Terça-feira, 31 de Março de 2009
Segunda-feira, 30 de Março de 2009
Nada de novo. Os jovens de hoje em dia são muito mais levianos no que toca ao sexo. Antes as meninas eram tímidas, ingénuas... Hoje não é bem assim. Sentem-se tão à vontade com a sua sexualidade quanto os homens.
Até aqui, nada de errado. O problema está quando se entra na leviandade.
Saiu hoje no Público uma notícia sobre sexting. Sexo + mensagens de telemóvel = sexting.
Acho que a maioria de nós sabe o que são, pelo que não vou perder tempo com explicações.
O pior, é quando as mensagens/fotografias vão parar a sítios errados. As mensagens enviadas para namorados e amigos coloridos vão muitas vezes parar a telemóveis indesejados. Sim, que há muita pessoa mázinha por este mundo fora.
Há por aí muito rapazinho imaturo que se diverte a expôr a amiga/namorada ao rol de amigos. Já se sabe, a mulher é que é vista como a galdéria. Galdéria é um eufemismo. É o mínimo.
Podemos estar a trocar mensagens de conteúdo sexual mesmo nas barbas de pais, amigos, conhecidos. É tão fácil de o fazer, que se torna quase inevitável entrar no "jogo".
Um estudo revela que 1 em cada 5 jovens participa em actividades do género. 20% é muita coisa.
Não tenho nada contra este tipo de actividade, desde que haja cautela. Não se vai enviar uma fotografia ao Zé Manuel que se conheceu há umas horas. E, como a confiança não é palpável, é melhor ter alguns cuidados. Não mostrar as fuças no raio das fotografias, parece-me ser a regra base.
Nos States, Jessie Logan foi vítima da maldade alheia. Enviou fotos suas, nua, ao rapaz com quem saía. Pelos vistos ele não gostava tanto dela assim, e vai daí reencaminhou a fotografia para quatro amigas. Toda a gente passou a gozar com ela.
Semanas depois, a rapariga de 18 anos pegou numa corda e enforcou-se.
Domingo, 29 de Março de 2009
Sábado, 28 de Março de 2009
Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Quarta-feira, 25 de Março de 2009
Segundo fontes próximas da família, Jordan Brown teria ciúmes da namorada do pai e do futuro filho.
Terça-feira, 24 de Março de 2009

Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Se eu fosse um mês seria: Junho. Nem muito quente, nem muito frio. Está ali no meio termo. E o meio termo é que é agradável.
Se eu fosse um dia da semana seria: Domingo. Não se faz nada. Gosto disso.
Se eu fosse um numero seria: 7. Gosto.
Se eu fosse um planeta seria: Desconhecido. Numa outra galáxia.
Se eu fosse uma cidade seria: Veneza. Eternamente romântica.
Se eu fosse um movél seria uma: Uma mesa redonda. Para permitir o encontro de pessoas, o cruzar de olhos.
Se eu fosse um liquido seria: Ice Tea.
Se eu fosse um pecado seria: Algures entre a preguiça e a luxúria.
Se eu fosse um pedra seria: Mármore. Forte.
Se eu fosse um metal seria: Aço.
Se eu fosse uma árvore seria uma: Laranjeira.
Se eu fosse uma fruta seria: Uva.
Se eu fosse uma flor seria uma: Girassol. Daqueles enormes. Lindos.
Se eu fosse um clima seria: Amena.
Se eu fosse um instrumento musical seria uma: Não percebo nada de instrumentos. Mas seria suave.
Se eu fosse um elemento seria: Fogo.
Se eu fosse uma cor seria: Fucsia.
Se eu fosse um animal seria um: Gato. Of course.
Se eu fosse um som seria uma: Grito.
Se eu fosse uma canção seria: "She", Elvis Costello.
Se eu fosse um estilo de musica seria: Balada.
Se eu fosse um perfume seria: "Femme", Hugo Boss.
Se eu fosse um sentimento seria: Amizade.
Se eu fosse um livro seria: Um diário. Fechado à chave.
Se eu fosse uma comida seria: Lasanha!
Se eu fosse um lugar seria uma: Uma cidade velha. À primeira vista, sem interesse. Depois de explorada, agradável.
Se eu fosse um defeito seria: Nervosismo.
Se eu fosse uma qualidade seria: Meiguice.
Se eu fosse um sabor seria: Agridoce.
Se eu fosse um cheiro seria: Maresia.
Se eu fosse uma palavra seria: Ternura.
Se eu fosse um verbo seria: Partilhar.
Se eu fosse um objecto seria uma: Livro. Para descobrir página a página.
Se eu fosse uma roupa seria: Calções.
Se eu fosse uma parte do corpo seria: Mãos. Para mexer em tudo, tocar em tudo, sentir tudo.
Se eu fosse uma expressão seria: Sorriso.
Se eu fosse um filme seria: "O Diário da Nossa Paixão".
Se eu fosse uma estação seria: Primavera.
Se eu fosse uma frase seria: Se amares, ama intensamente.
Domingo, 22 de Março de 2009
Sábado, 21 de Março de 2009
Sexta-feira, 20 de Março de 2009
Quinta-feira, 19 de Março de 2009
E eu quero celebrar o facto de ter a melhor mãe do mundo.
PS: Blogadinha, obrigada pelos selos. Já estão na montra de exposição.
Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Se há coisa que me fascina no trabalho de jornalista é a possibilidade de entrar em contacto com diferentes realidades. Faz de nós pessoas mais cultas, mais interessantes. Ficamos a saber um pouco de tudo.
Para mim, tem sido uma aprendizagem enorme.
Hoje, o meu dia de trabalho foi dedicado a conferências sobre a sexualidade. Estava na Faculdade de Farmácia, entre pessoas que percebem muito da coisa. E eu ali, sem perceber a ponta de um corno do assunto. Apesar de não ser um tema propriamente fácil de entender, adorei.
Assisti a duas conferências. A primeira sobre infertilidade e a segunda sobre disfunção eréctil. A segunda foi mais interessante, na minha opinião. O médico que deu a conferência era jovial, divertido, relaxado. Esclarecedor, sem ser demasiado exaustivo na abordagem.
Os motivos podem ser tantos… físico, hormonal, psicológico. É complicado diagnosticar.
Fiquei a saber, por exemplo, que as discussões no seio de um casal são o factor número 1 que leva à disfunção sexual. Óbvio que a idade também tem muito a ver com a doença, mas parece que a relação entre o casal é mesmo fulcral.
Por isso é que há aquela frasezinha meia parvinha, mas que faz todo o sentido: “em casa não dá, mas fora de casa já funciona”. Pois, os problemas, as tensões, os conflitos estão em casa. Fora de casa, com outra pessoa, é mais fácil relaxar.
Este problema diminui a qualidade de vida do homem, abala a sua auto-estima. Isto vai, evidentemente, diminuir a qualidade de vida do casal. A maior parte dos homens recusa assumir que tem um problema e opta por afastar a companheira. Nada mais errado. Mulher que ame o seu parceiro só tem é de o apoiar.
Em Portugal, cerca de 500 mil homens sofrem desta doença, mas só 15% consultam um médico. Há vergonha, há medo, há receio. Há esperança que seja um problema passageiro.
Como disse o médico convidado, ainda há muito a mentalidade do “macho latino” que recusa dizer que tem um problema sexual.
O maior problema dos portugueses é mesmo esse: a mentalidade.
Terça-feira, 17 de Março de 2009
Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Admito ter um certo preconceito em relação aos ciganos. Fui criada numa sociedade preconceituosa, por isso é normal que alguns dos "pré-conceitos" me sejam passados. Tento evitá-los ao máximo. Posso tê-los, mas estou consciente de que são injustos. Menos mal.
Mas isto, meus amigos, isto é ridículo.
Crianças ciganas com aulas em contentor separadas das outras, lê-se no site da TSF.
Domingo, 15 de Março de 2009

Gosto de guardar as pequenas coisas, as pequenas lembranças, as coisas supostamente insignificantes.
Tive um diário, daqueles em papel, com cadeado e tudo, até aos 18 anos. Escrevia lá todos os dias, nem que fosse um simples "hoje o dia correu-me bem". Gostava de escrever as minhas vivências, por mais parvas e insignificantes que fossem, para não correr o risco de as esquecer.
Sábado, 14 de Março de 2009
Sexta-feira, 13 de Março de 2009


