Animais, cafés, restaurantes e a polémica do costume!


Diz que a partir de Maio os cafés e restaurantes vão poder decidir se aceitam ou não animais dentro dos estabelecimentos. Realço: vão poder decidir. Não são obrigados a nada, ninguém obriga um proprietário a aceitar cães, gatos, iguanas, roedores ou qualquer bicho. Será sempre uma opção do proprietário, como teria obviamente de ser.

Mas, de repente, vejo centenas de comentários de pessoas chocadíssimas com esta possibilidade. Chocadas com o facto de um proprietário poder decidir no seu espaço. Chocadas com a possibilidade de existirem pessoas que efectivamente gostam ou não se importam com animais em cafés e restaurantes. Como se fossem obrigadas a frequentar espaços que aceitem animais. Como se não tivessem opção de escolha. Como se a escolha delas fosse melhor ou superior à escolha dos outros - os que escolhem querer os animais consigo. Há liberdade. Há direito de escolha. Para quê tanto alarido?

Da minha parte, podem crer que pretendo sinalizar os espaços que, na minha cidade, vão permitir a entrada do meu cão. Serão o meu local de eleição. Farei questão e gosto de "agradecer" o facto de verem os animais como seres sensitivos e não como "coisas" que apenas incomodam.

Comentários

  1. Concordo contigo (acabei de escrever um post exactamente por causa disto). Embora a minha posição seja a oposto à tua (no sentido que eu procurarei restaurantes sem animais), concordo que não há motivo para este alarido todo.
    Se as pessoas já escolhem restaurantes/cafés onde podem ou não fumar, porque não fazer o mesmo com restaurantes/cafés com ou sem animais?

    P.s. Eu não vejo os animais como "coisas" que incomodam. Mas também não acho que sejam sempre bem-comportados, limpos, respeitadores, etc (até porque depende muito do dono). E mesmo que estivessem ali tipo estátuas sem incomodar ninguém, evitaria na mesma devido ao medo que a Mini-Tété apresenta ter. Medo esse frequentemente contrariado (explicando que os cães são simpáticos, levando a ver cães de família, etc) mas que não a deixaria comer descansada com um cão mesmo ao lado.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Respeito. Totalmente. Cada uma de nós frequentará o espaço onde se sente melhor... mas cada uma terá o mesmo direito. :)

      Eliminar
    2. Concordo com a Tete.
      Não acha que os animais sejam coisas mas também não são pessoas e não têm os mesmos hábitos de higiene. Já para não falar de animais que são mal educados e inconvenientes.
      Eu tenho amigos a casa dos quais nem vou porque deixam os animais trepar para cima das crianças enquanto comemos e o meu filho tem um medo desgraçado deles (e nós temos 2 cães, um de porte grande e outro pequeno) mas não entram nos nossos quartos, nem na zona de refeições e também não se deitam / sentam nos nossos lugares.
      Isso é too much para mim... Serei das que passará ao lado de qualquer lugar que tenha animais lá dentro, tal como fujo dos locais com fumadores.

      Eliminar
    3. Proibir o fumo não prejudicou nenhum estabelecimento comercial, pelo contrário. Os próprios fumadores detestam levar com a fumaça alheia. A lei tomou a decisão certa - então polémica - e os efeitos negativos, afinal, não existiram. Lembro-me bem de estar nos Amoreiras a almoçar e mal havia começado a minha refeição, ao abrir a boca para engolir veio junto o fumo do cigarro da mesa ao lado. E tinha-se de levar com isto porque "era um direito do fumador, que era uma pessoa com direito aos seus direitos". Só acho que, quando estes interferem no dos outros, impedindo que todos usufruam da experiência-base que é consumir uma refeição tranquilamente, aí é que reside a questão.

      Eliminar
    4. Volto a repetir a comparação entre animais e crianças. Todos tem direitos mas a refeição não se usufrui continuamente e centradamente, devido a serem individuos com maturidades diferentes. Recuemos mais ainda a outros tempos, nos quais as crianças para se sentarem à mesa das refeições com os adultos, tinham de se comportar como estes. Caso contrário, a norma seria elas tomarem as suas refeições separadamente.

