Do Casamento


Nisto do casamento, sou super hiper mega relaxada.

Estando com o meu futuro marido há oito anos e meio e partilhando casa há já sete anos, o casamento é apenas um momento de celebração e partilha com aqueles de quem mais gostamos. Vamos baptizar primeiro o nosso filho e casar depois pelo civil, numa quinta.

Não estou minimamente preocupada, porque é um casamento pequeno, para meia centena de pessoas, entre família, amigos e colegas. 

Mas meus amigos... A minha única preocupação foi casar exactamente na quinta que queria. Aquela que sabia que nunca me falharia em termos de comida. Ah e tal, é um casamento, a comida não é importante... Mentira! É, provavelmente, das coisas mais importantes. Se as pessoas vão estar horas e horas num espaço, querem comer bem, sentir-se bem, ser bem recebidos. 

Escolhi primeiro a quinta e marquei a data em função da disponibilidade da quinta. Se só podia num sábado de Setembro, pois é nesse sábado que vou casar. É um descanso saber que a quinta assegura não só a comida, como a decoração das mesas, decoração da cerimónia do casamento civil, bolo de casamento e até fogo-de-artifício (que eu nem queria, mas pronto, se está no preço, venha ele!). O fotógrafo já está escolhido.

Em Fevereiro vamos ter showroom da quinta, para fazermos degustação do menu por nós idealizado e escolhermos a decoração das mesas, da cerimónia, bolo de casamento, eventual bolo de baptizado... DJ, animação infantil... Enfim, num dia vamos resolver 50% do "trabalho" previsto.

Este casamento tem tudo para correr bem... Só falta não me chatear com o noivo até à data. Era chato.


Comentários

  1. Uma curiosidade apenas: se te faz sentido baptizares o teu filho, porque motivo não te faz sentido casar na Igreja?

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    1. O noivo da S* é divorciado.

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    2. e é possível baptizar um filho quando os pais não são casados pela igreja (pergunta de ateia)?

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    3. O futuro marido é divorciado, tal como referido. Sim, é perfeitamente possível... :) O padre nem sequer colocou essa questão. Aliás, ele vai ser baptizado com os pais ainda não casados - nem pela igreja, nem por coisa alguma. Só depois do baptizado vamos casar.

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    4. Pode solicitar a anulação do anterior casamento do seu futuro marido pela Igreja, se for esse o vosso desejo. No entanto, é um processo caro e se calhar já não vai a tempo pq também é moroso. Quem sabe para a renovação de votos :) que tudo corra pelo melhor. Felicidades para os 3

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    5. Todas as crianças podem ser baptizadas. A igreja considera que elas não têm "culpa" das escolhas dos pais. :) Depois há padres que não concordam com isto e que pressionam os pais a casar mas não passa da opinião pessoal destes. :) O pior caso que vi resolveu-se com a ameaça de se falar com o bispo e denunciar a recusa do padre em baptizar uma criança. Não chegou a ser preciso pois o padre acabou por aceitar.

      Eu também acho que fui uma noiva calma, pelo menos na opinião dos mais próximos. Não se fazendo um casamento enorme, cheio de pormenores e coisas a tratar, acho que dá para manter a calma. Eu organizei o meu a partir de França, em 5 meses e na última semana não tive nada para fazer a não ser ir levantar o vestido. :D Um descanso. :)

      No meu caso, a quinta não era o essencial. Eu fazia era questão de casar no Mosteiro e por isso marquei isso primeiro. Mas houve um quinta que ficou escandalizada por eu ter marcado primeiro a igreja e só depois ver se ela tinha disponibilidade. :P

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    6. depende dos padres. há uns mais conservadores que ligam a isso e outros nao. é como a questao dos padrinhos: ha padres que so aceitam padrinhos com crisma e outros nem perguntam, nao ligam a isso. há padres que so aceitam casar quem faz o curso pre matrimonial e exigem a confirmação do certificado, outros nem ligam e quem quer faz e quem nao quer nao faz.

      isto do batizado tem mais uma questão: sendo dois solteiros que optam por nao casar eu percebo a hipotetica duvida do padre, mas se o pai é divorciado nao tem hipotese de casar na igreja, e entao vai "prejudicar" o bebe e nao o batizar?

      tenho um exemplo na minha terra de um casal solteiro, que nao se queria casar, nao ligava nenhuma à igreja e nao queria batizar o filho. a avo paterna, super religiosa, foi tratar com o padre e foi ela batizar o bebe, ou seja, foi ela que "apresentou" a criança para ser batizada e arranjou os padrinhos. os pais deixaram mas nem se meterem em nada pois achavam aquilo uma parvoice.