Quinta-feira, 12 de Março de 2009
Quarta-feira, 11 de Março de 2009

O senhor contava sempre a mesma historiazinha da treta: que tinha estado recentemente nos EUA onde tinha atropelado uma menina de uma família da máfia, que lhe exigia uma certa quantia para cuidar da menina, que tinha ficado paralítica. Depois de fazer as milionárias ficarem apaixonadas pelos seus atributos, pedia-lhes o dinheiro. Estamos a falar de milhões.
O homem era tão bom, mas tão bom, que uma das mulheres chegou mesmo a comprar alianças após uma proposta de casamento de Helg e outra senhora começou um fundo de rendimento de milhões de euros em nome de Helg.
Terça-feira, 10 de Março de 2009
Segunda-feira, 9 de Março de 2009
Estava eu na fila e aproximam-se duas raparigas...
Rapariga 1 - Olá. Olha, tu não tens uma irmã que estuda na minha turma?
Eu - Tenho.
Rapariga 2 - Pois, nós estavamos aqui a comentar que vocês eram realmente muito parecidas, só que tu és mais novinha.
Eu - ...
Rapariga 1 - E estudas o quê?
Eu - Jornalismo, aqui ao lado.
Rapariga 1 - Ah, olha que giro. Estão ao lado uma da outra. E tu em que ano estás?
Eu - No terceiro. Somos gémeas.
Raparigas - Ah! Pois, pareces mais novinha que ela.
Deve ser por conversas como esta que a minha família me vê como a "mais pequena". :P
Estou doente. Uma enxaqueca horrível, alternada com crises de vómitos. Era o que eu mais precisava.
Aproveito para agradecer a quem me tem apoiado, mesmo que pela internet. :)
A maioria socialista na Câmara Municipal de Viana, decidiu não permitir a realização de qualquer "espectáculo" tauromáquico no espaço público ou privado do município, sempre que este dependa de qualquer autorização da autarquia.
Como se lê no Público, segundo o Presidente da Câmara Defensor Moura, a medida faz todo o sentido por ir de encontro ao perfil de cidade saudável. "Para além do respeito pelos direitos humanos, preservação do património natural e promoção dos valores ambientais, o executivo socialista considera que o espírito, de cidade moderna e progressista, deve estender-se ao respeito pelos direitos dos animais", cita o jornal.
Espero que brevemente mais cidades tenham a mesma atitude, em defesa de um mundo melhor.
Ok, dizem que isto não é fruto só da bondade do presidente. Pelo que investiguei, existem fortes interesses económicos no terreno da Praça de Touros, que se localiza junto ao rio e ao parque da cidade. Óbvio que isto tem fortes possibilidades de ser verdade, mas não me interessa muito. Se deitarem abaixo o mamarracho da Praça de Touros para construirem casinhas para ricaços, não tenho pena nenhuma.
Domingo, 8 de Março de 2009
Sábado, 7 de Março de 2009

Sinceramente, preocupa-me o futuro dela.
Sexta-feira, 6 de Março de 2009
Famelga da minha vida, tenho uma coisinha a anunciar:
Já não me espeto no chão todos os dias, já não rasgo as meias todas as vezes que uso um vestido. Já não sou a menina de 5 anos que usava um penteado tipo palmeirinha no cabelo.
Cresci.
PS: E hoje sou capaz de ficar sozinha em casa. O drama, o horror. :P
Quinta-feira, 5 de Março de 2009
Quarta-feira, 4 de Março de 2009
O blog Os Meus Saltos Altos desafiou-me. E como eu estou a precisar de pensar em coisas boas, aceitei.
"Sem dúvida que acertar em 5 números e 2 estrelas , não é tarefa fácil. Esta semana há Jackpot especial de 100 MILHÕES... Se ganhasses, que farias?"
Terça-feira, 3 de Março de 2009

Há temas que me incomodam. E depois desses, existem ainda os temas que me deixam nervosa, que me fazem sentir um arrepio frio pelas costas. A mutilação genital feminina é um desses temas.
Um estudo da Amnistia Internacional apresentado em Fevereiro revela que somente 13% dos médicos e enfermeiros têm conhecimento da prática da mutilação genital feminina (MGF) em Portugal.
Este estudo revela que há “um número significativo de casos de MGF no nosso país”. Para piorar o cenário, o estudo revela a existência de falta de preparação dos médicos e enfermeiros portugueses no que diz respeito a esta prática. Talvez por ser um assunto pouco falado no nosso país, a verdade é que os profissionais de saúde não estão preparados para o enfrentar.
Pelos vistos, somente 13% dos profissionais de saúde possui formação específica para actuar nestes casos. Um número demasiado baixo, convenhamos.
Esta é uma prática retrógada e profundamente desumana, pelo que considero inconcebível que coisas destas ainda aconteçam pelo mundo fora.
Como a maioria de nós sabe, esta é prática muito mais comum no continente africano e em certas comunidades de países asiáticos. Mas pelos vistos, segundo este estudo, no nosso país também acontece.
A MGF consiste na excisão do clítoris sem anestesia e com objectos não esterilizados como facas ou pedaços de vidro. E porque é que fazem isso? Crenças... Isto é visto como sendo um ritual simbólico da passagem de menina a mulher, e tem como objectivo assegurar a pureza da mulher e a fidelidade ao marido. Naqueles países a mulher é vista como um ser inferior, e por isso não merecedora de qualquer tipo de prazer.
A consequência mais directa é obviamente a eliminação do prazer sexual. Para além disso, devido às condições horrorosas em que este "ritual" é praticado, muitas vezes a prática resulta em infecções ou mesmo na morte da menina.
Claro que já existe legislação para proibir a MGF em muitos países africanos, mas a tradição persiste.
A Organização Mundial de Saúde estima que entre 110 e 140 milhões de mulheres já tenham sido submetidas a este processo e que três milhões estejam em risco de o ser.
Segunda-feira, 2 de Março de 2009
Domingo, 1 de Março de 2009
É o site do meu curso. :) http://jpn.icicom.up.pt/Entre Julho e Agosto, se tudo correr bem, estarei aqui:

