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A mostrar mensagens de Dezembro, 2021

I Have a Dream

Agora de manhã abri a minha nova agenda de 2022, para anotar umas informações. Dei por mim fixada naquilo que escrevi na abertura da agenda, na secção "I Have a Dream" . Tenho a agenda há mais de um mês e não me lembro de ter escrito tal coisa. Deve ter sido espontâneo, a emoção da hora. Fiquei lamechas, confesso. Os últimos dois anos foram complicados por todos os motivos e mais alguns. Espero, sinceramente, que 2022 seja um ano mais tranquilo a todos os níveis. Espero, acima de tudo, nunca perder esta capacidade de me entregar ao Amor. Ser feliz. Viver calmamente. Sorrir diariamente.  Ter a família sempre perto. Abraçar o meu filho.  Amar muito. Ser amada. Bom ano novo para todos.

Facto

Aquela alegria de receber um pagamento é, em 15 minutos, substituída pelo desconsolo que é ver o que sobrou após pagar contas e mais contas. De qualquer forma, gosto muito da sensação de ter tudo liquidado e bem organizado para começar o novo ano da melhor forma.

2021

Foi um ano do caraças. O segundo ano de pandemia. O segundo ano de uma nova vida, após o divórcio. O ano em que me apaixonei e em que me partiram o coração em mil bocados. O ano em que ficou mais que provado que nem tudo o que reluz é ouro... Pode ser só mesmo pechisbeque. O ano em que fui operada, em que me serraram o osso, me abriram o peito e me obrigaram a voltar a recuperar destas coisas do coração - desta vez, de forma real, não em sentido figurado. Já lá vão sete meses, já estou quase recuperada a 100% e, por mais fisicamente fragilizada que a operação me tenha deixado, a verdade é que acabei por voltar a dizer a mim mesma que gosto de quem sou, com mais ou menos cicatrizes. No caso, com mais uma cicatriz... E das grandes. Reinstalei o Tinder, essa grande ferramenta de sedução dos tempos modernos... Conheci algumas pessoas, fiz amigos, assustei-me com a falta de romance... Passei a Primavera e o Verão em modo desconfiado, a não passar grandes confianças.  E eis que me apareceu e

Do individualismo

A propósito do texto anterior, algumas pessoas falaram do facto de a felicidade não passar obrigatoriamente por ter um parceiro e criar filhos. Há gente que não tem essa ambição de vida... Ou até tem, mas nunca acontece... E a felicidade encontra-se noutros caminhos. Isto leva-me a partilhar que cada vez mais estou mais convicta de que sou Mãe de um filho só. Nunca senti particular apelo pela maternidade. No entanto, vivi uma relação estável durante uma década e, a dada altura, fez todo o sentido lutarmos para ser pais. Para nós, foi realmente uma luta, com tratamentos de fertilidade pelo meio. Passei a querer muito ser mãe e, hoje em dia, o meu/nosso filho é obviamente a prioridade de todas as prioridades. No entanto, continuo a sentir que seria igualmente feliz se a vida me levasse noutras direcções e não tivesse filhos. Não quero ter mais nenhum filho e até já dei por mim a pensar "não posso arranjar alguém sem filhos, pois não gostaria de privar a outra pessoa de filhos, se es

Dos relacionamentos

Uma das coisas que mais comento com amigas e familiares é o facto de ter notado, no último ano, que os homens estão cada vez mais preguiçosos no que toca a relacionamentos. Mais preguiçosos, menos esforçados, menos dedicados. Podia ser somente erro de casting meu, podia ser azar da minha pessoa... Mas tem sido uma 'queixa' que tenho ouvido constantemente. Ou serão as pessoas no geral? Homens e mulheres? Estive dez anos numa relação séria, pelo que naturalmente as coisas mudaram nesta última década. A sensação com que fico é que actualmente a oferta é tanta... Que a conquista morreu. A sedução morreu. A 'luta' pelo envolvimento e pelo início de um relacionamento morreu.  Talvez tenha uma explicação. Para mim, a explicação mais simples é o facto de as mulheres, hoje em dia, também procurarem, também conquistarem. Acho muito bem... Mas não estou habituada a tal coisa. Sempre vi a sedução como um 'jogo' em que a mulher seduz e o homem conquista. Tacanha? Talvez. Ant