzie tem mesmo razão era o que eu diria!

    Beijinho

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  2. Verdade! O coração das pessoas não é assim tão pequeno, devem amar a sua família como o seu trabalho e saber gerir esse amor. :)

    Beijinhos S*

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  3. Sou totalmente de acordo com a tua opinião! Eu estudo e trabalho porque preciso. Mas podia viver só de amor, que vivia muito muito bem :)

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  4. É um assunto que mudei de opinião ao longo dos anos. Antes metia os meus sonhos profissionais à frente de tudo. Hoje não. Desisti do curso que queria porque teria de ir para fora. E sei que com 18 anos se me separasse dele muita coisa ia mudar e o que eu não queria era deixar de o ter na minha vida. Escolhi outra opção e tenho a certeza que estou mais feliz assim. Nunca poria hoje em dia algo à frente dele. O trabalho é uma parte de nós bem pequena. O amor é o que nos faz mover. E tenho uma colega minha que pensa exactamente ao contrário e nem ouve a minha versão, as minhas ideias, quando digo que o ponho à frente de tudo ela começa logo a gritar-me... É apenas uma opinião, a minha :)

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  5. Não duvido que exige discernimento de modo a atingir-se um estável equilíbrio. Não abdico dos afetos, do mesmo modo que não abdico do meu trabalho, a minha independência. Nunca.

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  6. hummmm eu acho que qdo a carreira é a que sonhamos, e ela corre de vento em pompa, cheia de trabalhos e projectos a vida passa depressa e nem sentimos a falta de alguém, ou se calhar qdo sentimos já é tarde demais...
    Eu não vibo sem Amor mas conheço quem viva mto feliz e completo com a sua carreira.

    Bjo
    Maggie

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  7. Não é uma coisa para se compreender, S*. É igual a alguém dizer-te que não concorda que deixes isto ou aquilo pra trás em prol do teu namorado. Acho que na Medicina principalmente (ou então por ser o que conheço) é "fácil" ficar-se assim. Conheço uns quantos. Acho que nem sequer é consciente, advém do tempo que dedicas (noites, feriados, fins-de-semana) e da compensação emocional que retiras do trabalho. Espero não ficar assim mas consigo compreender com facilidade.

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  8. É verdade! E como eu costumo dizer existem vários tipo de amor!Há quem ame o trabalho e o que faz, mas tb precisamos de outros tipos de amor!!
    **

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  9. aplica-se o 'trabalho é trabalho, conhaque é conhaque' ;)

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  10. Sabes, até há bem pouco tempo eu dizia que iria colocar o trabalho à frente do amor. Mas depois percebi que se não tiver alguém ao lado para me apoiar, ter uma boa carreira não me servia de nada... Por isso, estou com a Izzie :)

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  11. " No entanto, não devemos esquecer que por mais alegrias que o trabalho nos dê, não é capaz de nos encher o coração."

    Não é, de facto; mas enche-nos o estômago, o guarda-fatos, os sapatos, a casa de mobília ao nosso gosto, essa mesma comprada e por nós idealizada; permite-nos adquirir o carro, as viagens, as férias, os restaurantes, os cinemas, os concertos e tudo o mais que completa a existência ao lado do nosso amor.
    Isto porque: quando o dinheiro acaba o amor salta pela janela.
    Sem falar que tens de alimentar as gatas.
    Eheh...

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  12. Pode não te encher o coração mas pode encher o coração a outras pessoas. É muito simples o motivo pelo qual se põe trabalho (um trabalho apaixonante, de que se goste mesmo e que valha mesmo a pena para a pessoa) à frente do amor: porque do amor nunca sabes o que esperar, a única certeza que tens é que não sabes o que esperar e quem estiver convencido do contrário é pura e simplesmente ingénuo. Não se conhece ninguém verdadeiramente e o que uma pessoa pensa que é pode muito facilmente revelar-se não o ser. O trabalho, por outro lado, depende de ti, da tua entrega do teu profissionalismo, da tua excelência. Depende muito muito mais de ti. Ao contrário do amor. Quanto à família aprendi a calar a boca e a não comentar depois de por experiência própria estar a mudar ligeiramente a minha opinião.

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  13. Temos de partilhar, também as alegiras do trabalho com alguém! Não é verdade?

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  14. Bom post! Admito que sou fria e sempre coloquei os objectivos práticos e a carreira à frente. Isso fez-me cometer muitos erros, daqueles que me pesam muito na alma. Sei que muitas vezes sou uma daquelas pessoas de valores trocados. Mas ando a trabalhar nisso.