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    7. Ainda pensamos na anulação do primeiro casamento, mas para além de não existir motivo forte para tal, o panorama de pagar 1500 euros só para iniciar processo ou algo do género... Esquece. :D

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    8. Interessante esse assunto burocrático da Igreja aqui em seu blog. Eu trabalhei durante muito tempo na cúria, aqui no Brasil.
      Existem casos em que não existe a "nulidade" do casamento anterior.
      Existem uma relação de fatos que podem considerar o casamento anterior "nulo". Mas se não aconteceram um daqueles fatos, o noivo ou a noiva não podem casar-se novamente na Igreja.

      Eu acompanhei um casal desta forma.

      A minha opnião é que a Igreja deve fazer o possível para acolher toda e qualquer pessoa. Jesus Cristo fazia isso.

      Um abraço.

      AnaVi

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  2. Concordo contigo! O último casamento que fui era tudo tão óbvio e tão sem sabor, com sobremesas tão fracas. Bacalhau e leitão, sendo que leitão não como, e o bacalhau não estava nada de especial. Ainda gostava de ir a um casamento com uma ementa mais ousada e original, que fuja a estes clichés.

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    1. num casamento há centenas de convidados e a ideia é agradar à maioria. eu quando vou jantar fora a restaurantes gosto de inovar, experimentar coisas diferentes que nao como em casa, e se for ao mesmo restaurante nao repito o prato, tento sempre experimentar algo diferente. Mas para o meu casamento tive de ir ao obvio, se nao, ate poderia haver meia duzia de pessoas que iam gostar, mas a maioria nao. No peixe, lembro-me perfeitamente que havia uma opção muito porreira (um peixe tipo linguado, nao me recordo bem), e que ficava girissima no prato. Mas la acabamos por escolher bacalhau que era o mais consensual. Agora de nao ter sabor como se está a queixar é outra coisa.

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    2. Essa ideia de ter comida inovadora é bonita, mas não resulta, na prática.

      Também tinha essa linda intenção, até começar a pensar nos convidados. Exemplos?!

      Para espécie de sopa na mesa, carpaccio de frutas com gambas salteadas. Marisco, alergias, esquece. Vai-se pela sopa de legumes ou aveludado de aves, que sopa fria ou com ingredientes esquisitos não são muito consensuais.

      Pratos de peixe? Por causa da cerca de uma dezena de crianças, convinha o bacalhau, menos espinhas. Arroz de tamboril e gambas era bom, mas nem toda a gente aprecia tamboril... E novamente o marisco. Pescada parecia-me demasiado simples, apesar de ser boa e ter várias opções.

      Carne? Eu queria picanha. Mas ia haver a discussão média, mal ou bem passada. Vitelinha com cogumelos selvagens... Noivo e tio não gostam de cogumelos. Porco não queria. Leitão, nas entradas. Cabrito, não consensual. Naquinhos de novilho, igual situação à picanha. Lá vamos nós para a vitela assada!

      Sobremesas é que há imenso por onde escolher e eu pretendo provar várias coisas.

      Não é fácil... Não podemos fazer o menu a pensar só em nós.

