Quarta-feira, 31 de Março de 2010
Cores
És uma sentimentalista :)
Mas tens piada assim :)
S* -
Vejo amor em todo o lado.
Amiga -
Acho que se deixasses de ser assim deixavas de ser a S*.
Oh e isso não é bonito?
O teu mundo é tão mais bonito que os outros.
Terça-feira, 30 de Março de 2010
Da cusquice
O cantor, que em Agosto de 2008 anunciou ter se tornado pai dos gémeos Valentino e Matteo, gerados através de uma barriga de aluguer, acrescentou que os palcos são sua maior paixão e que espera que o público continue a apoiá-lo enquanto artista."
DN
Daqui a pouco - assim na loucura - o Herman José também se assume. Também vai ser uma grande novidade.

Meu caro São Pedro, eu não comprei um vestido todo giro para não o poder usar. Tenho amor ao dinheiro. Sabes o que se chama a isso? Má vontade! É má vontade da tua parte.
Odiozinho de estimação
Gente que enche o peito para dizer que era incapaz de fazer isto e aquilo... E pimbas! Faz isto, faz aquilo e ainda arranja uma outra coisa pior para fazer.
Este ódio dava pano para mangas... mas deixem-me estar calada. É que se meto a cassete, só a desligo quando terminar.
Segunda-feira, 29 de Março de 2010
Sorry
Is all that you can't say
Years gone by and still
Words don't come easily
Like sorry
Like sorry
Forgive me
Is all that you can't say
Years gone by and still
Words don't come easily
Like forgive me
Forgive me
But you can say baby
Baby can I hold you tonight
Maybe if I'd told you the right words
At the right time
You'd be mine
Tracy Chapman
Amo de paixão.
Domingo, 28 de Março de 2010
(não ouvem um dramático som de violinos ao fundo?)
Podia...

Quinta-feira, 25 de Março de 2010
Os últimos dois anos
Estive a organizar tudo por pastas. Organizar o que ainda me interessa e o que já não tem importância.
Estive a rever histórias. A rever pessoas. A rever emoções.
Tenho uma mania de gravar as conversas importantes. Guardo-as na pasta Rascunhos para poder ler sempre que quero - ou sempre que preciso. Ninguém me pode acusar de falta de memória. Estive a lê-las. Choraminguei.
Lembrei-me da forma como conheci algumas pessoas. Lembrei-me da forma como me despedi de outras. Coisas das quais já não me lembrava. Conversas que recordei com carinho. Conversas que me irritaram pois o tempo fez-me perceber que não espelhavam a realidade. Conversas que me irritam hoje, porque são recentes. Conversas que ainda me vão irritar, se perceber que nada de puro foi nelas dito.
Mais de 800 recordações foram eliminadas. Custou-me, como me custa sempre separar-me das coisas.
Guess who's back?
"Eleições em Itália sem gaffe sexista de Silvio Berlusconi seria o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. Na campanha das regionais de domingo e segunda, o primeiro- -ministro italiano foi fiel à tradição e lançou uma diatribe contra uma candidata de esquerda, recebendo resposta à altura.
A vítima foi Mercedes Bresso, candidata do Partido Democrata à presidência do Piemonte (norte). "Sabem porque é que a senhora Bresso está sempre de mau humor?", perguntou Berlusconi, dirigindo-se a eleitores, antes de lançar farpa de rara elegância: "Porque de manhã, quando se levanta e olha o espelho, para se maquilhar, vê a sua cara." [que delicadeza de homem...]
Bresso respondeu ontem. Numa das citações, explicou que precisa de menos maquilhagem do que Berlusconi. Noutro comentário, citado pelo jornal La Repubblica, a candidata da esquerda reagiu com sentido de humor e comparou-se com o primeiro-ministro, admitindo que estava "com melhor aspecto do que ele, mesmo sem lifting", numa referência às cirurgias estéticas a que o primeiro-ministro tem sido submetido e que consta serem numerosas."
