terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A realidade das coisas


De vez em quando gostava de sentir que não tenho responsabilidades... que não tenho trabalho para fazer, uma renda e contas para pagar, animais para cuidar, uma família para amar. Juro-vos que, se pudesse, tinha iniciado este ano a sair daqui, a dar uma volta sem destino e a aproveitar para pensar em mim e no que eu quero e não quero.

Sinto-me cansada. Parece patético, mas sinto-me cansada.

40 comentários:

  1. Não parece nada patético! Parece normal, de alguém responsável que trabalha muito e que cumpre e respeita os seus compromissos. As pessoas ficam cansadas. Até da vida supostamente boa que têm. Quem está de fora nem sempre compreende, "mas tens uma vida tão boa, estás cansada de quê? Havias de ter a minha vida que logo vias". Enfim. As pessoas não entendem que todos temos dias maus e que, por vezes, nos cansamos de tudo, até das coisas boas que temos. É normal.

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  2. partilho do mesmo sentimento já há algum tempo.

    Precisar de um tempo numa espécie de bolha com imunidade, para poder pensar com clareza.

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  3. Chamaria a isso "desligar-me de mim"...sentir que não tens obrigações,deveres ou responsabilidades e fazeres o que realmente te apetecia ou te ia fazer sentir bem. Percebo-te...

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  4. S* isso acontece a toda a gente! É uma sensação natural :) Quando isso nos acontece cá em casa entramos em modo 'incontactável'. Fazemos o mínimo possível, reduzimos as actividades ao absolutamente essencial (trabalhar, dormir, banhocas) e o resto do tempo é todo passado a dois, sem telemóvel, sem computador, sem tarefas de casa, sem preocupação com refeições (come-se fora, faz-se qualquer coisa muito muito rápida), sem distracções nenhumas (filmes, séries). Só mesmo nós, o mimo e as conversas. E sabe muito bem, tanto para nós próprios como para a relação :) Podes experimentar :)

    Em alternativa, ir fazer uma escapadela num fim-de-semana também sabe muito bem e muitas vezes são dois dias que sabem a vinte :) Há sítios baratinhos onde podes passar duas noites e passear... Ou se tiveres um amigo com um quarto a mais que vos possa receber também não é mal pensado :) Eu e o Pedro até já chegámos a dormir no carro :P

    Partir à aventura é sempre boa ideia. Lava-nos a alma e, na pior das hipóteses, ficas com uma história :) Se quiserem vir até Lisboa diz, que arranjo-vos onde ficar :P

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    1. Só mesmo vocês. :D São top!

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    2. O convite fica feito e estou a falar a sério :P Pelo menos comigo nada resulta tão bem como dar umas voltinhas :D :D :D

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    3. Joana, que amorosa :) Sem querer entrar em piroseiras, espero que a vida seja boazinha consigo ;)

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  5. Bom, se tens essa sensação sem filhos, quando tiveres um filho então..
    Goza bem antes, goza. E pensa bem.

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    1. Está a ver? Esse tipo de comentários são tão desadequados... não sabe da minha vida, sabe lá o tipo de pressões que sinto... não diga isso. :)

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    2. Não compreendo porque considera desadequado o comentário e menos ainda o que importa o facto de não saber da sua vida. De facto não sei. Nem preciso para reforçar o comentário em questão. A sensação de liberdade face às responsabilidades (o conjunto que refere) é algo que simplesmente não é possível existir quando se assume "A" responsabilidade de um filho. Não é possível. Quer para a S*, quer para qualquer pessoa que seja mãe/pai. Dai o comentário. Se sente essa necessidade de liberdade face às responsabilidades, seria importante pensar sobre a mesma e resolvê-la antes de assumir outro tipo de respnsabilidades ainda maiores, essas sim irreversíveis, como ter um filho. E repare que não estou aqui a questionar se quer/vai ter filhos ou não. É um problema seu. Só fiz uma associação entre as responsabilidades e "A" responsabilidade da meternidade/paternidade, muito provavelmente alicerçada na minha própria realidade presente, pois fui mãe o ano passado.

