segunda-feira, 18 de Julho de 2011

Dos filhos

A reportagem da jornalista Ana Leal, da TVI, que acabou de dar, foi a coisa mais triste. A mãe chorou. Eu chorei. A dor de um pai que perde um filho. Nem quero imaginar.

Depois lembrei-me que tenho uma mãe que me foi buscar ao trabalho, apesar de eu ter guarda-chuva, "porque está a chover". E que tinha um bolo de maçã quentinho, a sair do forno quando cheguei a casa. Um bolo tamanho XXL, que ela fez grande de mais para que a minha irmã, que já vive com o namorado, pudesse levar metade do bolo para casa dela. Custa horrores imaginar que um dia, por alguma sacanagem da vida, ela possa conhecer a dor que é perder um filho.

22 comentários:

  1. eu também chorei; eu e a minha mãe :'s

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  2. Nem digas nada!!! Fiquei lavada em lágrimas!!

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  3. é muito triste:(
    http://atulipaazul.blogspot.com/

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  4. Já corri esse risco... :( Tanta dor... A vontade de sentir eu a dor dele...

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  5. Ainda não sou mãe, mas tenho a plena consciência que perder um filho é uma dor inimaginável. Por muito que se diga que se compreende e que se sabe que custa, nunca saberemos realmente antes de nos acontecer a nos.

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  6. Uma vez mais estou desactualizada mas como mãe posso dizer que não pode haver dor pior do que a de perder um filho.

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  7. Vi. Vim aqui à blogosfera ver se alguém falava disto. Pois bem, toca qualquer um. Foi uma reportagem muito forte e que facilmente levaria alguém a chorar. Falou de todos os casos possiveis, um acidente, doenças, um suicidio, morte por droga. Não sei se reparaste mas logo o primeiro entrevistado tem um blogue. Já por lá passei.

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  8. Por acaso vi essa reportagem, vi-a com o meu pai. Ele no computador bem se fez de despercebido, mas eu bem sei como ele me abraçou no dia em que telefonram a dizer que tinha morrido (brincadeira do dia das mentiras).

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  9. A perda de alguém é sempre horrível. Mas tento imaginar e acho que não deve haver coisa pior do que perdermos a pessoa que nasceu de nós, seja fisicamente seja de coração.

    Tenho uma mãe como a tua. Essa que faz o bolinho a mais, que se sacrifica em silêncio e para quem a maior recompensa é ver-nos bem. Já vi a minha mãe fazer de tudo, até suportar dor física calada para eu estar calma. E sei que aquelas mães dariam a vida pelos filhos, como as nossas. É cruel demais tudo aquilo.

    Não consegui ver.

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  10. ='( foi uma reportagem que me deixou sem palavras.
    Já o meu pai diz "nós sonhamos transportar a alcofa do filho, não o caixão"

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  11. Deve ser a coisa mais triste é um pai/mãe ver a vida ter uma volta no sentido normal. Sendo o sentido normal pais -> filhos, quando as coisas se invertem deve ser horrível; não vi a reportagem, mas sei de casos em que as coisas não foram nada fáceis.

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  12. pois eu optei por não ver... quando ouvi falar da reportagem deu-me um nó e pronto... fiquei por ali!

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  13. bem , sendo assim (uma pit@ chorona) ainda bem que não vi :/

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  14. gostava de ter visto a reportagem... só tomei conhecimento da existência agora

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  15. Já tinha visto a reportagem quando ela passou em 2005. Vi-a, ontem, novamente e fiquei com um nó na garganta outra vez. Não sou mãe, mas imagino a dor lancinante que deve ser perder um filho. A minha avó (que tem 92 anos)perdeu um filho bebé, que lhe morreu nos braços enquanto se dirigia para o médico. Voltou para casa com o menino morto... Mais tarde, há 6 anos, perdeu outro que lhe foi levado pelo cancro... E a expressão que eu vi nela, quando lhe dei a notícia, é indescritível...

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  16. Vi ontem essa reportagem e emocionei-me tanto....
    Tenho comigo.... uma mãe que passou por isso.... é indescritível essa dor, só mesmo quem passa por ela sabe definir.
    Admiro tanto quem vive com isso e consegue continuar a caminhada com um sorriso nos lábios.... é do mais admirável.

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  17. pensei no msm enquanto via a reportagem
    nem quero imaginar a dor que deverá ser, mas ao mesmo tempo sinto-me egoísta pois n me vejo a perder os meus pais...
    Bjs*

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  18. Ainda bem que não vi. Nem quero imaginar tamanha dor. Preferia morrer também.
    Bj**

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  19. Acho que é pior dor que alguém pode ter.

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