Da espera
"Quando se ama alguém, tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a deseja-lo, a organizar tudo para que ele seja possível. É mais fácil esperar do que desistir. É mais fácil desejar do que esquecer. É mais fácil sonhar do que perder. E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver."
"Diário da tua ausência", MRP
Quarta-feira, 24 de Março de 2010
Odiozinho de estimação
Não tenho nada contra quem pede dinheiro na rua. Nada contra os velhotes cuja reforma é miserável, contra as crianças, contra os homens a quem falta uma perna. Nada contra.
Tudo contra aquelas gente que me pede dinheiro para ajudar instituições... instituições essas que muitas das vezes nem existem. É que são do mais descarado que há!
Eu devo ter ar de gaja rica. E devo ter ar de pessoa fofa e querida que dá dinheiro a toda a hora. É sagradinho... todas as semanas vêm pedir-me dinheiro.
E eu não sei dizer que Não. Fico toda encaralhada e acabo por dar dinheiro se insistirem comigo. É que tenho vergonha de dizer que Não, como se não me preocupasse com a desgraça alheia. A minha irmã é boa a livrar-se deles - põe o seu ar mais trombudo e eles entendem que Não é Não. Pelos vistos eu não sou lá muito convicente.
Homem na casa dos 30, com muito mau aspecto e obviamente ex-toxicodependente aborda-me na rua.
Ele - Estamos a pedir dinheiro para os Anjos de lá sei quê (são sempre anjos...), que ajudam crianças com SIDA.
S* - Não. [frase dita com um sorriso embaraçado]
Ele - Oh, mas ainda nem ouviu o que tenho a dizer.
S* - Não. [e o sorriso aumentou]
Ele - Com um sorriso tão lindo não precisa de dar nada. Já ganhei o dia. [dar graxa ao cágado fica sempre bem...]
S* ...
Ele - Qualquer coisa, qualquer moeda...
[abro a carteira, tiro o porta-moedas. Olho para a parte das moedas e não tenho mais de 20 ou 30 cêntimos]
S* - Não tenho lá grandes moedas.
[fulaninho aproxima-se ainda mais, põe-se a olhar para a minha carteira]
Ele - Ah tem aí duas notas de dez.
S* - ...
Ele - ...
S* - Ok, mas só se me der troco de 5.
No final ainda houve tempo para a pérola:
Ele - Não tenho um aspecto muito mau, pois não?
S* - Não, não... [ainda a chorar o meu rico dinheiro]
Ele - [desata-se a rir] Não, oh... Ora essa!
E lá caiu a tansa na treta. De novo.
Terça-feira, 23 de Março de 2010
Conselhos de amiga:

O próximo é sempre melhor.
Foi bom ler isso. Ainda mais acreditar nisso. Porque eu acredito mesmo - o que só indica que ou sou crente ou sou parva.
Segunda-feira, 22 de Março de 2010
"How do I love thee? Let me count the ways..."
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.
I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.
I love thee with a passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose
With my lost saints, --- I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life! --- and, if God choose,
I shall but love thee better after death.
By Elizabeth Barrett Browning
Domingo, 21 de Março de 2010
As escolhas da S*

Como eu sou uma pessoa - graças a Deus - com muito tempo livre, tenho optado por requisitar de duas em duas semanas dois livros da biblioteca municipal. Obriga-me a ler, distrai-me e permite-me "viajar" até outros mundos.
"Diário da tua ausência", Margarida Rebelo Pinto. Nunca li nada da senhora mas, não sei porquê, acho que vou gostar. Leve, suave, simples. Já li alguns excertos deste livro e achei-os verdadeiramente encantadores. O livro perfeito para ler sentadinha na relva do Parque da Cidade.
"A outra Rainha", Philippa Gregory. Esta senhora tem uma panca por romances históricos. É a autora do bestseller "Duas irmãs, um rei". Um bocadinho de história nunca fez mal a ninguém. Este aqui fala sobre Maria Stuart, provavelmente a rainha mais marcante da história da Escócia. Traição, lealdade, política e paixão num só livro. Ansiosa por ler.
Sábado, 20 de Março de 2010
O Paulo Bento roubou-me a primeira gargalhada do dia
"Então ele é que come e a culpa é dos outros?"
Pois claro que a culpa é dos outros. Acabei de comer duas fatiazinhas de pão de forma com tulicreme - aquele chocolate muito light. Mas a culpa não é minha. É da minha mãe, a treinadora de serviço.
E quando o meu rabo (ou a barriga, ou as coxas...) ganhar mais uns centímetros, a culpa será da mãe.
Sexta-feira, 19 de Março de 2010
Especialmente se convidarem a Ana Malhoa para fazer um dueto para lá de piroso com o paizinho José Malhoa.
Ai que lindo estes programas em que fingem ter uma ligação fantástica ao Pai que visitam uma vez ao mês. Fico realmente tocada.
Ando a escrever demasiado.
Quinta-feira, 18 de Março de 2010
E o prémio de post mais estúpido vai para...
Os palavrões não são só palavras. São palavras que constam no dicionário. Pelo menos constam no Priberam. Vejamos:
(origem controversa)
Expressão designativa de admiração? Muito bom.
Como achei divertido... Tomem lá mais.
pívia
(origem obscura) Origem obscura.... woooooow!
Last but not least...
(latim futuo, -ere, ter relações sexuais com uma mulher)
Sinónimo Geral: fornicar
Impedido de doar sangue por ser gay
JN
Citando Avelino Ferreira Torres, acho que foi "uma grande filha da putice". Valha-nos Deus (e todos os santinhos)...
Quarta-feira, 17 de Março de 2010
Os Cromos
Temos sempre um cromo de serviço no nosso grupo de amigos. Geralmente é alguém que só diz parvoíces. E que se acha engraçadinho. Adora falar, chamar a atenção... até ao ponto de já não o podermos ouvir. O incrível é que os cromos geralmente não percebem que são cromos. E os outros lá os aturam porque, no fundo, os cromos não são más pessoas. São somente parvinhos.
Sei exactamente qual é o meu. É aquele cromo raro, o mais difícil de encontrar. Mas está na minha caderneta.
Original daqui.
A ler "PS: I love you". Calmamente. Muito calmamente.
De vez em quando algumas linhas tocam-me de forma mais forte. Páro. Dou uma volta pela loja. Ponho o meu ar mais sofrido e suspiro como se não houvesse amanhã. Masoquista? Não. Como alguém me disse, "eterna romântica".
Devia ter umas aulas de expressão dramática. Sou mesmo boa nisto. :P
All time favorite
"I know what is right and this is so wrong
Alone in my bed, better off on my own
The TV is on but the colors are gone
And lately you've been painting my world blue..."
Esta música tem uma certa tendência a fazer-me choramingar. Mas perdoo-lhe.
Continua a ser uma das minhas favoritas de sempre.
Terça-feira, 16 de Março de 2010
Segunda-feira, 15 de Março de 2010
Perdoar
Ora bem, eu também era uma dessas pessoas. Também me considerava demasiado orgulhosa para sequer pensar em perdoar (Perdoar. Esquecer é outra coisa... nunca se esquece).
E perdoei. E não me sinto minimamente arrependida de o ter feito. Porque mostrei, a mim mesma, um outro lado de mim que julgava não ter. Mais calmo, mais tolerante. Não considero que devesse ter perdoado, mas também não me arrependo de o ter feito. Saber dar uma segunda oportunidade não deve ser motivo de vergonha. Por isso não me arrependo, apesar da relação não ter resultado.
Não, não incentivo ninguém a perdoar... até porque quem te faz uma geralmente faz-te duas. Mas erros todos os humanos cometem. E não devemos nunca ter vergonha de perdoar.
No entanto, por incrível que pareça, sempre que ouvi dizer "talvez perdoasse" as palavras vieram da boca de homens. E não homens encalhados, desesperados por arranjar parceira. Homens seguros de si e, acima de tudo, muito apaixonados. Obviamente que nem todas as pessoas apaixonadas conseguem/querem perdoar. É difícil, doloroso e um processo que precisa de ser cuidado ao longo do tempo. Mas acho que só alguém realmente apaixonado tenta sequer perdoar.
Domingo, 14 de Março de 2010
Sábado, 13 de Março de 2010
Things we forget
Que é como quem diz, mantém as tuas exigências altas. Não te contentes com pouco se mereces muito. Não te contentes com qualquer porcariazita se mereces uma coisa de elevada qualidade. Não deixes que te convençam de que não mereces só porque erraste uma vez ou outra. Não faças algo de que te podes arrepender só porque os outros poderão descobrir. O pior de tudo será mesmo a voz da tua consciência. Essa sacaninha não se cala.Sexta-feira, 12 de Março de 2010
Defeitos que não são defeitos
Eu digo antes que tenho óptimo feitio. Posso?
Quinta-feira, 11 de Março de 2010
Da (talvez) insensibilidade
Não tenho jeito para lidar com a dor dos outros. Nem com a minha. Mas com a dos outros ainda menos.
Não consigo - e odeio não conseguir - dar uma ou duas palavras de conforto. Não consigo abraçar as pessoas. Não consigo pôr um ar sofrido.
Incomoda-me.
Não sou de gestos falsos de afeição. Se não me sinto confortável com a pessoa, não a abraço. Mesmo que saiba que o devia fazer, para confortar a pessoa. Por isso me incomoda que pessoas que pouco me dizem me abracem. Não sei lidar com isso. Não consigo lidar com as confidências.
Não tenho perfil para ficar sentada a ver a pessoa sofrer à minha frente. Talvez seja egoísta, mas não consigo. Assim como não consigo dizer as frases feitas "vai correr tudo bem" e "a vida continua". Soa forçado. Porque é forçado.
Dá-me para o nervosismo. O sofrimento dos outros deixa-me nervosa.
Ora gostam ora dizem mal.
Um dia abraçam-te, no outro espetam-te uma faca nas costas.
Um dia são a Miss/o Mister Simpatia. No outro dia ignoram-te.
Um dia adoram-te, no outro insultam-te.
Gostam de se armar em boas pessoas mas sofrem de futilidade em estado grave.
Dizem preocupar-se com os outros, mas os seus problemas é que são sempre o pior deste mundo.
Isto do século XXI deve ser um vírus.
Só gente chanfrada.
Racionalização das emoções
Anais Nin, em "Fala Uma Mulher""
É. É melhor nem falar, para não estragar.
Terça-feira, 9 de Março de 2010
Assim se calam todas as mulheres de um restaurante.
Não sendo fã, mexe comigo.
Ouvir com melhor qualidade aqui.
Pedido
Segunda-feira, 8 de Março de 2010
Sexo: Afinal o que é que elas querem?
"O estereótipo tende a ser que as mulheres fazem sexo por amor e os homens fazem-no por prazer", explicam Meston e Buss. "Na realidade, as motivações sexuais das mulheres são muito mais complexas". Esqueçam os eternos amores bem ao género do filme "Casablanca" e compreendam a mensagem do livro: "As mulheres nem sempre são emocionais. Muito menos puras, ou transparentes, no que diz respeito ao sexo".
Divididas entre as motivações emocionais, físicas ou materiais, o livro revela razões para todos gostos: as altruístas ("dormi com ele porque sentia pena"), as terapêuticas ("tirava-me as dores de cabeça"), as espirituais ("queria tentar chegar mais próximo de deus"), as ambiciosas ("precisava de um aumento no ordenado"). Há mulheres que têm relações para se sentirem mais poderosas ou sensuais. Outras pretendem apenas impressionar as amigas com a quantidade de parceiros que conseguem ter. A maioria fala de romance... embora sejam comuns os relatos de compensação emocional através do sexo."
Agora "porque me dói a cabeça"? WTF?
Domingo, 7 de Março de 2010
Da (suposta) inocência das crianças
Texto que merece ser lido. Jornal de Notícias.
Sábado, 6 de Março de 2010
Sábado à noite

Café, torradas (com muito mau aspecto, por sinal) e dois livros que se adivinham maravilhosos. Sim, eu cometi o 8º pecado capital de nunca ter lido "O Principezinho". Mas estou prestes a pedir redenção.
Se a vida podia ser mais maravilhosa?
Claro que podia! Mas gosto dela assim mesmo.
Sexta-feira, 5 de Março de 2010
Não gosto de iscas mas insisto em comê-las
"Epá, ouvi-o hoje outra vez no Tubo de Ensaio. Eu acho aquilo muita forte pá, não consigo rir".
Ponto.
Deseja-me uma boa refeição, faz-me um sorriso e eu faço o mesmo, aceno com a cabeça e sorrio também.
Recomeço a comer as entradas.
Agora surge uma questão:
Eu não gosto de iscas.
Gostava quando era mais novo mas depois deixei de gostar, quando percebi que não era bifes com um sabor estranho mas sim fígados de um valente gado bovino.
Ora, se eu optar por ir todos os dias a este restaurante, pedir iscas, e depois for ter com o dono para lhe dizer:
"Epá, comi hoje outra vez estas iscas de cebolada. Eu acho aquilo muita mau pá, fico mal disposto".
Se eu fizer isto sou considerado uma parvo de alta patente, certo?
Certo.
Razão?
Simples: O menú tem várias opções, eu não gosto de iscas, e insisto em comer esse prato todos os dias só para ficar mal disposto e embirrar com o dono do restaurante.
Enfim, era só uma equação na qual andava a trabalhar há já algum tempo e precisava de a materializar.
Posto isto, deixa-me cá ir gravar um texto para a Tsf sobre a sexta-feira santa.
E amanhã?
Almoço em Cascais.
Isquinhas. "
Daqui.
Do Bruno Nogueira. Genial. É que há gente assim... não gosta de iscas mas insiste em comê-las. Deve ser para não se esquecer que não gostam de iscas. Humpf.
E as que vivem em função disso? Falam de ti? So what? Faz-te comichões? Não dormes de noite?
Imbecilidade? Só sei lidar com a minha.
Quinta-feira, 4 de Março de 2010
"Ai a badalhoca... Vou ali rezar o terço e olhar para os santinhos"

(...) O vestido, escolhido para um jantar oficial, no Palácio do Eliseu, com o casal Medvedev, esposa e presidente da Rússia, tem sido mais falado que as decisões conjuntas assentes entre os dois homens de Estado."
JN
A mulher esbanja charme. Com soutien, sem soutien, de vestido azul, de verde às bolinhas amarelas... Está sempre bem. E convenhamos, estão a fazer um escândalo por tão pouco...?
Nota: Eu acho que a senhora tem um corpinho fantástico e não lhe fazem falta mais mamas. Sem ofensa.
Ódiozinho de Estimação
Falta de chá.
E o que é a falta de chá, perguntam os caros leitores desconhecedores de tal expressão?
É a falta de boas maneiras. Falta de bases de uma boa educação. É não saber adequar o nosso comportamento às diferentes situações.
Pode-se ser inteligente, pode-se ter dinheiro, podem-se comprar roupas xpto... chá é que não se pode comprar. Ou se tem, ou não se tem. Ou somos bem educados ou não somos bem educados.
Ter chá é falar baixo em público. Especialmente em situações mais formais.
É não querer monopolizar a conversa com um "Eu acho, eu penso, eu digo" irritante.
Sentarmo-nos como deve ser. Qualquer menina sabe que tem de se sentar de perna junta ou cruzar as pernas. Quando nos abaixamos para apanhar algo que caiu ao chão, fazemo-lo de perna junta, não imitamos a Gina escachada. Não é bonito.
Não fazer escandaleiras no meio da rua, por mais motivos que tenhamos para isso.
Não nos fazermos de convidados para alguma situação ou evento.