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    3. S*, eu percebo o comentário da Anónima. Não o leves a mal. Mas de facto, apesar de tudo de bom que daí advenha (mesmo sendo o bom muito superior ao mau), não vejo outra "responsabilidade" como a maternidade/paternidade. Simplesmente não podes decidir, a dada altura, mudar de vida e de hábitos e demitires-te da maternidade. Podes decidir como quereres viver a maternidade. Mas nunca mais deixarás de ser mãe. E, pelo menos como filha, saberás que é uma responsabilidade para a vida.

      Se às vezes tens dificuldade em lidar com as responsabilidades comuns de um adulto, como o trabalho, a família, a relação, etc e tal, imagina se lhe somares a responsabilidade de fazeres de um bebé um adulto decente! ;)

      Por isso, creio que o comentário da Anónima era no sentido de que talvez, enquanto procuras o teu lugar no Mundo (;)), o melhor é não pensares em bebés, ou então, que deves pensar bem nisso, e na tua disposição para assumir tal responsabilidade, antes de tomares uma decisão importante.

      E sim, é tramado ter uma irmã casadinha e de bebé nos braços e não querer o mesmo, mas ter que lidar com os quereres da família ;) Não falo por experiência (filha única), mas vejo isso na família e até se me sobem os calores :P

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    4. Mel, não é o que se diz mas a forma como se diz. E as pessoas gostam sempre de dizer "ui, quando tiveres filhos é que vais ver...". Não fazem ideia da vida de uma pessoa...

      Eu não procuro o meu lugar no mundo, sei bem o que quero. Apenas me sinto cansada. :P

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  6. Sente-se nas tuas palavras que precisas de uma mudança qualquer na tua vida. Fases menos boas todos temos! E nada há de patético em te sentires cansada. Mas acho que deves meditar um pouco sobre o que te está a deixar assim desanimada. Será que podes efectivamente fazer alguma coisa para mudar isso? Se puderes...faz! Se não puderes...aceita ;) Bom Anos, S*. Com calma e serenidade.

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  7. Isso acontece a todas!
    há momentos em que colocamos tudo em causa!

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  8. Não me parece nada patético.
    E acho mesmo que um tempo a sós com nós mesmos nos faz muito bem. Nem que seja para ficar com saudades do que temos em casa :-)
    Se fosse a ti tirava mesmo um dia para isso, dá uma volta sozinha, vem até ao Porto, Braga ou Guimarães, um sítio que não seja a tua terra. Eu gosto de reflectir quando vou no metro para o trabalho, como ainda levo quase meia hora de viagem, dá para pensar em muito. Quando andava no ginásio, a mesma coisa, aquela hora e meia dava para desanuviar e pensar, nunca fui amante de exercício mas reconheço sobretudo o bem psicológico que me fazia, nunca quis companhia para me inscrever e também não ia a aulas de grupo, preferia ser eu a dirigir o meu tempo (mas aqui, cada um sabe de si).
    Por muito que amenos o que temos em casa é crucial termos momentos só para nós e para respirarmos sozinha(o)s.

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  9. Já fiz isso muita vez! às vezes também sinto a necessidade de estar só e como adoro o mar, costumo ir até ele, seja inverno ou verão. Fico ali, penso em mim, na vida e parece que me acalma. Faz isso se sentes que te vai fazer bem. Às vezes nós somos a nossa melhor companhia.
    Espero que consigas :)
    Beijos

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  10. Não é patético :) É mais que normal... toda a gente devia fazer um reboot de vez em quando a sério

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  11. na verdade acho normal porque já te sigo há uns anos e acho que sempre quiseste viver muito rápido. na altura que começaste a ganhar os primeiros cobres e que devias estar a aproveitar para viajar, namorar bués, curtir as noites/madrugadas com os amigos já andavas a fazer enxoval e a montar casa. assumiste essas responsabilidades demasiado cedo e agora, na altura que devias estar de facto a pensar nelas já começas a ficar farta das ter.é por isso que quando eu vejo pessoal da minha idade (24) a querer juntar-se lhes digo sempre mas é para aproveitarem o desafogo da casa dos pais para poderem fazer coisas que depois não podem fazer... e o pior é quando essas incertezas quanto à rotina e ao futuro acabam numa crise existencial e afetam o próprio e os que estão próximos, como já vi acontecer.
    Boa sorte, miúda. Descansa e pensa no que realmente queres para ti e no que te faz feliz... ás vezes as mudanças magoam no momento mas aliviam muito no futuro.

