Avançar para o conteúdo principal

Short post #11

A ignorância não me choca. Ninguém é obrigado a saber. O que me choca é quando as pessoas não têm vontade de saber. O saber nunca ocupou lugar.

Já agora, feliz 25 de Abril. Não sou do tempo do fascismo, mas a liberdade é o bem mais precioso que temos. :)

Comentários

  1. ouvi uma vez alguém dizer que o saber ocupa um lugar sim senhor, ocupa o melhor lugar de todos :)

    Também acho absurdo que as pessoas se contentem com o seu conhecimento básico essencial para a sua sobrevivência e que não tenham gosto em aprender coisas novas

    ResponderEliminar
  2. Pior é quando ainda tem orgulho da ignorância...
    Bom feriado.

    ResponderEliminar
  3. Isso é bem verdade, se hoje podemos fazer e dizer todo o que nos apetece é graças ao 25 de Abril...

    ResponderEliminar
  4. Eu creio que essa tal liberdade de que falas não é tão livre assim...

    ResponderEliminar
  5. Temos?
    Olha que não se nota muito.
    Tirando a liberdade de escolhermos a esquina onde vamos morrer à mingua, cada vez se torna mais difícil dar por ela.

    ResponderEliminar
  6. Obviamente que a liberdade é cada vez mais reduzida. A comunicação social está amordaçada. O país não tem dinheiro e vive na liberdade possível.

    ResponderEliminar
  7. Ora nem mais, apesar de ter ficado pior em termos de economia, não há dinheiro que pague a nossa liberdade.

    ResponderEliminar
  8. Concordo plenamente, burro/ignorante não é aquele que não sabe mas sim aquele que não procura saber!! ;)

    ResponderEliminar
  9. O saber é o que passamos aos nossos...é o que faz os nossos dias mais interessantes e felizes!!
    É fundamental!! Também não compreendo quem não quer saber só porque sim...:)

    http://estilohedonico.blogspot.com/

    xoxo

    ResponderEliminar
  10. Concordo com TODO o post, mas destaco a parte da liberdade.
    É sem dúvida o bem mais precioso que temos ;)

    Beiijinho e bom feriado

    ResponderEliminar
  11. Que se continue a amar a liberdade o suficiente para a zelar ^^

    ResponderEliminar
  12. Continuamos livres mas estamos a ficar "presos". Penso que te referes aos que não sabem o valor deste dia, mas esse é o mal das gerações a seguir às nossas.Não dão o valor nem a este dia,como a outras coisas como nós damos.Já nasceram numa época em que tudo é dado como adquirido.Um exemplo: os miúdos que apanhaste a fumar.

    ResponderEliminar
  13. Sem duvida que é. Eu dou valor de poder dizer o que penso num café sem ter de ter medo de ser presa há que não saiba o que isso é. E quem tenha vivido nos dois mundos e se esteja a esquecer do que era não ser livre.

    ResponderEliminar
  14. Apesar de os portugueses sentirem que a liberdade está a decrescer cada vez mais e de acharem que estas comemorações não fazem sentido algum, temos que dar graças à democracia por podermos escrever ou dizer a palavra "liberdade". :)

    ResponderEliminar
  15. Dos poucos ditados com que concordo "o pior cego é aquele que não quer ver". Beijoca!

    ResponderEliminar
  16. Vamos aproveitar a que nos resta, ainda...

    ResponderEliminar
  17. Felizmente que não pára de chover em Lisboa, algo que condicionará a acção daqueles (...) na baixa de Lisboa, esses que há 38 anos destroem o país.

    A chuva veio no dia certo. Valha-nos São Pedro!

    ResponderEliminar
  18. É verdade sim. Eu também não sou desse tempo e adoro estar sempre a aprender. Liberdade sim!

    ResponderEliminar
  19. Existe muita liberdade em relação a muitas coisas que não havia antes do 25 de Abril, mas será assim tudo tão cor-de-rosa? E a liberdade de podermos andar na rua sem medo de sermos assaltados, assassinados, pontapeados, etc, e a liberdade de podermos deixar os filhos irem para a escola sozinhos sem medo de serem raptados, e a liberdade de podermos deixar as portas abertas e irmos ali ao lado a casa da vizinha sem o medo de quando chegássemos a casa em vez de uma TV tivéssemos lá duas (not), será que a liberdade que temos hoje em dia é assim tão boa?

    Por vezes o excesso de liberdade faz mais mal que bem, liberdade sem responsabilidade é muito pior do que não ter liberdade...

    ResponderEliminar
  20. Querida S*, ou nunca estaríamos aqui a escrever e a comentar, o que outros escrevem!!

    ResponderEliminar
  21. Olha infelizmente concordo com muito do que já se disse aqui... A liberdade hoje em dia não é nenhuma amiga.

    ResponderEliminar
  22. É uma das minhas "irritaçõezinhas de estimação"!
    Bjs

    ResponderEliminar
  23. Não podia estar mais de acordo! Também me faz confusão as pessoas que não têm vontade de saber =/
    Viva a liberdade!

    ResponderEliminar

Publicar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Para dormir - solução, procura-se!

É uma pessoa desesperada que vos escreve, esta manhã.

Conhecem soluções naturais para dormir bem de noite? Algo que me faça ferrar o galho e só acordar no dia seguinte?

Estou farta de noites mal dormidas. Estou farta de ficar até às 5 ou 6 da manhã sem conseguir dormir. Chego ao desespero, com vontade de chorar. De dia, sinto-me cansada, porque o descanso é uma porcaria.

Não sou grande adepta de medicamentos mas, se tem de ser, é. Alguém conhece um remédio, uma erva, o que seja?

O que é nacional é bom

Anda Portugal a usar cestas desde sempre e esta vossa S* a usá-las há sete ou oito anos... e vem agora a Carolina Herrera descobrir a pólvora (imagens acima).
Por favor, acho isto verdadeiramente errado. A desfaçatez que é pegar em algo tradicional de um país e de o apresentar como uma "criação"... Ainda por cima chamar-lhe "Aveiro"... E em nenhum sítio dizer que tem inspiração portuguesa.
E a pechincha que está? Quase 500 euros por uma cesta. Não tinha nada contra o preço... se efectivamente fosse um produto de original.
É só googlar "cesta portuguesa" e encontram-se imensos exemplares realmente nossos... E sem custarem quase um salário mínimo.
Querem cestas de classe? Então comprem das nossas. Das verdadeiras. Cópias descaradas? Não, obrigada.
Sugiro a Victoria Handmade. Não são caras, são dispendiosas e têm o preço do que é realmente bom. São feitas à mão, são portuguesas e assentam na nossa tradição. 

Voltar ao início

Depois de quase 9 anos e meio de relação, não vamos fingir que são tudo rosas. Ultimamente, temos até de admitir que têm sido mais os dias maus do que os dias bons. As chatices do dia-a-dia, os remorsos, os ressentimentos, os problemas a que somos alheios mas que nos afectam... Não é fácil de gerir e mentiria se não admitisse que já pensamos "será que vale a pena?".
Da minha parte, apesar dos momentos menos bons, continuo com a nítida percepção de que é um bom homem, com bons princípios, e que dificilmente encontraria companheiro que encaixasse tão bem em mim (que eu sou osso duro de roer, no que toca ao convívio caseiro).
Vale sempre a pena, porque não perdemos esta capacidade de nos reencontrar e voltar ao início. Enquanto soubermos olhar um para o outro e reconhecer o valor um do outro, vale mesmo muito a pena.