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  15. Amar o trabalho, amar aquilo que se faz no dia-a-dia em troca de uma remuneração é sem dúvida muito bom e é daí que nascem bons profissionais mais diversas áreas, mas... amar alguém e sentir-se amado, aquele abraço, aquele beijo, aquele colo que nos conforta está, para mim, sem dúvida alguma em primeiro lugar :)

    Beijocas***

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  16. Pessoas q poe o amor atras de todo o resto, são infelizes. Todas q conheço q fazem isso, são infelizes, a vida nao tem sossego, nem paz...

    O amor é o sentido da vida, amiga!

    Bjão

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  17. Penso que ambos são importantes, e quando se está carente de um o outro pesa mais. Uma pessoa desempregada ou que carrega uma má escolha profissional, talvez pese a carreira, e uma mal amada talvez pese o amor. Na vida o melhor é o tão almejado equilíbrio. Amor em uma cabana não dá, e viver sem amor em um palácio também não dá. Zelo por um equilíbrio, se eu o alcancei... não, ainda não, mas o almejo.

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  18. Não é para se compreender! São opções. Para ti o amor é o que mais te realiza,para outras pessoas é a carreira que sempre sonharam que as torna felizes. Não se pode comparar, muito menos julgar.
    Eu, que tenho uma relação de seis anos, não abdiquei dos meus estudos (e estudo longe de casa e da pessoa que amo)em prol da minha relação. Tenho as duas coisas - o amor e a carreira - não seria feliz de outra forma!

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  19. Por um lado compreendo,mas não acho bem.O amor é o motor.Mas há quem se desiluda com o amor e se dedique a outras coisas.Ou então quem tenha uma vida muito preenchida(como na medicina) e o amor vá ficando para trás,mesmo sem que se apercebam.É um pau de 2 bicos,muitas das vezes...

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  20. Depende...se tu estiveres ao lado de alguém que até gostas, mas não é aquele gostar de mover montanha primeiro vira o trabalho, obviamente se gostares do que fazes.
    Depois olha eu adoro o Homem Mais Sortudo do Planeta, mas não sei se era capaz de abdicar do meu trabalho por ele. Os dois em equilíbrio funcionam melhor!

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  21. O trabalho é a primeira opção enquanto se está no trabalho; depois de se sair a porta para fora é o amor, amigos e família que importam!

    Depois de se acabar a fase do trabalho, ele não goza a velhice connosco, é o amor aquele que teve lá sempre que nos acompanha até ao fim da vida! Para mim, amor é sempre primeiro!!

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  22. eu já falei sobre isso e as opiniões que surgiram nos comentários foram ao encontro do que dizes aqui. e eu continuo a achar que de que nada nos serve uma carreira fantástica se não temos ninguém com quem partilhar depois todos esses sucessos. eu ponho o amor acima de tudo.

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  23. Ora, eu também adoro o meu trabalho e não o deixava... a não ser que tivesse MESMO de ser. Mas isso não me impede de achar o amor mais importante, mais absorvente, mais compensador. :)

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  24. Não posso estar mais de acordo contigo!

    Há opções que se tornam, para mim, incompreensíveis.
    Por mais ambiciosas que sejamos, por mais que gostemos da nossa profissão, há alguma coisa comparável ao amor, ao afecto, à vida preenchida, já não digo apenas pelo companheiro, mas pelos filhos?

    Abraço.

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  25. Acho que precisamos de um equilíbrio entre as amor e trabalho.

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  26. Querida S*, mas hoje em dia, há tanta gente a trocar o amor e a amizade, pela carreira que até me causa urticária! Sobretudo quando estão crianças envolvidas!

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  27. Concordo com o que dizes e lamento que se tenha que despender de tantas horas para o trabalho. No meu caso, trabalho 12 horas por dia, raramente menos, e sinto que nem sempre tenho tempo suficiente para a família.
    No meu caso, não é uma escolha, mas sim uma necessidade :(

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  28. Lá isso é verdade... não podia estar mais de acordo com a frase da Izzie. Mas eu acho que ambos se completam e complementam porque se um dos dois está menos bom, temos que nos apoiar no outro.
    Há que saber equilibrar os pratos da balança... porque se por um lado o amor enche-nos o peito e a alma e dá-nos momentos de felicidade e compreensão a dois, o trabalho leva-nos à realização e à valorização enquanto pessoas singulares que somos!

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  29. É urgente e necessário o Amor, só ele enche o coração na minha opinião.

    Uma carreira é necessária, mais que não seja como meio de sobrevivência e subsistência, pode e deve ser uma Paixão como dizes. A realização através do trabalho é muito importante para o bem-estar do ser humano (acho, é minha opinião).