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    3. À conta dos convidados, o nosso casamento teve 1 prato de peixe e 2 de carne: para a família do Jack teria de ser vitela, mas a minha família não é fã (nem eu). Por isso, fomos mesmo para os 2 pratos diferentes . Depois pagámos mais um extra para ter leitão porque era das poucas exigências do Jack. Quanto à sopa, também tínhamos duas hipóteses mais um caldo verde ao final da noite. :) Sobremesas e assim é que não escolhi nada, deixei ao critério da quinta. :) Escolhi o bolo (duas camadas de diferentes recheios porque eu e o Jack tínhamos também aí gostos diferentes :P). Também acho que o casamento não é o melhor momento para se inovar na comida. Fui a um que não tinha estes pratos mais consensuais e não apreciei mas eu admito que não sou de grandes aventuras gastronómicas. :)

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    4. As sobremesas depende se é um prato ou buffet. Tive num casamento em q serviram sopa, peixe, carne na mesa e depois abriram o buffet de sobremesas. Mas no meu tive uma sobremesa servida na mesa a seguir á carne e depois o buffet de sobremesas foi incluido á noite com o buffet de mariscos e tal ( aqui chamamos o por do sol). Por isso se for uma sobremesa especifica servida á mesa convem escolher, nao sei se é esse o caso da S*

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    5. Anónimo, tem as duas coisas. Entradas buffet. Sopa, carne, peixe, sobremesa na mesa... E depois buffet de sobremesas. Depois bolo e ceia, se se prolongar.

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    6. S* espanta-me que as escolhas de peixe sejam somente bacalhau, tamboril ou pescada (wtf). Já comi filetes de dourada ou robalo grelhado sem uma única espinha porque foram retiradas. Sendo tu de uma terra onde é tradição comer polvo aí tinhas mais uma opção. Atum fresco braseado ou grelhado outra escolha. Sinceramente acho que o problema nem reside nos noivos, mas sim nas opções dadas pelo catering. Ou então temos conceitos diferentes de boa comida.

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    7. Anónima, vai desculpar, mas eu não disse que essas eram as opções todas. De carne tem umas 20 sugestões e de peixe tem umas 30. Ahahah. Eu apenas dei uns exemplos.

      Não sei de onde tirou a ideia que a minha terra come polvo. Nop. Aqui é mesmo bacalhau, lampreia... Sável...

      Atum fresco nem eu gosto. Mas sim, está no menu.

      Resumidamente, a maioria dos casais acaba por escolher menus mais consensuais exactamente porque é complicado agradar a muita gente.

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    8. Pronto, tive de ir ver a ementa do meu e menti: afinal escolhi a sobremesa que foi servida à mesa, sim senhor. Uma pessoa casa e 4 anos depois já não se lembra de metade das coisas, pffff. Mas depois no buffet não escolhi (ou não me lembro de ter escolhido :D).

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    9. Polvo à moda do Minho? Queres ver que é um prato típico do Alentejo.

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    10. Cara anónima, o Minho é um conceito vasto. Inclui Alto e Baixo Minho. Todo o distrito de Viana do Castelo, com os seus dez concelhos, mais todos os concelhos de Braga. Não, não é típico em Viana do Castelo, meu concelho. Não sei o que quer que lhe diga sobre esse assunto... Não é típico. Nos nossos restaurantes típicos temos bacalhau, peixe fresco variado... Nas carnes temos vitela, rojões, sarrabulho, cozido... Isto sim, é típico da minha terra.

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    11. Então peço desculpa pelo lapso, é que tenho uns primos de Viana que todos estes anos venderam-nos a ideia que o polvo era prato típico, se calhar são só eles que comem.

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    12. Típica é a lampreia do rio... :) Mas não importa, eu adoro polvo e gosto dele de todas as formas... mas, por exemplo, tenho família que não gosta. Nunca seria opção.

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    13. Ui, Alto e Baixo Minho... é a primeira vez que ouço!
      E acho um pouco descabido, mas pronto...
      É meter os papeis para mais uma província...
      :)

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    14. Vai desculpar se sou grosseira, mas se nunca ouviu falar em Alto Minho, não há muito a discutir.

      Também não sabe que existe Alto e Baixo Alentejo?

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    15. Vai-me desculpar também, mas sinceramente, ao contrário de si, esta até dá vontade de discutir. Só para que possa aprender...
      Sim, Alto Alentejo e Baixo Alentejo efetivamente e oficialmente existem; tal como a Beira Baixa e a Beira Alta.
      Agora, Alto Minho e Baixo Minho, por muito que queira, por muita vontade que tenha, não são províncias de Portugal. É só Minho, ponto final. Nada contra, pois tenho familia em Barcelos e Ponte de Lima. Mas, a verdade é coisa muito linda!