      Não eram por isto descriminadas, nem pouco amadas. Se calhar até eram mais felizes, pois as coisas eram mais ao seu ritmo natural, ao invés de terem de ficar sentadas à mesa por longas refeições, que a maturidade de um adulto geralmente aprecia. As crianças, gostam de meter algo rapidamente à boca e ir logo brincar.

      Eliminar
  2. Não sei porque estas pessoas são tão retardadas quanto a aceitar novas ideias ! São tão a favor do direito dos animais mas depois não aceitam medidas destas? Que gente hipócrita .

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E qual é o direito de um animal a ir a um café, vai tomar a bica ?

      Eliminar
  3. Isso é mt bonito se tivermos mtas opcoes. Onde moro tenho 1 padaria ao pe de casa, se eles decidirem permitir animais tenho de ir a outra a 1,5km , obviamente ja nao vou a pe , tenho de ir de carro, procurar estacionamento, demoro mais tempo e isso afecta a minha rotina diaria. Continuo a achar q as pessoas têm mais valor q os animais, portanto nao concordo com medidas q vao tirar direitos e opcoes para as pessoas. E sim, tenho 2 caes, q estao no espaço deles, sendo q por ocasiao de natal, festas de anos etc, estao connosco na sala a jantar, mas é completamente diferente numa sala grande ter 2 caes q ate ficam afastados da mesa do q num restaurante poder ter dezenas de caes mesmo encostados ás cadeiras, por obviamente falta de espaço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Dezenas de cães?! Parece-me um exagero. Se num restaurante com capacidade para 50 pessoas, se estiverem meia dúzia de animais vai ser muito.

      A não ser que seja nas imediações de uma exposição canina, custa-me conceber a ideia de num restaurante estarem em simultâneo dezenas de cães. É que nem num parque, num belo dia de sol, se encontram concentrações de dezenas de cães.

      Eliminar
    2. Mirone, além de que a lei define que cada estabelecimento pode ditar o número máximo de animais que admite. Se instituírem, por exemplo, 5, está resolvido. :)

      Eliminar
    3. Bom, não fica muito resolvido se os trendy animal lovers adorarem um certo spot e aparecerem com os seus animais. Supondo que aceitam 5, aparecem 20, como não ficar aborrecido por, afinal, ter de deixar o animal à porta ou trancado no carro? O que faz os primeiros cinco terem mais direito que os últimos?

      Eliminar
    4. Num parque num belo dia de sol, é bem capaz de se encontrar um número razoável de animais que levam os seus donos a passear eheheh. Eles servem de pretexto para algum convívio com humanos :D :D

      Eliminar
  4. E ja agora, alguem sabe se a nova lei apenas se refere a caes e gatos ou a qualquer tipo de animais de companhia? Ou seja, um tipo pode entrar num restaurante c uma jiboia ou aranha e dizer q é animal de companhia?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Todos os animais são de companhia desde que encarem como tal, nao?

      Eliminar
    2. Continuo sem perceber... qual é a definiçao de animais de companhia? Ha pessoas q têm aranhas como animais de companhia. Ou um rato.

      Eliminar
    3. E até ratazanas. São todos animais de companhia.

      Eliminar
  5. Isso é quase como o tabaco, há donos que decidem que se deve fumar no estabelecimento e há donos que não o permitem, depois depende a cada um de nós tomar a decisão de frequentar ou não esse espaço. No meu caso, eu tenho fobia de cães, eu até os acho giros e fofinhos e quero gostar deles, aliás, eu sinto que gosto deles mas quando se aproximam eu não consigo evitar e acredita que gostava mesmo muito de não ser assim... Beijinhos*

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Tem de conhecer a minha Hoshi. Ela tb tem tanto medo de pessoas que se calhar faziam terapia juntas eheheh

