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Quase 2 meses!

A brincar, a brincar, já vamos em quase 2 meses de teletrabalho. Tem corrido bem, mas é stressante, cansativo e muitas vezes é difícil de gerir. 

Até há uns dias estava ansiosa para voltar ao meu local de trabalho. Sinto que a gestão do trabalho é muito complicada em casa e, por isso, preferia dedicar-me exclusivamente ao trabalho durante X horas por dia. No entanto, quando essa opção se tornou mais real, passei a ter medo de voltar. 

Apesar de todas as dificuldades, ficar na nossa "bolha doméstica" é mesmo uma bênção. Esta semana já abrimos um pouco as portas, o marido vai começar a levar o miúdo a andar de bicicleta ou a jogar à bola enquanto estou a trabalhar (foram esta manhã) e também teremos de começar a ver a família. 

Mas, por agora, continuamos muito cá dentro. Enquanto nos for permitido, assim será.

Comentários

  1. O pior será a partir de agora.
    E andar de máscara tanto tempo é insuportável.
    Ontem fui à rua tratar de algumas coisas que não podiam mesmo ser adiadas por mais tempo.
    Máscara, calor e óculos embaciados (devido ao calor da máscara)... horrível. Só descansei quando cheguei a casa.
    Para quem pode continuar em teletrabalho é melhor assim.
    Não temos hipótese, é mentalizar que esta é a “nova” vida a partir de agora e durante longos tempos.
    Força S* aí por casa.

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    1. Ontem fui fazer um trabalho na rua, de máscara, com calor... credo!!

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    2. Como evitar que os óculos embaciem com o uso de máscara: https://youtu.be/TNSHQ0UXDE8

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  2. Sem qualquer dúvida. O isolamento não me trouxe qualquer ansiedade, fora a terceira semana que foi mais difícil em termos de rotinas, de estar fechada...Mas a perspectiva de voltar "para o mundo lá fora" já me deixa o coração acelerado. E eu até acho que a vida tem mesmo de retomar aos poucos e não sou das que vê o vírus em todas as superfícies mas as coisas estão tão diferentes, é preciso ter tantas cuidados, que não deixa propriamente o coração sossegado. E o facto de as escolas irem abrir, com medidas muito restritivas e pouco pensadas para as crianças aqui em França, não ajudou nada nos últimos dias. Felizmente, até ao final de Maio ainda ficarei por casa com a Mini-Tété.

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    1. O meu irmão fez anos há umas semanas. Quero agora ir comprar-lhe uma prenda. A uma loja pequena, onde ele é cliente habitual, sei que vou demorar 5 minutos por lá... mas só a ideia... enfim...

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  3. É uma modalidade de trabalho que está a resultar comigo. De vez em quando já ficava alguns dias em teletrabalho mas nunca estive tanto tempo neste sistema. Já estou completamente adaptada. É claro que qualquer um dos modos (teletrabalho ou presencial) tem vantagens e desvantagens mas acho que com isto tudo as entidades patronais passarão a olhar para o teletrabalho com outros olhos (acho que ainda havia uma certa desconfiança).
    Ainda me encontro só em teletrabalho mas ainda este mês vou ter de ir pontualmente ao local de trabalho. Sinceramente acho que vou acabar por ficar neste sistema 'híbrido' durante bastante tempo ou mesmo para sempre... Mas gosto dessa opção! :)
    Também já comecei a abrir mais... fui a primeira vez às compras ao supermercado (até aqui era sempre compras online) e já comecei a fazer umas caminhadas (sempre com máscara e distanciamento social e em horários com pouca procura (p.e., vou logo no horário de abertura, às 8h30). A parte do convívio com familiares e amigos, take-aways, idas a cabeleireiros/esteticistas e coisas do género ainda vou esperar mais algum tempo para ver como é que a situação se desenvolve. Mas tem corrido bem, e é isso que importa!

