Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Arrependes-te?
Domingo, 30 de Agosto de 2009
O dia em que ia perdendo o meu mais pequeno

Histórias para adormecer
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Obrigada pelo convite meninas. Foi um prazer. Ver as muitas (e boas :P) razões para a escolha em:
Sábado, 29 de Agosto de 2009
SMS
Prefiro escrever por mensagem. É menos íntimo. Talvez por isso seja mais simples.
Quantas vezes, durante telefonemas, contive as lágrimas. Quantas vezes me fiz de forte quando só me apetecia gritar. Quantas vezes durante telefonemas, me deixei cair no chão, e tapei a boca para não se ouvirem os soluços.
Dói expormo-nos assim. Dói mostrar as nossas fragilidades. Dói mostrar que gostamos quando não somos correspondidos.
Mas dói especialmente sentir que o que estás a dizer – e, muitas vezes, a confessar – nada vai mudar.
Fraca? Sim. Pouco directa? Também.
Mas dói ouvir a voz. Dói notar a indiferença. Prefiro não ouvir, a ouvir algo que não quero. Prefiro ler. Leio e apago. A voz fica presa na nossa mente. Não a esquecemos tão facilmente. Fica ali a ecoar minuto após minuto, hora após hora.
Sou cobarde, bem sei. Mas prefiro mensagens.
São mais distantes. Mais frias. Mais fáceis.
Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Estou chocada
Com o Google Street View é possível estar ASSIM perto da minha janela.
Até se vê a minha cortina rosinha com risca verde e rosa.
Porto e Lisboa já têm disso. E eu começo a dar razão à Suiça, que quer que a funcionalidade Street View seja retirada do país porque invade demasiado a privacidade. Ai invade, invade...
E não é normal captarem... isto. Não teria um WC perto?
Ontem, 18 anos depois, uma mulher entrou numa esquadra da polícia da Califórnia e identificou-se como Jaycee. Ficou presa durante dezoito anos na casa do raptor. Do raptor... e da esposa.
Teve duas filhas dele... e também as crianças foram feitas reféns. Têm hoje 11 e 15 anos, as duas meninas. Nunca foram à escola. Nunca foram ao médico. Viveram ali, isoladas de tudo e de todos.
Pergunta número 1: o que se passa na cabeça desta gente para raptar crianças e fazê-las reféns? Só pode ser doença.
Pergunta número 2: E o raio da mulher não reparou? Ajudou? Fingiu que não sabia? Como é que se "vê" o nosso marido a engravidar por duas vezes uma criança e não se faz nada, não se denuncia?
Vivemos num dia cada vez mais... nojento.
Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Don't come back no more
Hit the Road Jack and don't come back
No more. No more. No more, no more.
Hit the Road Jack and don't come back
No more.
Ray Charles
É só uma música da qual eu gosto.
Coisas que marcam...
Há sempre algo que fica. Quanto mais não seja, a recordação.
E tu... o que não consegues esquecer?
E não me casem de novo. Muito gostam vocês de dizer que eu estou apaixonada e coisa e tal... Solteira. Carochinha.
Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
Mudam-se os tempos...
Terça-feira, 25 de Agosto de 2009
Now I'm just sitting on the dock of the bay
Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
Quando estás carente...
Domingo, 23 de Agosto de 2009
Surprise Surprise!
Sábado, 22 de Agosto de 2009
Bullshit
Não gostas de aparecer. Nós sabemos.
Vi as fotografias. Oh meu Deus. Não sei como consegue andar de cabeça erguida, a moça.
É que é tal e qual...
Isto sou eu a espirrar.
Toda a gente se ri dos meus espirros. Acho que são demasiado histéricos. Irritantes, vá.
Já disse que adoro pandas? E Koalas?
Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Raio de mania dos americanos...
Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009
Fêmea... ? Macho...?

Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Definitivamente... sou mais de direita
O cérebro divide-se em duas realidades distintas. Temos o hemisfério esquerdo - lógico, linear e sequencial. E temos o hemisfério direito - intuitivo, emocional, criativo, capaz de sonhar para além do horizonte.
É. Devo ter o hemisfério direito mais desenvolvido. É o hemisfério dos sentimentos e das emoções.
Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Momentos
Breves segundos que parecem horas.
Domingo, 16 de Agosto de 2009
Sensações
Goosebumps.Arrepios.
Pele de galinha.
Só me arrepia quem mexe comigo... Não no corpo, mas na alma.
Uma meiguice.
Um olhar.
Um sorriso.
Uma palavra.
Um pequeno nada e o corpo responde da maneira mais suave possível.
Sábado, 15 de Agosto de 2009
Home
Sorna. Mimos de família. Rio. Morenar. Passear. Gatos. Parece-me bem.E assumo que me estava a custar abrir o blogue e ver o assunto do post anterior em evidência. Péssima ideia.
Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Eu até nem sou uma pessoa sensível... Mas ontem li sobre esta senhora numa revista (Visão ou Sábado, não sei ao certo). Fiquei de queixo caído. Tive de vir investigar na internet. Oh-meu-Deus. Oh-meu-Deus!ÉPOCA – O que a levou a escrever sobre “zonas úmidas”?
Charlotte Roche– Eu queria escrever um livro bem honesto sobre o corpo feminino. E foi muito divertido pensar em todos os tabus que envolvem as mulheres: em relação à higiene, a ser sexy e ter um corpo sem pelos. Por isso, criei uma mulher doente, com hemorroidas. O corpo dela dói, ela vai ao banheiro, menstrua, se masturba. Isso dá uma dimensão mais humana ao corpo feminino.
A protagonista, Helen, diz que “pessoas obcecadas por higiene a deixam louca”. Isso é o que você pensa?
Charlotte – Sim, eu acho que isso está indo longe demais. Não entendo por que queremos nos livrar do cheiro natural do nosso corpo. Eu realmente gosto do cheiro das pessoas. Não estou falando do mau cheiro. Você pode tomar um banho uma vez por dia (risos). Mas acredito que, quando a gente se apaixona por alguém, é por causa do seu cheiro pessoal. Não entendo esse cheiro industrializado de perfume, de desodorante, sempre tentando matar o cheiro humano.
Eliminar os pelos é assunto recorrente em seu livro. Por que esse tema?
Charlotte – O livro começa com a personagem Helen raspando os pelos no bumbum. A depilação está se tornando uma coisa extrema, uma loucura. Com frequência, as mulheres não têm mais nenhum pelo pubiano. Ao redor da vagina, todos os pelos se foram. Ficam parecendo bebês, menininhas. E não mulheres de verdade. Se há uma única mulher que não se raspa, então as outras ficam loucas, porque ela está abrindo mão dessa mania.
Você se depila?
Charlotte – Eu raspo as partes do biquíni, as pernas, as axilas. Mas também não entendo por que tenho de fazer isso (risos). Sempre pergunto a minhas amigas: “Por que vocês se raspam?”. Ninguém consegue responder! Certa vez, quando apresentava um programa de música na TV – e era dez anos mais nova -, deixei os pelos de minhas axilas crescer. As pessoas ficaram furiosas. Escreveram e-mails dizendo que me odiavam, só porque deixei as axilas cabeludas. São especialmente as mulheres que se tornam agressivas.
A inspiração para a personagem Helen veio de sua vida?
Charlotte – Sim, muito da história familiar da personagem é totalmente autobiográfica. Por isso é um pouco triste. Porque esse é o jeito como eu vejo a família – pessoas evitando falar sobre coisas importantes. Sofri bastante com o divórcio dos meus pais, e isso está no livro. Dito isso, a Helen não poderia ser real (risos). Vários homens me perguntam se as mulheres são realmente como ela, e eu sempre digo, ai, meu Deus, não! E fico sempre preocupada, porque, ao ler o livro, eles podem pensar que as mulheres são nojentas. Não conheço ninguém como a Helen. Ela é completamente exagerada. Mas alguma coisa que ela faz todo mundo deveria copiar. É muito melhor ter nosso fluido como perfume que perfume de verdade (risos).
Por que as piadas sobre cheiro de vagina se repetem?
Charlotte – Cresci numa sociedade em que todos os homens faziam piadas sobre vaginas com cheiro de peixe morto. Nunca consegui entender isso. Costumam dizer que esse é um dos piores cheiros do mundo. Se os homens pensam que a vagina tem esse cheiro, por que gostam de sexo oral?
O que sabe sobre o Brasil?
Charlotte – Conheço uma coisa negativa do Brasil, a depilação completa – famosa aqui na Alemanha. É uma moda recente. Os pelos são totalmente eliminados. Você deita numa posição ginecológica, eles colocam a cera e arrancam tudo.
Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
Nao queria soar cliché, mas...
Imprevisível. Sempre imprevisível.
É seres feliz quando menos o esperas. E lixares-te quando estás à espera de ser feliz.Vistas bem as coisas, é aí que reside a piada.
Até as coisas irritantezinhas se tornam queridas-e-fofas quando vindas de alguém de quem gostamos. Pelo menos enquanto gostamos... quando deixamos de gostar tornam-se simplesmente odiosas. :P
... Eu diria que existem pormenores m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s.
Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
O Verão é leve, fresco, tem bom tempo.
Tem praia, sol e aquela brisa marítima fresquinha.
Tem flores no cabelo, bolsas coloridas e colares divertidos.
Tem limonada, saladas (de atum, preferencialmente) e sardinhadas com a família.
Tem passeios à beira-mar, piqueniques no campo.
Tem pequenos-almoços no terraço ou na varanda.
Tem descontracção, ritmo e muita mais emoção.
Tem risos, sorrisos, brincadeiras na água.
Tem voleibol na praia e passeios de bicicleta ao final da tarde.
Tem a pele morena e aquele cheiro a protector solar que eu adoro.
Tem o acabar de tomar banho e sentirmo-nos sujos passados cinco minutos. Faz parte.
Tem as noites sem dormir por causa do calor. Já tinha saudades.
Tem perfumes frescos e flores vistosas.
Tem melancia, cerejas, morangos e mangas.
Terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Heaven
Como boa burra que sou, acabei de apagar o contéudo deste post.
O que importa é que adoro a música. Deixa-me alegre, feliz e muito risonha. Faz-me bem.
"Baby you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven "
Comportamentos anti-sociais
O que é certo é que pelos vistos anda para aí gente a ter comportamentos anti-sociais. Este gente, que não está boa da cabeça, pelos vistos anda a tentar contaminar os outros com o vírus da gripe A.
A mãe de uma criança contaminada, por exemplo, decidiu ir a um centro de saúde com a intenção explícita de ir infectar as outras pessoas. Entendo que deva ter ficado revoltada pois provavelmente alguém infectou a sua criança. Mas ir infectar pessoas inocentes que nada têm a ver com o assunto parece-me... feio.
Depois há adultos que não respeitam o uso das máscaras. Vão ao hospital, é-lhes diagnosticado o vírus e os médicos dizem "ponha a máscara". Mas recusam-se!
É de trepar as paredes! Ninguém tem culpa da má sorte que lhes calhou. Além disso, como as autoridades estão fartas de alertar, é melhor ser contaminado agora do que na fase pandémica.
Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
Vírus na caixa de email
Domingo, 9 de Agosto de 2009