    Conciliar as 2 coisas é uma arte. É saber viver.

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  30. Isso é tudo muito bonito, mas no dia em que o amor der à sola ou arranjar outra, fica-se sem amor, sem carreira e provavelmente sem dinheiro.
    Não há nada como o equilibrio, mas em caso de dilema, é a carreira.

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  31. No meio está a virtude...!!! Eu queria acreditar que era o amor... hoje em dia... estou um pouco desacreditada mas eu sou do tipo de pessoas que deixo tudo para viver um grande amor!

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  32. Se vives só de um amor, e se esse amor te vira as costas, agarras-te ao trabalho para te sentires viva e continuar em frente, naquele momento é o trabalho que te conforta.
    Por outro lado se vives só para o trabalho e o perdes, são os braços de um amor que te servem de porto de abrigo.
    Parece-me a mim que o que realmente todos precisamos para sermos pessoas felizes e realizadas, é trabalho e um grande ou não tão grande amor:)

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  33. Eu concordo mas às vezes tenho medo de me tornar assim =/

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  34. Infelizmente já passei por uma situação destas. E fui trocada pela carreira. Maldita --'

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  35. Quanto ao tópico não faço ideia, mas quanto à série eu adoro! :)

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  36. Cara Su, estou a referir relações maduras, seguras, ponderadas... não de paixonetas que dão à sola. :)

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  37. Não há nada que pague o amor. Nem carreira, nem posição, nem estatuto, nem dinheiro, nem NADA. É o amor que faz rolar o mundo. Eu pelo menos gosto de pensar assim.
    **

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  38. Eu também não consigo entender...
    Para mim, as minhas pessoas estão sempre em primeiro lugar, a vida profissional só vem bem depois.
    Mas eu sou caranguejo e os caranguejo são conhecidos pela sua lamechiche! :)
    Bjs

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  39. Para mim o amor, familia e amizade vêm sempre em primeiro lugar.

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  40. Não podia concordar mais ;) E a propósito, a Izzie também é a minha preferida :)

    Mas não nos podemos esquecer que por ser assim connosco pode não ser com outras pessoas e respeitar isso...certamente são as tais paixonetas pra dar à sola pouco tempo depois, não será?

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  41. Eu pessoalmente partilho da opinião. Sendo o trabalho uma coisa mto importante, ainda assim não é tudo, e há coisas mais importantes.
    No entanto, compreendo algumas pessoas q metem a carreira em primeiro lugar. Claro está, desde q o façam correctamente (n é ter filhos, ou relações, p depois os deixar ficar p trás, isso não!) São escolhas, e respeito, nalguns casos até as compreendo.

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  42. Deve ser por isso que invejavas tanto a blogger Salto para a Lua!!!!!

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  43. Sim, Su, já toda a gente sabe que eu morro de inveja de ti, que quero ser como tu, que o meu maior sonho é chegar aos teus calcanhares.

    Toda a gente sabe... mas tu é que me "persegues". :)

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  44. É o amor que tem a força de mover montanhas, seja ele qual for!
    Essas palavras da Izzie revelam a realidade, não é o trabalho que está em casa à nossa espera, não é o trabalho que nos conforta quando precisamos.... é o amor, o verdadeiro amor que faz tudo isso!
    Na minha opinião, existem coisas na vida que merecem mais importância, o trabalho não pode ser tudo, embora, claro está, também seja importante!

    :-))

    http://viradadoavesso-katie.blogspot.pt/

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  45. Então nunca irás entender-me! :-)

    Dos meus sonhos não fazem parte casar e ter filhos, não sou uma pessoa de afectos, pelo para mim a carreira está em primeiro lugar. A única excepção é a atenção que dou à minha mãe (quando ela precisa, ela sabe que eu estou lá).