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    1. Eu funciono bem em teletrabalho, o que me desgasta é o ter de organizar e gerir tudo o resto que implica estar em casa. A capacidade de concentração não é tão grande, disso não tenho qualquer dúvida... descobri que preciso muito de silêncio!

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    2. Então tenta arranjar um cantinho onde consigas ter esse silêncio em casa ou que tenha as condições que aches necessárias para desenvolveres o teu trabalho normalmente.
      No início a minha produtividade estava igual mas com o passar do tempo verifiquei que já não era a mesma. O que fiz foi fazer pequeno ajustes até encontrar as condições que me fizessem continuar a ter a mesma produtividade de antigamente. Acho que é mesmo uma questão de tentativa e erro. Vai alterando pequenas coisas até encontrares a fórmula do sucesso! ;) boa sorte!

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    3. acho que isso depende muito de se ter filhos ou nao.
      quem tem de gerir a atenção das crianças (como a S* ja referiu), ter de acompanhar a teleescola, etc, deve ser muito complicado.
      eu no meu caso estou sozinha com o marido ambos em teletrabalho e ate agora tem sido tranquilo. so vou à empresa 1x por semana. Mas no inicio foi muito dificil adaptar rotinas por causa do trabalho domestico, fazer refeições, limpar, andavamos muito stressados e correu mal, mas pronto, la nos adaptamos.

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  4. Eu estou a adorar o teletrabalho! Por mim ficava assim ou, pelo menos, passava a trabalhar muito mais vezes de casa. Tenho mais tempo, estou mais descansada e acho que se perde muito menos tempo com reuniões e burocracias.

    Mas sinto muita falta de sair, de ir passear, de poder andar sem chatices ou preocupações. E de viajar! O que eu sinto falta de viajar.

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  5. Eu confesso que vou ter saudades de estar em casa. O teletrabalho de ambos (eu e marido) com uma filha de 1 ano é difícil de gerir, mas acho que já nos habituámos. E o dia rende muito mais! Faz-se uma pequena pausa e almoçamos juntos, outra pausa e tira-se a loiça da máquina, outra e estende-se a roupa, estamos sempre juntos e com a miúda, chegamos ao final do dia e fizemos as coisas todas da casa, trabalhámos, brincámos e estivemos juntos muito tempo, não nos sentimos a correr, ou sempre em tarefas (que estamos, mas temos tempo e calma para as fazer, ao contrário de quando passamos 9h por dia fora de casa e chegamos e ainda temos de as fazer).

    Algo que detesto no ir trabalhar fora (já detestava antes) é o tempo que se perde em coisas inúteis e que não acrescentam nada à minha vida. As deslocações para a creche/trabalho, a hora obrigatória de almoço (por mim usava menos), as conversas de chacha com os colegas (ainda que eu não participe muito, tenho uma colega muito activa nesse ponto que passa horas ao telemóvel e convida outras colegas para o nosso gabinete para falar), as reuniões infindáveis, o esperar por isto e por aquilo. Em casa isso não acontece, diminui-se essas interações desnecessárias e perdas de tempo.

    E confesso também que não tenho o mínimo de saudades de cabeleireiros, lojas e restaurantes (tenho encomendado comida para casa e já fazia uma boa parte das compras online). A única saudade que tinha era de poder passear onde me apetecesse e durante o tempo que me apetecesse, ao ar livre, ir passar fora um fds ou viajar. Mas acredito que isso vá retomar aos poucos e vou fazê-lo se vir que consigo evitar aglomerados de pessoas. Também tenho adorado, nos passeios matinais que fazemos ao fds, ver a cidade com menos gente, menos confusão, menos trânsito (vivo no centro de Lisboa).

    Mas quem me dera continuar em casa a passar tanto tempo com a minha família, que são quem mais amo no mundo e com quem mais adoro estar. Quando recomeçarem os dias de estar o tempo todo no trabalho e a miúda na creche, vou sentir que estou a perder tanto...

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