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    1. Anónimo, desafogo da casa dos pais foi uma parte que me fez rir e muito. :P

      Aceito e concordo com a sua perspectiva, embora não a "sinta" para mim. :)

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    2. Eu acho que depende muito das pessoas. Eu saí de casa aos 18 anos (embora tenha sido para fazer a faculdade longe, é um facto) e comecei a viver com o meu namorado aos 19. Tornei-me logo independente financeiramente e desde então viajo muito, namoro bués, não curto as madrugadas porque não é o meu género mas a minha casa parece uma paragem de autocarro de tantos amigos que passam por aqui, casei, estou grávida e já estamos a planear as viagens do próximo ano (com bebé atrás e tudo, porque tudo se organiza com algum poder de encaixe) :) Para mim desafogo foi começar a viver fora de casa dos meus pais :P

      E na altura as minhas amigas fizeram uma intervention mesmo a sério 'vais viver com o teu namorado, vão estragar tudo, são tão novos, etc etc etc' e eu acho sinceramente que foi a melhor decisão da minha vida :P Acho que para pessoas diferentes funcionam formas de agir diferentes, e não é porque as pessoas se emancipam cedo que se tornam umas secas ou que não curtem a vida. Mas obviamente que existirá quem sinta isso, claro :)

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    3. Já eu acho que a perspectiva do anónimo revela bem a imaturidade de muita gente dos 20s...

      Sinceramente eu acho patético que as pessoas queiram gozar a vida à "pala" dos pais. A vida não são só coisas boas, a vida é tudo e saber lidar com as partes más e boas, gerir a nossa vida é que é ser adulto. Não é brincar aos adultos e "viajar" ou "sair à noite até mais não" para depois se armar em adolescente e ir cravar o dinheiro/viver à conta dos pais durante o resto do mês.

      Mas a culpa nem é quem vive assim, é dos pais que pagam todas as mordomias e mais algumas a quem quer tudo na vida, menos trabalhar e fazer pela vida.

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    4. Joana e Anónimo das 21:50, para mim é muito isso... saí de casa aos 17 anos, para ir estudar para o Porto - onde estive três anos da licenciatura + 1 de mestrado. O mestrado fui eu que o paguei, porque arranjei um part-time numa loja. Far-me-ia imensa confusão voltar para casa e voltar a dar despesa (mais do que já dava, com a renda da casa e tal).

      Entrei em pânico com a perspectiva de ter de voltar a casa... mas, felizmente, terminei o primeiro ano de mestrado em Junho, participei como monitora na Universidade Júnior em Julho, em Agosto fui uma semana sozinha para Lisboa, sem planos. Em Setembro arranjei um emprego numa imobiliária, onde estive 15 dias... porque entretanto fui chamada para o meu actual emprego.

      Estive um ano e pouco em casa... e, além de não dar despesa à minha mãe, ajudava com 1/4 do meu salário por mês. Para custear as minhas despesas. Entretanto, 1 ano e 3 meses depois de voltar para casa, fui viver sozinha com o namorado. Já passaram 4 anos e não arrependi nem por um segundo.

      Eu não deixei de viver ou de viajar por viver junta... foi mesmo porque o último ano foi super complicado, muito instável, e não deu para poupar para coisas dessas. Tive dificuldades, tive o casamento da mana, trocamos de carro, mobilamos melhor a casa... isso ficou para segundo plano. :)

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    5. Anónimo da 21:50, onde leu que o primeiro Anónimo se referia a fazer viagens e passear às custas dos pais? De facto, há uma diferença muito grande - ou eu ando a fazer tudo muito mal - entre viver às custas dos pais/viver em casa dos pais/sair de casa para viver com o namorado.

