sexta-feira, 23 de março de 2012

Ideias que não lembram ao diabo #2

Levar os filhos a um sítio público (café, restaurante, shopping...) e "soltá-los". As crianças são amorosas, pois são. Mas a maioria das pessoas gosta de aturar as suas crianças, não as crianças dos outros.

30 comentários:

  1. Também concordo :) Muitas vezes nem "pachorra" tenho para aturar a minha quanto mais os dos outros...
    E aqueles que fazem altas birras batem nos pais...e os pais impavidos e serenos??
    A minha só experimentou uma vez... e mais não digo, daqui a um bocado tenho a SSocial à porta ehehe :).
    Quem manda em minha casa sou eu, e o pai e ela tem noção disso.E ainda bem!

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  2. ce. em pequena levava palmadas no rabo e nas mãos e não me caiu nada ao chão. ;)

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  3. Pela altura do Natal, estava eu na fnac, para pagar uns livros e uma mãe deixa as suas crianças, literalmente, fazer o que queriam da caixa vazia ao nosso lado - abriram a cancela, mexeram em tudo, enfim...pintaram a manta. E a mãe? Nada...eu até estava envergonhada e não os conhecia de lado nenhum...

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  4. Eu adoro crianças, mas nao tenho paciencia para aturar as dos alheios, nunca se sabe o que dizer ou fazer. São amorosas nos seus respectivos lugares :p Eu nem sei o que fazer quando é a minha irma a fazer essas coisas, tipico de criança :)
    **

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  5. Completamente de acordo contigo!
    PS: E não te preocupes linda :) só fiquei com um hematoma na perninha, nada demais ;)

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  6. E existem outras pessoas que nem os seus gostam de aturar, não têm é outro remédio :)
    Vou dizer algo que vai soar absolutamente disparatado, mas aqui vai...eu acho que todos os pais, muito antes de o serem, ou pelo menos na altura em que estão a pensar nisso, deveriam ter um curso "Papás e Mamãs aprendem a sê-lo antes do acontecimento propriamente dito", palpita-me que se evitaria muita, muita asneira, ou pelo menos saberíamos na altura como lidar com as tais asneiras e com a tal coisa do "casei, agora quero um bebé, mas não faço a menor ideia do que fazer com ele :(

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  7. S*

    Ainda esta semana escrevi um post sobre isto é que tive cá em minha casa uns pais do mais passivo que existe e eu já fervia, não suporto este tipo de atitude passo-me.

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  8. Eu nem as minhas nem as dos outros, há uma idadezinha dos putos que não acho mesmo gracinha nenhuma.

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  9. oh eu acho uns amores aquelas crianças que se metem com toda a gente, mostram simpatia e eu gosto disso (:

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  10. Também não gosto. No outro dia, no supermercado, ouvi um miúdo a chamar estúpida à avó e a dar-lhe pontapés. Se fosse no meu tempo ficava com o rabo a ferver com palmadas da minha avó e depois da minha mãe quando chegasse a casa. Mas as coisas são muito diferentes. O filho de um colega meu, há uns 2 anos, fez queixa do pai à professora que depois comunicou à Comissão de Protecção de Menores. Foi chamado para dar explicações acerca dos castigos e maus tratos ao filho. Lá explicou que os 'maus tratos graves' eram tê-lo deixado de castigo no quarto e tirado a PlayStation porque ele se portava mal. O meu colega nem queria acreditar que estava envolvido numa investigação da Comissão, já com processo aberto e tudo. PAra além da vergonha imagino a frustração em não conseguir lidar com o filho...

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  11. Plenamente de acordo. Em minha casa as crianças só falavam quando lhes dirigiam a palavra (não deixávamos de ser espontâneos por causa disso) e quando jantavam com os adultos, pediam licença para se levantar,etc. Era uma mistura de (auto) disciplina e sentido de dignidade pessoal. Não nos tratavam como uns bichinhos incapazes de compreensão ou autocontrole. Hoje permite-se tudo. Cada pai trata os seus filhos como se fossem as únicas crianças do planeta. São todos "crianças indigo" e todos "hiperactivos". A seu tempo verão a bela recompensa...

