quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Maravilhas da maternidade #1


Ser mãe é lindo, é fabuloso, é um sonho, é o melhor da vida.

Passando à frente as cenas amorosas, a maternidade também pode ter o seu lado lunar. Inicia-se assim uma nova rubrica, com o menos fabuloso desta fase encantadora da vida...

De repente, todaaaaa a gente sabe o que é melhor para ti. Toda a gente sabe o que deves fazer e o que não deves fazer. Foi preciso esperar 28 anos e quase cinco anos de independência para descobrires que, afinal, não és senhora de ti. Tu já não tens voto na matéria.

De repente, toda a gente me diz como me vestir. O mais-que-tudo é o maior chato de todos (e o melhor de todos, também) porque passa a vida a dizer-me para usar um cachecol, para pôr um gorro, para usar luvas. Não quer que eu beba café, nem chá, nem Ice Tea, nem me deixa comer camarões (mas eu como na mesma e bebo na mesma, quando me apetece mesmo). Mas também ralha quando eu digo que não me apetece comer, porque ele ainda é do tempo em que "agora tens de comer por dois". Diz-me para ter cuidado ao andar, ao entrar na banheira, zanga-se se eu ando descalça em casa e azucrina-me a paciência quando a gata Evita quer vir para o meu colo. 

Mas se fosse só ele... Só que não. Dizem-me todos como me vestir. O que comer. O que não comer. Que está frio para levar o cão à rua ou que está vento para ir caminhar. Que sou "demasiado relaxada" ou que "ando a abusar".

O meu médico e a enfermeira que me seguem dizem para eu comer "de tudo" e fazer uma vida normal, mas sem grandes esforços... mas toda a gente percebe mais do que eles. Um dia destes vou ter um xelique, vou descer dos saltos (que até nem uso) e responder um belíssimo "o bebé é meu e dele, mas o corpo é meu".

36 comentários:

  1. As pessoas não percebem que a maternidade é a coisa mais natural do mundo...
    A minha mãe andou a trabalhar no campo até à véspera de eu nascer e três dias depois voltou ao trabalho e deixou-me dentro duma alcofa, debaixo duma cepa (videira).

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    1. Ahahah Nem oito nem oitenta. :D

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    2. Eu sou mulher moderna - :D - e trabalhei até ao dia do parto, inclusive. No final do tempo e com dores há 3 dias, que se foram intensificando, fui levada para a maternidade por uma colega de trabalho...

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  2. tens toda a razão, gravidez não é doença. Devem-se ter os cuidados normais, mas sem exageros! Apoio-te!

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  3. Bem, na verdade o corpo pode ser teu, mas as consequências do que fazes afectam o teu bebé e, por conseguinte, afectam o teu companheiro também. Imagina que decidias agora beber um litro de vinho ou fumar um maço de tabaco - ele não devia poder opinar? É claro que é um exemplo extremo, mas é a minha opinião: eu acho que deves inserir o teu companheiro desde o início em todas as decisões que envolvam o vosso filho. Se ele não está confortável com tu comeres camarões (muita gente não come camarões durante a gravidez!) isso deve ser conversado, e sinceramente eu acho que se for meeeesmo importante para ele até podias pensar no assunto. A partir de agora é tudo decidido a dois ;) Eu lembro-me por exemplo que fui viajar para Nova Iorque com os meus amigos às dez semanas de gravidez e o meu marido não foi (é relativamente normal termos esta dinâmica, nada de especial). Quando regressei ele implorou-me para não voltar a viajar sem ele porque ficou super preocupado, por isso acabei por cancelar uma viagem que ia fazer no mês seguinte (e ainda bem, porque entretanto a minha gravidez complicou-se e possivelmente não teria conseguido ir). É óbvio que o corpo era meu e a viagem era minha, mas a gravidez era dos dois e sim, ele tinha uma opinião a dar. Não era só eu que ia, era eu e o nosso filho, que era já na altura da responsabilidade dos dois. Como era importante para ele, cedi. Também passei a gravidez a ouvir que era demasiado relaxada (e também passei os últimos meses a ouvir que sou uma mãe demasiado relaxada), mas temos que fazer o que funciona connosco. Se relaxar (dentro de determinados limites) nos faz bem, sou a favor disso. Mas também é preciso estarmos preparados para lidar com as consequências. Durante a gravidez cheguei a desmaiar sozinha em casa na banheira, atolei o meu carro no meio da Serra da Estrela sem ninguém saber onde eu estava (nem eu) e parti um braço uma semana antes do Matias nascer. Foi bom? Não. Mas foram as consequências da forma como decidi levar a minha gravidez: de uma forma tranquila e descontraída.