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  46. Vou deixar aqui a minha opinião sobre o tema em discussão.
    Quase todos os comentários femininos, em meu entender, primam por inconsequente ignorância de vida.
    Salvo honrosas excepções, todas alinham pela mesma ignorância e afirmam que o amor está acima de tudo.
    Minhas queridas senhoras, amor não enche barriga, sabiam? Enche, pode encher e até é congratulador que encha outras coisas, mas não a barriga.
    E quem diz barriga diz o resto.
    Afinal aonde está a tão apregoada realização feminina? A emancipação? Ser apenas uma amorosa? Look aprimorado para não desiludir o vosso amor? Muitos beijinhos e nhanhanha e ronronron para aqui e para ali?
    E a carreira profissional para a qual perderam os melhores anos da vossa vida a fazerem por ela? A emancipação feminina? A realização? O amor-próprio? A admiração e o respeito do mundo por uma mulher de sucesso? Isso não conta?
    Que quereis vós afinal? Regredir ao tempo das vossas avós em que a função primordial e única era a mulher agradar ao marido?
    E respeitá-lo mesmo que fosse um vadio.
    Então por que batalharam tantos anos pela igualdade de sexos? Para colocarem o amor acima de tudo, até da vossa própria dignidade?
    Sabem muito bem que o amor só dura até...onde dura. Que exemplos vos dá a sociedade? Divórcios e separações pelos mais mesquinhos assuntos.
    Além de que, como já tive oportunidade de dizer aqui mesmo, amor só subsiste com dinheiro.
    Termino com: para mim uma mulher que só me ofereça amor não tem valor nenhum. Uma mulher para mim deve almejar muito mais. Deve colocar acima de tudo a sua realização pessoal, isto é; o respeito que a si mesma deve.
    Isto porque: há homens que sabendo amar até à loucura uma mulher, repudiam a subserviência feminina.
    A mulher que me seduz, a que me desvaira e enlouquece, é aquela que me sabe dizer...NÃO! E não aquela que ali está esperando por mim em salto-alto temerosa de me desagradar
    Mas isto sou eu que para a S* não passo de um atrasado.

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  47. Caro Conde, o senhor não é atrasado, mas adora interpretar ao seu gosto aquilo que eu escrevo.
    Por diversas – diversas! – vezes escrevi no meu blogue o quanto gosto do meu trabalho, da minha área. Já aqui disse inúmeras vezes que adoro o que faço, que adoro sentir-me útil, que adoro ser senhora do meu nariz e sustentar-me sozinha. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não disse que vivíamos de amor, que o amor enchia a barriga e a carteira. Disse apenas que, para mim, o amor será sempre a prioridade. Por mais que o meu trabalho me faça sentir realizada, não me faz sentir amada. É a diferença.

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  48. S* desculpa, mas vou ter que responder ao sr. Conde.

    Sr. Conde da Mente Triste,
    O facto de se dar mais importância ao amor não quer dizer que não se necessite de realização pessoal.
    O que é a realização pessoal para si?
    A realização pessoal não está apenas na realização profissional, ou a sua está?
    Fazer dinheiro para encher a barriga não me parece que tenha alguma coisa a ver com realização pessoal. Talvez com sobrevivência ou com valores invertidos onde o dinheiro está acima de tudo, mas com realização pessoal, desculpe, mas não me parece.
    O amor não tem nada a ver com subserviência e, se o relaciona com ela, é porque nunca deve ter sentido amor de verdade.
    O amor (o verdadeiro) não precisa de "nãos", nem de saltos altos, nem de artifícios nenhuns para ser amor.
    Pois, mas esse o sr. ainda não deve ter tido a oportunidade de conhecer.
    E a tão falada realização pessoal é cheia de amor, de trabalho e de tudo o resto que faz as pessoas felizes. Umas precisam mais de trabalho, outras de amor e outras (talvez como o sr.) da barriga cheia.
    Bjs

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  49. Bem, S*, visto que eu sou a excepção, deixa-me dizer-te que eu tenho espaço e tempo para tudo e todos, mas a minha prioridade é a carreira - são opções de vida. Eu respeito a tua e a das outras pessoas, ainda que tu não entendas a minha! :-) PEACE! :-)

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  50. GATA, há uma coisa que tens de perceber:

    Eu não entendo, mas respeito. Cada um escolhe o caminho que o faz feliz.

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  51. Trabalhos há muitos, amor só há um.... ;)
    E há quem passe uma vida sem o encontrar... esses acho bem que optem pelo trabalho

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  52. A minha até pode ser uma visão muito feminina e apaixonada (e não não é uma paixoneta, é uma relação forte e segura que em breve fará dois anos) mas eu coloco o amor acima de tudo. E não falo só de amor entre homem e mulher, mas sim de uma família em geral, filhos, pais, avós, todos esses tipos de amor, para mim volto a repetir, são essenciais à minha vida e à minha felicidade, muito mais que o meu trabalho, que infelizmente ainda não tenho porque sou um dos tantos portugueses que andam anos a queimar pestanas e a pagar propinas para ir para o desemprego. E querem saber? Mesmo sem trabalho sou FELIZ e muito. E sabem porquê? Porque tenho amor.

