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Fierce fights

Três semanas depois ficamos chateados a sério, em pleno restaurante. Por causa de um disparate que ele disse e que eu levei a mal.

Eu fiquei passada. Optei por me remeter ao silêncio, para não me arrepender de algo que dissesse. Durante uns segundinhos pensei que não íamos dar mais que aquilo, pensei durante uns segundos em dizer-lhe que estava tudo acabado.

Depois foquei-me na forma tranquila como ele estava a reagir ao facto de eu estar para lá de passada. Gostei do controlo.

Afastou as coisas da mesa, os guardanapos, os copos... esticou-me a mão. E eu dei-lha. Acalmei logo.

Comentários

  1. é sempre bom por vezes darmos o braço a torcer... ;)
    o orgulho nao nos serve de nada... aprendi isso!!

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  2. Isso também faz parte.
    Quanto melhor conseguirmos encarar os problemas, menos difícil se torna.
    Beijoca

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  3. Os problemas acabam por fortalecer uma relação, porque depois há aquela parte de "fazer as pazes", quando tudo fica bem e acabamos por sorrir.

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  4. Se aprendi alguma coisa ultimamente é que orgulho não nos leva a lado nenhum no que diz respeito a relações. Os problemas devem ser conversados e ultrapassados com gestos bonitos como esse :b

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  5. Que bonitinhos :) Desde que haja uma mão pronta a receber a mão que se estende, está tudo bem.
    beijo

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  6. o que importa é as pessoas serem capaz de se intenderem mas acima de tudo esclarecerem o que cada um deseja para a relação.

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  7. É assim que eu faço. Quando me zango com a Nina, passado um bocado estendo-lhe a mão e ela vem lamber-ma. Loool.

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  8. lol
    e eu quando estava a ler o teu ultimo paragrafo vi um filme em que destruirias tudo á tua volta mas afinal acalmas-te a tua fúria com um simples dar a mão.
    o insignificante para alguns tem muito significado para outros.

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  9. oh mas que queridos (: ehehe
    vai-te habituando, as brigas fazem parte. :p

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  10. Tão bom!!! Também já me aconteceu isso, mas não dei a mão, nem me foi dada pelo que :(...

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  11. Até foi querido :)
    beijinhos e fizes-te bem*

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  12. Quando um homem acalma a tempestade no coração de uma mulher é como se ele a conte-se em seus braços. Simplesmente sem palavras.

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