    Em relação às opiniões, eu aproveitaria para decidir desde já como queria actuar. Podes meter toda a gente no lugar já, ou podes simplesmente ignorar. Sinceramente eu opto por usar a técnica de sorrir e acenar. Primeiro porque sei que as pessoas não fazem por mal (pelo menos as que estão à minha volta e me dizem coisas não o fazem), depois porque sei que as pessoas ficam genuinamente preocupadas e sofrem com estas coisas (a minha avó acredita verdadeiramente que o meu miúdo pode ter um atraso na fala porque o deixamos ver-se ao espelho e até fomentamos isso, por muito que eu diga que isso é uma parvoíce sem qualquer fundamento científico), e por fim porque simplesmente não estou para me chatear. Acho que na maternidade há que saber escolher bem quais são as nossas lutas, e já há demasiadas para ostracizar as pessoas que estão à nossa volta e só querem o nosso bem (à sua maneira, é verdade, mas só querem o nosso bem na mesma). No fim ouço, digo que sim e arquivo na pasta das coisas que são para esquecer daí a cinco segundos :P E noto que estou muito melhor nisso desde que fui mãe :D Vais descobrir que há tantas opiniões, estás a fazer tanta coisa mal para tanta gente... Ou relativizas ou estás feita :D

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    1. Bom dia, Joana!

      Entendendo perfeitamente aquilo que dizes, acho que estás a misturar coisas que efectivamente só fazem mal (como fumar) com coisas que qualquer médico diz (tu incluída, certamente) que, com moderação, não fazem mal. Eu não fumo. Eu não bebo álcool. Eu só faço caminhadas - aceitei até que o mais-que-tudo impusesse que não quer que eu ande de bicicleta. Eu não bebo café - não no sentido mais "afamado" do café. Eu bebia apenas pingos directos - e esses deixaram de me apetecer. Eu bebia apenas café solúvel em casa (que obviamente não é a mesma coisa), na quantidade de UMA caneca de café por dia (uma colher cheia de mistura solúvel), ao pequeno-almoço. Mas nisso também cedi, comprei mistura de cevada, sem café, para mim. Ele continua com o café solúvel e as cápsulas Dolce Gusto. Eu nunca, mas nunca, bebo refrigerantes, durante a semana. Na loucura, bebia na casa da minha mãe, ao fim-de-semana. Parece-me claramente um exagero não quererem que eu beba um Ice Tea num jantar de Natal. Também me parece um pleno exagero não quererem que eu beba chá, tendo em conta que bebo uma ou duas canecas por semana.

      Sim, o bebé é dos dois... mas eu sou adulta, plena de consciência, e não compactuo com exageros. Eu não bebo 4 ou 5 cafés por dia nem bebo canecas de chá a toda a hora. No entanto, quando me apetece, bebo sem qualquer remorso - porque foi o que os médicos que me seguem me disseram para fazer e porque me sinto bem assim. Acima de tudo, para o bebé estar bem, creio que a mãe tem de estar bem (nos limites do razoável, claro).

      Quanto aos camarões... oh please... quando é que se comem camarões? Desde que estou grávida comi UMA vez, na semana passada, num jantar de Natal. Pretendo comer agora de novo, no ano novo, que a minha tia faz os melhores camarões com molho de alho do mundo. Se há quem nem lhes toque? Claro! Até há grávidas que não comem quase nada, porque pelos vistos, nos dias de hoje, tudo faz mal. Não é o meu caso e não vou sentir-me mal por isso. :)

      Felizmente já tive/tenho toxoplasmose, o que facilita imenso a alimentação.

      Nas bebidas e alimentações, não aceito exageros. Especialmente que me digam para "comer mais". :) Quanto ao resto, lá vou aceitando... ando sempre de gorro, luvas, cachecol, essas coisas todas. Mas não deixo de passear o meu cão nem de fazer uma caminhada nocturna de uma hora - como fizemos ontem à noite. Sabe-me bem, faz-me sentir bem, e fui aconselhada a fazê-lo (desde que quentinha) pelos médicos com quem já contactei.