Não fazer comentários desagradáveis em público. Ir a casa de uma pessoa e dizer "não gosto disto e também não gosto daquilo" é de uma falta de chá tremenda. Se ninguém lhe pediu a opinião, guarde-a!
É não atacar na mesa de jantar como se já não se comesse há uma semana. Oh coisinha mais embaraçosa...
É estar calado quando não se tem nada para dizer.
Mais vale estarmos calados e passarmos despercebidos, do que sermos percebidos pelas piores razões.
Quarta-feira, 3 de Março de 2010
Das pressões
Vai daí o Socas decidiu mandar desmentir a mulher.
Acho de uma falta de "tomates" incrível o José Carlos Araújo (apresentador do jornal da noite da TVI) ter acabado de ler uma Nota da Direcção a antiga colega. Claro que foi obrigado, mas não deixa de ser pouco leal. Como é possível que todos se calem? Como é possível que se destrua a carreira daqueles que têm coragem de se queixar? E não me refiro somente à Manuela Moura Guedes.
Acho feio tanta submissão. Disse ele - em nome dos jornalistas da TVI - que nunca se sentiram constrangidos nem alvo de pressões.
Yeah right. Nós sabemos disso.
Das mudanças
E na altura achava que não ia mais conseguir ser feliz. Chorava desalmadamente todo o santo dia. Qualquer coisinha era pretexto para eu chorar. Ficava em casa, todo o dia, a dormitar. Quando não dormia, também não vivia.
Lembro-me que perdi o sorriso. Andava apática, mosca morta, sem fazer coisa nenhuma.
Depois tinha a minha família e os verdadeiros amigos que me diziam as frases clichés. "O tempo cura tudo". E eu achava que não, que comigo ia ser diferente, que ia ser infeliz para o resto da minha vida.
Mas pouco tempo depois acordei para a vida. Comecei a sair. A conhecer pessoas. A conviver. A sorrir. A ser feliz.
Quando me lembro do tanto que sofri há um ano atrás, surpreende-me o bem que estou agora.
Terça-feira, 2 de Março de 2010
Shutter Island - o day after

Martin Scorsese é dos poucos realizadores que realmente me cativa. Desde "The Departed" que é impossível não gostar dele.
Gostei de tudo. Dos actores, da história, da forma de filmar, das imagens fortes. Tudo bom, sem críticas.
A história em si... enervante. A certa altura já nem conseguia perceber se era o homem que estava mesmo tolo, se estava a ser bem enganadinho. Coitado, foi muito bem tramado. Mas é imprevisível, faz-nos querer saltar da cadeira e ajudar o homem. As reviravoltas estão sempre a acontecer, coisa que aprecio num bom filme.
‘Don’t you get it? You’re a rat in a maze.’ – George Noyce
Um rato num labirinto: é isso que Teddy Daniels, a personagem principal, representa. Faz-nos sentir pena dele, mas ao mesmo tempo admirá-lo por não desistir de descobrir a verdade.
O final é brilhante, apesar de me ter deixado meia incomodada por não ter percebido muito bem o que afinal se passava ali. "Morrer como um monstro, ou viver como um bom homem?".
Existem empresas e Empresas...

Eram cinco, cinco. E cada um melhor que o outro.
Ah, também estavam lá duas raparigas, mas nessas não reparei.
Ide lá ver minhas queridas, ide.
Sobre o filme falo a seguir. Achei este assunto de importância extrema para o mulherio. Ou não. :P
Nota: Consegui bater o meu próprio recorde de estupidez num só post. Mas dêem-me um desconto, eu ando bem disposta.
Segunda-feira, 1 de Março de 2010
É a minha conclusão depois da habitual ronda pela blogosfera. O que me vale é esta minha capacidade de só perceber as coisas quando elas já vão na ponte (que é como quem diz, já terminaram).
Love you all. ;)
Vou ali ao cinema ver o "Shutter Island" e atacar no balde das pipocas. Já volto.










