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Não me refiro a ele como "o H.".

Refiro sempre como "o meu H.".

Não é ser possessiva, é mesmo uma alegria imensa por sabê-lo meu.

Comentários

  1. Acho bem, até porque se não usares a palavra: meu, os mais desatentos podem pensar que estas a falar de outro H :)

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  2. Acho muito interessante e sensual essa expressão portuguesa ¨Meu Homem.¨ Por aqui não falamos assim... mas bem que eu gostaria.

    Eles falam ¨Minha mulher¨... e porque nós mulheres não utilizamos ¨Meu homem¨?

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  3. A questão não está no pronome e sim no substantivo ¨homem¨ que o qualifica como macho de uma fêmea, portanto se trata de uma questão sexual. Dá para entender o que quis dizer?

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  4. E seria bom que todas nos sentissem assim!

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  5. Oh, como gosto de ver os teus posts apaixonados:D E compreendo!*

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  6. Eu trato sempre as pessoas de quem mais gosto assim, "O Meu...", "A Minha..."

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  7. eu acho fofo ... e se isso te faz bem que seja sempre! o TEU H. :) :)**

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  8. Já lhe compraste uma trela? eheheh

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  9. Querida agora vou espicaçá-la mas é por bem..."ninguém é de ninguém", os pronomes possessivos deviam desaparecer da gramática:):):)
    Mas é tão saboroso dizer-se o meu homem, o meu filho, a minha filha, os meus netos,...:):):)

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  10. :D é o poder que as palavras têm sobre nós :)

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  11. Faço o mesmo. Considero isso uma forma carinhosa de falar daquela pessoa. Aquele nome é o de milhões de pessoas, mas o nosso é o nosso...

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  12. Eus ou como tu. O que é meu, é meu :)
    Bj**

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  13. Ate era capaz de escrever algo sobre o assunto mas depois levo outra vez na cabeca , vou ficar caladinha porque a experiencia dos quase 38 anos assim o mandam :)

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  14. Que engraçado. Digo exactamente do mesmo jeito :') . Somos umas babadas*

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Para dormir - solução, procura-se!

É uma pessoa desesperada que vos escreve, esta manhã.

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O que é nacional é bom

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Querem cestas de classe? Então comprem das nossas. Das verdadeiras. Cópias descaradas? Não, obrigada.
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Voltar ao início

Depois de quase 9 anos e meio de relação, não vamos fingir que são tudo rosas. Ultimamente, temos até de admitir que têm sido mais os dias maus do que os dias bons. As chatices do dia-a-dia, os remorsos, os ressentimentos, os problemas a que somos alheios mas que nos afectam... Não é fácil de gerir e mentiria se não admitisse que já pensamos "será que vale a pena?".
Da minha parte, apesar dos momentos menos bons, continuo com a nítida percepção de que é um bom homem, com bons princípios, e que dificilmente encontraria companheiro que encaixasse tão bem em mim (que eu sou osso duro de roer, no que toca ao convívio caseiro).
Vale sempre a pena, porque não perdemos esta capacidade de nos reencontrar e voltar ao início. Enquanto soubermos olhar um para o outro e reconhecer o valor um do outro, vale mesmo muito a pena.