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  12. Tão verdadeiro! E aqueles que, enquanto os pais cnversam animadamente com os amigos, fazem dos restaurantes, parques infantis e vão contra todas as mesas, incomodando quem ali está para ter um momento de desconcentração e tranquilidade? Tãaaao lindo! Dá vontade de levantar e dar dois pares de estalos aos pais! Estes pais tãaaao modernos, jamais sofrerão um ataque cardíaco! Mas depois é vê-los dizerem em relação a miúdos de 10 e 11 anos que já não sabem como os controlar! Sim! Já me disseram isso! Eu sei bem o que me apetecia responder-lhes...E para a Maria Madeira: não é de todo disparatado! Tem toda a RAZÃO: havia sim, de existir uma escola para pais. Decididamente muitos dos problemas atuais com os adolescentes, teriam sido resolvidos na hora certa. Muitas lágrimas, a esses pais, se poupariam!

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  13. Desculpe S., estar a invadir o seu espaço para responder a comentários. Mas é só mais uma coisita: se alguma vez o meu filho fizesse queixa de mim à Comissão de Menores por o ter castigado (e atenção que ele já tem 22 anos e nunca teve razão de queixa. Mas umas palmadas levou e foram muito bem dadas. Na hora certa. Transformou-o naquilo que ele é hoje: um bom "menino")dizia eu... quando chegasse a casa ia ver o que era ser castigado a sério! Só para ver se passava umas semanitas numa instituiçõa de acolhimento , para ficar a saber à séria o que eram maus tratos. O mais curioso, é que as crianças realmente abusadas e violentadas, jamais se queixam. E falo com conhecimento!

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  14. oh oh...qt palmadinha eu levei, eheheh. lembro-me q 1 dia eu e o meu primo conseguimos fugir no continente às nossas mães...e fomos dar ao corredor dos sapatos pr as crianças...n tivemos cá com meias medidas, tiramos os sapatos todos do expositor e toca de nos pormos lá nós, a fazer de estátuas pr as nossas maes n nos verem...isto já com os nossos nomes a serem chamados pelo micro e o catano...qd deram connosco, tudo se ria mas elas n se riam não, nem nós a seguir. nunca mais...nem birras tinhamos autorização de fazer quanto mais...

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  15. Ao mesmo tempo até acho triste. Há pessoas que não conseguem 'dominar' as crianças e que acham que eles nasceram assim e sair e largá-los é o momento de descompressão. O que está mal. Têm que perceber que a educação é em casa e em todos os momentos e quando queremos muito um filho é para cuidar dele e ensiná-lo a comportar-se. Se dá trabalho?! Claro que dá mas é tão compensador.
    bjito fofo e um finde a cores

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  16. pois ... looool
    há miúdos que são 'kidos' e outros que parece que lhe pousou o diabo :D :D **

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  17. As crianças são como aquelas belas plantas que só crescem bem e dão bons frutos se podadas e tratadas. Se as deixarmos livremente fazerem que quiserem , só terão ervas daninhas à sua volta.

    Olha, eu poderia falar muito a respeito dos filhos dos outros, que "aturo" todos os dias, mas depois do que foi dito... parece que muitos sabem o que era preciso fazer, mas não há forma de o fazer...

    Poderia criar um blogue para falar só sobre isto que a matéria em termos de exemplos e debates nunca mais acabava.

    E... para não ir embora sem dar um exemplo:

    Uma professora ficou o ano letivo todo (passado) com um processo, impedida de dar aulas e sem contar-lhe o tempo de serviço, porque mandou uma chapada (desculpem os termos, mas é mesmo assim) a um aluno mal educado (para não dizer outra coisa).

    E como este, há muitos outros casos.