      Se não ficou satisfeita, sempre pode ler mais qualquer coisa aqui: http://www.memoriaportuguesa.pt/geo:provincia

      Não precisa de agradecer...

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    16. Ao contrário de si, eu não preciso de ir pesquisar porque eu VIVO NO ALTO MINHO.

      Sabe como se chama a nossa CIM? Comunidade Intermunicipal DO ALTO MINHO.

      Alto Minho não é uma província, é uma REGIÃO.

      Não sabe, não finja que sabe. O distrito de Viana do Castelo é ALTO MINHO e o distrito de Braga é BAIXO MINHO, embora neste segundo caso não se use tão frequentemente a expressão "Baixo Minho". Já o Alto Minho é absolutamente transversal, todos os dez concelhos do distrito se identificam como "alto-minhotos". Os dois juntos dão o Minho.

      Se não tem mais o que fazer. aproveite e pesquise sobre o Alto Minho... vai ver que é uma região (ou sub-região do Minho!!!) lindíssima.

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    17. Ignorância é uma benção...!!!

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    18. Bom, nem com lições esta blogger lá vai...
      E responde bogalhos em vez de alhos...
      :)
      Não gosto de me meter em seara alheia, mas talvez o Anónimo pudesse fazer um mapa com as provincias deste nosso Portugal. É que Regiões ou Sub-Regiões, há muitas...
      Que parvoíce!

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  3. Esses pacotes all in one devem ser um descanso! Metade das coisas ficam logo tratadas de uma só vez e depois é ver outros pormenores. Deve ser tão giro preparar um casamento! :) Espero que corra tudo bem nos preparativos e, depois, no dia em si.

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  4. Comigo foi exactamente a mesma coisa. Casamento pequeno, só mesmo com as pessoas mais chegadas, ambiente relaxado. Não fui de todo uma bridezilla. E no dia propriamente dito ia super calma. Mas senhores, a quinta ou restaurante tinha de ter boa comida! Essa sim, foi a nossa maior preocupação. E acho que acertámos, toda a gente disse que a comida estava óptima :D

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    1. Nao é so uma questao de escolha em ser stressada tambem é preciso ter sorte. No meu caso tive imenso azar, dava para fazer um filme, so contando 3 historias: 1) fomos escolher a decoracao das mesas num dia marcado na quinta como a S* vai fazer, escolhemos o que queriamos e recebemos um mail mais tarde com a descricao de tudo para nao haver duvidas; estava errado; ligamos p a quinta, falamos c a decoradora, ela diz q percebe e dias mais tarde manda novo mail; estava errado; isto acabou c termos de ir de proposito ao atelier dela p ela montar uma mesa de proposito p nós p chegarmos á conclusao q o problema é q havia outra noiva c o mesmo nome q eu e ela confundiu as decoracoes. 2) na parte religiosa o padre da paroquia do noivo e da noiva têm de emitir um doc a garantir q sao solteiros e nunca se casaram pela igreja. O meu marido estudou num seminario, tocava piano na missa, fez o crisma e foi catequista ate aos 22 anos. mesmo assim o padre achou q como ele estava afastado da terrinha ha mt tempo, n sabia o q ele tinha feito e portanto recusou o doc. Foi um filme e acabou c o padre da minha paroquia a ser simpatico e a passar tb o doc p o noivo.3) qd iamos fazer o corte do bolo um convidado meu ja velhinho caiu, rachou a cabeça, sangue por todo o lado, a mulher a gritar, veio a ambulancia e entre isto td mais limparem o sangue do chao branco foi uma hora (sim, o senhor ficou optimo, foi so o susto, e uns pontos na cabeça).