      Eliminar
  6. Concordo. Preocupem-se com coisas mais importantes. Isto trata-se de uma opção. Quem quer vai quem não quer, não vai. Exatamente igual à questão do tabaco.
    https://jusajublog.blogspot.pt/?m=1

    ResponderEliminar
  7. São bem piores os estabelecimentos que deixam entrar as moscas. eheh

    ResponderEliminar
  8. Muito bem dito Sónia! Clara e sucinta! Ninguém é obrigado a nada! Apenas...mais opções de escolha! Pessoalmente não sei se prefiro os que permitem ou não permitem. Porque o bom senso e o respeito para com terceiros é coisa muito relativa para a maioria das pessoas. E ele há pessoas e pessoas, e cães e cães, e situações em que até o mais bem comportado cão...pode ser desastroso. A minha cadela é um doce, mas com outro cão ali na mesa do lado...não sei se teríamos (nós e os outros) algum sossego. E depois há os pêlos pelo ar. Ela nem precisa se coçar...a minha cadela basta respirar e há nuvens de pelo pelo ar :) Depois, 2ª questão: a necessidade de levar um animal ao restaurante?! Situações muito pontuais, no meu entender. No meu entender está-se a fazer uma tempestade num copo de água... mas é do que o povo gosta: mostrar uma força e firmeza, em conversas de café e redes sociais, em assuntos de merda principalmente.

    ResponderEliminar
  9. Não compreendo o alarido, mas compreendo a preocupação. Existem humanos que não têm filtros e que não sabem educar o seu animal. Só espero que essas pessoas - que não têm mão no seu animal - tenham consciência e respeitem o outro.

    ResponderEliminar
  10. Em suma, as pessoas ficam chocadas com a possibilidade de ver alguém exercer a sua opção de escolha numa sociedade supostamente democrática e essa opção poder colidir com a sua...

    Continua tudo igual nesse caso. Nada parece ter mudado em portugal.

    ResponderEliminar
  11. Tenho mixed feelings em relação a este assunto. Se por um lado acho bem as pessoas que têm animais, terem mais sitios por onde escolher ir jantar, tomar café, etc, por outro lado imaginando que estou habituada a ir a determinado sitio, e não sou propriamene simpatizante de animais, se passarem a ser "animal friendly" possivelmente com pena, deixo de ir a esse sitio. Respeito quem goste, mas para mim acho um nojo estar a comer e ter animais ao lado num espaço fechado.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo com essa preocupação. Acho que é só mesmo isso que as pessoas sentem. Porque quando se vai comer fora a um restaurante - penso eu - procura-se relaxar e fugir um pouco de confusão. Daí alguns restaurantes barulhentos não serem confortáveis. POr outro lado, por vezes certos estabelecimentos mais familiares até tinham um animal por perto, e as pessoas acham graça. Mas cá está: por perto, por exemplo, gatos na proximidade, ou à porta, ou um cão à porta, mas não dentro dos estabelecimentos.

      E também os próprios animais podem não se sentir melhores num restaurante só por ficarem perto dos seus donos. Vai depender se está um cão o espaço ou cada mesa em cada 40 tem o seu animal...

      Eliminar
  12. Se por um lado parece que vivemos numa era em que há polémicas novas todos os dias, por outro, parece que os dias mudam e a conversa continua a mesma.

    Quanto a este assunto, nem sei porque há polémica. Sermos cada vez mais livres de decidirmos o que queremos fazer com as nossas casas, estabelecimentos e vidas, só pode ser bom! Eu sempre levei a minha cadela a cafés e restaurantes com esplanada, sem reservas. Agora, com a nova lei, provavelmente vou continuar a agir da mesma forma, porque ela é bastante grande e muito nervosa, logo acho que não ia gostar de entrar num sítio cheio de gente. Mas se entrar num restaurante e estiver lá um cãozinho com os donos, vou apenas e só ficar contente com isso. Porque adoro animais, adoro vê-los nas lojas e centros comerciais (é muito comum lá fora), por isso gostarei ainda mais de os ver em mais sítios comuns.