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  18. S* crianças são crianças e por tal tem de ser educadas e disciplinadas. Cada criança é um ser individual com as suas vontades, comportamentos, caprichos, etc... tenho 2 filhos pequenos com diferença de 3 anos entre eles. Posso-lhe dizer que nunca me envergonharam em lado nenhum, que quando digo para pararem sossegados (em locais publicos) param, no entanto a mais velha nunca me fez uma birra enquanto o mais pequeno é capaz de chorar quando é contrariado. Tem a mesma educação em casa. Em casa tanto brinco com eles (desde maluqueiras a jogos mais calmos, leituras, pinturas...) como no momento seguinte se algo já está a ficar "fora de pé" me imponho e tudo se acalma em segundos.
    A S* não é ainda mãe, mas quando o for vai ver que as crianças não vem com livro de instrucções assim como os pais não tem cursos superiores nem mestrados em Pais. É o instinto aliado à educação de cada um que é transmitido aos filhos. Um filho não aprende só com as palavras dos pais mas sim com os seus actos.
    Dou-lhe um exemplo de uma situação: há pais que acham que a cama dos filhos é para eles dormirem nela e jamais na sua, porque criam hábitos, há pais que acham que os filhos não devem pular em cima dos sofás porque estragam os sofás (eu não deixo porque acho que é falta de educação, o que fazem em casa vão fazer na casa de outros) mas a S* deixa os seus gatos andarem nos sofás, dormirem na vossa cama, e fazerem trinta por uma linha. Crianças ou gatos ? Venham mil crianças.

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  19. ahahah

    Ana, bom, eu não disse que seria uma mãe perfeita. A avaliar pelas gatas, está-se mesmo a ver que irei permitir muitos abusos. Mas ralho e elas sabem quais os limites... o pior é quando não estou lá para ver.

    Quanto às gatas, eu gosto mesmo é delas assim. Fazem asneiras, sim senhor, arranham coisas, sim senhor... mas são bichas alegres e divertidas, não as queria obedientes e apáticas. :)

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  20. O meu pai deu-me uma palmada em toda a minha vida tinha eu pouco mais de 1 ano.Até hoje, passados 34 anos :) Nunca precisei de mais que um olhar para me comportar....e eles continuam a ser os melhores pais do mundo, cm sempre foram aliás.E não, não tenho qq trauma nem nada dessas coisas.

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  21. Então e as crianças tem de ser sempre obedientes e apáticas?? Criança é criança, faz asneira, faz birra, grita, canta, pula, não pára um segundo (e quando pára, algo está mal) eu sei que há pais que deveriam "apertar" um pouco o cerco, mas por vezes o cansaço dos pais é muito.
    Sabe o que eu não concordo mesmo? É com os donos dos animais (cães e gatos e todos os tamanhos e feitios) que os soltam (aqui sim é mesmo soltar) junto aos parques infantis, jardins....onde as crianças estão a brincar.

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  22. Ana, peço desculpa, mas estava MESMO só a falar das minhas gatas. Claro que as crianças não se querem obedientes e apáticas. Para dizer a verdade, até acho graça aos traquinas e "respondões", desde que não sejam mal-educados para ninguém.

    E se sabe que há pais que deviam apertar um pouco o cerco, estamos de acordo. Como já foi referido por aí nos comentários, há pais que levam os filhos para os restaurantes e depois as crianças andam a correr pelo meio das mesas, a "chatear" os outros. Nunca fiz tal coisa e nunca fui uma criança prodígio ou calminha. Sempre fiz marotices mas nunca ultrapassei as marcas.

    E continuo na minha... para mim uma sapatada no rabiosque não é violência. Se for dada na altura certa, com a justificação certa, e com a criança a perceber porque está a "levar", não julgo que seja traumatizante ou ofensivo.

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  23. Nem me digas!
    Trabalhei numa loja de peças de luxo em que os pais, pura e simplesmente, ficavam a admirar as peças enquanto as suas crias andavam de um lado para o outro, quase a partir a loja toda e eles só diziam "Martim, esteja quieto! Carminho, venha cá!". Mas nem olhavam para os putos. Que raiva pah!!

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