      Mas olha quando contei isto no trabalho alguem falou do primo x q teve um convidado q morrer de ataque cardiaco no baile ( enquanto a noiva tentava reanimaçao pq era enfermeira) e outro diz q conhece nao sei quem q ambos os noivos morreram na vespera de acidente automovel. Portanto, ainda ha quem tenha mais azar :-(

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    2. Eu fui uma noiva calma que a 3 meses do casamento, quando cheguei à quinta para escolher a decoração, fui informada que a quinta ia fechar e que não realizariam o meu casamento. Sendo que já tinha entregue alguns convites e ia entregar outros nos dias a seguir. :)

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    3. Claro que é preciso ter sorte. Felizmente, tivemos - tirando um problema com a conservatória, mas como tinha sido erro deles, bati o pé e eles lá tiveram de remediar a situação. No entanto, como também não estávamos interessados num casamento todo pompa e circunstancia, houve uma data de coisas que não nos preocupamos muito (a decoração foi super simples, os convites fui eu que fiz - sou designer - não houve lembranças, apenas uma fotografia nossa para os convidados, como não achamos piada nem a DJ's nem a bandas de covers, fizemos nós uma playlist com músicas, não andei a desesperar com bouquets, etc etc. A nossa maior preocupação foi mesmo encontrar um sítio agradável, com vista para o mar e com comida boa.
      Mas sim, depois há quem tenha esses azares, deve ser horrível passar por essas situações, mas não é nada que uma pessoa consiga controlar. E quando falei em não ter sido bridezilla, era no sentido de andar muito preocupada com coisas como a cor das unhas, ou encomendar mil e um saquinhos de potpourri que acabam sempre no caixote do lixo… :P

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    4. Se ha coisa q detesto é trabalho estupido, sem utilidade. Nao dei lembracinhas pq n me lembrei de nada util, ofereci mais tarde a foto de cada convidado em vez de eles estarem a pagar ao fotografo. Nao pintei as unhas dos pes pois era um sapato semi aberto q ficava td tapado pelo vestido ( daqueles enormes de princesa). Acho q apesar de tudo tentei nao stessar muito com detalhes pois tinha problemas bem mais graves p resolver. Lembro-me q no dia tava super calma e feliz, ate me perguntaram se n tava stressada mas a minha ideia era: fiz o q pude, hoje ja n vou resolver nada, como estiver é q está e vou aproveitar o dia.

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    5. Eu lembro-me de dizer: desde que o noivo e o padre apareçam está tudo bem. :P De resto, há realmente noivas que querem tudo tão perfeito que acabam por não gozar o dia porque vêem defeitos em tudo: ou porque choveu, ou porque a tia disse não sei o quê, ou porque o noivo mandou uma mensagem às 8h05 quando tinham combinado às 8h, ou porque um bebé chorou na cerimónia, ou porque a prima se engasgou nas leituras, e nem interessa se é um casamento pequeno ou grande, o problema é quererem controlar tudo e isso é impossível. :)

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    6. isso do chover pode ser lixado. no meu, em Junho, choveu torrencialmente durante a tarde, portanto o buffet de entrada que era no jardim da quinta, lindissima ao ar livre, foram no salao de entrada que nao era muito grande e por isso os convidados ficaram um pouco amontoados com os serventes a tentarem passar as coisas em bandejas.... o resto mencionado, sim, nao sera muito importante..

      Ja agora conto o caso de uma amiga: o noivo engana-se em em vez de jurar fidelidade jurou felicidade, portanto tudo na igreja se riu e ainda hoje "gozamos" com ela, que o marido a pode trair desde que ela ande feliz ;-)

      O meu marido abandonou-me após a noite de nupcias: no dia seguinte de manha, quando fizemos o check-out do hotel, chamamos um taxi e eu estava com a mala e o saco do vestido na mao (que era enorme). O hotel tem do lado de fora uma entrada com uma grande escadaria e mais uma envolvente e tal...chega o taxi e fica parado na rua a tentar perceber onde era o melhor lugar para estacionar...o marido vai ter com o taxista e eu fiquei onde estava por causa do vestido e pensei eu que ele ia dizer ao taxista para estacionar mais perto para eu nao ir para o meio da rua com o vestido....o marido entra no taxi e o taxi arranca....demorei uns minutos a processar a situação e la pousei o vestido, saquei do telemovel e telefonei ao marido a perguntar se ele nao se tinha esquecido de nada....la voltou o taxi para trás, o taxista olhou para o saco do vestido e percebeu a situação, deve ter achado que eramos doidos e o marido simplesmente diz , ai esqueci-me dela, sabe é o primeiro dia de casados ainda nao estou habituado....ahahah....ainda hoje me rio a lembrar-me disto

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  5. Eu já fui a casamentos que se come muito bem, mas nos últimos anos penso que tenho visto a qualidade da comida a diminuir e a decoração a aumentar. Uma amiga da minha mãe que anda nesse negócio diz que a maioria dos noivos valoriza mais a decoração que a comida, dai apostarem cada vez menos na comida e mais no resto.