    O que se pede, claro, é bom senso. Nada de cães mal comportados a dar cabo do jantar de alguém, ou em cima das mesas, ou a ladrar o tempo todo. Mas isso já se pede normalmente a toda a gente, não são só os animais que fazem porcaria, não é verdade?

    ResponderEliminar
  13. Ponto prévio: acho muito bem o direito de escolha e irrita-me os indignados de sempre com tudo e mais alguma coisa.
    Mas... espero muito poder contar com o bom senso dos donos de animais para perceberem que não faz qualquer sentido levar um cão/gato para um restaurante. Nem o animal se vai sentir melhor do que se estiver na sua casa ou num parque, nem a situação me parece que assegure minimamente as normas de segurança e higiene que se exige num local fechado onde convivem muitas pessoas que não se conhecem e onde, ademais, se fazem refeições.
    E, sinceramente, o que mais me assusta é perceber que, em nome da defesa dos direitos dos animais - aos quais atribuo toda a legitimidade, atenção! -, se ultrapassam limites para uma sã convivência em sociedade, com respeito pelo próximo.
    E um animal é um animal. Uma pessoa é uma pessoa. Cada um tem o seu lugar. Todos dignos. Todos com direitos, cada um no seu género: os direitos das pessoas e os direitos dos animais.
    Cláudia

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo com as palavras da Cláudia.
      E vou talvez colocar um pouco de polémica ao incluir crianças ao "molho". Crianças também são crianças, seres humanos mas de outra maturidade. Não é que devam ser proibidas de entrar em restaurantes mas todos sabem que são voláteis e tanto podem conseguir ficar satisfeitas à mesa como sentir vontade de correr por todo o lado, gritar ou fazer birras. Não é fácil ter crianças num restaurante, nem se almoça tranquilamente. Por vezes mal se consegue colocar comida na própria boca. A forma como cada qual tem de usufruir de um espaço público é condicionada pelas circunstâncias. Se fores a um restaurante para relaxar e comer fora e levares uma criança, provavelmente ficarás a sentir alguma exaustão tal e qual como em casa. Se a deixares em casa aos cuidados de alguém, sabes que ela está bem, num ambiente controlado que lhe é familiar e sabes que podes ir relaxar a um restaurante, carregar as tuas energias, para depois as empregares na criança. É uma opção pessoal que vem com condições.

      Também levariamos as crianças e até os animais para os nossos empregos - mas como interfere com a produtividade, essa é uma área onde separam-se mais as coisas. Agora, cá está: algumas empresas têm creches para os pais poderem visitar os filhos (ou webcam) e outras até permitem a presença de um animal de estimação não de um indivíduo, mas adoptado por todos.

      Eliminar
  14. Se até o Patife aceita cadelas nas camas, não estou a ver o problema de aceitarem cães nos cafés. ;)

    ResponderEliminar
  15. Lugar de cachorro não é na praia, no parquinhos das crianças e muito menos em restaurantes! Vai que levanta a perninha e...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Lugar de cachorro não é na praia? Porquê, porque você não quer que seja? Muitos cães adoram a praia e o mar, deviam ter tanto direito como nós de usufruir dele :)

      Eliminar
    2. Podem ir para a praia sim e os donos podem apanhar os cocós dos seus bichos. O problema é que boa parte dos donos são porcos e não apanham porcaria nenhuma e depois é ver cocó fresquinho pelos jardins, passeios, praias...
      A culpa não é dos animais, a culpa é dos humanos e custa quando os miúdos dão uma corrida por uma zona relvada e chegam ao pé de nós com o calçado tão, mas tão imundo que nem sabemos bem por onde lhe pegar.