      Não vivo com os meus pais desde os 19 anos (faculdade), tenho quase 27 anos, não pretendo viver com o meu namorado tão cedo, prefiro aproveitar que ganho o meu dinheiro para fazer coisas que não quis fazer às custas dos meus pais, como dar os meus passeios.

      Quer-me explicar, p.f., a relação entre não querer fazer uma vida de casal, com todas as responsabilidades, e viver às custas dos pais? O meu namorado, que vive com os pais, dá-lhes todos os meses € 200,00, que a mãe diz que não quer e que ele pousa num móvel e lá fica até a mãe o acabar por guardar.

      E, por considerar tudo isto, eu não me sinto preparada para ter uma "vida de casada", prefiro aproveitar esta fase para viver mais liberta de responsabilidades. Claro, na medida do possível. Tenho um trabalho extremamente absorvente, sem horários para sair. Clientes a quem tenho que dar respostas e soluções, todos os dias, tendo a vida deles nas mãos. Por isso é que estou a acabar agora de trabalhar. E faço umas coisitas ao fds. Mas pronto, quando posso vingo-me (acordar às 10h é uma excentricidade!)

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    6. Mel, sim, entendo perfeitamente esse ponto de vista, acredita. Mas eu nunca fui assim, nunca quis ficar novamente em casa da mãe e sempre gostei da minha independência. Apenas me sinto cansada de não poder relaxar... ando a trabalhar 7 dias por semana há três meses e isso torna-se esgotante.

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    7. sou a autora do primeiro comentário e sinceramente não percebi as conclusões do anónimo das 21:50. eu vivo na casa dos meus pais, não vivo à custa dos meus pais!Sou eu que pago todas as minhas viagens, passeios, noitadas com o dinheiro que sempre ganhei desde os meus quinze anos. Já trabalhei em lojas de shopping, a servir à mesa em restaurantes e a servir copos num bar. mesmo durante a universidade sempre trabalhei para pagar as minhas coisas e os meus pais nem nunca tiveram sequer o esforço de me pagar estadia fora porque moro na cidade onde estudei. se os meus pais graças a Deus não precisam que os ajude a pagar a renda e nem querem dinheiro pelo que como (e muitas são as vezes em que oiço sermão e missa cantada por ir ao supermercado e levar coisas para casa) isso faz de mim imatura???? por achar que aos 24 anos e sem um emprego estável não me devo lançar às feras à procura de uma independência que não sei quando virá e se calhar me pode obrigar a ter que voltar a pedir asilo aos meus pais por ter dado um passo maior que a perna como já aconteceu com conhecidos meus que foram viver juntos com o dinheiro contado ao centimo e quando um ficou desempregado e o ordenado do outro não chegava para pagar as despesas??
      eu sei que cada família é um núcleo mas na casa dos meus pais eu sou independente, eles dã-me liberdade para tomar as minhas decisões e não me sinto reprimida por viver com eles. mesmo que tivesse que contribuir para as despesas dar 1/4 ou 200euros por mês é muito diferente de ter que assumir todas as despesas de uma casa, mesmo que tivesse que ajudar seria sempre menos pesado. além disso, se eu soubesse que os meus pais precisavam da minha ajuda para pagar as contas se calhar ainda pensava mais duas ou três vezes antes de querer sair de casa, porque sair significa que eles ficavam sem essa ajuda nas despesas e ou eu ganhava muito bem e conseguia gerir as minhas contas e ajudar nas deles ou ia ficar com um peso na consciência.