    Confesso que o mais me afasta da ideia de casar é a trabalheira de organizar tudo, portanto aprovo e muito a tua atitude "relax"

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    1. Ai eu sou o oposto. A decoração não me interessa particularmente. A quinta tem espaço bonito para casamento civil e a sala para a festa também é bonita. Terei decoração claro, mas não irei perder o sono com ela.

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  6. Eu não estava junta (apesar de namorar há muitos anos), e vivi o casamento e a preparação sempre assim! Sem sofrimento e de forma relaxada. Acho que tem mais a ver com a personalidade das pessoas e a forma como encaram o dia. Para mim era uma "passagem", um simbolismo, uma marca especial. Nao tinha que ser o dia mais feliz da minha vida (o mais importante vinha depois) pelo menos não pus essa expectativa, depois foi seguramente um dos dias mais felizes, e que recordo com imensa saudade! Foi um casamento grande, mas nunca me deixei levar pela loucura de noiva que via nas minhas amigas (tudo é problema, chateam-se com a família, madrinhas, enfim). Não faz sentido um momento tão bom ser dramatizado e cheio de preocupações. Também fiz como tu, muito prática, fui à quinta que queria vi os dias que tinham disponíveis e só depois pensei no resto, incluindo igreja e padre! Nada como ser prático, evita muitas angústias! Aproveita, porque vais ter saudades!

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  7. Vai correr tudo bem!
    Vocês merecem! ***

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  8. Espero que não te chateies com o novo até à data!!!


    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  9. Que corra tudo bem! O meu casamento foi organizado em menos de 5 meses e correu lindamente. Acho que o mais importante é mesmo escolher o noivo certo ;)

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  10. Aproveita toda esta fase!! Porque a viagem de ir escolhendo e preparando tudo com carinho é também parte do processo e que um dia deixa a nostalgia... Em princípio só se faz uma vez :) beijinhos e tudo a correr bem✯

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  11. Ai olha, eu nem sei o que diga. Temos pre-reserva numa quinta. Não a acho particularmente linda mas na verdade sei que não nos vai falhar...e também tem tudo incluído, o que é óptimo. A unica coisa que me mói o juízo é que a mesa das sobremesas, por muito boas que sejam, é feia que doi hahaha mas pronto. À parte disso, na minha zona é a mais barata (óptimo) em relação ao que oferece, e a qualidade é óptima visto que já lá estive como convidada e posso opinar nesse sentido.

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  12. Bem, já eu acho que O MAIS IMPORTANTE num casamento é mesmo a comida, assegurar que os convidados estão mesmo bem servidos nesse sentido. Eu já passei fome num casamento, já achei a comida absolutamente insossa noutro. Acho inaceitável pagar um balúdio pelo serviço numa quinta/restaurante e que a comida seja "meh". Acho inaceitável também, como convidada, que o casal se preocupe mais em ter fogo de artifício e mil e uma coisas mais do que comida deliciosa, bem confeccionada e em quantidade suficiente.

    Casei recentemente e, confirmo, ter um espaço que assegura tudo é um descanso.!! :) É só ir estando atenta a ver se está tudo a ficar como planeado à medida que o dia se aproxima e relaxar. Para mim, que nunca pensei casar, foi um dia mesmo muito emotivo e especial e estive com tooooooda a gente e comi que me fartei. Tudo graças à serenidade que o staff do espaço nos permitiu usufruir, com calma e eficiência. Por isso, se confias em quem contrataste podes estar tranquila e aproveitar o dia (e o "noivado" em si até ao dia) sem stresses. Vai correr bem :)

    Mira

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    1. O q quer dizer c passar fome? Nao havia comida de todo? Eu pessoalmente gosto de gastar mais e ir a um bom restaurante, com comida diferente e gourmet. Mas sei q p os meus convidados o q interessa é ter mta quantidade de comida. Por isso qd me casei em vez da refeicao ser servida no prato elaborada ( e aí obviamente é so 1 prato por pessoa), foi comida á travessa em q os serventes passam 3 vezes na mesa para o mesmo prato. As vezes é dificil agradar a todos pq as pessoas têm ideias diferentes de comida.