    (desculpa o testamento/desabafo)

    E que tenhas sempre amor na tua vida para continuares sempre com esse espírito.
    Beijinhos***

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  53. Jiggly, identifico-me contigo. Fui educada para colocar a família em primeiro lugar. :)

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  54. Pois, o que seria verdadeiramente para estranhar era não virem as senhoras donas da verdade dizerem de sua justiça, que é como quem diz, increparem violentamente, que não discordarem normalmente, pensamentos ou sentidos de vida que não se coadunem com os seus.
    Nada que não estivesse à espera e se de facto motivos tenho para me surpreender, é só pecarem por tardios.
    Portanto e em seu entendimento, caríssima Mammy, eu sou um animal sem sentimentos para quem o amor é um sentimento menor, ou mesmo desconhecido, e que tenho como expoente máximo de vida o encher a barriga.
    Pelos vistos não compreendeu a metáfora da expressão, ou provavelmente entendeu mas foi-lhe mais conveniente ignorá-la a fim de justificar álibi para me contestar.
    O que eu disse, e reitero; foi que acima do amor coloco a posição.
    O que eu também disse foi que por muito bonita e irresistível que uma mulher possa ser, para mim nada vale se não a preceder a categoria, a dita...classe
    O que nos traz de volta à posição, ao lugar cimeiro. Posição, igual a classe. Tanto para mim como para ela.
    E como se consegue isso? Obviamente não será em esperar de salto-alto o seu amor, mas colocar em primeiro patamar a sua realização pessoal, e a seguir o amor.
    Porque mulher Penélope, para mim, não!
    Este assunto está esclarecido e arrumado, penso. Passemos portanto a outro tema de amor, desta vez amor familiar, pois como alguém aventou por aí há que se dar amor à família e sobretudo aos filhos.
    E quem põe isso em causa? Decerto não serei eu. Amor à família constituída não só é uma questão de sentimentos, como de obrigação.
    Mas o que aqui se trata é do amor entre um e uma, nada mais. Entre colocar a carreira à frente em detrimento do amor, ou vice-versa.
    Para uma melhor compreensão. Entre a lamechice do nhanhanha ronronron nhenhenhe ou o trabalho.
    Resumindo e concluindo. Para haver um nhonhonho nhenhenhe com palavrinhas e beijinhos escorrendo mel, primeiro há que pensar na vida e trabalhar a fim de haver dinheiro para isso.
    Acho que me fiz entender, espero.
    Aproveito e dou os meus sinceros parabéns à Gata que me parece ser uma mulher com a cabecinha no seu devido lugar.
    Et Voilà...

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  55. Mas uma pessoa só pode ser feliz se tiver alguém em casa à espera? Isso é uma visão um bocadinho redutora da felicidade, digo eu. Há tantas maneiras de se ser feliz quantas pessoas há no planeta. Cada uma com a sua.

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  56. Cara Juanna, não me refiro ao amor romântico - não só, mas também. Refiro-me ao amor, à família, aos amigos. Cada um é feliz à sua maneira, não me leu aqui a criticar. No entanto, sou da opinião de que uma carreira nunca deve sobrepor-se ao amor - nas suas variadas formas.

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  57. Caro Conde,
    De facto, esta conversa está terminada, pois o sr. não entendeu nada do que eu disse e terminou o seu enorme testamento a falar de dinheiro.
    Assim, depreendo que a sua realização pessoal está-lhe directamente relacionada. Respeito-a, apesar de não a compreender.
    E nada mais tenho a explicar, porque tenho a certeza que se vai recusar a entender.
    Passe bem!

    Beijinhos S* e desculpa a intromissão!

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  58. Caríssima Mammy:
    Os meus parabéns!
    Deconhecia que discutia com uma omnisciência soberana.

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  59. Menina S*
    pelos vistos não sou só eu a pensar racionalmente. Senhoras há que pensam da mesma maneira.
    E tenho a certeza de que desfrutam de amor, talvez mais do que as mulheres Penélopes; porque muitos homens gostam de mulheres mulheres e não de subservientes mimadas.
    A Mulher amada é a mulher que sabe decidir pela sua cabeça e não anda sempre arrastada, pendurada no marido ou namorado.
    Acho que andas desfasada neste mundo e devias era ter nascido no século da tua bisavó.
    Dou por encerrado o assunto.
    Mas como és simpática, vá lá um sorriso para ti.
    :)

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  60. Senhor Conde, você é insistente e gosta de bater na mesma tecla. Esse argumento de que deveria ter nascido no século da minha bisavó eu também já li, lamenta-se. Deixe de ser chatinho. Seja feliz à sua maneira e deixe-me ser feliz da maneira que eu quero.

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  61. Quando não temos mais nada que o trabalho... tem que ser mesmo ele a tentar preencher-nos o coração.

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