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    8. Anónimo das 8:57, julgo que ninguém pode criticar um filho por viver com os pais. Mas eu acho que os filhos têm a obrigação de ajudar, na medida dos possíveis... seja nas tarefas domésticas, seja monetariamente. Evidentemente que a parte monetária só acontece quando os filhos trabalham... se podem poupar na renda e nas contas, acho que só fica bem ajudarem com um pouco de dinheiro. Claro que a maioria dos pais rejeita essa ajuda... mas quando sabes que os pais precisam, temos mesmo de insistir. :)

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    9. Isto que o primeiro comentador diz é mesmo só saber olhar para o seu umbigo. Sabe lá se para a S não foi libertador ter a sua casa? Para mim foi, não via a hora de sair dali, de deixar de ter gente a controlar a minha vida. A que horas saía ou chegava, a que horas acordava ou me deitava, ter que fazer as tarefas domesticas nas horas em que os meus pais queriam e não quando me apetecia. Eu adoro os meus pais mas não me sentia bem naquela dependência. Sá assim que foi possível e já foi tarde. Tinha 24 anos. E a partir daí é que pude fazer essas coisas todas que lá em casa não me deixavam. Namorar, sair, viajar. Nunca me arrependi! Por isso, pensar que todos têm vidas iguais é mesmo muito redutor.

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  12. Acontece a todos nós chuchu... se precisares liga bjoo

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  13. Creio que é normal. :) Ultimamente não sinto isso. Sinto-me é muito dependente da minha família: da minha filha e do meu namorado.
    Antes, adorava estar sozinha e passar muito tempo sozinha. Agora não gosto, mesmo nada.

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  14. estás a precisar de férias, creio

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  15. Acontece aos melhores, é preciso calma e força para ultrapassar as dificuldades. As vezes queremos ser tao "boas" em tudo e com tudo que acabamos por nos esquecer de nós. E olha, como ja disseram por ai, as vezes da para sair um fim de semana sem gastar mundos e fundos (e eu bem sei k nao é facil porque quando vou a algum lado fico nas lonas até ao fim do mês :/) mas as vezes tem mesmo que ser.
    beijinho querida S* fica bem

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  16. Quando me sinto assim vou pedalar sozinha. Eu, a minha bike e a minha música. Fico logo mais animada :)

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  17. S*, a vida é tramadona, as hormonas são tramadonas, os patrões são tramadões e etc e tal. Esse sentimento é normal, é comum, mas não nos devemos acomodar a ele.

    Havendo pouco dinheiro e tempo para despender, nada como, sendo possível, sair do trabalho e ir dar uma voltinha pela cidade, para para beber um cafezinho numa esplanada com vista para o mar. Marcar um cafezinho com uma amiga, combinar um fds de meninas (ou misto! :P)no Porto, onde tens amigas.

    Sei lá, puxar pela cabeça e tentar apanhar um bocadinho de ar :) E como alguém referiu, inscreveres-te num ginásio, tendo essa possibilidade, também é um excelente ideia. Acredita :) Podias ir fazer umas caminhadas/corridas, mas com o quem tem chovido eras capaz de arranjar uma pneumonia ;)O exercício físico faz muito bem à mente.

    E isso passa :)

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    1. Mel, também é verdade. Vou arranjar um livro, que isto passa-me!

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  18. Bem vinda ao clube, com a diferença de anos que nós temos dá para imaginares o meu cansaço... mas pronto eu tenho a desculpa de andar doente... Só espero que o bom feitio com que andava nas últimas semanas de 2015 volte depressa...

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  19. Também me sinto assim.
    Tenho um filho pequeno e o único local em que consigo "descançar" é a trabalhar. Nas férias e fins-de-semana fico de rastos física e mentalmente (mas é muito bom ver o meu filho crescer). Precisava de um retiro espiritual (e de uma empregada doméstica). :P

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  20. Às vezes sinto o mesmo. Só queria paz e sossego. Clarear a cabeça das preocupações do dia-a-dia. E às vezes são só coisinhas de nada mas que parecem não deixar respirar em liberdade...
    Às vezes, só às vezes, queria ser livre de tudo por um bocadinho...

    nem mais nem menos

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  21. Não és a única. Por vezes, a força que é preciso termos para encarar a vida é abalada. Felizmente, isso passa ;)

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