      Qd acabei o curso foi ao jantar e baile da gala da universidade. Do meu curso eramos so 6 pq os restantes preferiram ir a um restaurante empaturrar de comida e so irem ao baile pq diziam q no jantar de gala se passava fome.... era um menu de 5 pratos gourmet ( entrada fria, sopa, peixe, carne, sobremesa) e fiquei bem, n tive fome o resto da noite.... sao opinioes

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    2. Eu já passei fome pela desorganização de um casamento e pela comida também. :) Casamento às 15h (como o meu, nada contra), almoçámos bem pois já sabíamos que a refeição seguinte seria mais tarde. Casamento com missa, ida para a quinta fazer sessão de fotos. Nada de comida até às 18h, até que finalmente foram servidas umas entradas estranhas, como pequenos copos com molhos frios e uns fritos que eram servidos directamente do óleo quente para as mãos dos convidados (ou seja, quentes e a escorrer óleo), para além de em quantidade insuficiente para o número de convidados. Umas saladas frias sem tempero foram servidas por volta das 20h. Depois o prato principal foi exposto às 21h numa grande mesa, onde ficou até às 22h, hora a que foi servido. Frio. E insonso. E em pouca quantidade mais uma vez. Já o prato de peixe era apenas alternativa para quem o pedisse mas vinha tão salgado que ninguém dos que o pediu conseguiu comer. Se para os convidados adultos foi complicado, para as crianças ainda mais. Eu já nem sabia o que dizer à minha filha de 3 anos...E não foi esquisitice minha, foi comentado pelos convidados, bem se via que ninguém estava a gostar e a mãe do noivo andou de mesa em mesa a pedir desculpa pela situação. Mas o meu marido também já foi a um casamento onde o catering fugiu com o dinheiro pago e apareceu no casamento, não havendo comida nenhuma na festa. :)
      Eu não acho que o mais importante de um casamento seja a comida mas que tem de haver bom senso e organização na altura de a servir, isso sem dúvida. :D

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    3. Credo cruzes canhoto. Por isso só confiei em quem confiei. Não haverá erros de estilo algum, estou perfeitamente convicta.

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    4. No meu casamento tive um stresse c a quinta pq eu insisti q qd as pessoas começavam a chegar da igreja q eles servissem logo as entradas. Mas eles disseram q nem pensar, so qd chegam tds os convidados e os noivos é q se abre o buffet de entradas. Eu odeio isso no casamento dos outros e n queria no meu mas n consegui mudar. Ou seja, como a missa atrasou por causa do casamento anterior, depois choveu, as pessoas demoraram mais a estacionar na quinta, tivemos de esperar q tds entrassem, so depois nós entramos e so depois abriram o buffet de entradas, por isso acredito q algumas pessoas ja estivessem c fome :-(

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    5. Eu ja passei fome num casamento em italia. Chegamos la e havia um buffet de entradas c coisas estranhas, mt vegetais, tipo feijao verde cru, um queijo grande, mas n havia pao nem carne e eu praticamente n comi nada. Quando sentamos p almocar eram mesas corridas de 20 pessoas, colocaram uma travessa c carne e batatas em cada ponta da mesa, cada pessoa so tirou um pouco e p as 4 pessoas do meio ( nós e outro casal) nao chegou e qd pedimos mais disseram q n havia. Pedi pao, disseram q n havia. Foi so servido esse prato e uma fatia de bolo de noiva. Saí de la e fomos a uma pizaria jantar por volta das 19h pq tava morta de fome, n havia simplesmente mais nada p comer. Inacreditavel.

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    6. Deus do céu. Até sinto vergonha.

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