      Consequências dos meus actos? Não acredito que existam. Não ando propriamente a fazer asneiras. :D

      Quanto às outras pessoas, sinceramente, com quase quatro meses de gravidez, opto por ouvir e nem responder. Não gosto, acho despropositado, mas também não respondo nem discuto. Sorrio e aceno, como tu fazes. ;)

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    2. Eu sei que misturei, mas era só para dar um exemplo exagerado :) É verdade que são situações que para nós não fazem mal (café com moderação, camarões, etc etc), mas para os outros pode ser visto como tão nocivo como outros comportamentos que efectivamente são nocivos! ;) Achei imensa graça a teres dito que não compactuas com exageros, mas no fundo isto vai continuar a acontecer e vais ter de aprender a compactuar, aprender a ignorar (minha postura) ou aprender a mandar calar a malta :D Toda a gente tem posturas muito diferentes. Eu também era imune à toxoplasmose e fiz a minha vida normalíssima, comia de tudo, bebia de tudo (menos álcool), fui a concertos, fui ao cinema, viajei, fiz massagens, enfim, fiz a minha vida normal. Mas há quem não o faça porque tem outros fantasmas e outras preocupações, e isso também deve ser respeitado. Aqui nem nós somos negligentes nem as outras são histéricas: são posturas diferentes e realidades diferentes.

      Eu também não andava a fazer asneiras, mas as consequências acontecem na mesma :D Caí na banheira porque estava a tomar banho, atolei o carro porque estava a conduzir e decidi encostar-me na berma para voltar para trás e parti um braço a caminho do restaurante japonês para comer um belo sushi (ia a pé e tropecei na rua). São coisas que acontecem quando fazes a tua vida normal. É mais dramático quando engravidas? É. Mas qual é a solução? Para mim não é certamente não conduzir, não andar pela rua e não tomar banho :P

      Por acaso no dia em que entrei em trabalho de parto comi um belo rodízio de marisco :D :D :D Ainda hoje a minha família diz que o Matias estava à espera de se consolar com o marisco para decidir sair :D :D :D

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    3. ahahahah

      Ai Joana, cair na rua e partir ossos é que não, Deus me livre. :D De resto, a verdade é que tenho mais cuidado ao entrar e sair da banheira e nessas coisas naturais - evito fazer corridas, nem que pequenas, "daqui ali".

      Perdoa-me, mas eu acho que há mulheres muito histéricas. Não vou mentir e dizer que acho tudo normal, porque já li uma mulher a dizer que chorou com remorsos por ter comido um camarão. Não me parece, de todo, razoável. E eu também tenho os meus fantasmas - talvez um dia fale deles -, como quase toda a gente tem... Mas também tenho o meu feitio e a minha forma de aproveitar a vida. Acima de tudo, nesta fase, quero sentir-me bem. :) O resto tento ignorar!

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    4. Peço desculpa mas é suposto os camarões serem prejudiciais ao quê? Pergunto mesmo por ignorância, é a primeira vez que oiço que são de evitar na gravidez.

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    5. Anónimo 15:02

      Pelo maior risco de intoxicação alimentar caso não sejam frescos. :)

      Geralmente vemos muitas grávidas a culpar a imunidade (ou falta dela) à toxoplamose para sentirem que podem comer de tudo (ou que não podem comer nada). Mas há alimentos que nada têm a ver com a toxoplasmose: o sushi e o camarão evitam-se devido às intoxicações (ou come-se em sítios onde se tem confiança), os ovos crus (nalguns doces) é devido ao perigo de salmonelas...

      Depois com estas informações e com a opinião do médico, cada grávida opta por comer consoante se sente mais confortável ou não. :)

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    6. Anónimo e Tété, é isso. A enfermeira explicou-me que os mariscos são uma chatice eventual para a mãe, porque não pode tomar a maioria dos medicamentos. Mas não afecta o bebé. Na verdade, cada uma conhece o seu corpo. Eu sempre fui "rija", nunca soube o que era uma intoxicação alimentar. Era muito azar acontecer na meia dúzia de meses que me faltam. Claro que pode acontecer, mas não é algo que me preocupe, honestamente. Para mim é bem mais chato estar há mais de duas semanas sem dormir por causa da tosse e do nariz entupido... e não foi algo que eu pudesse controlar, já que a gravidez parece enfraquecer o sistema imunitário. De facto, nunca na vida estive assim tanto tempo doente. Até me apareceu herpes labial. Ahah :D

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    7. Sou a Anónima das 15:02h e agradeço o esclarecimento. Já tinha ouvido em relação aos alimentos crus ou cozinhados a baixas temperaturas mas não em relação aos camarões. Sempre a aprender! :)

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  4. E espera pelos relatos de gravidezes e partos de todo o mulherio que te rodeia, sem nada teres perguntado... uma grande seca!!