      Eliminar
  16. vocês já alguma vez foram a algum restaurante dog friendly? não achem que vai ser o paraíso canino, porque não é. acham que os cães vão ficar sossegaditos aos vossos pés, enquanto vocês comem? estou a imaginar o cenário: entra no restaurante com os seus donos o matulão do pastor alemão, controla a labradora que está na mesa do canto, e enquanto os donos se sentam, ele vai lá dar a primeira cheiradela. pelo caminho, dá um picing na mesa ao pé da janela, onde está distraído a salivar com o frango assado, que está na ponta da mesa do lado, um dogue argentino que, não achando graça ao descaramento do pastor e, desistindo dos intentos relativamente ao frango assado, se manda em vôo picado sobre a labradora, como vingança, e lhe arranca metade da orelha...opá, tenham juízo! vocês comem em casa com os cães à mesa? eu não. se deixasse o meu cão entrar na divisão onde se almoça, acabava ali a refeição, é mais forte que os bichos, eles não resistem.

    ResponderEliminar
  17. Ora bem, se bem entendi, estão (quase) todos a favor, mas TODOS (os que estão a favor) a contar com o bom senso alheio. É isto? Oh pá, mas em que país é que vocês vivem? Não é em Portugal, pois não? S*, os teus leitores são do tipo que acredita no Pai Natal.

    ResponderEliminar
  18. Aposto que a maior parte das pessoas que estão contra esta nova lei são aquelas que atiram os papeis para chão na praia.
    Um beijinho grande*
    Vinte e Muitos

    ResponderEliminar
  19. Na Holanda os animais podem frequentar lojas, centros comerciais e alguns restaurantes e cafés. Foi das coisas que mais gostei enquanto lá vivi. Fico feliz com esta decisão.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Poder, podem, mas raramente frequentam, porque os donos têm bom senso e sabem que um restaurante nao é um local para um cão, uma iguana ou um cavalo.

      E sim....também lá vivi.

      Eliminar
  20. Tu vais sinalizar restaurantes onde possas levar os teus animais. Mas quem não pretende misturar os dois mundos assina-la quais?

    Isto é como tudo: à que ter bom senso mas o que vai acabar por reinar é a vantagem económica. Se o comerciante perceber que ser "animal-friendly", principalmente em lugares turísticos, vai trazer-lhe vantagens, então venham os cães!

    Mas depois dão-se aquelas dualidades. Por um lado, a ASAE é conhecida por ser muito meticulosa (ainda bem) com as regras da higiene. Mandam tirar madeiras das cozinhas, tapetes, etc, etc. Mas depois a lei deixa ao critério do proprietário a presença de animais. Por muito que os adoremos, podem conter parasitas ou simplesmente largar pêlo. Fazemos um escandalo quando surge um cabelo na comida, imagina um cão simplesmente a sacudir-se, a aragem leva o pelo pelo ar... e vai aterrar num prato de sopa. "Ai, que horror! Pelo de cão na minha sopa! Este lugar não tem higiene!".

    E a ASAE multa o proprietário, o restaurante fica um passo mais próximo de ser encerrado. Dualidades.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isso.
      Eu só vou escolher os que não permitem animais, mas tenho amigos que só vão escolher os que permitem. Vamos ter de parar de sair juntos, porque eu nao vou escolher amigos com a premissa de "gostas de cafes/restaurantes pet-friendly? não é assim que o amor funciona.

      Mais uma coisa a dividir a sociedade, em vez de fazermos coisas que nos aproximem.
      Os caes estao-se a lixar se vao para um sitio beber compal e comer uma torrada, eles so querem ir á rua, e entretanto os humanos vao ter que reduzir a sua interaçao e convivencia com os seus pares para que as leis tendencia sejam impostas.

      A respeito da ASAE, perdem toda a sua credibilidade ,ss suas medidas perdem razao de ser, a sua existencia, pelo menos na area da restauraçao perde qualquer funçao.

      Eliminar
  21. Amén! É uma opção - ninguém obriga ninguém a nada. Assim como não vou a cafés/restaurantes cujos donos permitam fumar porque me incomoda o tabaco, alguém que se sinta incomodado por animais não escolherá os (certamente minoritários) cafés e restaurantes a que eles passarão a ter acesso. Os donos sabem bem como se comportam os seus animais e se é ou não prudente levá-los a um local assim.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares