domingo, 10 de fevereiro de 2013

Wild world

Quando uma mãe atira o próprio filho de um quarto andar e se suicida de seguida, sabemos que vivemos num mundo de selvagens.

73 comentários:

  1. Ou num mundo de doentes do foro psíquico que não são tratados convenientemente... Os doentes com psicoses gravíssimas não são criminosos (dizem os psiquiatras)logo só estão internados por vontade própria (???)
    Não concordo mas o que acabei de escrever é a realidade.

    O prémio Nobel da Economia que foi o mote para o filme "Mentes Brilhantes" pôs em perigo,várias vezes,a vida dos familiares mais próximos.

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  2. Não S*, vivemos num país onde a saude mental ainda não é levada a sério, onde a crise (económica, social) tem uma forte influência naquilo que são doenças mentais gravíssimas, que não são diagnosticadas, tratadas e prevenidas. É triste, É mesmo muito triste.

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    1. Fico revoltada com a desvalorização dos problemas mentais. :-(

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  3. Não acho que seja uma questão de selvajaria... mas sim de doenças mentais! Uma mãe que faz aquilo precisava urgentemente de ajuda médica!

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  4. Depende... Podemos estar a viver desesperados por causa de alguns, só alguns selvagens!... O desespero faz muita coisa, querida... E os autistas neste país não existem para as entidades que deveriam salvaguardar a existência humana...

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  5. Infelizmente, o problema mental não torna o acto menos selvagem.

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  6. Nem sei o que pensar no acto tão cruel.
    Tirar a sua própria vida já é penoso para familiares e cruel, matar filho e depois mãe acho o cobardia, nem falo em doença Mental,nem depressões nem ansiedades, mas sim actos de egoismo, uma mãe sabe o que esta a fazer.

    beijocas

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  7. Não sei o que se passa, mas nunca se tinha ouvido tantas histórias trágicas de mães que matam os próprios filhos, são tantas que me assustam...
    O que será que se passa?!

    Eu conhecia a mae de Oeiras que matou os dois filhos.... E o facto de a conhecer deixou-me mesmo abalada...

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  8. Mas a gaja atirou-se também do quarto andar ou matou-se de outra forma?

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  9. Eu realmente acho que o mundo devia ter acabado em 2012... isto tinha mesmo de acabar e começar outra vez, acho que há pouca salvação para a realidade que andamos a viver...

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  10. Acho muito interessante a obra de Víctor Hugo, Os Miseráveis, e penso que os miseráveis somos todos nós, a raça humana.

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  11. se ficas revoltada não devias tecer estes comentários onde só reveles desrespeito pela saúde mental. A mãe deveria estar num sofrimento tal, que não conseguiu encontrar nenhuma saída senão esta. É importante acrescentar que o menino tinha autismo, o que de alguma forma complexifica a interpretação desta situação.
    Não se é selvagem por se ter uma doença mental.

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  12. Acho que, depois de esta sucessão de casos, devemos parar para pensar!

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  13. Anónimo das 17:34, de facto, ter uma doença mental não torna ninguém selvagem. Mas atirar um menino de 12 anos de um quarto andar abaixo, provocando-lhe a morte, é de selvagem.

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  14. E vêm-se repetindo estas notícias...é assustador...

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  15. Esta história é muito estranha. As pessoas amigas dizem que era uma pessoa dedicada ao filho e depois a realidade mostra uma história assim. O mundo anda mesmo ao contrário.

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  16. Acho que rotular doentes mentais de pura e simplesmente "selvagens" é um grande passo em frente, uma consciencialização impressionante face à solução destes trágicos problemas.
    Parabéns por tamanha tacanhez de espírito.

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    1. Não deturpe o que escrevi. Matar um filho, para mim, é selvagem, mesmo que a mãe esteja doente.

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  17. Eu discordo em absoluto quando dizes que o problema mental (que não faço ideia se a senhora teria) torna o acto menos grave.
    Eu acho que deve ser preciso atingir um estado de perturbação/sofrimento que nem eu nem tu conseguimos imaginar para fazer tal coisa. E para mim isso é completamente diferente de alguém mentalmente equilibrado e, no entanto, selvagem (se é que tal combinação também existe).

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    1. Hum? Eu não disse isso. Independentemente dos problemas da mãe, a consequência é arrepiante. Isso não significa que seja igual matar uma criança de forma consciente ou... Menos consciente, como no caso.

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  18. parece que agora virou moda, valha-me Deus

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  19. Ás vezes acho que seria melhor não se falar nisso...parece que dá ideias a gente louca.

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  20. Talvez o anónimo ali acima tenha querido dizer que o facto de ter um menino autista pôs a mãe ainda mais doente. Não se compreende, de facto. Pobre de quem vive uma situação assim! Pobre pai!

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    1. Pobres dos três, mas sobretudo pobre menino.

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  21. Fico um bocadinho chocada com a facilidade com que "julgas" estas situações de ânimo leve (não me ocorre palavra melhor que "julgar"). Claro que é uma história trágica, horrível, cruel, macabra e tudo o mais que se possa adjectivar. Mas, com certeza, por trás dela existe todo um processo complexo, provavelmente de doença psiquiátrica não diagnostica ou não tratada. E a essas, S*, não nos cabe mesmo a nós perceber. Cabe, quanto muito, ajudar a desmistificar para que outras tantas histórias como estas se possam evitar.

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  22. Cat, não dá para evitar. Há coisas que nunca vou entender.

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  23. Fazes mal. E, se um dia, tiveres de conviver com alguém que te seja querido que esteja em tal estado de doença - o que espero que nunca te aconteça - talvez a tua atitude mude.

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    1. Lá isso é um facto, nunca tive depressões na família. Tu deves lidar com elas diariamente, no trabalho. Diferentes sensibilidades... E consigo perceber que sou eu a errar.

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  24. A frequência com que estas histórias têm acontecido nos últimos tempos é coisa para me deixar muito preocupada com a sociedade em geral. Não conheço os contornos deste caso, mas por vezes era importante existir um acompanhamento psicológico forte às mães - ou pais - em determinadas situações... acredito que se poderiam prevenir algumas tragédias!

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  25. Mas se tu própria assumes que há coisas que nunca vais entender (como a questão aqui em causa), porque é que aindas tentar arranjar justificações estúpidas para o que escreveste?
    O que escreveste foi insensível da tua parte, e essa insensibilidade é fruto da tua incompreensão da grande questão complexa por detrás deste acto trágico.

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  26. isto é coisa q me causa espécie... tivesse ela problemas ou n, independentemente das circunstancias, matar um filho é coisa para me dar sp volta ao estômago :s

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  27. Mas alguém duvida de que em certas situações nos poderemos tornar animais?...Mas eu não chamaria essas mães de selvagens...O desespero pode levar-nos a fazer coisas incríveis.
    Da sanidade à loucura dista apenas um pequeno passo.

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    1. Dizem que, nas circunstâncias "certas", somos todos selvagens.

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  28. Absolutamente chocante!
    Não sei que diga!

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  29. Principalmente quando quem nos dirige são verdadeiros autistas face a problemas sérios... falo dos deficientes e com necessidades educat especiais que cada vez tem menos direitos

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  30. Acho, sinceramente, leviano da tua parte o julgamento e a rotulação de "selvajaria" a consequência de uma situaçâo de desespero por parte de uma máe que, vendo-se desempregada e sem fontes de rendimento, com uma depressâo profunda e com um filho autista, não encontrou outra solução que não a mais difícil, com toda a certeza.
    Julgar casos em que a saúde mental a nível parental acrescidos da coexistência de um filho portador de deficiência grave (autismo) e situação social frágil (desemprego) deve requerer mais sensibilidade, independente do destino trágico que esta situação específica e outras análogas tenham.
    Não se trata de "selvajaria" mas sim de desespero. Profundo desespero.
    E a mim só cabe sentir empatia. Lamento e empatia.

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    1. Pólo, o post foi escrito antes de se saberem mais pormenores sobre o assunto, incluindo o desemprego da mãe e a depressão profunda.

      Quanto ao resto, é uma opinião muito emocional, nada racional. Se a consideras leviana, aceito até porque nunca lidei de perto com problemas depressivos.

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  31. Sabes quanto custa uma consulta de psiquiatria particular?
    Eu sei.
    Sabes o quanto é difícil ser assistido no público? (excepto claro se entrares em surto psicótico e sejas internado compulsivamente).
    Eu sei.
    Sabes o preço dos medicamentos?
    Eu sei o quanto deixo na farmácia mensalmente.
    Não é para mim mas para uma pessoa que amo e a quem já assisti momentos de sofrimento quase dementes muito dolorosos.

    O blog é teu e escreves o que quiseres eu sei, mas existem assuntos, acerca dos quais se não temos conhecimento/sabedoria é melhor remetermo-nos ao silêncio.

    Eu sou mãe e lamento profundamente a dor e o desiquilibrio em que estas mães têm de estar para, com o tremendo amor que se tem pelos filhos, entenderem (na sua mente) que a vida é insuportável e que os filhos não podem viver sem o colo e o amor de mãe.

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    1. Lamento acima de tudo pela criança. O resto são opiniões e cada um tem a sua. Força para os teus **

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  32. Chamar estas pessoas de selvagens é desdenhar o facto de que condições reais levam a que estas pessoas enveredam por estados depressivos, estados de desespero. Essa tua solução rápida de catalogação impede o reconhecimento dessas condições para que estas possam ser eliminadas e, por isso, para além de a tua postura ser insensível, também é contraproducente. Sabes que estás a errar quando tomas esta atitude - essa lucidez é bom sinal - mas então seria útil e inteligente da tua parte se fizesses alguma coisa para teres um pouco mais de noção quando falas sobre problemáticas complexas que à partida não compreendes. Caso contrário, a tua lucidez de nada te serve.

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    1. Vanessa, as opiniões não se mudam com um estalar de dedos. Pelo menos não a minha.

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  33. Ouvi falar disso por alto, é horrível :/

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  34. Espero mesmo que nunca tenhas de lidar de perto com uma pessoa com problemas sérios dessa área.
    E espero também que nunca sofras tu própria nem ao de leve por eles, sobretudo se quem te rodear tiver a mesma inteligência emocial e a mesma a mesma capacidade de julgar que demonstras.

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  35. Nem te falo!
    ainda pouco li uma notícia que uma pequena de 8 anos tentou suicídio porque estava sentindo-se muito só. Os parentes quando chegaram em cada e viram confusão ainda tentaram brigar com a menina.

    Nada de consideração, nem preocupação!

    Um mundo realmente desesperador!

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  36. Costumo ler o teu blog de vez em quando, em muitas coisas concordo contigo, mas desta vez, lamento, mas não estou de acordo.

    Não consideraria este caso como um acto selvagem. Considero um acto de desespero, pelo infortúnio de ter um filho autista e por a mãe estar com problemas psiquiátricos...

    Seria selvagem se ela não amasse o filho e cometesse esta atrocidade "só porque sim"...

    Eu substituiria "mundo de selvagens" por "mundo onde as pessoas cometem atrocidades porque (sobre)vivem numa situação limite e desesperante.
    Tenho dito.

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    1. Gostei desse remate. Gosto quando me ajudam a melhorar.

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  37. Olá, cheguei agora ao seu blogue, e queria dizer-lhe que entendi perfeitamente a sua alegoria. "Estamos num mundo de selvagens", concordo, pois, para uma mãe preferir acabar com a vida de um filho ao invés de deixá-lo ao cuidado de outros, só pode ser porque na visão da mãe, o mundo e as pessoas que a rodeiam não lhe inspiram nenhum tipo de segurança, nenhum tipo de esperança, e, para tal perspectiva suceder, ela seria a primeira a concordar consigo quando diz que estamos num mundo de selvagens! (para não prolongar o comentário, penso que sintetizei o que queria dizer)
    Cumprimentos, Ariana.

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  38. Ariana, para dizer a verdade, eu nem me referia a este caso em concreto - apesar de achar o caso uma selvajaria, com motivos ou sem eles. Vivemos num mundo de selvagens porque não valorizamos devidamente a nossa vida, porque roubamos a vida aos outros, porque somos cada vez mais umbiguistas. E não, não me refiro a esta mãe. Refiro-me a toda a gente que rouba a vida a uma criança.

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  39. Vou entrar em acordo com muitos comentários aqui em cima...e sabes que este tema me é caro.
    S*: este não é um acto selvagem, não é. Um acto de desespero, de se eu não quero viver, o meu filho também não vive, se não tenho condições para ter e criar o meu filho ninguém tem. Para mim todas as histórias deste tipo que surgem vão dentro do "se eu não fico com, ninguém fica."
    Se a mãe podia ter outro pensamento? Podia ter. Se podia ser menos egoísta e suicidar-se apenas? Podia.
    Mas estamos a falar de uma conjuntura de coisas que levaram a este fim, a este acto louco.Se a mãe é culpada, ou selvagem? Não, S*, de modo algum. A mãe sofria de uma depressão, e quem não enfrenta uma depressão, quem não a controla, rapidamente se descontrola e perde o controlo de tudo.
    E mais...se formos a ver, grande dos casos de país que matam os filhos são pessoas com problemas mentais. E a nossa mente é uma máquina que não tem controle.
    O grande culpados destas e de outras situações é tão somente o SNS, em que a especialidade de psiquiatria praticamente não existe.
    E concluindo: este tipo de situações vai ocorrer cada vez mais.Basta estarmos atentos ao número de depressões que aumenta de maneira exponencial.

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    1. Inês, gostei. Quando a depressão nos guia, o resultado dificilmente é bom.

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  40. Sim, és tu quem está errada. Existe todo um mundo de coisas que felizmente desconhecemos além da pequenez da nossa casa e da nossa vida (sem ofensa, mesmo). E falar assim de coisas tão graves que desconhecemos, lamento, é ignorância, não são opiniões.

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    1. Cat, custa-me a compreender porque não é uma realidade que conheça.

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  41. S*: já nos "conhecemos" um pouco para saberes que eu não estou a criticar-te, porque o pensamento que tens é o que muitos têm.
    Contudo, porque todos nós queremos mais conhecimentos e tu sendo jornalista deves ter que entender os dois lados da "coisa", aconselho-te a visitares estes dois sites:
    https://www.saiadoescuro.pt/
    http://www.adeb.pt/

    Acredito que te vão esclarecer mais um pouco.
    E deste lado, neste comentário e no outro quem te escreve é alguém que tem uma depressão, mas que felizmente foi e é mentalmente forte para lidar com ela.
    E infelizmente muitas pessoas não sabem lidar, ou não querem, não são capazes.

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  42. Querida Inês, e eu respeito totalmente as outras opiniões, desde que respeitem as minhas. Nunca tive uma depressão, nunca lidei com alguém que estivesse deprimido. Nunca, nunca. Portanto, obviamente que não conheço a extensão da doença e dos problemas que provoca. Não me armo em chica-esperta, sei que provavelmente afecta mais do que aquilo que eu penso - mas eu não sei, tenho a sorte de nunca ter lidado com uma depressão, directa ou indirectamente.

    No entanto, não consigo deixar de achar o acto selvagem. Acho. Consigo entender os "motivos" da senhora (onde foi que disse o contrário? em lado nenhum), mas não consigo "desculpar" o facto de ter atirado uma criança de um quarto andar "só" (atenção, este só não é desvalorizar a doença) porque está deprimida. Não consigo. Não é coisa que entre na minha cabeça.

    Entendo perfeitamente que quem percebe mais do tema consiga entender o desespero da senhora. Eu também lhe entendo o desespero... mas não entendo que tenha tirado a vida ao filho. O filho tinha pai, não ia ficar sozinho no mundo e ela sabia disso. Se não tinha capacidade para pensar nisso? Provavelmente não, a doença tirou-lhe essa sensatez.

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  43. Perdeu a sensatez e o discernimento.
    Como na maioria destes casos.
    Não estou de forma alguma a dizer que não entendeste os motivos.

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  44. "Vanessa, as opiniões não se mudam com um estalar de dedos. Pelo menos não a minha."

    Já aqui li um post teu a abordar este assunto exactamente com a mesma frivolidade; já te alertaram para a gravidade da situação umas quantas vezes (nesse tal post), mas tu não fizeste caso.

    "Nunca tive uma depressão, nunca lidei com alguém que estivesse deprimido. Nunca, nunca. Portanto, obviamente que não conheço a extensão da doença e dos problemas que provoca. "

    Mas então, se não conheces a complexidade do problema, um bocadinho mais de ponderação naquilo que escreves é o mínimo que podes fazer. Uma doença mental, seja ela qual for, nunca é para ser levada com tanta ligeireza, e decerto sabes, pelo menos, que a depressão é uma doença mental, ou não?

    "...mas não consigo "desculpar" o facto de ter atirado uma criança de um quarto andar "só" (atenção, este só não é desvalorizar a doença) porque está deprimida."

    Não se quer nem se pretende que estes actos sejam desculpados, quer-se que se perceba o que os pode desencadear e que se evitem essas condições/motivos. Tudo o resto é escusado, principalmente o condenar sem saber.

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  45. Acho terrível o sucedido, mas não consigo achar selvagem. Se tivéssemos a falar de uma mãe sem problemas psiquiátricos/psicológicos, pois muito bem, seria um acto selvagem de alguém que seria tudo menos uma mãe. Agora assim, é uma mulher desesperada, que não vê luz ao fundo do túnel, não vê futuro, não vê soluções. Apenas se vê sofrer a si e ao seu menino, que precisava de cuidados especiais e para quem ,às vezes, até aos pais falta paciência para cuidar, quanto mais a alguém "de fora" (caso se matasse só a si). Tenho muita pena da criança e da mãe. E dos que os enterraram. Mas não me consigo revoltar contra ela. Apenas contra quem não cuida destes doentes como de outros, já que as depressões (também) matam!

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