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  5. Não me interpretes mal S* , mas há 40 anos atrás e mais, ninguém se preocupava com isso, estava grávida? ok e? fazia-se a vida normal.
    As maiores felicidades é o que te desejo :)

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    1. A evolução é uma coisa boa e hoje em dia a taxa de natalidade é bem maior, mas em alguns casos cai-se num extremo... enfim!

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    2. Cara S, a taxa de natalidade hoje não é maior do que há 40 anos. Pelo contrário, é a mais baixa de sempre. A taxa bruta de natalidade (número de bebés por 1000 habitantes) em 1970 era superior a 20. Em 2015 ficou-se pelos 8 e picos.

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    3. Anónimo, expressei-me mal. Taxa de sobrevivência de bebés, se é que podemos chamar-lhe assim. Infelizmente todos sabemos que cada vez se têm menos filhos...

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  6. Nestes exemplos específicos que mencionas, parecem mais dicas que preocupação (que não digo que não sejam chatas na mesma, atenção!). Pior é quando as pessoas dizem coisas só para se armarem em superiores, porque elas é que sabem, porque só há uma forma de viver e fazer as coisas (que, obviamente, é a delas), etc. Há pessoas que têm a mania de dar opiniões a quem não as pediu como se fosse um grande favor que fazem #sqn

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  7. E ainda nem nasceu! Despois é mil vezes pior. :)
    Estou grávida de 33 semanas do segundo filho e ai quem ouse mandar palpites, já sou maior e vacinada. Nem a médica tem direito a opinar muito. Afinal conheço-me melhor que ela. Só obdeço por razões clínicas, mariquices não, obrigada. Por ela já estava em casa de baixa a olhar para as paredes. Estou com 33 semanas e sinto-me melhor que nunca. Na primeira gravidez fui uma maricas!
    Vive a gravidez, mas, acima de tudo, vive a vida. Faz coisas que depois não farás com tanta facilidade (muitos passeios, viagens, cinema, concertos, saídas à noite, ...).
    Felicidades!!

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    1. É isso que digo ao meu companheiro. Só quero aproveitar!! Felicidades para ti. :)

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  8. Confesso que até achei fofinha a preocupação do teu mais-que-tudo mas imagino que deve ser chato levar com as opiniões de meio mundo. As pessoas ainda têm muitas superstições relativamente à gravidez! Acho que fazes bem em dar ouvidos ao teu médico e sobretudo ao teu corpo, porque ele sabe avisar quando não está bem!

    Posso juntar-me ao grupo dos chatos e dar uma recomendação? Vi que mencionaste a gata... Podes procurar na internet, há muita informação sobre como "apresentar" os animais ao bebé, quando nascer, e de os envolver de diferentes formas sem que haja perigo para o bebé - para não surgirem ciúmes e para tudo correr da melhor forma.

    Beijinhos e tem um excelente 2017!

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    1. Joana, a integração dos animais na vida dos bebés vai ser uma das minhas prioridades. Vamos ver. Obrigada!!

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  9. Como te entendo. É um inferno! Mas o que mais detestei mesmo foi a fase da mão na barriga! Toda a gente se acha dona das barrigas das grávidas e teimam em lá enfiar as mãos! Que irritação!

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    1. Gorduchita, eu sou uma pessoa muito 'zen' e calma... mas odeio, porque odeio, que pessoas que não têm confiança comigo me metam a mão na barriga. Acho mesmo feio, porque o bebé está lá dentro mas a pele e o corpo onde estão a tocar é meu - e quando não me sinto à vontade com a pessoa, dispenso que o façam.

      Felizmente ainda ninguém me quis mexer muito na barriga... Um ou dois colegas, mas foi uma coisa de segundos. Engoli em seco e aceitei. Agora sistematicamente? Poupem-me.