Nao gosto que falem a menos de um metro de mim. Torna-se incómodo. Demasiada proximidade. Demasiada intimidade.
A menos de um metro de mim fala quem eu quero e permito... não qualquer pessoa. E há gente que insiste em colar-se quase à nossa cara para falar. É desagradável.
Ainda por cima não podemos olhar para o lado, iria dar muito nas vistas. Nestes casos geralmente, enquanto falo e gesticulo, dou um passo para trás. Mas esta gente não percebe a indirecta e volta a vir colar-se a mim.
Ouço bem, vejo bem (pelo menos de lentes...), escusam de se colar às minhas fuças.
Nao gosto que falem a menos de um metro de mim. É a minha barreira de segurança.
Sábado, 8 de Agosto de 2009
"You say it best when you say nothing at all..."

As palavras são importantes. São fortes. São intensas. Mas nem sempre são necessárias. Os silêncios são óptimos e há momentos em que não é preciso dizer absolutamente nada...
Quem precisa de palavras quando se tem... sorrisos?
... cheiros?
... toques?
... carinhos?
... gestos?
... abraços?
... confidências?
... acções?
... olhares?
Há palavras que não precisam ser ditas. Quem precisa de palavras quando o sentimento é tão presente que quase se pode tocar?
E se assim não é... é assim que devia ser.
Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009
Drama de Verão

Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Pierre Louÿs
Como dizem os críticos literários este livro tem um misto de sensualidade e nojice. O autor joga com a repulsa e o desejo do leitor.
Este livro conta a história de 4 meninas/mulheres. Todas prostitutas. A mãe, Teresa, de 36 anos. A pequena Mauricette de 14 anos. A mais nova, Lili com apenas 10 anos. E Charlotte de 20 anos. O narrador vai descrevendo o envolvimento que foi tendo com as quatro... Pelos vistos a senhora mãe não se importava de oferecer as filhas. E as filhas, habituadas aquelas andanças, gostavam dos jogos de provocação.
Segui o conselho que me deram na noite passada...
Escrevi sobre tudo aquilo que me passou pela cabeça durante as seis horas que passei na redacção.
Obrigada a quem me deu o conselho. Fez-me bem. Alivia e faz-nos ficar mais lúcidos. Acabei de ler tudo (enrubesci, confesso).
Chego à conclusão que sou mesmo parva.
E não jogo com o baralho todo.
Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos.
"When a Man Loves a Woman ", uma história linda. A senhora gostava de beber, vá... era mesmo bêbada. O casamento ia indo por água a baixo. A filha do casal estava arrasada. Ele aturou, aturou, aturou. E claro, o típico final feliz.
A juntar ao filme, uma música fantástica. Pena não ser a versão do Michael Bolton, mas também é bonita.
OK, prometi deixar-me de lamechices. Mas só a partir de agora.
Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
Querido, você...
Acendam uma velinha por mim...

Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
Laços

Existem laços fortes, com nós bem dados. São aqueles tipos de laços que por mais que tentes desatar, não consegues. São demasiado espessos e fortes.
E depois existem aqueles laços (que nem são dignos desse nome) frágeis, fraquinhos e sem qualquer tipo de resistência. Há primeira puxadela, rebentam.
Um dos meus laços rebentou.
Não vale a pena tentar remediar a situação. Rebentou.
Era bom...

Domingo, 2 de Agosto de 2009
Tendências...

Sábado, 1 de Agosto de 2009
"De manhã, que medo, que me achasses feia!
Acordei, tremendo, deitada na areia
Mas logo os teus olhos disseram que não,
E o sol penetrou no meu coração
Mas logo os teus olhos disseram que não,
E o sol penetrou no meu coração..."