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  10. O teu mais que tudo, simplesmente se preocupa com a Vossa saúde. A cafeína, posso dizer-te que eu, enjoei; café ...nem o cheiro! :) Depois marisco, depende de cada uma, optei por não abusar e em ambas as gravidezes correu bem. Agora, comer por 2, nem pensar. Deves comer o que tiveres na tua vontade, o teu bebé vai buscar para ele o que necessita (eu até emagreci no inicio). Aproveita bem, são fases muito especiais e bonitas. Felicidades para os 3.

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  11. Ahahahahahha, bem vinda ao clube das mamãs! Na altura em que estava grávida, cheguei a ter uma rubrica no blogue a falar nos Dramas na vida de uma grávida (que depois virou Dramas na vida de uma mãe e que ainda existe, claro!).
    Boa sorte com isso das opiniões alheias. Só tu saberás qual a melhor forma de lidar com elas, mas em última análise, se for preciso saltar-te a tampa, que salte, que mais vale um bom grito do Ipiranga de vez em quando do que andares ali em eterno stress. Quanto ao mais que tudo, fala com ele a sério, estabeleçam já o que é mesmo importante e o que são tontices (por exemplo, a sério que depois de três camisolas de lã precisas mesmo de um cachecol e gorro?).
    Boa sorte, vai correr tudo bem ;)

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  12. Se queres mais uma opinião, se é que vale de alguma coisa, cá vai (tive só 4 gravideses)
    sempre comi de tudo( cuidado com as quantidades para não ganhares muito peso), sempre bebi café, sempre peguei nos gatos e limpei a areia (nunca fui imune à taxoplasmose), passiei o cão.
    Mas, isso vai piorar, quando tiveres o petiz, aí é que vêm as milhares de opiniões. Tens que sorrir e seguir em frente.
    Tudo vai correr bem.
    Beijinho

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  13. É isso tudo e muito mais :-) acho que todas as mulheres que já estiveram ou estão grávidas se reveêm nas tuas palavras! Eu passei pelo mesmo. Mas por outro lado, também não haverá outro momento onde és mais mimada por todos, onde toda a preocupação é contigo (e com o bebé claro) mas tu é que o transportas e por isso tu é que tens de estar bem :-) É mesmo uma fase linda. Eu tinha muito mimo, todas as vontades eram quase uma ordem, pedia e tinha, mesmo que na verdade não fosse muito importante.
    Mas sim, tem o seu lado pior, quando todos sabem tudo e melhor que tu. O que deves e não deves fazer. Mas a decisão é sempre tua, porque como dizes, o corpo é teu. Assim podes decidir a quem queres dar ouvidos e a quem não queres. De qualquer forma o que te fizer sentir bem e segura é o que deves fazer, independentemente do mundo achar outra coisa.
    Beijinhos, Parabéns e Muitas felicidades!! :-)

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  14. S*, não dês abertura para isso. Se não te impuseres agora e ignorares as opiniões alheias, vais ter que levar com elas o resto do tempo porque esses "palpites" não se limitam à gravidez. O Rafael há-de ter 58 anos e ainda te virão dizer como deves cuidar dos teus netos. ;)

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  15. :D :D
    Já há imenso tempo que não passo por aqui! Vais ser Mamã? :D
    Muitos parabéns e muitas felicidades :D

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  16. Toda a gente tem teorias sobre tudo! Mesmo nesta minha nova reeducação alimentar, tive TANTA gente a opinar... Na minha cabeça só ouvia a música do Darth Vader como fundo ;)

    Um beijinho dourado,
    O Biquíni Dourado
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  17. Deves ser feliz e ter calma, acho que isso é o mais importante :)

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  18. Dizem que a maternidade não é uma doença, mas tratam-na como uma!

    beijinho*
    Branca de Neve
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  19. Bom... gostava muito de te dizer que a tendência é melhorar. Mas não. Quando o bebé nasceu a coisa agudiza-se muito. :D Mas a felicidade vai ser tanta que nem vais querer saber... muito. :P Força! Beijinhos

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  20. Opá, deve ser um mal geral xD eu ainda estou longe de passar por isso, mas prepara-te para quando o bebé nascer... Ahah

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  21. Muitos parabéns S*!
    De facto há sempre quem tenha uns bitaites a mandar sobre a gravidez dos outros, sobre os partos, sobre a educação e por aí for a. De medico e de louco todos temos um pouco, não é? :)
    Eu cá acho que, em caso de adultos conscientes e na posse das suas faculdades mentais (ou pelo menos parte delas), acompanhados pelo medico, saberemos sempre o que fazer.
    Felicidades :)

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